Enem / Transporte gratuito

Concurso da Cesama está com inscrições abertas

São ofertadas 18 vagas para cargos de níveis médio, técnico e superior, além de cadastro reserva

Por Tribuna
04/11/2021 às 17h32- Atualizada 04/11/2021 às 20h43

Estão abertas as inscrições para concurso público da Companhia de Saneamento Municipal (Cesama) da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF). São ofertadas 18 vagas para cargos de níveis médio, técnico e superior, além da formação de cadastro reserva. as vagas de nível médio, para os cargos de auxiliar técnico e operador de estação, os salários serão de R$ 1.943,81 e R$ 2.208,70, respectivamente. Já para o cargo de técnico em edificações, manutenção e química, a remuneração será de R$ 3.651,22. Já os cargos de nível superior têm remuneração inicial de R$ 6.325,92, e serão oferecidas vagas para advogado, assistente social, biólogo, bioquímico ou químico, contador, engenheiro civil, engenheiro ambiental e sanitarista ou engenheiro sanitarista.

Os candidatos poderão se inscrever até 2 de dezembro. As taxas são de R$ 27,99 para os candidatos de nível técnico, R$ 30,62 para nível médio e R$ 47,25 para nível superior. Os interessados deverão fazer a inscrição pelo site da organizadora do certame, a RBO Assessoria Pública e Projetos Municipais Ltda: www.concursosrbo.com.br.

Fonte: Tribuna de Minas

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Sintonia entre escolas e famílias faz a diferença na educação especial

QUA 3 NOVEMBRO 2021  16:15  ATUALIZADO EM QUA 03 NOVEMBRO 2021 16:16

Atendimento Educacional Especializado é garantido aos estudantes, tanto durante o ensino remoto, quanto na retomada presencial

Seja no desenvolvimento das atividades remotas, seja nas atividades presenciais na escola, a parceria entre os professores da turma, os profissionais de Atendimento Educacional Especializado (AEE) e as famílias é fundamental para o bom desenvolvimento do trabalho pedagógico com os estudantes (público) da educação especial. A sintonia, além de trazer resultados significativos, tem ajudado a garantir o atendimento educacional especializado para cada aluno.

Na Escola Estadual Celmar Botelho Duarte, em Belo Horizonte, é essa parceria que tem ajudado no desenvolvimento educacional do José Francisco Ottoni Torquette. Ele é aluno do 1º ano do ensino fundamental, com autismo, e começou a ser alfabetizado ainda no ensino remoto. Além do apoio dos pais, as aulas ministradas pela professora regente e de apoio conseguiram atender às suas necessidades.

“A professora regente se utiliza de muitas ações lúdicas para envolver os alunos e isso resgatou no José uma vontade que ele não tinha mais. Já a professora de apoio está sempre acompanhando e adaptando as situações. Por exemplo, ela sabe a hora em que ele precisa sair e retornar e o ajuda a ficar mais focado. Ela o conhece muito bem”, conta a mãe, Leandra Duarte Ottoni Torquette.

História

A parceria entre família e escola começou logo no início do ano. “A professora de apoio fez um questionário comigo para conhecê-lo e entender suas limitações”, destaca Leandra. Esse conhecimento que a professora de apoio Bruna Ribeiro da Fonseca tem do José Francisco faz a diferença. “Vamos fazendo o Plano de Estudo Tutorado (PET) aos poucos. A ideia é não deixar acumular os conteúdos. Às vezes, percebo que ele está mais agitado e converso com ele ou sei que ele precisa dar uma volta e depois continuamos a atividade”, conta a professora.

A coordenadora de Educação Especial e Inclusiva da Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG), Suéllen Fernandes Coelho, explica que o trabalho dos professores de AEE, que são responsáveis por adaptar conteúdos para os alunos da educação especial, deve acontecer de forma colaborativa com o trabalho dos professores regentes. “Esse diálogo entre os profissionais muito contribui para que as adaptações sejam realizadas da forma mais assertiva possível”. Ela também destaca a importância da parceria entre escola e família, em especial neste momento em que as aulas ocorrem no formato híbrido. “A família tem condições de dizer coisas específicas daquele estudante, às vezes uma forma de como lidar com ele ou alguma área de interesse. Algo que possa agregar informações para o trabalho do professor”, relata Suéllen.

Maria de Fátima Montes Claros, conhecida como Fatinha, é a professora regente do José Francisco. Ela destaca a importância do trabalho que desempenha com os alunos e das ações realizadas em conjunto com a professora de apoio.“O aluno público da educação especial precisa de interagir com os colegas, perceber o mundo que ele está inserido e crescer. A inclusão propicia isso. Eu procuro chamar a atenção para os acontecimentos da sala de aula, vivência diária. Além disso, faço um trabalho bem próximo com a professora de apoio. Temos uma comunicação para um objetivo só”, diz Fatinha.

Sala de recurso

As atividades presenciais também deram aos estudantes que necessitam do AEE a oportunidade de participar das atividades oferecidas nas salas de recursos. No espaço, o aluno recebe atendimento educacional complementar ao que é dado em sala de aula, que propiciam o desenvolvimento cognitivo, das linguagens e códigos específicos de comunicação e sinalização, ajudas técnicas e tecnologias assistivas. Em todo estado, são cerca de 1,5 mil salas de recursos.

Nela, participam estudantes com deficiências, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Altas Habilidades/Superdotação.

Na Escola Estadual Doutor Alípio Fernandes, em Inhapim, no Rio Doce, a professora de sala de recursos, Eliane Bicalho Garcia, busca oferecer atividades diferenciadas para os alunos. “No remoto, trabalhamos as habilidades de vida diária, como hábitos de higiene e auxílio para desenvolverem uma vida mais independente. Já no presencial, temos a oportunidade de trabalhar com o raciocínio lógico e com outras atividades na sala de recursos”.

A educadora destaca ainda a importância da sala de recursos para os estudantes. “Para os alunos que estão no remoto eu busco sempre confeccionar jogos e outros materiais concretos, mas a sala de recursos é muito importante por causa dos materiais que ela oferece, como jogos de memória, encaixe, massinha, entre outros”, afirma Eliane. Ela também fala da alegria dos alunos em retornar. “Eles voltaram muito entusiasmados. Estavam sentindo muita falta”, relata. As aulas nas salas de recursos são no contraturno das aulas.

Brayn Joseph de Melo Moreira é aluno do 3º ano do ensino fundamental e participa das atividades da sala de recursos da escola. Sua mãe, Glicy Eugenia de Melo Moreira, elogia muito o atendimento oferecido pela unidade de ensino. “A escola acolhe as crianças e oferece um atendimento diferenciado. Ela recebe os alunos com amor, carinho e respeita a individualidade de cada um deles. O trabalho também é feito em parceria com a família”.

Além de participar das atividades da sala de recursos, Brayn Joseph também conta com um professor de apoio. Ele é diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Glicy também ressalta a importância do trabalho desenvolvido. “Os professores trabalham em parceria e isso faz com que eles ajudem muito no desenvolvimento da criança. A partir do momento que o meu filho iniciou o 1º ano na escola, ele progrediu muito”, afirma.

Com as atividades presenciais, Glicy conta ainda que já percebeu a evolução do filho. “Eu percebi que o Brayn na sala de recurso fica mais concentrado nas atividades. Ele desenvolve mais o raciocínio lógico, tem mais autonomia para resolver as situações do dia a dia”, contou a mãe, comemorando o retorno do filho à escola.

Fonte: Agência Minas

Minas é o estado mais seguro do Brasil, segundo Ministério da Justiça

QUA 3 NOVEMBRO 2021  12:30  ATUALIZADO EM QUA 03 NOVEMBRO 2021 12:39

Dados reforçam evolução do trabalho integrado das Forças de Segurança mineiras, fundamental para o destaque nacional

Minas Gerais é o estado mais seguro do país em 2021, de acordo com dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), referentes aos meses de janeiro a junho – fechando o primeiro semestre de 2021. A base de informações agrega estatísticas disponibilizadas pelas 27 unidades federativas brasileiras e tem, por finalidade, subsidiar a implementação de políticas públicas em segurança e defesa social.

Os dados de janeiro a maio já davam a Minas a primeira colocação no cenário nacional, resultado que se fortaleceu com a disponibilização das informações de junho – os últimos dados divulgados pelo Sinesp.

A evolução do trabalho desenvolvido pode ser observada também no desempenho dos três últimos anos, em que o estado obteve boas colocações no cenário nacional da segurança pública. De lá para cá, passou de terceiro colocado, em 2019, para primeiro colocado em 2021.

“O resultado é fruto de um trabalho integrado das Forças de Segurança. Um estado mais seguro significa, principalmente, um lugar melhor para se viver e com melhores perspectivas para os mineiros. O investidor também tem mais confiança para empreender aqui, gerando emprego e renda para a população”, afirma o governador Romeu Zema.

Sistema de informações

Sejusp / Divulgação

O Sinesp acompanha as taxas de violência de nove naturezas criminais. São elas: latrocínio, homicídio consumado, estupro consumado, roubo de carga, roubo a veículo, roubo a instituições financeiras, lesão corporal seguida de morte, homicídio tentado e furto de veículo. A base é alimentada por todos os estados da nação, com registros de ocorrências lavrados pelas forças de segurança atuantes em cada localidade.

O ranking liderado por Minas Gerais neste ano avalia as menores taxas de incidência criminal: ou seja, o somatório de ocorrências registradas, de forma proporcional à população estadual, conforme a estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o período analisado, multiplicando o resultado por cem mil. Nos casos de furto e roubo a veículos, são calculados os registros proporcionalmente à frota inscrita no Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Não há atribuição de peso entre os diferentes crimes observados.

A integração das forças de segurança é um dos fatores que permitiram a Minas Gerais ocupar este espaço no cenário nacional. Somente no primeiro semestre, foram mais de 15 operações integradas realizadas com diferentes focos: combate ao crime organizado; combate ao tráfico de drogas; combate à criminalidade violenta nas áreas de fronteiras com outros estados; violência doméstica e familiar contra a mulher; combate ao uso irregular de produtos controlados, entre outras. A Operação Caminhos de Minas é exemplo de como a integração das forças de segurança é a melhor saída para vencer a criminalidade.

Na terceira fase da Caminhos de Minas, coordenada pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), finalizada em julho, foram apreendidos mais de 600 kg de drogas em rodovias de todo o estado. Além disso, cerca de 220 indivíduos foram presos, 12 armas de fogo retiradas de circulação e sete procurados pela Justiça capturados, desde o início da megaoperação.

Segundo o titular da Sejusp, secretário Rogério Greco, a atuação conjunta das forças de segurança operantes em Minas Gerais terá continuidade e frequência. “Trata-se de um projeto de sucesso. A integração é fundamental para a Segurança Pública de uma forma geral”, ressalta.

Taxa de criminalidade

Segundo o cálculo, Minas tinha, em 2016, uma taxa de criminalidade de 474,03 por 100 mil habitantes, ocupando o sétimo lugar no ranqueamento nacional. No mesmo período, a taxa nacional equivalente era de 668,49. Em 2019, ao atingir o terceiro lugar no pódio de Segurança Pública, o estado apresentava uma taxa de 260,96 por 100 mil habitantes, enquanto o coeficiente brasileiro era de 358,51. E, finalmente, nos seis primeiros meses de 2021, a taxa mineira é de 87,42, sendo a proporção em todo o Brasil de 145,04. Os estados que ocupam a segunda e terceira colocação estão com suas taxas em 97,79 e 102,71, respectivamente.

Metodologia

O banco de dados do MJSP considera, como último consolidado, o período de três meses anteriores à publicação, que, normalmente, ocorre após o 15º dia corrido. O intervalo é justificado como necessário para que as respectivas pastas de Segurança Pública e Defesa Social de todas as unidades federativas possam coletar, tratar e validar as estatísticas antes de submetê-las à base nacional.

Vale ressaltar que os dados podem apresentar diferenças para outras análises. O Observatório de Segurança Pública da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), por exemplo, compila e disponibiliza à imprensa, na seção “Dados Abertos” do site da pasta, ou sob demanda, as estatísticas mensalmente – via de regra, na segunda quinzena do mês posterior ao balanço mais recente.

Fonte: Agência Minas

Boletim Coronavírus de Bicas e do Estado desta quarta-feira, 03/11