Primeiros dias de março serão de calor em Juiz de Fora e região

Previsão é de que cidade não tenha registro de chuva até, pelo menos, sábado

Por Juliana Netto
01/03/2022 às 14h43

Calor! Esta deve ser a palavra que marcará os primeiros dias de março em Juiz de Fora e região. Segundo estimativa do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os termômetros tendem a marcar temperaturas acima de 30 graus nos próximos dias. Outra boa notícia para aqueles que aproveitaram o feriadão para pegar a estrada é de que as chuvas também não devem dar as caras por, pelo menos, até sábado.

Conforme a previsão, os dias mais quentes da semana que marca a transição entre fevereiro e março devem ser na quinta e na sexta-feira, quando a aferição pode apontar até 32 graus. A pouca presença de nuvens, associada ao calor, tende a reduzir a umidade relativa do ar, que pode ficar na casa dos 40%.

Fonte: Tribuna de Minas

Maripá de Minas – MG, parabéns pelos 59 anos – Salve 01/03/2022

Não há registro sobre os primitivos habitantes da localidade. Afirma-se contudo que escravos foragidos tiveram papel preponderante na organização do povoado, que se formou em torno de uma capela construída por Avelino Ferreira, em terreno da Fazenda ‘Córrego do Meio’, doado por seu proprietário, Domingos Antônio de Oliveira.

A povoação seguia ritmo tranquilo até a chegada de inúmeros colonizadores franceses, italianos e sírios. A leva de novos habitantes se voltou, decididamente, para a criação de gado e para a lavoura, de modo especial a cana-de-açúcar, o que determinou a ocupação definitiva do território atualmente, a pecuária leiteira e a cultura variada e de subsistência representam as principais atividades e fontes de economia do Município.

Maripá, vocábulo tupi-guarani, significa ‘ruflar de tambores’. Quando da emancipação, o topônimo foi acrescido do complemento de Minas.

Fonte: cidades.ibge.gov.br/brasil/mg/maripa-de-minas/histórico

Atleta juiz-forano tem saída da Ucrânia frustrada mais uma vez

Nesta segunda-feira, Guilherme Smith e colegas tentaram novamente deixar o país, mas trem foi cancelado

Por Carolina Leonel
28/02/2022 às 15h29

O atleta Guilherme Smith, 18 anos, natural de Juiz de Fora, jogador clube ucraniano Zorya, continua a saga para deixar o país e retornar ao Brasil diante da invasão das tropas militares russas à Ucrânia. Na tarde desta segunda-feira (28) – manhã no Brasil – o rapaz, assim como seus companheiros de time, teve frustrada a nova tentativa de deixar o país. Em suas redes sociais, Guilherme contou que o trem em que o grupo partiria rumo à Polônia foi cancelado. “Nada dá certo”, desabafou visivelmente abalado. O jogador pediu orações e afirmou que não sabe mais como agir diante da situação.

Inicialmente, o jovem e o grupo de colegas estavam em Zaporizzhya, onde viviam. Eles partiram, na última sexta-feira (25), rumo a Lviv, no Oeste ucraniano, próximo à divisa com a Polônia. No sábado, o grupo iniciou a tentativa de deixar a Ucrânia a pé. No domingo, foram cerca de 50 quilômetros percorridos a pé, mas o grupo foi barrado pela polícia a 4km da fronteira.

Junto a Guilherme estão seus companheiros de time Cristian Fagundes e Juninho, além de Vitória e Benjamin, esposa e filho de Juninho, que já foi lateral do Tupi, nascido em Santana de Cataguases. No momento, o grupo encontra-se instalado em um hotel, em Lviv, com auxílio da Embaixada do Brasil na Ucrânia.

Fonte: Tribuna de Minas

Número de internações por Covid-19 cai 44% em Juiz de Fora

Quantidade de pacientes que ocupavam leitos em decorrência da infecção pelo coronavírus era de 110 nesta sexta-feira, enquanto que, há duas semanas, 197 pessoas estavam internadas

Por Renan Ribeiro
27/02/2022 às 07h00

Cerca de um mês após vivenciar uma escalada nas taxas de internações pela Covid-19 em janeiro, Juiz de Fora volta a ver o número de hospitalizações causadas pela doença cair. Especialistas acreditam que o crescimento observado no primeiro mês do ano tenha sido causado pelo surto de contaminações provocado pela variante Ômicron em meio às festas de fim de ano. Agora, entretanto, eles apontam para uma possível reversão de tendência desta onda, levando em consideração as médias de casos e de óbitos na cidade, que pode estar relacionada também ao avanço da vacinação.
Conforme os dados do painel de acompanhamento dos dados de Covid-19 da Prefeitura de Juiz de Fora, neste sábado (26), 110 pessoas estavam hospitalizadas na cidade na data. O número é cerca de 44% menor em comparação há duas semanas, já que no dia 11 de fevereiro, 197 pacientes estavam internados em hospitais da cidade por conta da infecção pelo coronavírus. Na mesma data, a taxa de ocupação dos leitos de UTI geral da cidade era de 67,16%, enquanto que dos leitos de enfermaria era de 67,93%.

O painel de acompanhamento dos dados, disponibilizado no site da Prefeitura, também mostra que a quantidade de internações vem caindo desde o começo do mês. No dia 4 de fevereiro havia 261 pessoas hospitalizadas, quantidade superior que a registrada em 26 de janeiro, quando 197 pessoas ocupavam leitos em razão da Covid-19 em Juiz de Fora, elevando a taxa de ocupação para mais de 80% na ocasião. Entre essas duas datas, inclusive, o crescimento foi contínuo, passando a cair depois da primeira semana de fevereiro.

A queda no número de leitos ocupados na cidade acompanha uma tendência verificada nacionalmente. Em entrevista coletiva no dia 10 de fevereiro, o secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Fábio Baccheretti, afirmou que o pico de infecções pela variante Ômicron já havia passado pelo estado, diminuindo o número de internações como consequência.

Por meio de nota, a Secretaria de Saúde da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) reiterou que realiza monitoramento, acompanhamento e avaliação dos índices, examinando de perto a situação da pandemia. “Desde o início do mês, o município está em queda na procura de hospitalização por Covid-19, e a análise dos dados sugere uma tendência de queda nas internações”, pontuou.

‘Menos casos graves’

Ainda de acordo com a Prefeitura, a queda ocorre apesar da manutenção da média diária de casos confirmados, o que, para a pasta, aponta para os efeitos da maior cobertura vacinal. “Observa-se cada vez menos casos graves da doença, o que impacta diretamente na diminuição das taxas de ocupação. Ao complementar o esquema vacinal, o organismo produz maior número de anticorpos, prevenindo o agravamento da doença, hospitalização e morte.”

‘Novo pico é pouco provável’

Na análise do infectologista Rodrigo Daniel, atualmente, em Juiz de Fora, a redução no número de internações desacelerou, ficando estável. Isso, segundo ele, pode ter relação com o tempo de permanência dos pacientes internados, que pode estar mais prolongado, fator que se contrapõe ao número de casos confirmados, que não tem apresentado reduções significativas.

Rodrigo Daniel explica que isso pode estar associado ao aumento do volume de diagnósticos, tanto nos testes de pessoas com sintomas mais leves em farmácias, quanto por conta dos testes disponibilizados no Centro de Testagem no PAM-Marechal. Desse modo, pode não ter aumentado o número de casos efetivamente, mas sim o volume de diagnósticos. Outro dado importante, segundo o infectologista, é a positividade dos testes feitos pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em parceria com a Fundação Ezequiel Dias (Funed), que teve o percentual reduzido.

O momento atual tem características distintas do que o fim do ano apresentou, quando a introdução da variante Ômicron coincidiu com o período de festas, que causou o pico visto em fevereiro. “Podemos ter uma flutuação no número de casos, mas é pouco provável que tenhamos um novo pico associado ao carnaval, que represente um estrangulamento do sistema.” Caso ocorra algum impacto relativo à circulação durante a festa popular, ele só deve ser verificado de 15 a 21 dias depois do feriado.

Especialista alerta para a necessidade de equilíbrio

Seguindo a tendência nacional de diminuição da gravidade dos casos registrados em Juiz de Fora, é fundamental estar atento às informações sobre a pandemia e manter a cautela, sem exageros, de acordo com o médico pneumologista e professor da UFJF, Júlio Abreu. “O contágio pela Ômicron está diminuindo, isto é um fato. Caminhamos para uma situação de conviver com o vírus. Estamos deixando uma situação de pandemia para entrarmos numa fase de endemia”, explica.

De acordo com ele, a gravidade diminuiu. “A infecção pela Ômicron se assemelha muito mais a um resfriado do que a uma gripe, na qual os sintomas têm uma gravidade maior.” Ele reitera, no entanto, que ter uma tendência de uma prevalência de sintomas mais leves não significa a impossibilidade de haver quadros graves, inclusive entre as pessoas que já se vacinaram, mas que por algum motivo desconhecido não alcançaram a imunidade desejada. “Normalmente, a Covid agora é uma doença que desaparece em cinco dias quando está tudo bem. Mas se os sintomas continuam evoluindo por oito, nove, dez dias, há algo errado, e essa pessoa está caminhando para um quadro mais grave da doença, é um sinal de alerta, e é preciso procurar o atendimento médico.”

Com o aumento da circulação das pessoas, segundo o professor, também é natural que o vírus circule mais. A máxima, entretanto, reforça a necessidade de manter as medidas preventivas. “Acho que vamos caminhar para o que está acontecendo na Europa, com a retirada progressiva das máscaras, que serão mantidas para quem é mais vulnerável. (…) Perdemos tanto, que se tem algo que ganhamos, foi poder aprender a lidar melhor com todas as doenças virais. A gripe é uma doença grave para crianças muito jovens e idosos, por exemplo. Então vamos ter que caminhar para um novo comportamento, meio termo, não ter o exagero da proteção, tampouco o exagero total de exposição.”

Além disso, conforme o especialista, é preciso sempre estar informado sobre a doença para conhecê-la e saber reconhecer possíveis sequelas, como uma tosse que persiste ou alguma outra sequela. “Os sintomas mais persistentes nos casos graves atualmente são a tosse e a prostração. A pessoa não se recupera rápido, fica com um desânimo que vai além do normal, não consegue levantar da cama, sair para trabalhar. Essa é a pessoa que vai precisar de tratamento”, orienta Júlio Abreu.

Fonte: Tribuna de Minas

Vermelho e branco 2022

O Esporte Clube Biquense não realizou o rotineiro Baile do Vermelho e Branco, na sexta-feira do Carnaval/2022. Inconformado com a conjuntura, Betinho Rossi, o Beto Alegria, agregou parte da família e botou “As águas vão rolar” na cobertura da sua casa…

Casal é encontrado morto dentro do banheiro

Casal é encontrado morto dentro do banheiro no Barão do Retiro

De acordo com o documento policial, ambos eram ex-policiais penais e motivação do crime seria passional

Por Marcos Araújo
26/02/2022 às 14h50

Um homem, de 45 anos, e uma mulher, 46, foram encontrados mortos no interior de uma casa, no Bairro Barão do Retiro, Zona Sudeste de Juiz de Fora, na madrugada deste sábado (26), na Rua José Francisco Mota. De acordo com o registro da Polícia Militar, os corpos das vítimas Adriano Ribeiro da Silva e Renata Aparecida Jardim Santos e Silva estavam dentro do banheiro do casal. A causa das mortes, conforme informou a PM, seria motivação passional.

Como aponta, o Registro de Eventos de Defesa Social (Reds), Adriano foi encontrado no chão e, próximo a ele, havia uma pistola calibre 380. Renata estava caída sobre o vaso sanitário. O documento ainda aponta que uma equipe do Samu foi acionada até o endereço e fez a constatação da morte do casal. A perícia policial verificou que Adriano apresentava um ferimento de disparo de arma de fogo na mão esquerda e nos ouvidos. No corpo de Renata, foi possível localizar um ferimento de arma de fogo somente na altura da escápula.

Na cena do crime, também foram apreendidos três cartuchos vazios de pistola 380 e um intacto. Também foi recolhida do local a pistola 380, contendo um carregador com oito munições intactas. Os corpos das vítimas foram encaminhados para o IML de Juiz de Fora.

De acordo com o documento policial, familiares do casal informaram que eles encontravam-se em processo de separação e, constantemente, discutiam. Ambos eram ex-policiais penais.

A Polícia Militar chegou ao local depois que a irmã de Renata ouviu cerca de seis estampidos de disparo de arma de fogo oriundos da residência do casal. Ela contou que foi até o local e, ao chegar ao quarto do casal, percebeu que a porta do banheiro estava fechada e que havia um buraco na porta, aparentemente, ocasionado por disparo de arma de fogo. Diante da situação, ela acionou a Polícia Militar.

Já os policiais militares relataram que, quando chegaram ao local, depararam-se com alguma coisa travando a porta do banheiro e, na verificação do poderia ser, eles encontraram o corpo de Adriana caído no chão.

Fonte: Tribuna de Minas

 

Há 30 anos, em 29/02/1992, O MUNICÍPIO publicava: Notícias da Prefeitura / Censo de 1991 / GERAIS (Zé Arnaldo) / Dr. Carlos Carvalhaes Machado

Bombeiros encontram corpo de jovem afogado em Mar de Espanha

Rapaz estava se banhando e mergulhando em cachoeira da cidade quando submerguiu

Por Tribuna
25/02/2022 às 18h24

O corpo de um jovem de 21 anos, vítima de afogamento no município de Mar de Espanha, a cerca de 60 quilômetros de Juiz de Fora, foi encontrado na tarde desta sexta-feira (25) pelo Corpo de Bomberios. De acordo com a corporação, o rapaz foi localizado por mergulhadores a quatro metros do local onde submergiu e a sete metros de profundidade.

Conforme o boletim de ocorrência, nesta quinta-feira (24), foi recebida a informação de que Bruno Soares Braz estava mergulhando e tomando banho no local conhecido como “Cachoeira da Ponte de Ferro”, e que, em determinado instante, ele não mais retornou à superfície depois de mergulhar.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e deu início às buscas do rapaz. O anúncio da localização do corpo foi por volta das 17h desta sexta.

Fonte: Tribuna de Minas

Vacinômetro contra a Covid-19 de sexta-feira, 25/02

Há 20 anos, em 28/02/2002, O MUNICÍPIO publicava: CARNAVAL NOTA 10 / Aniversário de Maripá / Sociais / Crônicas de: Ivan Vasconcelos, Chicre Farhat, Júlio Vanni e Marco Aurélio Garcia