Covid-19: nesta sexta-feira, 17, dose de reforço da janssen

Prefeitura de Maripá de Minas destaca a importância da assistência agronômica

Hoje viemos para destacar a importância da assistência agronômica.

Logo na segunda imagem já conseguimos perceber essa importância, temos duas plantadas na mesma data, porém com uma grande diferença de desenvolvimento de plantas e de cobertura de solo o que ocorreu devido a deficiência de nutrientes na fase inicial da planta, que também prejudicará a produção de grãos e a produtividade final da lavoura.

Nas imagens seguintes temos duas lavouras próximas ao ponto de colheita, porém irão apresentar grande diferença na produtividade e qualidade de silagem, devido a diferença de desenvolvimento das plantas, o número de plantas invasoras e a deficiência nutricional. apresentada na última lavoura. 

Devido a essa importância e os resultados apresentados a prefeitura de Maripá conta com os engenheiros agrônomos Guilherme Mostaro e Renato Schimidt para prestar assistência aos produtores da cidade, e essa assistência já vem gerando grandes frutos. Mais informações procurar o setor da agricultura.

ALMG aprova projeto de lei que congela aumento do IPVA

Reajuste do imposto ficará limitado ao percentual de 10,67%, com base na tabela prevista para o exercício de 2021

Por Tribuna
15/12/2021 às 20h30

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, nesta quinta-feira (15), em turno único, o projeto de lei 3.278/21, que congela a tabela de referência dos valores dos veículos nacionais e importados, para fins de cálculo do IPVA, relativa ao ano de 2020.
O projeto tem autoria do deputado Bruno Engler (PRTB) e foi aprovado com voto favorável de 56 deputados e nenhum contrário ou branco. Juntamente a ele, também foi aprovado o projeto de resolução 152/21, da Mesa da Assembleia, que reconhece, ou prorroga, o estado de calamidade pública em 13 municípios mineiros, sendo três deles municípios da Zona da Mata – as cidades de Além Paraíba, Estrela d’Alva e Fervedouro.

Ao projeto 3.278/21, foi anexado o projeto de lei 3.409/21, de autoria do governador Romeu Zema, que limita o reajuste do IPVA ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), gerando um reajuste de, no máximo, 10,67% em relação a 2021.

Como são os cálculos

Após a aprovação, para o cálculo e recolhimento do IPVA no exercício de 2022, serão considerados os valores da base de cálculo constantes da tabela prevista para o exercício de 2021. Em casos nos quais os valores apurados sejam maiores do que os averiguados levando em conta a tabela prevista para 2022, a Secretaria de Estado de Fazenda calculará o imposto considerando o menor valor. O mesmo acontece em casos de veículos não constantes na tabela.

O relator do projeto, André Quintão (PT), relembrou que, anteriormente à votação desta quarta, o projeto já havia recebido parecer pela legalidade da Comissão de Constituição e Justiça, na forma do substitutivo nº 1, que restringiu o congelamento da tabela aos veículos usados (não importados). A situação foi considerada meritória pela Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO), pois, segundo ela, os carros usados foram sobrevalorizados durante a pandemia, distorcendo a regressão natural que até então ocorria no valor da base de cálculo do imposto.

André Quintão ainda destacou que o projeto enviado recentemente pelo governador corrobora a iniciativa parlamentar. “Tendo em vista que são similares, entendemos por acatar a proposta de iniciativa parlamentar, por considerarmos tímida a proposta do governador, frente a um cenário de grande impacto socioeconômico decorrente da pandemia”, concluiu.

13 municípios em calamidade pública

O projeto de resolução 152/21, que reconheceu estado de calamidade pública em 13 municípios mineiros, teve autoria do deputado Cássio Soares (PSD) e também foi aprovado na forma do substitutivo nº 1. Os municípios incluídos foram os de Janaúba (Norte), Além Paraíba, Estrela d’Alva e Fervedouro, na Zona da Mata, Bom Sucesso (Centro Oeste), Conselheiro Pena (Rio Doce), Januária (Norte) e Três Pontas (Sul). Tais cidades terão o estado de calamidade pública reconhecido até 31 de dezembro.

O projeto prorroga, até a mesma data, o estado de calamidade nos municípios de Astolfo Dutra (Zona da Mata), Ibitiúra, Minduri, Piranguinho e São Sebastião do Rio Verde, no Sul de Minas.

Durante a situação de calamidade, ficam suspensas a contagem dos prazos e as disposições referentes a despesas com pessoal e à dívida consolidada. Além disso, os municípios ficam dispensados de atingir os resultados fiscais.

Fonte: Tribuna de Minas

Boletim Coronavírus de Bicas e do Estado desta quarta-feira, 15/12

Governo de Minas paga 13º dos servidores em parcela única nesta quarta (15/12)

QUA 15 DEZEMBRO 2021 09:20 ATUALIZADO EM QUA 15 DEZEMBRO 2021 9:22

Salários em dia, regularização de repasses para cidades e atração de R$ 189 bi em investimentos são destaques do balanço da atual gestão, mesmo com as dificuldades

Servidores do Governo de Minas Gerais recebem, nesta quarta-feira (15/12), o 13º salário, pago integralmente, sem atrasos e sem parcelamento. Essa é a primeira vez, nos últimos seis anos, que o Estado quita o benefício em dia, sem prejuízo para mais de 600 mil trabalhadores, entre ativos e aposentados.

O pagamento do abono natalino é um dos resultados dos esforços da gestão Romeu Zema para equilibrar as contas públicas e arrumar a casa. Apesar da grande dificuldade financeira, a atual gestão conseguiu quitar salários em dia, honrar compromissos e repassar recursos em atraso para cidades e atrair R$ 189 bilhões em investimentos, gerando emprego e renda para os mineiros, entre outras ações. 

Em agosto deste ano, o funcionalismo público já pôde sentir no bolso o resultado de uma gestão de verdade e consciente. Foi nesse mês em que o salário voltou a ser depositado em única parcela, sem escalonamento, para todos os servidores, no 5º dia útil. Desde 2016, os vencimentos eram divididos. Regularizar o pagamento era uma das principais metas do governo de Romeu Zema, alcançada, entre outros fatores, graças à venda da folha estadual para o banco Itaú, por R$ 2,42 bilhões.

Outra mudança assegurada pelo governador foi a quitação do passivo de férias-prêmio convertidas em espécie, no valor de R$ 701 milhões – medida que beneficiou cerca de 25 mil servidores. O pagamento havia sido suspenso pelo governo anterior, em 2015. Do total em atraso, aproximadamente 80% correspondia ao benefício devido até 2018, antes da gestão de Romeu Zema.

Pagamento de dívidas e regularização de repasses 

As medidas de austeridade adotadas também possibilitaram, em 2021, a assinatura de acordo entre o Estado e a Associação Mineira de Municípios (AMM) para o pagamento da dívida de R$ 6,7 bilhões relacionada a repasses da verba de saúde às cidades e a demais instituições.

O pagamento será realizado em 98 parcelas, sendo R$ 400 milhões até dezembro de 2021, R$ 400 milhões no primeiro semestre de 2022 e o residual em 96 parcelas mensais consecutivas a partir de outubro do próximo ano.

Em abril de 2019, no início da gestão, o governador Romeu Zema já havia firmado o compromisso de pagar aos 853 municípios mineiros R$ 7 bilhões em recursos relativos a repasses do ICMS, do IPVA e do Fundeb. Deste total, R$ 6 bilhões eram débitos deixados pela administração passada, relativos aos anos de 2017 e 2018.

A partir da contenção de gastos foi possível dar mais um passo para o reequilíbrio das contas estaduais: em agosto deste ano, o Estado fechou acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) para devolver à população os recursos referentes aos depósitos judiciais retirados pelo Executivo em 2015, por meio da Lei Estadual 21.720, declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado.

Ao todo, foram sacados R$ 4,8 bilhões, mas o Estado irá restituir R$ 7,5 bilhões, considerando a correção monetária e as tarifas devidas ao TJMG. A quitação será feita em 72 parcelas, a partir de janeiro de 2022.

Acordo de Brumadinho

Em fevereiro deste ano, o Governo de Minas e os demais representantes do poder público assinaram um Termo de Medidas de Reparação, no valor de R$ 37,68 bilhões. O documento visa reparar os danos decorrentes do rompimento das barragens da Vale S.A. em Brumadinho, que tirou 272 vidas e gerou uma série de impactos sociais, ambientais e econômicos na bacia do Rio Paraopeba e em todo o Estado de Minas Gerais.

Mãos à obra nas escolas

Com uma gestão adequada dos gastos, o Estado conseguiu investir em áreas essenciais, como a Educação. O programa Mãos à Obra na Escola é um retrato disso: em três anos, já foram destinados R$ 361 milhões a 1.328 unidades de ensino em todas as regiões de Minas Gerais. Com isso, foi possível garantir a melhoria da infraestrutura do espaço escolar, com mais de 2 mil obras.

Com a sexta etapa anunciada em dezembro, assegurando a construção de quadras poliesportivas em 125 escolas mineiras, o investimento total em infraestrutura chegará a R$ 461 milhões.

Além das obras de recuperação de infraestrutura, o Governo de Minas também destinou recursos a ações de fortalecimento pedagógico, aumento de repasses para a merenda, renovação de equipamentos tecnológicos e aquisição de mobiliários. Só em 2021 os investimentos em Educação somam 2,3 bilhões.

Bolsa Reciclagem 

A organização das contas públicas também permitiu o pagamento do Bolsa Reciclagem, programa que beneficia associações de catadores de material reciclável em todo o estado. Ao assumir o Estado, Romeu Zema herdou mais uma dívida deixada pelo governo anterior, que parou de repassar as parcelas em 2017. Então, o governador mobilizou esforços para quitar o passivo e garantir a continuidade da iniciativa.

Em novembro, as cooperativas de catadores começaram a receber repasse de R$2,25 milhões referente ao serviço de coleta nos centros urbanos de Minas Gerais, feito no 4º trimestre de 2018 e no 1º e 2º trimestres de 2021. Com o pagamento, o Governo do Estado colocou em dia a situação financeira do programa e finalizou a dívida com os trabalhadores.  

Ao todo, 1.657 profissionais da reciclagem tiveram acesso a esse último repasse. Nos três anos da gestnao de Romeu Zema, os catadores receberam R$ 10,5 milhões. O valor varia de acordo com a produtividade de cada instituição, sendo entregue integralmente ou em porcentagem mínima de 90% aos associados.

Regularização fundiária

Outra pauta prioritária desenvolvida pelo Governo de Minas é a regularização fundiária, tanto a rural quanto a urbana. Neste ano, foram abertas as inscrições para o Programa Estadual de Regularização Fundiária de Posseiros de Terra Devoluta Rural. A emissão de títulos de propriedade no campo atende a uma demanda histórica, promovendo a cidadania, garantindo o direito à terra e favorecendo a melhoria da qualidade de vida de agricultores familiares. 

A meta é a de que, até o fim da gestão, em 2022, sejam emitidos pelo menos 4,7 mil títulos, assegurando o acesso de produtores a políticas públicas de crédito rural e investimentos na propriedade. Para colocar em prática o programa, o Estado já investiu R$ 8 milhões.

Na cidade, a regularização fundiária é promovida pelo programa Minas Reurb. A iniciativa busca normalizar assentamentos irregulares, dando o título de posse a seus ocupantes, de forma a garantir o direito social à moradia. O acesso a imóveis regularizados garante segurança jurídica, favorecendo a melhoria da qualidade de vida no município e fomentando a economia local.

Em agosto, por exemplo, o governador Romeu Zema entregou títulos de regularização fundiária a 8 mil famílias de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ao longo da gestão, já foram emitidos 4 mil títulos.

Covid-19 e vacinação

Neste ano, o Estado também deu início à maior operação de vacinação da história de Minas Gerais. Com o objetivo de salvar vidas, as aeronaves oficiais foram disponibilizadas para levar as doses contra a covid com rapidez e segurança aos municípios. Até a última sexta-feira (10/12), 78% de toda a população mineira já havia tomado a primeira dose do imunizante contra a covid-19. O número passa de 91% se consideradas as pessoas com 12 anos ou mais. Da mesma forma, quase 82% dessa faixa etária completou o esquema vacinal.

Fonte: Agência Minas

Boletim Coronavírus de Bicas e do Estado desta terça-feira, 14/12

 

Cemig inicia campanha de regularização de débitos com parcelamento

SEG 13 DEZEMBRO 2021 12:10 ATUALIZADO EM SEG 13 DEZEMBRO 2021 12:12

Tarifa sem juros contempla clientes atendidos por baixa tensão

A partir deta segunda-feira (13/12), a Cemig está oferecendo o parcelamento das contas de energia atrasadas em até 18 vezes para todos os clientes atendidos em baixa tensão (até 220 volts): residenciais, comerciais, da área de serviços e industriais de pequeno e médio porte. 
Caso estejam cadastrados para recebimento da conta por e-mail ou realizem este cadastro no momento da negociação, será possível dividir em até 12 parcelas sem juros no Cemig Atende.
 
Permanece disponível também a opção de parcelar em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito, por meio do WhatsApp da empresa (31 3506-1160) ou do Cemig Atende. A campanha estará disponível, nestas condições especiais, até o dia 14/1 de 2022.

É importante ressaltar que o parcelamento sem juros está disponível para pagamento via cartão de crédito ou se for realizado o cadastro para recebimento da conta de luz por e-mail. Do contrário, o cliente conseguirá parcelar em até 18 vezes, porém com a cobrança de juros conforme o número de parcelas escolhido. 

Para as unidades inscritas no programa federal Tarifa Social de Energia Elétrica, os clientes podem aproveitar as condições ainda mais especiais para pagar em até 24 parcelas mensais, sem juros. 

“As condições excepcionais, que estão sendo oferecidas, possibilitam a essas famílias ficar em dia com a Cemig, sem comprometer suas despesas com as festas, que, este ano, têm um significado especial depois de um longo período de afastamento social”, afirma o gerente de Arrecadação e Adimplência da Cemig, Wellington Cancian. 

Atenta também à necessidade de apoiar a recuperação dos negócios após a redução de muitas dessas atividades por causa da pandemia, a Cemig está oferecendo condições de parcelamento especiais, em até 12 vezes sem juros, a comerciantes, prestadores de serviços e pequenas e médias indústrias, desde que tenham a energia fornecida em baixa tensão, ou seja, até 220 volts. 

“A campanha de regularização de débitos vai auxiliar especialmente aqueles clientes para os quais o fim de ano é uma época de grande movimentação, como restaurantes, bares e salões de beleza, devido ao momento de confraternização e à injeção do pagamento do décimo-terceiro salário na economia”, explica Cancian.  

Como fazer o parcelamento 

As opções de parcelamento estão disponíveis no Cemig Atende, que pode ser acessado no site da companhia (www.cemig.com.br), ou por meio de contato pelo WhatsApp (31 3506-1160), onde o cliente deve enviar um “Oi” e digitar “Parcelamento”. 

Pelo portal Cemig, basta realizar o login, selecionar a instalação que possui débito em aberto e, posteriormente, o serviço “Segunda Via e Pagamento de Contas”. Em seguida, o cliente poderá verificar se existe a opção de seleção de débitos e a possibilidade de realizar o pagamento com a utilização de cartão de crédito. 

“Na hora de efetuar o pagamento, sugerimos a utilização preferencial dos canais bancários digitais. Além disso, recomendamos que as pessoas aproveitem a oportunidade e coloquem sua fatura no débito automático pelos próprios canais da Cemig. É rápido, fácil e seguro”, comenta Wellington Cancian.  

O cliente pode realizar o cadastro para débito automático em seu banco de preferência, utilizando o código disponível na própria fatura. O procedimento é simples e precisa ser realizado uma única vez. Clientes dos bancos Santander, Itaú, Banco do Brasil, SICOOB, Bradesco, Mercantil e Nordeste podem realizar o cadastro diretamente nos canais de atendimento Cemig. 

“Contudo, é importante que os interessados consultem as condições de parcelamento e deem preferência aos nossos canais digitais, onde as condições são mais facilitadas”, destaca Cancian. 

Fonte: Agência Minas

Preservação e convivência harmônica entre construções antigas e novas

Ainda na temática quanto a preservação e convivência harmônica entre construções antigas e novas, numa cidade, apresentamos o imóvel que pertenceu ao saudoso casal sr. Vicente Ferreira da Fonseca e Maria do Carmo Ferreira (Dona Lilia). Na comparação entre as fotos percebemos que as maiores mudanças foram no telhado e nas janelas frontais. A arquitetura da casa permanece inalterada. Seu interior está bem preservado. Este é um dos imóveis mais antigos encontrados na Rua Vieira Camões e remonta as primeiras décadas do século XX.

A residência por mais antiga que seja, está em perfeita harmonia com o conjunto arquitetônico presente no seu entorno. Desta forma demonstramos que não é necessário se desfazer de um imóvel antigo para embelezar uma rua, avenida ou praça com uma edificação moderna. As construções de perfil histórico têm seu charme e nostalgia quando bem preservados, além de enaltecer a memória e história de uma cidade. O exemplo citado permite essa análise em companhia de outros bens antigos que estão preservados em nossa cidade.

O conjunto arquitetônico em uma cidade pequena precisa ser constituído de imóveis que contemplem o maior número de estilos de época, no intuito de manter a cultura e a história preservada. Dentro destas portas e janelas há um pouco da história de nossos antepassados que não deve ser esquecida e apagada pela ação do tempo. 

Foto Antiga e Charge: Eloíza Terezinha Ferreira da Fonseca
Foto Recente: Rodrigo Machado Alves
Autoria: Setor de Patrimônio Histórico de Guarará

Boletim Coronavírus de Bicas e do Estado desta segunda-feira, 13/12

Fhemig contrata emergencialmente médicos para o interior

SEXTA-FEIRA 10 DEZEMBRO 2021 12:25 ATUALIZADO EM SEX 10 DEZEMBRO 2021 12:38

Estão sendo disponibilizadas sete oportunidades de contratação para Patos de Minas e Juiz de Fora

A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) está com inscrições abertas para três oportunidades de contratação. São oferecidas sete vagas para médicos em Patos de Minas e Juiz de Fora.

Os editais estão disponíveis neste site, na opção do menu “Como ingressar na Fhemig / Chamamento Público Emergencial”. Confira as vagas disponíveis:

Hospital Regional João Penido  – Juiz de Fora (inscrições até 13/12/21)

– 1 vaga para médico hematologista (24 horas semanais). Vencimento básico: R$ 5.801,50*

– 1 vaga para médico pediatra (24 horas semanais). Vencimento básico: R$ 5.801,50*

Mais informações no edital: https://bit.ly/338dJPu

Hospital Regional João Penido  – Juiz de Fora (inscrições até dia 15/12/21)

– 1 vaga para médico clínico (24 horas semanais). Vencimento: R$ 5.801,50*

Mais informações no edital: https://bit.ly/3ydxqRn

Hospital Regional Antônio Dias – Patos de Minas (inscrições até 16/12/21)

– 2 vagas para médico clínico (24 horas semanais). Vencimento: R$ 5.801,50*
– 2 vagas para médico pediatra (24 horas semanais). Vencimento: R$ 5.801,50*

Mais informações no edital: https://bit.ly/3DMb8Ya

* Excluídas vantagens inerentes à função exercida e ao local de atuação, a serem informadas na etapa de contratação.

Fonte: Agência Minas