
Confira alguns registros do concurso:

Confira alguns registros do concurso:

Dois homens, de 23 e 57 anos, morreram carbonizados em um acidente na BR-116, na altura da cidade de Leopoldina, na manhã de domingo, 26. De acordo com o Corpo de Bombeiros, os carros que os mortos conduziam bateram de frente, no km 738, e pegaram fogo.
Candidatos devem se inscrever até o dia 18 de outubro; provas estão previstas para acontecer nos dias 5 e 6 de fevereiro para todos os módulos
As inscrições para o Programa de Ingresso Seletivo Misto (Pism) 2022 da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) começam nesta segunda-feira (27), a partir de 15h. O prazo para realizar as inscrições vai até as 18h do dia 18 de outubro. O registro é feito on-line por meio da Área do Candidato, no site específico para ingresso na instituição.
Após efetuar a inscrição, o candidato deve imprimir a Guia de Recolhimento da União (GRU), referente à taxa de inscrição, no valor de R$ 120. Além disso, o pagamento deve ser feito até as 18h do dia 19 de outubro, apenas pelo Banco do Brasil.
Em virtude da pandemia de Covid-19, será obrigatório o uso de máscara facial que cubra completamente a boca e o nariz durante toda a realização das provas. Além disso, o candidato deverá higienizar as mãos na entrada, no momento da identificação, e seguir todos os protocolos estabelecidos no edital.
Isenção da taxa
Para os candidatos que pretendem solicitar a isenção da taxa de inscrição, o requerimento deverá ser feito das 15h de 27 de setembro até as 15h do dia 3 de outubro. Os resultados serão divulgados a partir das 15h do dia 13 de outubro de 2021.
Os pedidos de isenção podem ser feitos de duas formas: via CadÚnico, informando o Número de Identificação Social (NIS); ou pelos critérios da Lei 12.799/2013, desde que o candidato possua renda familiar bruta mensal igual ou inferior a 1,5 salário mínimo per capita e que tenha cursado o ensino médio integralmente em escola da rede pública ou recebido bolsa integral em escola da rede privada.
Atendimento especial
Os estudantes que necessitarem de atendimento especial para realizar as provas também deverão fazer o pedido no momento da inscrição, inserindo em campo próprio os documentos digitalizados que comprovem a necessidade. Assim, as pessoas com deficiência devem anexar à inscrição cópias digitalizadas do laudo médico e demais documentos comprobatórios.
Os candidatos que preferirem não realizar a prova no sábado devido a motivo religioso devem anexar cópia digital de atestado comprobatório da confissão religiosa, emitido pelo representante qualificado da comunidade religiosa.
Comprovante de inscrição
O comprovante definitivo de inscrição deve ser acessado e impresso pelos próprios candidatos a partir das 15h do dia 25 de janeiro de 2022. Segundo a UFJF, não haverá envio de documentos pelos Correios.
Fonte: Tribuna de Minas
Matéria atualizada em 26 de setembro de 2021

Trata-se da preciosidade enviada pelo amigo leitor Marcelo Detoni, da cidade de Rochedo de Minas, que recebi no dia 21 de maio de 2013. Em seu e-mail uma mensagem que vale publicar, acompanhado da bela e porque não dizer histórica foto:
“Meu nome é Marcelo e sou da cidade de Rochedo de Minas. Venho acompanhando a história da Estrada de Ferro Leopoldina desde pequeno e a pouco mais de um ano descobri o seu blog, que preserva a memória da estrada de ferro em nossa região.
Se você observar bem irá perceber a construção da rodovia MG 126 bem ao fundo, do lado esquerdo da imagem.”
HISTÓRICO
A Estação de Rochedo de Minas foi inaugurada em 13 de outubro de 1882 pela Cia. União Mineira, ainda com o nome de Rochedo, sendo incorporada, com a linha, pela E. F. Leopoldina em 1884. Somente nos anos 1940 passou a chamar-se Rochedo de Minas.
Descendo a serra de Bicas para São João Nepomuceno, após a parada no Posto Telegráfico de Telhas, pequena estação no meio da serra, chegávamos a Rochedo de Minas, onde ainda existe na cidade o prédio da antiga Estação Ferroviária.
A ESTAÇÃO
Fiz minha primeira visita a Rochedo de Minas para a página otremexpresso em agosto de 2009.
Em nova visita no mês de agosto de 2012, fiquei feliz em verificar que o prédio passava por ampla e detalhada reforma. Acompanhei, por exemplo, a retirada de todo o telhado para que fosse feita a troca do madeiramento. Fizeram um trabalho de limpeza das telhas originais sendo recolocadas no seu devido lugar.
Visitei novamente Rochedo de Minas na tarde de junho de 2018 e encontrei a estação muito bem cuidada sendo utilizada em atividades culturais da comunidade.
Por fim, estive na cidade em 29 de agosto de 2020 e não preciso comentar, as fotos falarão por mim, tamanha a beleza do extremamente bem cuidado prédio, hoje transformado em um belo Centro Cultural, a Casa de Cultura Maria Elena Silva.
SÁB 25 SETEMBRO 2021 14:28 ATUALIZADO EM SÁB 25 SETEMBRO 2021 14:39
Remessa faz parte do 53º lote enviado pelo Ministério da Saúde. Alcançar altas e homogêneas coberturas vacinais é objetivo da estratégia de imunização
A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) iniciou, neste sábado (25/9), o repasse de 633.030 doses de imunizantes contra a covid-19 às Unidades Regionais de Saúde (URSs). São 544.050 doses da Pfizer e 88.980 da AstraZeneca. Esta remessa faz parte do 53º lote de vacinas contra a covid-19
A tabela com as doses que serão distribuídas por municípios será divulgada em breve pela SES-MG.
As doses do imunizante da Pfizer são destinadas para o reforço da vacinação de pessoas imunossuprimidas, que tenham 28 dias de aplicação da segunda dose, e idosos de 79 a 75 anos de idade, que tenham 6 meses da aplicação da D2.
As doses serão destinadas, ainda, para completar o esquema de vacinação (D2) de pessoas de 50 a 54 anos de idade, de trabalhadores industriais e de caminhoneiros. Além disso, a Pfizer também será utilizada para iniciar a vacinação (D1) de adolescentes de acordo com os critérios de prioridade.
A vacina da AstraZeneca deverá ser aplicada como D2 nos grupos de trabalhadores da indústria, trabalhadores da saúde, trabalhadores de transporte coletivo, caminhoneiros, pessoas de 55 a 59 anos e pessoas de 50 a 54 anos.
Até essa sexta-feira (24/9), o Governo de Minas repassou aos municípios 24.945.029 doses de imunizantes contra a covid-19. O percentual de cobertura vacinal com a primeira dose já ultrapassou 88,8% da população acima de 18 anos e a segunda dose já alcança 48%.
Tendo em vista o objetivo principal da vacinação, de reduzir casos graves e óbitos pela doença, é fundamental alcançar altas e homogêneas coberturas vacinais. Para tanto, a SES-MG mantém todos os esforços para agilizar a distribuição das doses às Regionais de Saúde e garantir que a vacina seja aplicada em todo o público-alvo.
Esta é a maior operação de vacinação da história de Minas Gerais.
Logística
Receberá vacinas por aeronaves do CBMMG a seguinte URS:
-SRS Governador Valadares
Retirarão as vacinas na Rede de Frio da URS polo, ou receberão em sua própria Rede de Frio por meio do transporte de outra URS, as seguintes URSs:
– GRS Ituiutaba (pegar com SRS Uberlândia)
– GRS Januária (pegar com SRS Montes Claros)
– SRS Juiz de Fora (pegar com GRS Leopoldina)
– SRS Manhuaçu (pegar com SRS Ponte Nova)
– SRS Passos (pegar com SRS Alfenas)
– SRS Pouso Alegre ( pegar com SRS Varginha)
– SRS Teófilo Otoni (pegar com GRS Pedra Azul)
– GRS Ubá (pegar com GRS Leopoldina)
– SRS Uberaba (pegar com SRS Uberlândia)
Retirarão as vacinas na Central Estadual de Rede de Frio, as seguintes URSs:
– SRS Belo Horizonte
– SRS Montes Claros
– GRS Itabira
– GRS São João del-Rei
– SRS Alfenas
– SRS Barbacena
– SRS Diamantina
– GRS Leopoldina
– SRS Patos de Minas
– GRS Pirapora
– SRS Ponte Nova
– SRS Varginha
– SRS Cel. Fabriciano
– SRS Divinópolis
– GRS Pedra Azul
– SRS Uberlândia
– GRS UnaíQuantitativo
Acesse vacinaminas.mg.gov.br/ e acompanhe o quantitativo de doses recebidas pelo estado a cada remessa e as principais informações sobre a vacinação contra a covid-19 em Minas Gerais.
Fonte: Agência Minas
O nome mudou, a bola e as regras também, mas para muita gente, como eu, é na quadra que se constrói a relação de amor com o futebol.
O nome completo era futebol de salão — para os íntimos, salão. A bola era pesada, não valia gol dentro da área e o goleiro não podia lançar com a mão, pelo alto, para o outro lado da quadra (ou atravessar, na linguagem do jogo). As quadras mais comuns e de mais fácil acesso eram de cimento. A do Esporte Clube Biquense, onde brincávamos na infância com bolas dente de leite, tinha placas quadradas separadas por pequenas valas. Ali deixávamos, ao errar uma bicuda, a capa de pele da parte de baixo do dedão e um rastrinho de sangue.
Na adolescência, já morando em Juiz de Fora, voltava a Bicas para as férias de julho e suas duas grandes atrações: a Exposição Agropecuária e o campeonato de salão do Esporte. A arquibancada tinha só três degraus e lotava depressa. Mas eu gostava mesmo de assistir aos jogos do muro da piscina, que ficava acima de uma das linhas de fundo. Foi dali que vi meu padrinho Newito, já de cabelos brancos, dar um chapéu no Wandinho da farmácia sem sair da marca do córner, só com um toquinho por baixo da bola. Em outro lance famoso, Mauro, dono do chute mais forte da cidade (diziam que treinava com bolas medicinais, aquelas cheias de areia), acertou a cabeça do goleiro Alemão, que bateu com a nuca na trave, desmaiou e foi parar no hospital.
Meu pai jogou e foi campeão, mas antes disso, quando eu ainda era criança (temos uma foto em preto e branco erguendo juntos um troféu). Na quadra, só participei uma vez, e fracassei. Acho que não fiz nenhum gol, nosso time foi eliminado na fase de grupos, mas consegui realizar um objetivo: passar óleo nas pernas para me proteger do frio. Achava que aquilo era uma espécie de credencial de jogador, porque só se fazia em campeonato.
O pouco que tive de carreira competitiva foi em Juiz de Fora, e começou por acaso: o Coruja (apelido), amigo do Castor (sobrenome), precisava de gente para completar uma pelada na Academia, colégio rival do nosso que tinha uma quadra de tábua corrida — a única da cidade; um luxo ainda maior do que as de taco, que já eram poucas. Algo como um tenista amador ser convidado para bater uma bolinha em Wimbledon. Juntamos o time da turma 3A do intercolegial no Jesuítas, onde estudávamos: eu, Castor, Carlinhos, os irmãos Mendes (Euler e Marcelo, nossos craques), o goleiro Marcus Vinicius. E nos saímos surpreendentemente bem.
O técnico da Academia nos viu e achou que seríamos um bom sparring para o time infanto-juvenil. Ganhamos um jogo-treino de 6 a 2. Aí vieram os reservas do juvenil, que tomaram de 6 a 0. E finalmente os adultos, que perderam de 5 a 4, com cinco gols do pivô que vos escreve. Os titulares do juvenil nós só enfrentamos num torneio, e empatamos em 3 a 3. Eles foram campeões, porque perdemos para o Granbery, mas meu maior troféu é a invencibilidade sobre o maior rival. E minhas atuações valeram um convite do técnico Adonise para um teste no Bom Pastor, que disputava o Mineiro do Interior. Fui reserva por uma temporada e fiz um gol, contra a Paraisense, na campanha do vice-campeonato.
Tudo isso é só para dizer que vou torcer muito pela seleção de futsal, hoje, nas quartas de final do Mundial. O nome mudou, a bola e as regras também, mas para muita gente, como eu, é na quadra que se constrói a relação de amor com o futebol.
Fonte: O Globo deste domingo, 26/09/2021
