
Cadela é velada e depois enterrada no túmulo da família em MG
Labradora é velada e depois enterrada no túmulo da família em MG: ‘nem sabíamos que tínhamos esse direito’, diz tutora
Cerimônia foi realizada em Muriaé, que, até então, não havia tido um velório pet. Cadela Mel viveu 11 anos com os tutores e morreu após complicações respiratórias.
Por Luiza Sudré, g1 Zona da Mata — Muriaé
27/02/2024 05h03 Atualizado há uma hora

Depois de 11 anos de convivência, uma cerimônia com direito a caixão, flores naturais e emoção. Assim foi a despedida da cadelinha Mel, velada na capela do Cemitério Municipal de Muriaé.
O funeral foi organizado pelos tutores da cadela, como forma de homenagem ao animal que foi parte da família por mais de uma década. Depois da cerimônia, realizada para 10 pessoas no sábado (24), Mel foi enterrada no túmulo da família.
Muito emocionada, Valéria Envemiuti, dona da labradora, explicou ao g1 que a morte da peluda foi de repente, depois que ela retornou de um passeio e apresentou dificuldades para respirar. A cadela ainda chegou a ser levada para uma clínica e entubada, mas não resistiu. A suspeita é que Mel tenha comido algo contaminado no caminho.

Diante da morte repentina, a família foi pega de surpresa, inclusive em como fazer o enterro. “Eu ficava pensando ‘o que vou fazer agora?”. Diante de algumas orientações, a família optou por sepultar o animal no túmulo da família.
“Não tínhamos pensado nisso e nem sabíamos que tínhamos esse direito.”
Primeiro velório pet em Muriaé
O desconhecimento da tutora deve-se à novidade da situação em Muriaé que, até então, nunca havia tido um velório pet.
O diretor dos cemitérios da cidade, Elias Antônio dos Santos, explica que foi promulgada uma lei em 2017 que autoriza o sepultamento de animais em cemitérios públicos ou privados, desde que sigam as exigências sanitárias.
Segundo Elias, a cidade tem também um cemitério com espaço determinado para pets, sem custos para os tutores.
Em Juiz de Fora, batida entre carro e trem deixa mulher gravemente ferida

Após uma colisão entre um veículo e um trem, domingo (25/2), à noite, na Avenida Presidente Juscelino Kubitschek (JK), no Bairro Benfica, em Juiz de Fora, uma motorista, 30 anos, ficou gravemente ferida. De acordo com o Corpo de Bombeiros, quando a corporação chegou ao local, a mulher estava do lado de fora do carro, sendo socorrida pelo Samu. Ela foi transportada para o HPS, com suspeita de fratura no pé e cortes nas costas e está internada na UTI.
Dia 24/2: Dia “D” de Combate à Dengue, Zica e Chikungunya
Vídeo – Ilha de Marajó: menina de 11 anos morre após sequestro e abuso sexual
Exclusivo! @roberto_cabrini_jornalista foi à Ilha de Marajó, no Pará, acompanhar as denúncias dos casos de exploração sexual de crianças e adolescentes na região. O jornalista mostra o caso de uma menina, de 11 anos, que foi assassinada em junho de 2022 após ser vítima de sequestro e abuso, na cidade de Anajás. A mãe da garota, em entrevista ao #DomingoEspetacular, se emociona ao descrever o crime.
Dengue – Situação de Emergência em Saúde Pública no Município de Bicas
Preso suspeito de matar homem com quase 30 pauladas em Mar de Espanha
Foi preso na sexta-feira, 23/2, o suspeito de matar Paulo Henrique Carvalho Reis, com quase 30 pauladas, na cidade de Mar de Espanha (MG), no dia 26 de janeiro. A vítima chegou a ficar quase 15 dias internado no Hospital de Pronto Socorro, em Juiz de Fora, mas não resistiu e morreu no dia 10 de fevereiro.
O autor estava escondido em uma casa próxima ao distrito de Engenho Novo. De acordo com o Polícia Militar, ele chegou a ser preso em flagrante no dia do crime, mas foi solto. Na ocasião, o homem alegou que antes agredir a vítima, havia recebido um “tapa na cara”.

Paulinho Cascão, como era conhecido, foi encontrado ensanguentado por populares e conduzido pelo Samu até o HPS, em Juiz de Fora, com vários ferimentos graves na cabeça.
Homem é preso após matar e concretar corpo de companheira
Homem é preso após matar e concretar corpo de companheira em São Paulo
Suspeito jogou cimento e cloro no corpo da vítima antes de escondê-lo em uma caixa

Um homem foi preso na noite de quarta-feira, 21, após matar e concretar o corpo da companheira, de 43 anos, na comunidade de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo. O corpo da vítima, identificada como Amanda Gaspar dos Santos, foi encontrado dentro de uma caixa, e por cima dele havia cloro, cimento e água. O caso é investigado.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP) informou ao Terra que o corpo da mulher foi localizado por policiais do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na noite de terça-feira, 20, dentro da casa onde vivia o casal, na Rua Itamotinga, na Vila Andrade.
Conforme o Brasil Urgente, da Band TV, a Polícia chegou até o local após uma denúncia anônima. A vítima havia sido morta há três dias. O companheiro dela, também de 43, e que não teve a identidade revelada, foi preso temporariamente após confessar o crime.
O advogado do suspeito, Vicente da Silva, afirmou à emissora que seu cliente fez a mistura em cima do corpo para esconder o cheiro. A morte teria ocorrido enquanto o casal brigava e se agredia mutuamente.
“Nunca pretendeu matá-la, era apenas uma agressão, mas culminou na morte. Não tinha intensão”, disse. Ainda conforme a emissora, durante a discussão, Amanda bateu a nuca em uma cadeira, quando caiu ao levar socos e chutes.
O suspeito escondeu o corpo por medo de ser julgado pelo “tribunal do crime”, conforme a defesa. “Ele não tentou ocultar o cadáver da Justiça, mas da comunidade porque impera uma lei que marido que mata esposa não tem argumento”, afirmou. Agora, equipes do DHPP investigam as circunstâncias da morte da mulher.
Lara Bertelli, a influenciadora!
A coluna vai deixar uns lances de lado e se dedicar à influenciadora digital Lara Bertelli, 20 anos, que nasceu Larissa Bertelli Guarnieri. É filha de Juliana Bertelli e Arison Monteiro… A morena-clara-envolvente cativa Bicas e região, por meio do Instagram @larabertelli_. Na parada, Lara mostra, igualmente, o dia a dia de uma modelo, estudante de direito e mãe de uma baby linda. Sublinhar, mais: tudo que ela toca… cintila, brilha, metaliza e oportuniza.
A bela tem o hábito de, ao mesmo tempo, mostrar tudo sobre o trabalho, rotina e maternidade, mas evita postar sobre a vida pessoal, em relação aos momentos familiares. Esquiva-se, também, em expor as pessoas que estão sempre com ela.
Juntou o útil ao agradável, ao se formar em modelo, em 2017. Na ocasião, o Instagram ainda não era esse meio de comunicação forte, como é hoje. Assim, Lara foi pegando o jeito da coisa e começou a trabalhar com fotos, desfiles e concursos, passando a divulgar eventos, em troca de remuneração. Com a pandemia, os trabalhos foram se expandindo e ela conseguiu acompanhar essa evolução, crescendo bastante. Atualmente, o negócio tem +300 parceiros.
Fala, aí, mamãe!
“Com certeza, minha filha, Juliana, com quase 2 anos, é a minha motivação diária. Vejo nela toda força que a maternidade pode trazer para uma mulher e o quanto quero sempre ser alguém melhor para dar o melhor futuro a ela. Tenho uma ajuda muito importante que é a creche onde ela fica, para que eu possa trabalhar durante o dia, com tranquilidade. Lá, ela é bem cuidada, além de desenvolver muito com o contato de outras crianças e atividades especiais. Além disso, tenho a ajuda da família… minha avó materna se disponibiliza a ficar com a Juliana enquanto eu vou para a faculdade, à noite, em Juiz de Fora. Sem sombra de dúvidas, essas colaborações contribuem muito para que eu consiga dar conta de tudo. Sou muito grata! Vejo-me formada no meu curso de direito, conciliando a vida de modelo e influenciadora, com a advocacia. Além disso, com uma margem de trabalho muito maior, com marcas grandes e de porte nacional! Sonho com a meta de bater no mínimo 100 mil seguidores e, consequentemente, crescer cada vez mais, sem trapaças.”
Pensa e repensa
Lara pensa e repensa todos os dias em como teve apoio, não só familiar, mas dos comerciantes de Bicas, que foram solícitos e empáticos com a história dela. A carreira iniciou por conta de um curso de modelo que a tia Adriana a presenteou, acreditando no potencial de uma menina de apenas 14 anos. Arilson, o pai da gata, a levava para todos os lugares e ficava horas e horas esperando o término dos desfiles, concursos e fotos. “Decorei o nome das empresas que me ajudaram e todos que passaram por mim até hoje. Em cada experiência, tive um aprendizado e sem ele não estaria no patamar de hoje”, acrescentou.
Amadurecendo… na raça!
“Creio que a idade seja apenas um número em relação a tantas coisas que vivi e passei. Perdi minha mãe quando eu tinha 12 anos e me vi obrigada a amadurecer do dia para a noite e, desde então, minha visão de tudo mudou completamente… Já fui professora de escola particular, atendente de loja, caixa de mercado, atendente do Caixa Aqui, escrevente de cartório e estagiária em um escritório de advocacia. Sempre tive muita responsabilidade e força de vontade para conquistar o que sonho! As mudanças na vida fizeram-me querer ser o que sou e a criação espetacular que minha mãe me deu foi fundamental e deu sentido a tudo que faço”, concluiu.

























