
Futsal representa Bicas nos Jogos Escolares de MG

Motociclista fica ferido gravemente em acidente na BR-267
Segundo o registro policial, condutor derrapou em óleo e colidiu com carreta que transitava no sentido contrário
Por Tribuna
16/05/2022 às 09h57
Um jovem motociclista de 20 anos ficou gravemente ferido após colidir com uma carreta na BR-267, na altura de Juiz de Fora, na tarde de domingo (15). De acordo com o registro da Polícia Militar Rodoviária, ele teria derrapado em óleo que estava sobre a pista no km 93 antes de bater no veículo pesado, que transitava no sentido contrário.
O condutor da motocicleta foi socorrido e encaminhado ao HPS. O trecho do acidente com óleo derramado foi coberto por serragem pela equipe policial.
Ciesp altera Plantão Coronavírus da região

Motorista de caminhão morre após bater em carro
Motorista de caminhão morre após bater em carro em Divino
Condutor do veículo de passeio foi preso por embriaguez e por fugir do local do acidente
Por Tribuna
16/05/2022 às 09h54
Uma colisão entre um carro de passeio e um caminhão causou a morte do condutor do veículo pesado na manhã de domingo (15), na MG-265, no município de Divino. A vítima fatal tinha 52 anos e ficou presa nas ferragens após o veículo tombar na pista. De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, o condutor do carro, de 30 anos, tentou fugir do local e ainda teve constatada presença de álcool no sangue após realizar o teste de alcoolemia.
O acidente aconteceu no km 14 da rodovia. Uma equipe do Samu constatou o óbito do motorista do caminhão ainda no local. Segundo a PMR, o condutor do veículo de passeio chegou a fugir, mas foi localizado e preso por embriaguez e por ter deixado o local do acidente. O rapaz foi encaminhado à delegacia e teve a carteira de habilitação recolhida.
Vídeo / Mercado é assaltado por dois homens na noite de sexta-feira, 13
Dois homens assaltaram um mercado, à noite, na Praça do Rosário, na sexta-feira, 13, em Rio Pomba, levando R$ 400. Eles fugiram numa moto XTZ 400.
Prefeitura apoia, incentiva e conduz mais um atleta biquense

Francisco Retto Filho
Perfis biquenses
Nas décadas de 70, 80 e 90, o saudoso Chicre Farhat escreveu várias crônicas para O MUNICÍPIO sobre personalidades biquenses, ressaltando nelas qualidades de caráter e de personalidade, muitas vezes despercebidos no dia a dia. Verdadeiras pérolas que, em novembro de 1983, foram reunidas em uma publicação lançada pelo prefeito Gilson Lamha. Posteriormente, Chicre continuou a usar sua brilhante mente para enaltecer outras personalidades. Assim sendo, em homenagem ao autor e aos seus personagens, tudo será republicado. O saudoso Francisco Retto Filho é o personagem da vez…

Deixem-nos tratá-lo de “CHICO RETTO”, pois foi assim que os biquenses aprenderam a admirá-lo e a estimá-lo.
Era ele uma figura singular, de fala e gestos mansos; ninguém porém, o superava nas firmezas das ideias e na determinação de sua vida, cuja trajetória, repleta de calor humano, foi um orgulho dos contemporâneos.
Foi um homem fiel à sua terra e à sua gente, participando como poucos de todos os grandes acontecimentos cívicos destas últimas décadas.
Biquense de Maripá, fazia parte daquele grupo admirável de cidadãos que, vindos para Bicas, aqui formaram o núcleo dos primeiros líderes e homens públicos, que haviam de tornar a nossa terra estruturada politicamente e emancipada no seu futuro.
Cidadão prestante, cavalheiro sempre pronto para as iniciativas úteis e generosas, devemos a ele, com a modéstia que o caracterizava, comoventes gestos de solidariedade humana, que fazia questão de guardar de toda e qualquer publicidade.
Abjurava o egoísmo e não gostava de lidar com os falsos, os oportunistas, os que não soubessem manter a nitidez de atitudes e a clareza das intenções. Resistia ao seu jeito, como autêntico mineiro, com calma, sem rompantes ou gestos apressados.
Tínhamos nele o irmão mais velho, o conselheiro das nossas angustiosas lutas políticas – e sobretudo – víamos nele o exemplo, a desambição, a retidão do caráter, o idealismo permanente.
Aquele “Chico Retto”, grande beque do Esporte, ou o “CHICO” fazendeiro, passando empertigado no seu belo cavalo, rumo as suas terras, que ele tratava com carinho e conhecimento, sempre atento ao que de mais moderno havia nas lides rurais, ou ainda o velho “CHICO” já dono do cinema, pronto para uma conversa, a troca de ideias, com aquele espírito aberto, jovial e arejado, sabendo ouvir para depois melhor dizer – esse homem de bem, simples, honrado e limpo, vai deixar uma saudade enorme.
Homens como ele não se substituem. Por isso mesmo, depois da sua morte, Bicas se tornou menor e há um vazio imenso em nossos corações.
(Crônica do saudoso Chicre Farhat, publicada no jornal O MUNICÍPIO, em 28 de julho de 1968)




