QUA 30 MARÇO 2022 08:30 ATUALIZADO EM TER 29 MARÇO 2022 16:46
CREIs terão formação profissional e auxílio na criação de materiais pedagógicos para unidades especializadas da rede estadual de ensino
O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE-MG), está implementando Centros de Referência em Educação Especial Inclusiva (CREIs) nas 47 Superintendências Regionais de Ensino (SRE) do estado de Minas Gerais.
Eles vão compor a rede de apoio à educação especial, em conjunto com os Centros de Capacitação de Profissionais da Área da Surdez (CAS), os Centros de Apoio Pedagógico às Pessoas com Deficiência Visual (CAP), além das equipes multiprofissionais das escolas especiais. Além da capacitação profissional, os CREIs também vão ajudar na produção de materiais pedagógicos adaptados para os alunos.
Como parte do trabalho, a SEE acaba de promover cinco encontros virtuais para as equipes dos Centros de Referência em Educação Especial Inclusiva (CREIs). As reuniões de introdução sobre a iniciativa criam pontes ainda mais sólida entre as equipes que cuidam da educação especial da rede estadual de ensino.
Coordenadora de Educação Especial e Inclusiva da SEE/MG, Suéllen Cristina Coelho fala sobre o resultado positivo dos encontros. “Nós tivemos um diálogo muito amplo. Fizemos apresentações sobre o projeto, falamos sobre o atendimento educacional especializado, nossa rede de apoio e as equipes multiprofissionais que atuam na educação especial”, avalia.
Formação
Nesta semana (28/3 a 1/4), os profissionais participam de uma formação de 120 horas sobre a educação especial inclusiva. Suéllen explica que os profissionais que atuam nessa área na rede estadual de ensino terão mais uma fonte de aprendizado e formação. “Os CREIs garantem que o profissional tenha, cada vez mais, novos saberes e afazeres específicos para lidar de forma mais assertiva e adequada com os estudantes públicos da educação especial”, contou a coordenadora.
Ela destaca que o projeto começou em Diamantina, na região Central do Estado. É lá que, desde 2018, funciona o primeiro Centro de Referência em Educação Especial Inclusiva. “Por mais que já desenvolvesse um bom trabalho, ele atendia apenas a região da cidade, com uma área de abrangência mais restrita. Diante disso, nós organizamos a atuação do centro, e expandimos para as demais 46 superintendências regionais de ensino”, ressaltou.
Uma ideia do objetivo do projeto está na logomarca do CREI, pensada como um quebra-cabeça, imagem bastante representativa quando se trata de inclusão. “Nele, as peças se unem formando uma rede de apoio para a educação especial inclusiva. Então, cada peça representa um centro de apoio diferente e todos estão interligados”, revela Suéllen Cristina.
TER 29 MARÇO 2022 14:20 ATUALIZADO EM TER 29 MARÇO 2022 16:37
Setor de Serviços é o que mais registrou postos de trabalho; no país, estado só fica atrás de São Paulo
Seguindo o ritmo de crescimento econômico, Minas Gerais registrou a geração de 36.677 postos de trabalho em fevereiro. O resultado consolida o estado como um dos que mais geram empregos no país.
Conforme dados do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Previdência, em números absolutos, foram 219.255 admissões e 182.578 desligamentos. Se analisados os principais setores econômicos, todos registraram desempenho positivo em fevereiro, com destaque para o setor de Serviços que gerou 21.922 novos postos de trabalho, seguido pela Indústria (6.930), Agropecuária (4.012), Construção (3.087) e Comércio (726).
Para a diretora de Monitoramento e Articulação de Oportunidades de Trabalho da Sedese, Amanda Siqueira Carvalho, o desempenho de Minas confirma o cenário positivo neste início de ano. “O número de admissões superou o de demissões. Isso demonstra um crescimento econômico sustentado em Minas, puxado, principalmente, pelas atividades de serviços e indústria”, destacou.
No país, Minas Gerais ficou atrás apenas de São Paulo, que registrou a abertura de 98.262 novos postos de trabalho no período analisado.
VÍDEO: motorista sobrevive após carro capotar e ‘voar’, em Leopoldina
Veículo girou diversas vezes no ar e, antes de se chocar com o asfalto, o motorista, de 28 anos, foi arremessado a vários metros, mas sobreviveu
Bruno Luis Barros – Especial para o EM 28/03/2022 19:53 – atualizado 28/03/2022 19:58
Depois do acidente, o motorista foi socorrido com um ferimento na cabeça, em Leopoldina (foto: Câmera de monitoramento/Reprodução)
Um acidente cinematográfico foi flagrado, na manhã desta segunda-feira (28/3), por uma câmera de monitoramento na MGC-120, em Leopoldina, na Zona da Mata mineira, quando um carro capotou na altura do km 739 da rodovia.
Em seguida, o veículo girou diversas vezes no ar e, pouco antes de se chocar com o asfalto, o motorista, de 28 anos, foi arremessado a vários metros, mas sobreviveu.
De acordo com informações da Polícia Militar Rodoviária (PMRv), o condutor perdeu o controle da direção e saiu da pista antes de capotar. Após literalmente voar na rodovia, o veículo bateu no solo, parando no acostamento.
Por sorte, nenhum outro carro trafegava no trecho no momento do acidente. Porém, segundos antes do capotamento, dois automóveis foram flagrados pela câmera de monitoramento passando pela rodovia no sentido contrário.
Ainda segundo a PMRv, o motorista estava confuso e com um ferimento na cabeça. Ele foi atendido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e, posteriormente, encaminhado para um hospital no município de Cataguases.
As causas do acidente serão investigadas.
Tags: #zona da mata #leopoldina #polícia militar rodoviária #acidente cinematográfico #carro voa
SEX 25 MARÇO 2022 18:35 ATUALIZADO EM SEX 25 MARÇO 2022 18:37
Projeto prioriza o processo participativo, com envolvimento de diversos segmentos da sociedade
Para alcançar a meta de reduzir a emissão líquida de Gases de Efeito Estufa (GEE) até 2050, conforme acordado com o Reino Unido em 2021, o Governo de Minas deu início ao desenvolvimento do Plano Estadual de Ação Climática. Nesta sexta-feira (25/3), a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) lançou, em evento on-line, o projeto para o plano.
A elaboração prioriza o processo participativo, a partir do envolvimento de diferentes segmentos da sociedade. A previsão é que o plano estadual esteja pronto ainda em novembro deste ano. Com isso, o Governo do Estado dará mais um passo em direção à meta de descarbonização.
Plano
O documento permitirá que Minas alcance o cenário de neutralidade de carbono nos próximos anos, além de reduzir os riscos dos efeitos das mudanças climáticas para as pessoas, sistemas naturais e infraestrutura, tornando o estado mais seguro para viver e empreender. Ele apresentará as diretrizes, metas, ações e indicadores para redução das emissões de gases de efeito estufa e adaptação aos efeitos adversos da mudança do clima em Minas.
O plano será desenvolvido em parceria com a CDP – organização internacional que mede o impacto ambiental de empresas e governos em todo o mundo com o intuito de construir e acelerar ações ambientais colaborativas–; a rede global de governos locais e regionais ICLEI e as instituições Coppe da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Pioneirismo mineiro
No evento, o presidente da Feam, Renato Brandão, reconheceu que os desafios são grandes e, por isso, a participação coletiva no desenvolvimento do plano é fundamental para a sua efetividade.
“Este trabalho está sendo feito a várias mãos em Minas Gerais, tornando o projeto participativo para diversos setores da sociedade. Desde o início, quando o Governo de Minas assumiu esse compromisso, contamos com parceria da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), importantíssimas para termos uma modelagem mais próxima da realidade do estado e podermos trazer soluções práticas e efetivas para a neutralidade das emissões de Gases de Efeito Estufa até 2050”, afirmou.
Além do presidente da Feam, participaram da abertura do evento o cônsul do Reino Unido em Minas Gerais, Lucas Brown; o secretário executivo do ICLEI América do Sul, Rodrigo Perpétuo, e a diretora do CDP, Rebeca Lima.
“A delegação mineira foi destaque da COP26, em 2021, entre os governos subnacionais da América Latina. São muitas etapas pela frente, e a contínua colaboração do Governo de Minas em motivar a indústria, a academia e a sociedade civil nessa missão torna Minas Gerais não só atraente para novos investimentos, mas também para as novas tecnologias”, comentou Lucas Brown.
O fato de Minas Gerais ter se tornado o primeiro Estado da América Latina e do Caribe a aderir à campanha global Race to Zero foi enfatizado tanto por Brown, como também pelo secretário executivo do ICLEI América do Sul, Rodrigo Perpétuo.
“Para o ICLEI, é muito significativo fazer parte desta aliança com o CDP e o Governo Britânico para a atualização do Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa e desenvolvimento do Plano de Ação Climática. Minas Gerais, que teve o maior número de municípios em estado de calamidade pública, em 2022, devido a eventos extremos, está comprometido em qualificar e acelerar a agenda climática e para nós é uma honra participar deste processo”, disse.
Benefícios ambientais, sociais e econômicos
O evento contou com as apresentações dos setores envolvidos no desenvolvimento do projeto, como forma de explicar à sociedade o que tem sido considerado para a elaboração do documento. O coordenador do Núcleo de Sustentabilidade, Energia e Mudanças Climáticas da Feam, Alessandro Campos, fez a palestra “Lançamento do Projeto: instrumentos políticos e compromissos climáticos no âmbito estadual”.
Alessandro relembrou o histórico de Minas Gerais na implantação de políticas públicas para as mudanças climáticas e destacou que as respostas e soluções trazidas com o plano criam oportunidades e benefícios ambientais e econômicos. “O processo vai além de descarbonizar, traz mais qualidade ambiental, investimentos para Minas, emprego e renda”, pontuou.
Além de Alessandro, palestrantes da ICLEI enriqueceram o debate com palestras contextualizando as mudanças climáticas e também explicando o cronograma do projeto.
A íntegra do lançamento do projeto está disponível no canal Meio Ambiente Minas Gerais no Youtube.
Discussão em bar termina com um jovem morto em Juiz de Fora
Suspeito de 31 anos também foi atingido no joelho durante a confusão e passará por uma cirurgia.
Por TV Integração — Juiz de Fora 28/03/2022 07h53 Atualizado há 19 minutos
Um jovem de 22 anos foi morto a tiros no domingo (27) em um bar no Bairro Retiro, em Juiz de Fora. O suspeito dos disparos, de 31, também ficou ferido.
De acordo com a Polícia Militar (PM), o homem de 31 anos estava no estabelecimento e pagava a conta. Na ocasião, o rapaz de 22 chegou.
Ainda segundo a corporação, os dois conversaram, tiveram uma discussão e tiros foram disparados pelo suspeito. O jovem foi atingido e morreu no local. O motivo da briga não foi informado.
Durante a confusão, o suspeito também ficou ferido no joelho e foi levado para o Hospital de Pronto Socorro Dr. Mozart Teixeira (HPS). Ele passará por uma cirurgia e segue internado sob escolta policial.
A motivação do crime será investigada pela Polícia Civil. O corpo do rapaz foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para demais providências.
Devido à grande expansão da concorrência nos mais diversos setores, se destacar no mercado e proporcionar uma experiência única para o cliente tem sido, inegavelmente, cada vez mais desafiador. Assim, a gestão da qualidade se apresenta como uma das principais aliadas na busca pela tão desejada liderança no mercado e fidelização dos clientes.
Para isso, a criação de valor para os consumidores é essencial. Todavia, uma série de fatores pode afetar negativamente o desempenho de uma empresa em termos de qualidade. Por isso, a implementação da gestão de qualidade em busca da otimização de processos garante o correto direcionamento para esse objetivo.
A equipe Amfac Indústria e Comércio, esta sempre em busca de processos de inovação e tecnologia, trazendo assim mais valor e agilidade aos processos, beneficiando a toda equipe de colaboradores, bem como nossos clientes e fornecedores.
(@julio_defreitas, a divisa de Nova Lima com Belo Horizonte)
Minas Gerais tem 853 municípios onde vivem cerca de 22 milhões mineiros. É o segundo no país em número de habitantes e o quarto em extensão territorial.
Na matéria estão 15 primeiras cidades mineiras mais bem colocadas no ranking que compõem o último Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) e no final, link com a listagem completa. (na foto acima de @julio_defreitas, a divisa de Nova Lima com Belo Horizonte)
Não se trata de pesquisa e sim cálculos baseado em informações fornecidas pelos municípios ao Governo Estadual, que encaminha ao Governo Federal, que por fim, encaminha os dados para a ONU, que faz o cálculo.
O critério é o mesmo para todos os países. Basicamente, são levados em conta três itens: vida longa e saudável (nascimento por mortes, saneamento básico e longevidade), acesso ao conhecimento (educação pública em todos os níveis e crianças na escola) e padrão de vida (renda e emprego).
A partir dos cálculos de cada um desses fatores, se chega ao índice geral de IDHM, organizado no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, feito em 2010 e divulgado em 2013.
O cálculo de IDHM é feito a cada 10 anos e divulgado 3 anos depois. O próximo calculo será em 2020, com divulgação prevista para 2023. Enquanto não feito o novo IDHM, o que vale este atual, feito em 2010.
A metodologia do índice foi adaptada do IDH Global pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pela Fundação João Pinheiro.
Muito alto: de 0,800 a 1;(2 municípios). Alto: de 0,700 a 0,799;(226 municípios). Médio: de 0,600 a 0,699;(552 municípios). Baixo: de 0,500 a 0,599;(73 municípios). Muito baixo: de 0 a 0,499;(nenhum município).
O IDHM do Estado de Minas é 0,731, considerado alto, sendo o nono no Brasil. Na listagem abaixo a colocação das 15 primeiras cidades de Minas Gerais no ranking da ONU, com texto e fotos e as colocações da 16.º, até a 100.º, com a posição e o IDHM, de cada uma.
01.º Nova Lima – IDHM 0,813
Nova Lima, com cerca de 90 mil habitantes e a 30 km de Belo Horizonte, atingiu o maior índice no IDHM, 0,813, sendo a primeira do ranking e a melhor cidade de Minas para se viver.(foto acima de Andréia Gomes).
Montanhas, belas paisagens, distritos pitorescos, excelente gastronomia típica. Cidade desenvolvida, com excelente estrutura urbana e rural, um comércio e setor de serviços eficientes. Além de oferecer uma ótima qualidade de vida a seus moradores.
É o maior IDHM do Estado de Minas Gerais, portanto a melhor cidade de Minas Gerais para se viver com ótimos índices na avaliação, em todos os quesitos. 99,47% das crianças entre 5 e 6 anos estão matriculadas em escolas. A proporção de estudantes no Ensino Fundamental é de 90,89%.
02.º Belo Horizonte – IDHM 0810
A capital Belo Horizonte, (foto acima de Charles Tôrres/BHumafotopordia) ficou em segundo lugar no ranking com IDHM com o índice 0,810. Com cerca de 2,5 milhões de habitantes, Belo Horizonte é a sexta cidade mais populosa do país. Segundo o Population Crisis Commitee, da ONU, Belo Horizonte está entre as 100 melhores cidades do mundo, ocupando a posição 45.ª no ranking das melhores metrópoles.
Segundo a revista América Economia, é uma das 10 melhores cidades para fazer negócios da América Latina. Belo Horizonte oferece uma boa qualidade de vida a seus moradores. A cidade possui importantes monumentos, cerca de 60 parques, 68 museus, dezenas de teatros, uma boa infraestrutura urbana e uma excelente gastronomia.
03.º Uberlândia – IDHM 0,789
É uma das mais desenvolvidas cidades do Brasil, tanto na indústria, como no agronegócio, sendo este um dos grandes destaques do município do Triângulo Mineiro. Uberlândia (foto acima de Jorge Nelson) é a terceira do ranking com IDHM de 0,789. Entre as cidades melhores cidades brasileiras com melhor índice de desenvolvimento nas áreas de Saúde, Educação, Emprego e renda, está na 27.ª posição.
04.º Itajubá – IDHM 0,787
O município de Itajubá, no Sul de Minas(na foto acima de Jô Casarini) está na quarta posição no ranking, com IDHM de 0,787. Com mais de 100 mil habitantes é um dos mais industrializados municípios do interior de Minas e destaque nacional em educação e distribuição de renda. Apenas 1,03% de sua população é considerada extremamente pobre.
05.º Lavras – IDHM 0,782
Na quinta posição no ranking, está Lavras (foto acima de Gilson Nogueira) na região do Campo das Vertentes. Seu IDHM é de 0,782. O município se destaca pelo bom nível educacional da sua população e a boa qualidade de vida que oferece a seus moradores.
06.º Poços de Caldas – IDHM 0,779
Com 0,779 no IDHM, Poços de Caldas é uma das mais belas cidades de Minas e uma das estâncias hidrominerais mais procurados por turistas graças as suas fontes de águas medicinais, usadas em diversas terapias, seus doces e artesanato. Algumas indústrias se destacam na cidade como as de sabonetes de qualidade e de objetos decorativos em vidro fundido, que lembram os feitos na cidade italiana de Murano. (foto acima de Elpídio Justino de Andrade)
07.º Juiz de Fora – IDHM 0,778
Conhecida como a Manchester mineira, Juiz de Fora (foto acima de André Saliya) com IDHM de 0,778, tem hoje mais de 565 mil habitantes, com uma das mais altas expectativas de vida e uma das mais altas rendas per capita do país, além de índices de escolaridade maiores que a média mineira. É a maior cidade da Zona da Mata e uma das que mais se destacam em Minas em investimentos em qualidade de vida.
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