Entrevista com o jogador Waguinho

Leia AQUI a entrevista com o jogador Waguinho / jornal O Município, de 30 de junho de 2014

Entrevista com o jogador Carlos Alberto Machado, o Carlinhos

 O jogo mais importante de sua carreira?

“Todos foram importantes, não me esqueci de nenhum. De maior expressão, cito dois: Pequeriense, em 91(interno de Maripá, campeão depois de 23 anos sem títulos) e 92, pelo Operário, depois de 45 anos da última conquista de título municipal. É maravilhoso entrar para história desses dois clubes. Digo que todos foram importantes, mas, em 91 foi fantástico, pois, disputei por três times e fui tricampeão. Atalanta (Mar de Espanha), Pequeri e União de Roça Grande, sendo que no Pequeri e União fiz os 2 gols do título. Obs: joguei no dia 07.09 pelo União e no dia 08.09 pelo Pequeri.”

Hoje eu acabei com o jogo. Qual partida você terminou com este sentimento?

“Se me permite, citarei quatro jogos. Em 84, Biquense 4×0 Operário, fiz os quatro gols, sendo um de bicicleta. Em 92, semifinal em dois jogos contra o Botafogo. No primeiro, campo do Operário, empate em 3×3, marquei os três gols. No jogo, de volta, campo do Botafogo, vencemos por 3×1, fiz dois e o Aírton”calovit” marcou um. Detalhe: o segundo gol foi em uma cobrança de falta, numa distância de 20 a 25 metros do gol adversário. Foi um “pombo sem asas”, onde o saudoso Geraldo Magela apelidou-me de “Homem Bomba”, fazendo até uma comparação com o Nelinho do Cruzeiro (não foi pra tanto, mas gostei). O goleiro era, nada mais nada menos, o Geraldinho. Quando saí para comemorar vi três senhores, de tanta alegria, correndo como crianças. Eram, Anísio, Parreira e Jiló. Foi sensacional. E, por último, o primeiro jogo da final, no campo do Mangueira, Guarani 0x2 Operário, onde fiz os dois gols. Mas, o destaque foi o Jaiminho que defendeu dois pênaltis. Depois, empatamos o segundo jogo, gol do Tarcísio, e fomos campeões.”

Qual jogador lhe tirava o sono antes das partidas? Por ser muito bom ou desleal.

“Sempre respeitei todos, pois, eram grandes jogadores. Me preparava fisicamente para tentar vencê-los, e, na maioria dos jogos, conseguia ser diferenciado. Sempre fui bem marcado, mas nunca de forma desleal. Na maioria dos jogos, os goleiros pediam para não fazer faltas nas proximidades da área, porque sabiam do risco de levar gols nas cobranças.”

Participou de jogo que tenha ocorrido um fato engraçado?

“Sim. Eu jogava pelo Rochedo, sentia dores na região lombar e resolvi colocar éter no local. Quando fui ver, era mercúrio. Tive que ir para o vestiário me lavar e também lavar o short.”

Qual o melhor jogador para formar dupla de ataque?

“ Em todos os clubes tive bons companheiros de ataque. Nada a reclamar, somente a agradecer.”

Um árbitro, um técnico e um dirigente.

“ Luiz Quirino de Freitas dispensa comentários. Técnicos foram vários: Damião (Santa Helena), Ozório Guarnieri (Biquense), Moacir Toledo, Augusto Clemente, Sebastião Leônidas (Tupi), Ricardo Uruguaio (Aymorés) e Betinho (Operário). Dirigentes: Paulo César (Biquense) e o insubstituível Anísio Estevão (Operário).”

Melhor jogador de sua época? Pode ser mais de um.

“Como atuei em vários clubes, com ótimos jogadores, e ter feitos muitos amigos, em respeito a todos, vou ficar em família e escolher meus três irmãos: Edinho, Russo e Cláudio. Formamos um quarteto Bom de Bola.

Títulos conquistados

“ 85, campeão do interior (Tupi);  91, Atalanta, Pequeri e União; 92, Operário F.C. (artilheiro do campeonato); 1999/2000, campeão pelo Barcelona (interno de Bicas); 2000, campeão regional pelo Biquense. Categoria Máster, 2001,  E.C. Serrariense; 2002, tricampeão pelo União Roça Grande; 2004,  Pequeriense (Regional de Três Rios) e 2006 Copa da Amizade, em Além Paraíba. Encerrei minha carreira em 22 de maio de 2011.

Agradeço, em primeiro lugar, a Deus por tudo que ele fez por mim no futebol, principalmente, no profissional, que foram quatro anos, o tempo que, com certeza, determinado por Ele. A todos os clubes pelos quais joguei, ao Nilo, que me incentivou a fazer esta reportagem. Parabenizo ao Nei Medina pela brilhante ideia de resgatar a história de jogadores que de alguma maneira colaboraram com o futebol da região.

Fonte: jornal No Giro da Bola, no 32, de São João Nepomuceno

Entrevista com o jogador Maury Barreto

Leia AQUI a entrevista com o jogador Maury Barreto / jornal O Município, de 31 janeiro de 2014

Entrevista com o jogador Nevito

Leia AQUI a entrevista com o jogador Nevito / jornal O Município, de novembro de 2013

Cem anos do jornal O Município

Dia 29 de abril de 2016, O Município completou seu centenário…

LEIA AQUI A PRIMEIRA PARTE DOS CEM ANOS DE HISTÓRIA DO JORNAL O MUNICÍPIO

LEIA AQUI A SEGUNDA PARTE DOS CEM ANOS DE HISTÓRIA DO JORNAL O MUNICÍPIO

LEIA AQUI A PRIMEIRA PARTE DAS COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DO JORNAL O MUNICÍPIO

LEIA AQUI A SEGUNDA PARTE DAS COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DO JORNAL O MUNICÍPIO

Entrevista com o ex-jogador Pedro Machado

Time do Leopoldina, que conquistou o Tri-campeonato Invicto da LAB em 1960: Magido, Tonico, José Cúgola, Pedro Machado, Zeukis, Hélio Croce e Noracy; Tressinha, Pio, João Golinha, Wolney, Sebastião Aquino e Teminho

LEIA AQUI a entrevista com o ex-jogador Pedro Machado em O Município de 15 a 31 de dezembro de 2013

Entrevista com o ex-jogador Quinista

Na partida de entrega das faixas de campeão da LAB de 1961, realizada em 04 de fevereiro de 1962, o ESPORTE C. BIQUENSE venceu o TUPI de Juiz de Fora (completo) por 2 X 1. O Esporte jogou com Quinista, Jacyr Moreira, Urias e Maurício; Mauri e Taizinho; Zé Carlos Agreli (Shimit), Joel (João Cunha), Oswaldinho (Jaime), Nevito e Vitinho – O Tupi jogou com: Costa, Luiz Gonzaga, Pino e Eli; Carlos Alberto e Adilson; Jorge Guimarães, João Pires, Mirim (Álvaro), Murilo e Toledinho

LEIA AQUI a entrevista com o ex-jogador Quinista em O Município de fevereiro de 2014

Clube biquense dá show no Carnaval de 1968

No carnaval de 1968, o Clube Biquense, comandado pelo segundo ano consecutivo por uma jovem diretoria, apresentou uma das mais bonitas ornamentações já realizadas em nossa cidade, com o tema: “As mil e uma noites”.

Idealizada pelo saudoso artista plástico biquense Wanildo Garcia Siqueira, que contou com a colaboração de um grupo de jovens para fazer a montagem, o clube da águia se transformou numa verdadeira tenda árabe. Pendurada no teto do salão, uma arrojada cúpula de ferro, confeccionada pelo Sr. Pedro Avelino de Souza, toda revestida em papel alumínio e iluminada com a “luz negra”, que predominava na época, criou um clima de luxo e fantasia.

Além das quatro noites para os adultos, três matinês animaram a garotada, sendo que o concurso de fantasias femininas e masculinas, escolhidas por uma comissão de senhoras e por votos vendidos, foi um sucesso.

Foram os seguintes os premiados no concurso infantil de fantasias escolhidos pela comissão de senhoras: Thaís Simões Bezerra (no feminino) e Anderson Sarto (no masculino).

Pela votação, os vencedores foram: Feminino: 1º lugar, Thaís Simões Bezerra; 2º lugar, Denise Sarto Pereira; 3º lugar, Marícia Sarto. Masculino: 1º lugar, Eduardo Batista de Oliveira; 2º lugar, Anderson Sarto; 3º lugar, Tony Takayama Filho.

No concurso para Rainha e Princesas do Clube Biquense, foram eleitas: Rainha, Diva Guilhermino; 1ª princesa, Maria da Glória Oliveira; 2ª princesa, Regina de Oliveira.

Na foto do Adelson, com o painel da ornamentação ao fundo, José Maria Veiga (tesoureiro), Biriba (zelador) e o “sheik” Wolney Sarto (presidente)

No sábado após o carnaval, o Clube Biquense realizou o Baile da Ressaca, lançando um novo conjunto formado por um grupo de jovens, denominado “Os Invictos”. O sucesso foi tão grande que, na sequencia, o grupo se apresentou em algumas brincadeiras dançantes, realizadas nos finais de semana, mudando o nome para CBV-JW5, que durante anos fez sucesso em nossa região.

Na foto do Adelson a formação dos “Os Invictos”, no “Baile da Ressaca”, om direito às garrafinhas miniaturas da cachaça “Mineirinha”, gentilmente oferecidas pelo fabricante, Sr. Edgard de Oliveira, para ornamentar as mesas.

Carlinhos Carvalhaes, Paulo Cesar (Boi) Fernandes, Vitinho Cúgola, Willian Farhat e Milton

Na foto, o casal Rosália-Milton Fernando Gomes de Souza está ladeado por 6 ex-prefeitos de Bicas. Abaixo, os nomes com as datas de seus mandatos:

Homero José Matos de Souza: De 01/01/1971 a 31/12/1972

Amílcar Verlangieri Rebouças: De 01/01/1977 a 31/12/1982

Gilson Lamha: De 31/01/1967 a 31/12/1970 e de 01/01/1983 a 31/12/1988

Antônio Barroso Gomes: De 06/01/1937 a 20/08/1939

Edson de Souza: De 17/01/1945 a 02/01/1947

Gentil Correa de Almeida: De 13/04/1947 a 12/10/1947

Milton Fernando Gomes de Souza (presidente do diretório do MDB de Bicas) com Itamar Franco e Tancredo Neves

Visita do vice-governador de Minas Gerais, Pio Canedo, e do Deputado Federal Último de Carvalho a Maripá de Minas (Década de 60)

Hélio Monteiro da Silva (Prefeito de Bicas), Edir Casseti, José Maria Veiga, Tote Costa, Pio Canedo, Lauro Machado, Último de Carvalho, Antônio Miranda Chaves, João Passos de Mattos e Walter Ramalho
Na década de 50, vista parcial de Maripá de Minas

Comemoração do 7 de setembro em Bicas (década de 70)

À frente: Gilson Lamha (Prefeito Municipal), Waldir Novelino (Promotor de Justiça), Dr. Poncineli (Juiz de Direito), Gen. Itiberê Gouvêa do Amaral (Comandante da 4ª Região Militar), Dante Belei, José Maria Veiga, Urias Barreto e Homero José Mattos de Souza; Mais atrás: José Maria Guarnieri, José Taroco Neto, Cassiano Teodósio, Jair Croce (Vice-prefeito), Dr. Ralph Grunewald, Gentil Corrêa de Almeida, Nelson de Souza Ramos e Urly Barreto

A Escola 7-1 SENAI de Bicas

A seguir, um breve histórico dos extintos SENAI e do LICEU de Bicas. O leitor que possuir mais informações, relações de formandos ou fotos, pode enviar para o e-mail do jornal para serem incluídas na matéria.

 O SENAI, uma das mais destacadas e benéficas entidades que existiram na cidade, iniciou suas atividades no dia 02 de agosto de 1946, conforme publicado no jornal O MUNICÍPIO, de 11 de agosto de 1946, e de 01 de setembro de 1946.

LEIA AQUI NO JORNAL O MUNICÍPIO DE 11/08/1946

LEIA AQUI NO JORNAL O MUNICÍPIO DE 01/09/1946

Comemoração dos 6 anos do SENAI em Bicas

LEIA QUI NO JORNAL O MUNICÍPIO DE 10/08/1952

Gesto de gratidão

Os formandos de 1951 prestam homenagens aos professores e instrutores em 16/09/1952.

LEIA AQUI NO JORNAL O MUNICÍPIO DE 05/10/1952

Desfiles

LEIA AQUI NO JORNAL O MUNICÍPIO DE 11/09/1960

Formatura da última turma do SENAI 

LEIA AQUI NA PÁG. 01 DO JORNAL O MUNICÍPIO DE 16/12/1973

LEIA QUI NA PÁG. 04 DO  JORNAL O MUNICÍPIO DE 16/12/1973

Vida ou morte

LEIA AQUI NO JORNAL O MUNICÍPIO DE 27/01/1974

LEIA AQUI NO JORNAL O MUNICÍPIO DE 10/03/1974

Matéria atualizada em 19/12/2017

Formandos de 1963

Time de futebol do SENAI

Wilson Amorim, Walter Lhamas, Edel Arruda, Jorge Riani, Tonico, Helvécio, Arturzinho Roque, Siminho e José Cúgola (em pé)… Luís Carlos, Jary, Vasquinho, Vitinho e Jolivert (agachados)
Vicente Oliveira, Tão Reis, João Sutuba, Timba, Jorge Laurindo e Ulisses Martins(em pé)… Albino, Geraldo José, Antônio Carlos, Ferrerinha e José Luiz (agachados)

Foto, acervo de Maury Barreto, tirada na década de 60, no encerramento de um curso ministrado aos instrutores do SENAI e ferroviários das Oficinas de Bicas. Professoras: Maria Antonieta Silva Carvalho e Wilma Pires.

Da esquerda para a direita: Maury, José Cúgola, Prudente, Juca Gomes, Homero Modesto, Alemão, Ircy Dutra, José de Paula, Cacai Baltazar, Milton Barral, Darcy Maroco, Homero Cândido, Noracy, Rubens Daniel, João Cunha, Paulo Nunes, Laerte Afonso, José Venturelli, José Maria Guarnieri, Fausto de Oliveira, Homero Mattos, Olympio, Sr. Zuzu, Urly Barreto, Jorge Viana e Chiquinho