Covid-19/AstraZeneca: vacinação nesta quinta, 04/11, para os agendados até 17/11

Cerca de 1.500 alunos retomam aulas presenciais nos dois campi nesta quarta, dia 3

Cerca de 1.500 estudantes dos cursos de graduação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) são esperados nos dois campi da Instituição nesta quarta-feira, dia 3. A data marca o início das aulas presenciais do segundo semestre regular para Juiz de Fora e Governador Valadares. O período ainda está sendo realizado por meio do Ensino Remoto Emergencial (ERE) para a maioria dos estudantes e, agora, inicia-se de forma híbrida para 22 cursos que optaram por esse modelo.

Cursos e disciplinas 

Vinte e dois cursos de graduação receberão presencialmente seus alunos, ofertando disciplinas práticas, teórico-práticas e/ou estágios obrigatórios, sendo 19 do campus-sede e três do campus avançado em Governador Valadares. 

Em Juiz de Fora, estarão de volta estudantes da área de Saúde dos cursos de Ciências Biológicas; Medicina Veterinária; Educação Física e Nutrição, até então ainda não contemplados pelos semestres suplementares, em atual funcionamento. Alunos da área de Exatas dos cursos de Química e das engenharias Ambiental e Sanitária; Civil; Elétrica (Energia; Robótica e Automação; Sistemas de Potência; Sistemas Eletrônicos; Telecomunicações); de Produção e Mecânica também retornam para as atividades práticas. E, na área de Humanas, os discentes de Música; Serviço Social; Arquitetura e Urbanismo; e Direito.

Em Governador Valadares, as aulas práticas do semestre regular irão atender aos alunos de Educação Física, Fisioterapia e Direito. Em ambos os campi, esses discentes juntam-se àqueles que, atualmente, cumprem semestres letivos suplementares, com aulas sendo ministradas presencialmente. 

Conforme o calendário acadêmico aprovado, o segundo semestre regular de 2021 começou no dia 18 de outubro. Desde essa data, alunos, professores e técnicos passam por um período de adaptação e treinamento, cujo objetivo é a adequação aos Protocolos de Biossegurança da UFJF, que devem ser seguidos por todas as pessoas que terão acesso aos dois campi universitários, em decorrência da pandemia de Covid-19. 

“Cada unidade acadêmica ou administrativa e cada curso têm autonomia para se organizar. Neste sentido, foi feita uma orientação para que sejam feitas capacitações com base nos protocolos”, afirma o pró-reitor de Graduação da Universidade, Cassiano Caon Amorim. 

A lista de disciplinas práticas a serem ofertadas no segundo semestre foi definida pelos conselhos de unidade. A orientação é que os estudantes entrem em contato com as coordenações de curso para obter informações sobre essas matérias e que também leiam a Resolução nº 33/2020 do Consu, que aponta as condições excepcionais para o período de pandemia.

Caso o estudante não tenha condições de retornar às atividades presenciais para as disciplinas práticas, teórico-práticas e estágios, há a alternativa de não se matricular e dar sequência ao curso fazendo apenas as disciplinas teóricas. Se forem oferecidas apenas disciplinas práticas ou teórico-práticas ou elas sejam as únicas faltantes para o término da graduação, o estudante pode pedir o trancamento da disciplina ou do curso, no prazo definido no calendário acadêmico.

Protocolos de biossegurança

A UFJF adota uma série de Protocolos de Biossegurança para evitar a contaminação por Covid-19; entre eles, a obrigatoriedade do uso de máscaras e EPIs, distanciamento social, remanejamento dos espaços e turmas. Além desses, os próprios cursos também podem definir, com aprovação da Comissão Interna de Segurança (CIS), outras normas específicas. 

A Instituição também conta com a plataforma de monitoramento Busco Saúde. Todos os membros da comunidade acadêmica em atividades presenciais devem se registrar no sistema e relatar a ocorrência de sintomas ou contato com casos confirmados de Covid-19.

Dúvidas gerais

Os estudantes que precisarem de ajuda devem entrar em contato com a sua coordenação de curso ou com a Central de Atendimento pelo telefone (32) 2102-3911 (fixo e Whatsapp) ou ainda pelo e-mail faleconosco@ufjf.edu.br

Fonte: UFJF

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Cemitério Municipal de Bicas: limpo e organizado

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Começa segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa em Minas

SEG 1 NOVEMBRO 2021  09:30  ATUALIZADO EM QUI 28 OUTUBRO 2021 20:47

Devem ser imunizados bovinos e bubalinos de zero a 24 meses

A 2ª etapa anual de vacinação contra a febre aftosa em todo o território mineiro foi iniciada nesta segunda-feira (1/11). Deverão ser imunizados bovinos e bubalinos com idade de zero a 24 meses.

Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), vinculado à Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), fiscaliza a campanha junto aos produtores rurais e estabelecimentos revendedores de vacina. Nesta etapa, a expectativa é que sejam imunizados cerca de 10 milhões de animais em todo o estado, com o objetivo de preservar a sanidade dos rebanhos e manter o compromisso com o agronegócio de Minas.

A campanha vai até 30/11.  O produtor pode comprovar a vacinação dos animais usando o formato eletrônico de declaração que estará disponível em neste link ou, caso tenha cadastro, acessando o Portal de Serviços do Produtor.
 
Uma outra opção será o envio da declaração para o e-mail da unidade do IMA responsável pela jurisdição do município. O e-mail de cada unidade consta deste link.
 
As declarações também podem ser realizadas pelo produtor de forma presencial nos postos de atendimento e conveniados ou presencialmente nos escritórios do IMA, observando as medidas de segurança para covid-19. As unidades do instituto estão à disposição para quaisquer esclarecimentos.
 
O prazo para comprovar a vacinação termina em 10/12. Para facilitar a localização da propriedade, o IMA recomenda o envio do Cadastramento Ambiental Rural (CAR) no momento da declaração.
 
Nesta etapa deverá ser realizada a atualização cadastral das outras espécies de animais descritas no formulário de declaração (DCL) que estará disponível no site do IMA. A declaração realizada de forma virtual ainda não possui estes campos para descrever as outras espécies. Assim, caso o produtor opte em realizar a declaração de forma virtual, será necessário encaminhar para o e-mail da unidade a declaração de outras espécies em formulário específico disponível no site do IMA.
 
Parceria
 
O diretor-geral do IMA, Thales Fernandes, destaca a parceria dos produtores e das entidades representativas do setor para que bovinos e bubalinos de zero a 24 meses sejam vacinados e, com isso, o estado continue livre da doença.

“Contamos, mais uma vez, com o apoio e a dedicação dos elos da cadeia produtiva para que o nosso Estado alcance o índice de vacinação esperado. Peço o apoio dos produtores rurais mineiros, pois a vacinação é essencial para manter o rebanho de Minas sadio e livre de focos da doença. É muito importante cumprirmos o calendário oficial da vacinação”, reforça, informando que em 2022 está confirmada a campanha em todo o Estado.
 
A primeira etapa da campanha realizada deste ano foi um sucesso, com 97,6% de bovinos e bubalinos vacinados contra a febre aftosa. Cerca de 355 mil produtores rurais imunizaram aproximadamente 24 milhões de animais nos rebanhos mineiros.
 
Estabelecimentos autorizados 
 
Thales Fernandes reforça a importância do trabalho das revendas no sentido de garantir o armazenamento adequado das vacinas, devendo comunicar imediatamente ao IMA qualquer intercorrência que possa comprometer a qualidade dos imunizantes. “O lançamento de vendas no sistema Sidagro deve ser feito com a maior agilidade possível, no mínimo uma vez ao dia, observando o estoque, o número de doses e as partidas comercializadas”, explica. 
 
A responsabilidade da comercialização das vacinas é dos estabelecimentos autorizados da iniciativa privada. Esses estabelecimentos, que comercializam produtos de uso veterinário, devem ser registrados no IMA e estão sujeitos à fiscalização e às penalidades previstas.
 
Os estabelecimentos que comercializam produtos biológicos, em especial vacinas, devem, obrigatoriamente, utilizar câmara fria ou refrigerador industrial no acondicionamento desses produtos. Mais informações podem ser consultadas aqui.
 
Saúde do rebanho
 
O fiscal do IMA Natanael Lamas lembra que a vacinação mantém a saúde do rebanho e o reconhecimento internacional de zona livre com vacinação, obtido pelo Estado junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). “Este status favorece o agronegócio e o acesso a mercados internacionais, contribuindo de forma significativa para o Produto Interno Bruto (PIB) mineiro”, destaca, lembrando dos procedimentos corretos de vacinação que garantem eficácia na imunização dos animais. “A vacina de 2 ml deve ser adquirida em estabelecimento credenciado para a revenda da vacina e deve ser conservada em temperatura entre 2 e 8 graus centígrados, do momento da compra até a vacinação dos animais. Recomenda-se também programar a aplicação para os horários mais frescos do dia”, sinaliza.
 
A febre aftosa é causada por um vírus, altamente contagioso e que pode trazer grandes prejuízos econômicos para os produtores, pois afeta o comércio internacional. “A doença é transmitida pela saliva, aftas, leite, sêmen, urina e fezes dos animais doentes, e também pela água, ar, objetos e ambientes contaminados. Uma vez doente, o animal pode apresentar febre, aftas na boca, lesões nas tetas e entre as unhas”, alerta. 
 
Trânsito de animais
 
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Instrução Normativa nº 48/2020, permite ao produtor rural a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) imediatamente após vacinar e declarar a imunização de bovinos e bubalinos de seu rebanho.
 
O gerente de Defesa Sanitária Animal do IMA, Guilherme Costa Negro Dias,  esclarece as diretrizes gerais para a vigilância da febre aftosa sob a execução do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA). “É importante ressaltar que não existe mais prazo de carência para a movimentação de animais após a vacinação contra febre aftosa. O que determina a condição sanitária do estabelecimento rural é a adimplência nas etapas de vacinação e atualização de cadastro de rebanhos”.
 
Além disso, durante a etapa de vacinação e até noventa dias após seu término, os animais destinados diretamente ao abate ficam dispensados da obrigatoriedade da vacinação contra febre aftosa.
 
Evite multas
 
O produtor que não vacinar os animais estará sujeito a multa de 25 Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais (Ufemgs) por animal, o equivalente a R$ 98,6 por cabeça. A declaração de vacinação também é obrigatória e o produtor que não o fizer até 10/12 poderá receber multa de 5 Ufemgs, o equivalente a R$ 19,72 por cabeça.
 
Notificações de suspeitas de doenças
 
As notificações são acompanhadas pela Coordenação de Informação e Epidemiologia do IMA, que trabalha em conjunto com os programas sanitários orientando os fiscais do campo.
 
Cidadãos, produtores rurais e médicos veterinários de Minas podem notificar, de forma on-line, casos suspeitos de doenças e alta mortalidade em bovinos, bubalinos, equinos, caprinos, ovinos, suínos e aves no Sistema Brasileiro de Vigilância e Emergências Veterinárias (Sisbravet), uma plataforma digital do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que engloba os órgãos de defesa agropecuária do país agilizando os atendimentos e reduzindo os custos com perdas e tratamentos de animais para os pecuaristas. Já na ponta da cadeia produtiva, favorece a qualidade dos produtos aos consumidores estimulando acordos comerciais para o Estado.
 
Consulte a plataforma aqui.    
 
Outra forma de informar suspeitas de doenças é pelo whatsapp do Notifica IMA: (31) 8598.9611.
 
Plano Estratégico 
 
O Plano Estratégico do PNEFA tem como objetivo principal criar e manter condições sustentáveis para garantir o status de país livre da febre aftosa, ampliando zonas livres da doença sem vacinação e protegendo o patrimônio pecuário nacional. Está alinhado com o Código Sanitário para os Animais Terrestres, da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), e com as diretrizes do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA), convergindo com os esforços para a erradicação da doença na América do Sul.
 
Minas compõe o Bloco IV junto com Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Sergipe, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal. Esses estados buscam a retirada da vacinação contra a febre aftosa em seus rebanhos. Minas é zona livre de febre aftosa com vacinação e possui reconhecimento da Organização Mundial de Saúde (OIE), o que mantém importante acordos internacionais.
 
Divulgação
 
Governo de Minas, por meio da Seapa e sua vinculada IMA, realizará ações pontuais e estratégicas para divulgar a campanha em todas as regiões do Estado. Dentre os destaques, spots publicitários para rádios e vídeos informativos, além de posts nas redes sociais, cujos conteúdos informarão prazos, esclarecimentos e instruções sobre a vacinação contra a febre aftosa.
 
O compromisso dos pecuaristas mineiros na vacinação do rebanho bovino e bubalino, ao longo dos anos, tem contribuído para a corrida da conquista do novo status sanitário.

Fonte: Agência Minas

3º Encontro de Carrinhos de Rolimã

3° Encontro de Carrinhos de Rolimã de Bicas

Dia 15/11/2021, das 09h às 12h, na rua Santa Tereza

Evento que foi um sucesso em nossa cidade, retornará ainda melhor
Vamos seguir todos protocolos sanitários
Uso obrigatório de máscara, calçado fechado e capacete 
Não fique de fora

Inscrições, no link: 

Circulação de cédulas falsas causam prejuízo a comerciantes

Banco Central recomenda analisar os elementos de segurança ou comparar a nota suspeita com uma legítima

Por Renan Ribeiro
31/10/2021 às 07h00

A circulação de cédulas falsas não é novidade e também não é uma ocorrência isolada. Para as pessoas que lidam com o comércio no dia a dia, o momento de receber o pagamento em dinheiro exige atenção redobrada. A falsificação de notas é crime previsto no artigo 289 do Código Penal, que indica pena entre 3 a 12 anos de prisão. A pessoa que mantiver uma cédula falsa em circulação após tomar conhecimento da irregularidade, mesmo que tenha recebido de boa-fé, pode ser condenada a uma pena entre 6 meses e 2 anos de detenção. No entanto, nem sempre as orientações sobre o que fazer em caso de identificação de irregularidade dessa natureza são acessíveis.

A comerciante Beatriz Vargas, da Pipoca do Trenzinho, que fica no Parque Halfeld, conta que um cliente tentou passar uma nota falsa de R$ 50. “Sempre que vejo uma nota falsa, eu busco reter e não entregar de volta para quem está tentando passá-la adiante. É um cuidado para não deixar que ela continue circulando. A nota era grosseiramente falsa, e o rapaz me perguntou como eu sabia que a nota não era verdadeira.”

Beatriz viu que havia guardas municipais em uma viatura próxima e foi até eles com o rapaz para perguntar a respeito. “Eles disseram que para saber se a nota era falsa, só se fosse feita uma perícia e que eles não poderiam fazer nada. Eu me senti péssima.” Ela mostrou a nota a outros comerciantes e eles também perceberam com facilidade os sinais de falsificação. Beatriz entregou a cédula ao rapaz, que pagou com uma verdadeira. “Percebemos que as pessoas tentam passá-las em padarias, no comércio ambulante, porque consideram mais fácil passar a nota.”

Na avaliação da comerciante, o prejuízo vai além do dinheiro, atingindo também a sensação de segurança. “É algo delicado, a pessoa acaba ficando no prejuízo, porque a burocracia é tão grande que faz com que ela desista de correr atrás do que é seu direito. Nós nos sentimos desprotegidos.”

Algo que torna o dano ainda mais sentido é o contexto. “Não queremos prejuízo em tempo algum, mas nesse momento em que começamos a ver uma melhora, depois da parada em função da pandemia, é ainda mais prejudicial”, pontua Beatriz.
Em contato com a Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania (Sesuc), a orientação para casos como o de Beatriz é o registro da ocorrência junto à Polícia Militar.

Recomendações do Banco Central
Segundo o Banco Central (BC), em função da pandemia de Covid-19, a análise de cédulas suspeitas de falsificação e retidas pela rede bancária ficou paralisada no período entre março de 2020 e maio de 2021. A normalização da publicação das estatísticas pelo Banco Central está prevista para novembro de 2021, quando o órgão pretende concluir o processamento do estoque existente.

As recomendações do BC sobre como proceder no caso de receber uma cédula suspeita é perceber os elementos de segurança ou compará-la com uma nota legítima. É orientada a recusa da nota e que seja sugerido ao dono do exemplar suspeito que procure uma agência bancária para encaminhamento da cédula para ser analisada pelo Banco Central.

Ainda de acordo com o BC, o período para a avaliação depende do local da apreensão. Se ocorrer em município onde exista uma representação do BC, o limite é de 50 dias corridos, sendo 30 dias para o envio pela agência bancária e de 20 dias para análise. Se ocorrer em município onde não exista uma representação do BC, o prazo máximo é de 65 dias, 45 dias para o envio pelo banco e 20 para análise. Se a cédula não for legítima, a pessoa (ou empresa) não é reembolsada.

Procon
A Agência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) reforça que, ao receber uma nota suspeita de falsificação, a pessoa deve encaminhá-la para análise em agência bancária. Caso a cédula suspeita venha do terminal de autoatendimento ou caixa eletrônico, e se o cliente estiver dentro do banco, ele poderá procurar pelo gerente para pedir providências de pronta substituição. Se o pedido não for atendido pela agência, a pessoa deverá seguir a uma delegacia policial para registrar uma ocorrência. E, ainda, quando desconfiar da autenticidade de uma nota em uma transação do dia a dia, o consumidor poderá recusá-la. 
Características para observar
De acordo com o Banco Central, nas cédulas da segunda família do Real, é preciso verificar a marca-d’água, o número escondido, a faixa holográfica (nas notas de R$ 50 e R$ 100) e o número que muda de cor (nas notas de R$ 10 e R$ 20). O alto-relevo também deve ser conferido. Já as notas da primeira família do Real, é preciso verificar a marca-d’água, a imagem latente e o registro coincidente. O relevo também deve ser verificado. No site do Banco Central há todos os pontos que podem ser identificados em detalhes.
Dicas de segurança
Não é preciso conferir sempre todos os itens de segurança, mas, para se certificar de que a nota é verdadeira, é importante checar:

1) Marca-d’água;
2) Alto-relevo;
3) Faixa holográfica (para R$ 50 e R$ 100);
4) Número que muda de cor (para R$ 10 e R$ 20);
5) Número escondido.

E mais:

1) Se suspeitar de uma nota, compare-a com outra que tenha certeza de que é verdadeira.
2) Procure por diferenças. Para verificar rapidamente várias notas de uma vez, uma dica é passar o polegar nas áreas de relevo.
3) No caso das notas de R$ 50 ou R$ 100, conferir se o leque permite a visão do número que muda de cor. Nesse caso, mova o leque e veja os efeitos dentro das faixas.
4) Já para as notas de R$ 10 e R$ 20, o leque deve permitir a visão do número que muda de cor. Movimente o leque e veja o número mudar de cor e a faixa brilhante rolar por ele.
5) Veja ainda se alguma das notas apresenta diferenças e faça uma verificação mais detalhada da nota suspeita.

Mais informações podem ser obtidas no site: www.bcb.gov.br.

Fonte: Tribuna de Minas

Há 20 anos, em 31/10/2001, O MUNICÍPIO publicava: Notícias da cidade de Bicas / Hospital São José recebe doação de carro / Crônicas de ChicreFarhat, Dirceu Ramos, Júlio Vanni, Frank Granado, Amílcar Rebouças e Zé Arnaldo / Sociais

Mais de 19 mil doses da AstraZeneca chegam para Juiz de Fora

Quantitativo faz parte do 62º lote enviado à Regional de Saúde pelo Governo de Minas; intercambialidade segue mantida

Por Tribuna
29/10/2021 às 19h11- Atualizada 29/10/2021 às 19h30

O Município de Juiz de Fora retirou, na manhã desta sexta-feira (29), 19.220 doses da AstraZeneca na Superintendência Regional de Saúde de Juiz de Fora (SRS/JF). O quantitativo faz parte do 62º lote de vacinas contra a Covid-19 enviado na quinta-feira à Regional de Saúde pelo Governo de Minas Gerais. Nesta sexta, a SRS-JF informou que recebeu, no total, 25 mil doses da AstraZeneca. O restante da remessa será destinado aos demais 36 municípios sob jurisdição da Regional e será distribuído na próxima quarta-feira (3), a partir das 10h.

Na última segunda, o Município recebeu apenas 4 mil doses da AstraZeneca, que não foram suficientes para atender a demanda de segundas doses do imunizante na cidade. Diante da escassez da vacina, a Prefeitura adotou a intercambialidade de doses e começou a aplicar a Pfizer a quem está com a segunda dose da AstraZeneca em atraso.

Até o momento, a PJF mantém o calendário da intercambialidade, que não é obrigatória, de doses até a próxima segunda-feira (1° de novembro). O Município afirmou que quem quiser receber a segunda dose da AstraZeneca poderá aguardar a chegada de mais imunizantes.

Fonte: Tribuna de Minas

Ciesp altera Plantão Coronavírus da região

✅Atualizando diariamente o quadro da Covid-19 em nossa região, o CIESP mantém o compromisso com as populações de sua área de abrangência, repassando informações claras e seguras sobre a doença.
🚨️ ESCLARECIMENTO
📣O Boletim de Acompanhamento Regional da Pandemia da Covid-19, publicado pelo CIESP, informa apenas casos confirmados da doença (em tratamento, curados ou que evoluíram para óbito).
📣Esclarecemos, ainda, que nas informações de Mar de Espanha, o número de óbitos não está incluído no total de casos positivos.
📣Essa informação é colhida diariamente em cada uma das Secretarias Municipais de Saúde dos entes consorciados. Deixamos claro que não menciona números referentes a casos suspeitos, em investigação ou descartados.