Primitivos extintos

Recentemente, num  texto  que  aqui  postei,  em  26/04,   manifestei  uma  dúvida  que  talvez  assedie  não  só  a  mim,  mas  grande  parte  dos  brasileiros  ‘de bem’: é  difícil  escolher  quem  é  o  indivíduo  mais  periculoso  da  ‘esquerdocracia’  no  Brasil – .

À época, complementei com o  seguinte  comentário: “. . . assim  sendo,  alguns  com  o  ego hiper inflado  e  com  vistas  a  abocanhar  para  si  o  nada  honroso  título,  atacam  em  duplas,  a  exemplo  do  casal (?!)  Bernardo/Hoffmann.  Ninguém tem dúvida do grau de periculosidade de  Paulo  e  Gleisi,  e,  justamente  trilhando  essa linha  de raciocínio,  foi  que a 2ª turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade (5 a 0), torna-los réus na Operação Lava Jato.  O problema  é  que,  qual  filhotes  de  improvável  acasalamento  de  um  camaleão canalha  com  uma  serpente marginal,  são  furtivos, fugidios  e  dissimulados e,  conforme  explicitado,  agem  em  conluio.

Porém, aqui obviamente excluído aquele  que  simplesmente  rascunha  e  dá  ordens,  jamais  sequer  passando  próximo  do  ‘front’  do  lodaçal,  o  que  lhe  permite  com  a  maior  desfaçatez  alardear  que ‘‘nunca viu  e  nem  soube  de  nada”, felizmente  já  trancafiado – e   falando  nos  que  partem  diretamente  para  a  ação, aqueles  que  operacionalizam  o  crime  individualmente,  ou  seja,  em  se  tratando  de  ações  como  ‘Lobo Solitário’,  há  um  indivíduo  que  efetivamente  suplanta  a  todos  os  demais.

O Roberto Jefferson estava certo!  Sei que é ultrajante se perceber e  ter  de  admitir,  que  coaduna-se  com  alguém  auto declarado  e  facilmente  perceptível  ser  portador  de  uma  mente  talhada  para  o  mal,  e  dar-lhe  razão,  mas realmente,  este  terceiro  elemento  do  tripé  sustentador  do  ‘PeTismo’,  recentemente  reencarcerado,   além  de  náuseas  e  temor,  é  também  causador   “dos  mais  estranhos  e  primitivos  instintos”,  seja  lá  o  que  for  que  Roberto Jefferson  tenha  querido  com  isto  externar  em  relação  a  José Dirceu,  em  sua  célebre  frase,  proferida   durante  o  depoimento  do  ex-ministro  ao Conselho de Ética da Câmara, que Jefferson acompanhou sentado na primeira fila, nos  primórdios  do  ‘mensalão’- agosto/2005.

Além da periculosidade e frieza, cristalinamente manifestadas nos   sempre  fuzilantes  olhares,  Zé Dirceu  representa  – com  licença  cronística –  a sofisticação  do  que  há  de  mais  sórdido  nas  esquerdas  brasileiras,  o  que,  ao  pé  da  letra,  bem  traduzido  e  melhor  dizendo,  resulta  no  que  há de pior para o país.

Parece que depois de tantas e incessantes buscas,  encontrou  enfim  o  seu  merecido destino  final,  por  mais  que  me  doa  ter  de  admitir  tal  sina  a  um  semelhante,  por  mais  que  desumano  eu  possa  parecer,  mas,  foi  mandado para o lugar correto.  Não por ser um  radical  comunista  –  na  essência  do  que  esta  palavra  traduz – pois,  como  democrata liberal  que  me  arvoro,  devo  respeitar  seu  controverso  ao  meu  ponto  de  vista,  aliás,  já  que devemos  buscar  sempre  ver  pelo  melhor  ângulo,  toda  e qualquer  circunstância,  devo  admitir  que  ele  é  realmente  portador de fibra  e  lealdade,  e  por  isso  eu  tenho  respeito,  pela  sua clareza  ideológica,  pois  nunca omitiu suas  ideologias!   Digo que, enfim, encontrou  o  seu  paradeiro,  por  ser   um  ladravaz  dos  mais vorazes e  repugnantes,   um criminoso   recalcitrante  e  audacioso, que se mantinha em contínua e reincidente  delituosidade,  mesmo  quando  em  tramitação  de  processos  contra  ele  ou  até  mesmo  durante  seu  primeiro  confinamento.   E isto eu devo repudiar.

Creio que jamais houve,  nem  mesmo  Luís Carlos Prestes,  não há,  e  dificilmente   haverá  outra  inteligência meramente  digna  de  se  querer  comparar  com  a  de  José Dirceu  nas fileiras  das  esquerdas  brasileiras.  Admito que a prisão de Lula possa ser muito mais  benéfica  ao  país,  em  função  da  retirada  de  cena  do  ‘Buda’ pelo  qual  se  morria,  porém,   a  supressão  da  circulação  e  restrição  de  comunicabilidade  de  José Dirceu  é  muito  mais  danosa  à  quadrilha  PeTista, pois  desestrutura  a  pior vertente  esquerdista que existe: a  que  não  hesita  e   não  mede  sacrifícios (alheios)  e  muito  menos  consequências   para  se  chegar  ao  topo  da  dominação  absoluta,   justamente  a  ala  que,   pelo  ‘Buda’,  seria  capaz  de matar.

Portanto, sua reclusão, agora em caráter definitivo (espero), tem um teor muito mais significativo que  a  prisão  do  ‘bezerro de ouro’  de Caetés/Garanhuns-PE.

José Dirceu sempre foi o mentor e verdadeiro líder. Há inclusive quem diga nos bastidores  que,  na  verdade,  Lula  nutria  por  ele  um  certo  temor  preocupante,  o  que  o  fazia  mantê-lo  sempre  com  os  passos  ao  alcance  da  vista – Casa Civil –  e  que  justifica  o  mais  absoluto  abandono  no  episódio  do  naufrágio  no  mensalão  e  na  primeira  prisão  na  Lava-Jato.

José Dirceu está para Lula, assim como Che Guevara para Fidel Castro, a mentalização  de  toda  a  espinha  dorsal  do  mal  que  aí  está  disseminado,  e  que  mantém  em  constante  circulação todas  as  estrepolias  e  engendramentos   da  marginalidade  que  viça  nos  lamaçais  e  escuridão,  próprias  dos  que  vivem  na  marginalidade.

Outro ponto que  o  distanciava  Mega ‘Anos Luz’  do  ‘Buda’ de Caetés/Garanhuns  é  que,  além  da  e  talvez  pela  inteligência,  apesar  da ambição   e  voracidade,  ele  sabia  que  para  se  manter  ativo,  deveria  distribuir  ‘gorgetas’.  Então, ‘Zédirceu’ não roubava só  para  si  próprio,  roubava  também para corromper, para envolver,  trapacear,  comparsear, redistribuir,  transferir,  aprisionar, enfim,  roubava.

Além do péssimo hábito do roubo compulsivo, por ser também, calculista, meticuloso, frio,  disciplinado,  treinado,  furtivo,  articulado,  organizado,  ambicioso, não  tinha  a  menor  cerimônia  quando  o  assunto  também  versava  sobre  a  necessidade  da  eliminação  de  alguém  que  se  tornara desnecessário  e  representava algum tipo de perigo para a  organização (presente  ou  futuro,  pelas ações do passado).

É um obstinado intransigente quando o assunto é crime e não admite fronteiras para alcançar seus objetivos e, quando  as  há,  se  forem  intransponíveis  na  furtividade,  derruba-as  com  a  cobertura  do  manto  da  sorratez.  Não tem o mínimo resquício de escrúpulos para fazer valer aquilo  no  que  crê  e,  ao  que  resta  provado,  arrisco  dizer  que  a revolução na qual  ele  acreditava,  era  a  de  tornar  o  Estado brasileiro  totalmente  aparelhado e usurpá-lo  na  íntegra,  para  edificar   uma   refinada  e  inquebrantável  estrutura  de poder  no  Brasil  e  daqui  estender  e  gradativamente   implantar  uma doutrina  radical  de  esquerda  na  América Latina.  Lá pelos idos de 1967, fez sua primeira tentativa através da anarquia e da luta armada.  Mais sóbrio agora, achou por bem utilizar um meio mais sutil e eficaz, embora igualmente  vil  e  torpe, talvez  por  ser o  que lhe  restou: o aparelhamento do Estado para roubar (não reparem eu ser tão repetitivo com este verbo)…  São necessidades do enredo.

Felizmente, embora tenha dado trabalho  e  logrado  desvencilhar-se  por  vezes,  foi  pego  e  desmascarado,  já  quando  estava  para  atingir  o  cume que  objetivou  e  galgava   os  últimos  metros  da  escalada  que  planejou  e  executou  milimetricamente.

Assim como a jararaca de nove dedos que foi dominada ao ser atingida no  rabo – conforme  declarações da própria – a  grande  serpente do mal foi decapitada. Zédirceu, mais que qualquer outro, é o maior dos gênios do mal. Idealizador, mentor intelectual e gestor  administrativo  do  diabólico  plano  de  tomada  e  manutenção  do  poder no  Brasil. O mais inteligente,  importante,  lúcido  e  preparado  líder  do PeTismo,  vai  preso definitivamente.  Por enquanto, terá 30 anos para rascunhar novos projetos.

Nota: “O  PT  é  um  partido  estranho, esquisito, que iniciou  com  presos  políticos  e  vai  acabar  com  políticos presos” (Joelmir Beting).

Raposa na granja, mau sinal…

Aqui em ‘Minas Gerais’ há uma nova convenção em vigor… Para o indivíduo ter a sua ‘Carteira Nacional de Habilitação’ (CNH) cassada, tem que passar de 120 (cento e vinte), e que fique  bem  entendido: a  unidade  que  sucede  o  numeral – 120 –  não  é “ Km/h” não,  são  pontos  acumulados  em  seu, nada recomendável,  prontuário  de condutor de veículos,  acumulado  no  transcorrer  de  365 dias.

Muitos talvez dirão que,  para  os  padrões  de  ética  e  conceitos  de  cidadania vigentes  por  aqui,  até  que  não  é   ”TÃÃOOO”  absurdo  assim, e  eu,  infelizmente, teria que me conformar – mesmo não concordando. Outros poderiam dizer: mas,  para  se  desfrutar  desta  maléfica  cortesia,  o  indivíduo  deverá ser influente,  “tem  que  ter as Costas Largas’’! E,  novamente  eu  teria  que  baixar  a  cabeça  e  concordar,  mesmo   espumando de raiva.

Pois, foi muito mais do que isso, o que nos chegou ao conhecimento nesta semana. O cidadão em questão, que malogrou acumular os tais ‘120’ pontos em seu ‘nada recomendável’  prontuário  de condutor de veículos,  é do círculo  de  convívio  íntimo  do  governador  do  Estado, o atualmente ‘réu’ em uma ação de “Impeachment”, Fernando Pimentel, também referido como – ‘Pilantrel’ -.

Entendo eu, que assim sendo,  aí  é  que  o  sujeito  deveria  dar  bom  exemplo,  para  não  trazer  os  holofotes  dos  adversários,  sobre  o  seu  ‘amigo’  e  dar-lhes  munição  para  especulações  e  ilações  desairosas.  Mas é amigo do peito mesmo, viu gente? (desses pelos quais muito se faz).  Tanto é que, em dezembro/2017 (próximo passado), Pimentel nomeou-o  e  empossou-o  no  cargo  máximo  do  DETRAN – MG,  “CHEFE  do Departamento Estadual de Trânsito de Minas Gerais”.

Delegado de ‘carreira’, Dr.  César Augusto Monteiro Alves Júnior,  foi  exonerado  do cargo  na  3ª-feira/08 de maio,  depois  de  muita  protelação (e atropelação),  pois,  em ‘Janeiro’,  quando  o  caso  veio  à  tona,  ele  negou  de  forma  peremptória (mente),  que fosse  ele  o  infrator  que  recebera  os  pontos e,  mesmo  sendo  o  dono  dos  três  veículos  autuados, não deu qualquer explicação e encerrou o assunto. Dias mais tarde, naquele mesmo mês, por  meio  de  uma  simples  nota,  negou  ter  sido  o  motorista que  cometeu  as  infrações,  alegando  que: “… em  nenhum  dos  casos  fui  identificado como  sendo  o  condutor…”-   e  nem  sequer  fui  notificado  sobre  as  infrações.

Ele admitiu ser o dono dos três veículos, mas,  que  além dele,  há  familiares  e funcionários  que  também  conduzem  os  automóveis,  mas também,  não apresentou ninguém  para  assumir  as  infrações,  e  fim  de  papo…

A exoneração foi publicada no Diário  Oficial  do  estado,  o  ‘Minas Gerais’,  na  terça-feira/08 de maio, mas os motivos não foram divulgados. A assessoria de imprensa da corporação ainda teve o desplante de informar que “todas as realocações em seu quadro de pessoal  são  pautadas  em  avaliações  técnico-administrativas”,  e  que  a – realocação – do  delegado  ‘César Augusto Monteiro Alves Júnior’ deve  ser  publicada nas  próximas  edições  do  ‘Minas Gerais’,  assim que ele voltar das férias – afinal,  ninguém  é  de  ferro – mas,  ainda não há data definida.

E mais: “A decisão pela permanência dele se deve ao histórico do delegado  nos  25  anos  atuando  como  servidor  da  instituição,  demonstrando  habilidade  técnica, competência,  compromisso  e  civilidade (imagino!)  com  o  cidadão  comum ”, informou a Polícia Civil em uma nota.

Ainda tiveram a ousadia e o descaramento de exaltar o fato de que teria  o  ‘nobre’   Diretor do Detran-MG  entregue   voluntariamente  a  sua  Carteira Nacional de Habilitação (Ufa!), no  inicio  da  semana,   para dar início ao processo de suspensão. Dessa forma, o delegado se  responsabilizará  pelas  infrações,  como proprietário dos veículos  que  é,  renunciando  aos  prazos  de  defesa  e  ao  direito  de  recurso  para, imediatamente,  se  submeter  ao  ‘Curso de Reciclagem’  e  aos  ditames  nos  termos  da Lei.

Notas

1}  Tô  sentindo  cheiro  de  “CNH”  novinha  em  folha.

2}  Espero que ele não seja agraciado com uma função de ‘Motorista de Escolar’.

3}  Mais  ainda: DHPP (Homicídios e Proteção à Pessoas),  nem  pensar!

.Com&mentário

Difícil escolher quem é  o  indivíduo  mais  periculoso  da  ‘esquerdocracia’  no  Brasil.  Assim  sendo,  alguns  com  o  ego hiper inflado  e  com  vistas  a  abocanhar  para  si  o  nada  honroso  título,  atacam  em  duplas,  a  exemplo  do  casal (?!)  Bernardo/Hoffmann.  Ninguém tem dúvida do grau de periculosidade do casal Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann, e,  justamente  trilhando  essa linha  de raciocínio,  foi  que a 2ª turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por unanimidade (5 a 0), torna-los réus na Operação Lava Jato.

Não fosse a extraordinária sordidez do ministro Dias Toffoli, Bernardo já estaria preso há muito tempo, pois é graças a um ‘habeas corpus’ concedido pelo ex-advogado do PT, que ele está  livre  da prisão. Todavia, daqui para frente a situação vai se complicar para a terrível dupla, acusada de lavagem de dinheiro e corrupção passiva na Operação Lava Jato.

Aliás, não fosse também a interferência do ainda ‘coronel’ Renan Calheiros, confessada na frente do então presidente do STF, Ricardo Lewandowski, o casal já estaria respondendo ao processo-crime há mais tempo.  Renan, em rede nacional de televisão, disse que interferiu junto ao STF para livrar a senadora da condição de ré. Lewandowski, presente, não se manifestou.  Lamentável e vergonhoso!

Porém, o ex-ministro Antonio Palocci conta em sua proposta de acordo de delação premiada, que a anulação das provas da Operação Castelo de Areia, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), rendeu R$ 50 milhões ao PT, pagos pela empreiteira Camargo Corrêa. Ele diz que parte desse dinheiro foi entregue a Gleisi  Hoffmann, que seria eleita senadora. Ela é a atual presidente do Partido dos Trabalhadores. A informação é da revista Veja/Diário do Poder.

A Construtora Camargo Corrêa era o principal alvo da Operação Castelo de Areia, que investigou supostos crimes financeiros e lavagem de dinheiro. A operação chegou ao fim em abril de 2011, quando foi anulada pela 6ª Turma do STJ.

A senadora Gleisi Hoffmann, do PT, e o marido (?!) dela, o ex-ministro Paulo Bernardo, foram citados na delação premiada do empresário Marcelo Odebrecht e, por força da prerrogativa de foro da senadora, o casal é investigado no Supremo Tribunal Federal. Marcelo contou ao Ministério Público, que Paulo Bernardo teria pedido repasses via caixa 2 para as três últimas campanhas de Gleisi.  Foram R$ 150 mil na campanha à Prefeitura de Curitiba em 2008, R$ 500 mil em 2010, quando ela venceu a eleição para o Senado, e R$ 2 milhões para a disputa ao Governo do Paraná em 2014. O dinheiro teria sido descontado da conta “italiano”, que eram os valores separados pela Odebrecht para o ex-ministro Antônio Palocci. Segundo o delator, “Palocci teve que autorizar os repasses, então veio a autorização de Palocci de dar esse apoio à Gleisi”, afirmou Marcelo Odebrecht.

Em 2009, a Odebrecht negociava uma linha de crédito de R$ 1 bilhão junto ao BNDES para fechar negócios em Angola. De acordo com Marcelo Odebrecht, Paulo Bernardo, que na época era ministro do planejamento, teria encaminhado a solicitação de uma contribuição de US$ 40 milhões, a pedido do ex-presidente Lula, para autorizar a linha de crédito.

Em nota, a senadora Gleisi Hoffmann informou que não tem conhecimento do teor das delações e só vai se pronunciar quando tiver informações oficiais a respeito. A petista ressaltou que as prestações de contas de todas as campanhas foram aprovadas pela Justiça Eleitoral. Paulo Bernardo afirmou que nunca fez qualquer pedido ilícito ou teve conversas com executivos da Odebrecht.  Até aí, ‘tudo como d’antes  no  quartel dos meliantes’,  mas  o  que  vem   a  seguir,  é  de  deixar  envergonhado  até  mesmo  ‘Joaquim  Judas Silvério Iscariotes’.

O que era inimaginável, seria o quanto cada um  dos  componentes  da  explosiva  dupla,  poderia  ser  vorazmente  predador individualmente,  inclusive  praticando  atos  de  traição  com  o  próprio  cúmplice  de  célula,  visto  que  em  nível  de  quadrilha (PT)  já  restou  provado  que  lealdade  não  é  um  traço forte  entre  os comparsas,  abandonar  ‘cumpanhêro’  sangrando  à  beira  do  caminho,  é  regra,  tá  no  manual.

Mas, nada melhor que o passar do tempo e o convívio  prolongado  e  intenso  com  alguém,  para  se  lhe  estudar  os  verdadeiros  arroubos. O ex-ministro Paulo Bernardo, réu no Supremo Tribunal Federal (STF), juntamente com a sua esposa (?!), Gleisi Hoffmann, em sua linha de defesa apresentada na semana passada ao ministro Edson Fachin, busca dissociar-se da atuação da senadora (Incrível).

Para sua defesa, os advogados de Paulo Bernardo contestam a acusação de que  ele  seria   integrante da quadrilha composta por membros do PT, onde se incluem os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff e a própria Gleisi.

Tese da defesa de Paulo Bernardo

Didaticamente, os advogados do ex-ministro reforçam que ele é apenas casado (?!) com Gleisi, mas que – fora das 4uatro paredes – não tem qualquer relação com a suposta organização (Quase me recuso a acreditar).

A união conjugal não pode ser argumento para demonstrar a sua participação, nem é suficiente para configurar o delito de organização criminosa, explicam os advogados. Estrategicamente, Paulo Bernardo tentou sair ileso. Me parece, no entanto, que ele  não esteja  sendo muito fiel à esposa, deixando-a sozinha sob a mira da Justiça,  onde  Gleisi fatalmente será condenada (seria vingança?!).

No script encenado no palco do macabro e “parceirafágico” teatro, montado pelo  não  menos, Paulo Bernardo, teria o ex-ministro reagido com extrema indignação, ao tomar conhecimento de que a esposa, senadora Gleisi Hoffmann, foi acusada de ter recebido propina da construtora Odebrecht.

As planilhas com os ditos repasses foram entregues para o Ministério Público pelo delator Benedito Júnior, aquelas nas quais a  senadora é identificada  pelo codinome ‘Amante’, fato que causou ainda mais desconforto para o casal e a ira de Paulo Bernardo, notadamente por que os codinomes utilizados pela empresa normalmente têm  explícita  e  intensa  relação com  fatos  da vida real.

Logo vieram os questionamentos, com tom de ironia, maledicência e maldade sobre quem seria o tal ‘amante’ da senadora.  Porém, de qualquer forma, independente da relação (extra) conjugal ou não (?!), o delator confirmou que  o  codinome  ‘Amante’  é  referente e se trata da  senadora PeTista e garantiu que ela recebeu repasses equivalentes a R$ 5 milhões.

Nem que seja nesse  momento,  dizem  que  o ex-ministro reagiu com ‘rigidez e firmeza’, garantindo que  Gleisi  não  era   a   ‘Amante’.

Fontes falaciosas e palacianas dão conta de que nos  ‘rega-bofe’  do  planalto, o codinome  nada  elogioso  do  ex-ministro é: Paulo “do membro’ Hibernado!

Cala-te boca…

Comuníssimo aos comunistas

Ele nasceu em 24 de março de 1932, numa família de pequenos comerciantes judeus, estabelecidos em Erlaa, subúrbio operário de Viena, na Áustria, onde viveu uma infância normal até os seis anos de idade, quando, em 1938 a Áustria foi anexada à Alemanha. Em 1940, juntamente com seus pais e toda sua família, fugindo dos flagelos múltiplos da guerra (violência, morte, fome) e, no seu caso particular, a perseguição aos judeus na Europa, veio para aquela que o receberia, assim como recebe a todos, de braços abertos, ‘A Nossa Pátria Amada e Idolatrada, Brasil’, onde, aliás, já tinha inclusive alguns parentes, estabelecidos em São Paulo.

Ainda jovem, em 1948 – portanto aos 16 anos – já dava mostras de seu ‘perfil’, pois se encontrava no movimento de cunho kibutziano Dror (atual Habonim Dror Brasil), movimento juvenil judaico Sionista-SOCIALISTA, que é parte integrante do Movimento Kibutziano Israelense, maior movimento juvenil judaico não religioso do mundo. Em 1951, com todas as oportunidades que teve na nova Pátria adotiva, formou-se em ‘eletrotécnica’, no ensino médio da Escola Politécnica Getúlio Vargas, de São Paulo, e, mais uma vez, diante das benesses oferecidas por um país em franco desenvolvimento, exerceu sua profissão, na plenitude das oportunidades, entre 1952/1956, em uma fábrica de aparelhos de ar-condicionado, na região do ABC Paulista.

Nesse período, filiou-se ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, militando no ‘Movimento Sindical’, e, como tal, “liderou” a ‘histórica’ Greve dos 300 mil, que paralisou “TODA” a INDÚSTRIA paulistana por mais de um mês, em 1953, sem nem mesmo ter a cidadania ‘brasileira’, a qual, ainda assim, obteve em 1954. Tal greve trouxe seríssimos problemas com seus efeitos ‘cascata’, desde o desabastecimento, multas por não cumprimento de prazos com exportação, desemprego frente à incertezas, etc, etc.

Posteriormente, estudou economia na Universidade de São Paulo (USP), ao mesmo tempo em que desenvolvia atividade político-partidária no “Partido Socialista Brasileiro” (PSB). Graduado em 1959, no mesmo ano participou do lançamento da pedra fundamental da ‘POLOP’ – Organização Revolucionária Marxista Política Operária, agremiação-célula, constituída por membros da ala mais à esquerda do PSB,  que viria a se constituir, oficialmente, via ‘congresso’ e tudo mais, no começo de 1961. Uma praga, que não por acaso, viria a embrionar todas as demais: Comando de Libertação Nacional (Colina), Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), Partido Operário Comunista (POC), Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares), Movimento Comunista Revolucionário (MCR), Movimento de Emancipação do Proletariado (MEP), Organização Marxista Proletária (OMP); mas, não parou por aí.

Em 1960, sempre em pleno deleite das facilidades da ‘Mãe Gentil’, já havia iniciado sua atividade como docente na USP, como ‘Professor Assistente’. Em 1966, obteve o grau de doutor em sociologia, com um estudo sobre ‘Desenvolvimento Econômico e seus Desdobramentos Territoriais’. A tese deu origem ao livro “Desenvolvimento Econômico e Evolução Urbana”, sob a orientação do professor Florestan Fernandes.

Também na USP, era ‘Professor-Titular’ na ‘Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade’. Entre 1966/1967, com ‘Bolsa’ cedida pelo Ministro Pedro Aleixo, do então ‘MEC’ dos ‘Sanguinários Militares’, estudou demografia na Universidade Princeton, nos Estados Unidos. Em 1968 apresentou sua tese de livre-docência – Dinâmica Populacional e Desenvolvimento -. Nesse mesmo ano, retoma suas atividades como professor da USP, até ter seus direitos políticos cassados pelo AI-5 e ser aposentado, compulsoriamente, em razão de suas atividades políticas, em 1969.

Ainda assim, mesmo com tudo isso, nesse mesmo ano, participa da fundação do CEBRAP – Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, com várias outras ‘Cabeças Premiadas’ e ‘Excelências Pardas’, pesquisadores e professores expulsos da universidade, como Celso Lafer, Eunice Ribeiro Durham, Fernando Henrique Cardoso, José Arthur Giannotti, Ruth Corrêa Leite Cardoso, Carmen Sylvia Junqueira, Paulo Sandroni, que se constituiu em importante núcleo de oposição ao ‘Regime Militar “Necessário” de Governo’, felizmente vigente no país.

A partir de 1979, voltou à atividade docente, como professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde permanece por quatro anos, chegando a ser ‘Chefe’ do Departamento de Economia e ‘Membro’ do Conselho Universitário. Em 1980, já anistiado, fez uma das maiores ingratidões com aquela ‘Pátria’ tão gentil que o acolhera: ajudou a fundar o Partido dos Trabalhadores (PT), ao lado de outros ‘intelectuais(?)’ historicamente ligados à esquerda. No ano seguinte, 1981, integrou a 1ª ‘Diretoria Executiva’ da Fundação Wilson Pinheiro, antecessora da Fundação Perseu Abramo, com o apoio partidário instituído pelo PT.

Atuou no Cebrap, até 1988, quando então foi nomeado Secretário Municipal de Planejamento de São Paulo, durante a gestão de Luiza Erundina (PT), na Prefeitura de São Paulo (1989-1992). Foi também, ‘Secretário Nacional de Economia Solidária’ nos governos dos ex-presidentes Lula (2003-2011) e Dilma (2011-2016).

A exemplo, um filme sobre a trajetória desse personagem deve ser lançado no final de 2018, dirigido por Ugo Giorgetti. Políticos e personalidades lamentaram, na noite de 2ªfeira (16) e, na manhã desta 3ªfeira (17), a morte do Professor, Dr. Paul Israel Singer, aos 86 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde ele estava internado e teve uma infecção generalizada (septicemia). O velório acontece nessa terça-feira, a partir das 09h, no “CEMITÉRIO ISRAELITA” do ‘BUTANTÃ’ – encravado entre a ‘Região’ dos Jardins e o Bairro do Morumbi, uma das mais nobres da capital Paulista, onde o sepultamento ocorrerá às 14h30.

Se não acreditarem, sinto muito, mas minhas mais sinceras condolências à família enlutada, pois toda perda humana é irreparável, porquanto todo ser é único.

Porém…

PS: Notas/Questionamentos/Indagações/ do escriba.

Abandonou a terra natal fugindo da perseguição de dois regimes totalitários – Nazista/Comunista – e aqui na ‘Pátria’ que o acolheu e deu todas as oportunidades, sempre trabalhou em desfavor da Democracia e do Capitalismo. P O R  Q U E ?

Por que não se internou em um Hospital Público?

Por que não foi velado no Diretório do PT, ou na Sede do Sindicato dos ‘Metalúrgicos’, ou…

Por que não foi sepultado no ‘Cemitério Público de Villa Matilde’ ou no ‘Cemitério Municipal de Carapicuíba’?

POR QUE?

Pêsames, más escuchame mucho

Direciono minha mais sincera solidariedade à família dessa cidadã, Marielle, visto que para  pai, mãe, irmãs, filha, companheira, a  dor  da  perda  é tão  incalculável  quanto  infindável.  Toda perda humana é irreparável, porquanto, todo ser é único.  Porém, passados 12 (doze) dias do assassinato da  vereadora  pelo PSOL,  no  município do  Rio de Janeiro, Marielle Franco,  visto  várias  informações  que  vieram  à  tona,  seja  por  declaração  de  autoridades,  correligionários dela,  na  mídia  oficial,  na  televisão,  em  colunas,  sites,  no  face, etc, sinto-me  mais  à  vontade  para  tecer  minhas  intuições  sobre  o  brutal  fato,  tanto  quanto  me  sinto  mais  embasado, pois  até  o  fato  ocorrido,  eu  nunca  ouvira  falar  sobre  Marielle.

Conforme noticiou uma colunista, a desembargadora Marilia Castro Neves, do Rio de Janeiro, acusou as esquerdas de querer converter o nefasto ocorrido em palanque  político. Drª Marilia combatia a narrativa da extrema esquerda de que Marielle era uma “lutadora dos direitos humanos e líder de uma população sofrida”, acrescentando que ela “foi eleita por uma  ‘Facção Criminosa’ e descumpriu ‘compromissos’ assumidos com seus apoiadores”. E vaticinou: “Ela, mais do que qualquer outra pessoa ‘longe da favela’, sabe como são cobradas as dívidas pelos grupos entre os quais ela transacionava.” Até nós sabemos disso.

Mas não foi só a Dra. Marília que aventou tal hipótese.  Em menos de 48 horas após a execução da vereadora, a versão que circulava em todas as áreas de favelas (local onde o mundo real acontece), era praticamente  consenso:

“O crime tem autoria e motivação bem definidos.”

Basicamente, o que se comenta é que Marielle teria sido vítima de represália ao seu  posicionamento,  de  ter  saído em defesa da Comunidade  de  Acari,  que  é controlada por  adversários  daqueles  da  sua  origem.  Alguns dias atrás, a vereadora denunciou “abusos” das forças armadas naquela comunidade. O simples fato de ela sair publicamente em defesa de uma comunidade controlada por uma facção rival já é motivo bastante para provocar ira, sendo tal postura considerada uma traição de morte, no código de “honra” das organizações.

Só que, no meio de tanta invencionice e discussões no momento errado, agora, o nosso esforço para desmascarar a narrativa plantada pela hegemonia dominante será muito maior. Nos resta, portanto, pressionar todos os veículos de comunicação, OAB, entidades de Direitos Humanos, ONGs, e todos os seus representantes públicos, para manterem o mesmo empenho na apuração dos fatos, ainda que seja confirmada a hipótese de acerto de contas entre facções, bem como o envolvimento do PSOL no recebimento de valores oriundos do tráfico. Vamos ver se essas entidades terão a dignidade de se retratarem publicamente, retirando essa morte do colo das forças de segurança.

A verdade é que jamais saberemos ao certo o que determinou a morte da vereadora, mas temos certeza de que seu comportamento, ditado por seu engajamento político, foi determinante para seu trágico fim.  Drª Marilia fez  questão de  frisar  que sua questão não era  pessoal,  que  estava  apenas  se  opondo à politização da morte da  vereadora, e  que apenas  havia  dado a sua opinião como cidadã,  já  que  não  atua  na  área  criminal.

Porém, a minha questão, se não um viés, tem  pelo  menos  um  enfoque  mais  pessoal,  pois,  recentemente,  a  médica  Gisele Palhares Gouveia,  de 34 anos,  foi  assassinada  na  Linha Vermelha,  com  dois  tiros  na  cabeça,  após  uma  tentativa  frustrada  de  assalto.  Essa sim,  podemos  afirmar  que  devotava  sua  vida,  como  ‘médica’  que  era, a  salvar  outras  vidas,  muitas  das  quais,  vítimas  dos  políticos  que  escorcham  as  verbas do erário  público,  que  deveriam  ser  destinadas  à  saúde,  ou  dos  financiadores  ocultos  de  certas  campanhas,  com  suas  ações  cotidianas  de violência.

Além do mais, Drª. Gisele Gouveia, apesar de ser mulher, não  era  feminista,  não  se auto- apregoava ser  negra  ou  favelada  e  não  divulgava  frequentar  os  círculos  LGBT,  assim  como  não  militava  em  partidos políticos  como o PSOL,  nem  movimentos  ‘sociais’,  tipo: MST, CUT,  assim  como  não  estava amparada  em  nenhum  programa  ‘social’  ou  ‘de  cotas’  do  governo.  Enfim, Drª. Gisele não preenchia nenhum requisito básico que a fizesse  merecedora de ‘comoção/mobilização (inter)nacional’, nem tampouco atenção do  pessoalzinho  dos ‘Direitos Humanos’. Resumindo, Dra. Gisele era assim como eu e  você: “ninguém”!

Notas

1) A vereadora Marielle tinha sua plataforma de lutas  montada  sobre a  base pentagonal de: ‘mulher, negra, favelada, homossexual e esquerdista, além de  ter  um  grito  de  guerra: “Lugar  de  mulher é  onde  ela  quiser!!!”

Pergunto eu, então:

l) Caso eu venha a me candidatar a alguma coisa, poderia eu lançar uma plataforma dizendo: “Sou homem, branco, moro em um condomínio de classe média, sou heterossexual e direitista.”

ll) Em alusão ao ‘Grito de Guerra’, “Lugar de mulher é onde ela quiser”, altamente premonitório e intuitivo, não?

2) Recentemente, a simpaticíssima  ‘Procuradora-Geral da República’, Drª. Raquel Dodge,  andou  aventando  desarquivar  o  inquérito  que  tentou  apurar  a  morte do  Deputado  Rubens Paiva. Extremamente plausível, assim como o do jornalista  Vladmir Herzog, e  tantos  outros  que  morreram  simplesmente  por  fazer  uso  de um  dos  mais  básicos  direitos  de  um  cidadão,  sendo  precedido  apenas  pelo  de  ‘ir e vir” – o de manifestar  livremente  seus  pontos de vista – . Nada a ver  com  os  guerrilheiros  que  pegaram  em  armas  e  promoveram  o  caos,  através  de  assaltos, sequestros  e  mortes: Dilma Roussef, Aloysio Nunes, Fernando Gabeira,  José Genoíno,   Carlos’s  Lamarca & Marighella,  Stewart Angel.

3) Sugiro, então,  a essa  combativa  ‘Procuradora’, assim  como  ao  brilhante  Ministro  de “Tanta Coisa”,  Raul  Jungman, que  além  dos  já  classificados  como  plausíveis,  também  se  detivessem  com  afinco,  nos  inquéritos  que  já  quase  desvendaram  as  mortes:  do  ‘Soldado’  Mário Kozel  e,  um  bem  mais  recente,  o  do  prefeito  assassinado  de Santo André, Celso Daniel,  além de  um  cuja  alma ainda  nem  teve  a  missa  de  01 ano, o  da  Drª.  Gisele Palhares Gouveia.

Réquiem in pax terra.

Petiscos “in” formais

Dai a Sepúlveda o que lhe “Pertence”

O  ex-ilustre jurista  e  ex-ministro  do STF, Sepúlveda Pertence,  teve uma reaparição  no cenário de defesa do êis-prizidente Luizinásso Daçíuva, que está evidenciando seu  trágico fim de carreira. Tentando justificar o injustificável, o adêvogado do meliante PeTista cometeu um sério deslize ético-profissional.  É sabido que a causa de Lula lhe valeu uma boa fortuna…  Milhões e milhões de reais e, no entanto, ele afirmou em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, que está trabalhando ‘de graça’ para o ex-presidente.

A flagrante ‘mentira’, além de ter o intento de isentá-lo do pagamento do imposto de renda, quebra o código de ética da OAB, que proíbe aos advogados de atuarem ‘gratuitamente’ em causas com fins eleitorais e políticos. A rigor, a OAB só permite aos advogados a ‘advocacia gratuita’, para ONGs ou entidades sem fins lucrativos.

Uma OAB fortemente ética  e  com  pessoas  decentes  nos  postos de  comando,  com  certeza, iria instaurar um procedimento ético-disciplinar contra o profissional,  mas  são todos  farinha  do  mesmo  ‘tubérculo’!  Num país sério e soberano, esse canalha  fatalmente perderia o seu registro.

Aqui no Brasil, “se ficar ?!”, ficará somente desmoralizado;  porém,  o  desmoralizado  mais  ‘milionário’  do mundo.

Cada um faz as suas escolhas!!!

Gleisi Maluca

Na terça-feira, logo após a votação no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi massacrado pelo placar unânime de 5 a 0, com todos os ministros votando pela denegação de seu Habeas Corpus, a senadora Gleisi Hoffmann tomou a decisão de ir novamente se ver com a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).  A senadora irrompeu o gabinete exigindo ser recebida pela presidente da corte, mas, a ministra, informada da situação, recusou-se a receber a PeTista.

Antes, porém, no dia 28 de fevereiro, Gleisi , acompanhada de algumas senadoras e conduzida pelo ministro Ricardo Lewandowski, havia conseguido ficar frente a frente com a presidente do STF e,  na ocasião, pega de surpresa, Cármen Lúcia ouviu polidamente a caravana, sem esboçar qualquer reação. Apenas ouviu.  Desta feita, Gleisi, transtornada, fez ameaças e disse que só deixaria o local após falar com Cármen Lúcia.  Por muito pouco a segurança não foi acionada,  não  fosse  a  intervenção  do  ‘Agente Infiltrado’,  Dias Toffoli, que apareceu e convenceu a senadora a se retirar, evitando a ação dos seguranças da casa.

O que se denota é que a mulher está completamente insana, totalmente desesperada, incapaz de medir as consequências de seus atos.

Não respeita nada e nem ninguém.

Rombo no Fies

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) descobriu rombo estimado em R$ 20 bilhões no Financiamento Estudantil (FIES), entre 2009 e 2015, cifra que coloca em xeque um dos principais programas do Ministério da Educação.

‘Não posso deixar de destacar minha indignação com o descalabro na gestão do FIES’, disse a relatora do processo no TCU, ministra Ana Arraes, durante a sessão de análise do parecer. Em votação unânime, os ministros do tribunal determinaram a intimação de oito autoridades dos governos de Lula e Dilma para depoimentos sobre o perdulário escândalo na Educação.

Entre os intimados estão os ex-ministros da pasta, Fernando Haddad, Aloizio Mercadante e José Henrique Paim, além do ex-titular do Planejamento, Nelson Barbosa, e da ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior (‘viuva’ do ex-prefeito  assassinado  de  Santo André, Celso Daniel, PT). Todos estão instados a apresentar justificativas para o ‘descalabro bilionário’.

No entanto, ao final do processo, podem ser punidos apenas com multas de até R$ 54 mil e inabilitação para o exercício de cargos em comissão e funções de confiança no serviço público.

Cumpre-me informar: hoje, um dos principais problemas com inadimplência nas agências da “Caixa Econômica Federal” vem dos desregrados e levianos contratos firmados através do FIES na última década. Por ter punição branda – quase nula – e, diante da crise econômica que está devastando o país, a expressiva maioria dos estudantes, formados graças ao subsídio dos cofres públicos dos pagadores de impostos, não paga sequer a primeira parcela da dívida. Há agências da Caixa onde o FIES representa 90% da inadimplência.

Outro detalhe que merece destaque é a constatação da auditoria do TCU apresentada no relatório final: ‘É certo que o FIES passou a ser visto não apenas como oportunidade de acesso ao Ensino Superior, mas também como chance de realização de negóciatas’.

Aliás, uma das maiores beneficiadas com a má gestão do FIES foi a principal empresa do setor privado de ensino no Brasil (que coincidência, meu), que tem entre seus sócios-proprietários, um dos ex-titulares do Ministério do Turismo da Era PT, Walfrido dos  Mares  Guia, o mesmo que ‘empresta’ os famigerados jatinhos utilizados pelo Luizinásso Daçíuva  em  suas  piruetas.

O jatinho Cessna Aircraft, prefixo PR-BIR, utilizado pelo êis-prizidente  para ir até Curitiba prestar depoimento ao juiz Sérgio Moro, é de propriedade  do  Senhor  Walfrido ‘Mares & Ares’ Guia,  que é empresário dos setores de educação e de saúde. Segundo o site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave está em nome da “SAMOS” Participações, empresa que tem o ex-ministro como sócio.

Não é a primeira vez que esse bondoso senhor empresta uma aeronave, sem nenhuma segundas  intenções… Canalha-mor, no ano passado, ao menos um deslocamento de Lula para Brasília foi feito em outro avião do empresário.  Em 2007, enquanto era ministro de Lula, Mares Guia foi acusado de participar do escândalo chamado de “Mensalão Mineiro”, que envolvia a arrecadação irregular para a campanha ao governo de Minas Gerais, do tucano Eduardo Azeredo.

A manobra fiscal detectada pelo TCU, indica que os governos Lula e Dilma, apenas com os contratos firmados até 2015, também ocultaram um passivo de R$ 55 bilhões com as ‘Universidades’ privadas que deve ser pago pelo Tesouro Nacional até 2020

O Dida (Aldemir Bendine)

A única novidade que vem de Curitiba sobre Aldemir Bendine, ‘o Dida’, não é sua condenação por Sergio Moro a 11 anos de prisão por propinas recebidas na Petrobras. Em breve, estrepolias do período em que esteve à frente do Banco do Brasil nos governos de Lula e Dilma, devem vir à tona. E, o mais surpreendente, o próprio Dida está relatando várias histórias à PF, mesmo sem estar fazendo delação premiada. O ‘News’ safado da área tem descrito esquemas de liberação de empréstimos a empresas que devolviam 1% a 2% do valor recebido a quatro intermediários. Este percentual era dividido entre Bendine e o seu grupo, o PT e partidos aliados.

O esquema, contudo, de acordo com o que ‘Dida’ contou, começou antes de sua ida para o comando do banco. Ele chegou a dizer que, no dia em que a caixa-preta do BB for aberta terá que ser construído um presídio só para o pessoal envolvido nestas fraudes. (Takelpa Riu).

Notas

Impressionante é que, quando as trapalhadas da  BR-Petrobras  vieram à tona,  esse sujeito  foi  colocado  na  presidência  com  ‘pecha’  de  bom  moço e a tarefa  de  ‘sanear’  as  finanças  da  empresa. No entanto, o melhor que  ele fez,  foi  levar  o  esquema  de ‘arrecadação’  do  Banco do Brasil  para  sua  nova  teta.

Conhecido  nas  rodas  de malandragem como “Full Dida’!!!

Intervindo na intervenção

Conterrâneos ‘compatriotas’, não se iludam! Essa ‘Pseudo, Alegórica, Fantasiosa e Pirotécnica Intervenção’ foi idealizada, concebida, projetada, programada e vem sendo operacionalizada  ao custo previsto de R$ 1.100.000.000,00 (um bilhão e cem milhões de reais), com o objetivo escancarado de cair no vazio. Falhar… Dar errado…

Em latim castiço poderíamos dizer, “Disputatio dulcis est somnus vacant”, ou, traduzindo para um português nada castiço, “Conversa mole para boi dormir”… Famoso: “Vernáculus flácidus quest dormitare bovinus levarum”.

Senão vejamos:

Pra começo de conversa, embora talvez nem seja o mais evidente e relevante dos detalhes, é só na concepção desses canalhas – que de bobo nada têm – uma vez que a intenção deles é realmente que o ‘plano’ naufrague, pois jamais se pode imaginar uma intervenção séria, cujos passos, ações, métodos etc são discutidos na mídia cotidianamente e/ou divulgados amplamente na mesma antes de serem implementados. Pô, ações como essas são arquitetadas no mais pleno sigilo… É segredo de estado.

O idealmente correto é que os bandidos – tô falando nos assumidos – não soubessem quem são: o General Interventor, o Secretário de Segurança Interino, o Comandante da ‘Polícia Militar’, o chefe da ‘Polícia Civil’, nada de holofotes, nada de mídia e pronto!

Não interessa nem a nós, população oprimida, o nome dos atores e das atrizes, nem a trama e o enredo; queremos sim, é ver ação de verdade e, incrivelmente, é a primeira vez que nós exigimos não saber, mas determinar qual será o fim do filme.

Mas, o que se vê… Dezenove (19) dias passados da decretação da ‘peça’ denominada “Intervenção”, e nem um ‘inimigo’ aprisionado; muito menos, eliminado; nenhuma ação foi tomada, a não ser uma ‘patética’ e inócua remoção de obstrução em vias de acesso – que no mesmo dia já foram re-alocadas.

Após essa operação ‘três patetas’ – a que supostamente desimpediria as vias de acesso -,  quando a tropa deixou a comunidade a bordo de caminhões abertos, foram seguidos na Av. Brasil, durante um bom tempo e razoável percurso, por marginais em várias motos (sempre em duplas) e com rádios transmissores informando rumos e manobras.  Tudo isso filmado pela equipe de uma emissora de televisão, que também acompanhava o périplo e a tudo observava.

Só os que estavam sendo seguidos é que não se aperceberam, sendo que, entre tudo que se espera desses ‘bravos soldados’, no caso específico de incursão em ‘Cenário Conflagrado’, incluem-se: a tarimba, a perspicácia e a percepção de ações à sua volta. Isso é o ‘minimórum’ básico do instinto de sobrevivência, em especial quando a tocaia/retaliação é feita de forma tão ostensiva e até hoje estão fazendo ‘reuniõezinhas’ e tomando ‘cafezinhos’ para escolha de nomes.

Teve até cerimônia de posse!!! *#*@$%§+ 😡

Cenário de confronto declarado não é ‘theatro’ de encenação e exposição de peças artísticas.  Acabou a última sessão, fecham-se as cortinas e apagam-se as luzes… Vamos todos bonitinhos para casa e amanhã tem mais. É renhido 48 horas por dia. Não cessa! Ou será que nossos militares batem cartão às 17h48, e a partir daí seus fuzis são bloqueados por um aplicativo eletrônico. Os bandidos também?

Essa palhaçada tem no topo do escalão hierárquico, o Ministro da Segurança Pública, um ‘civil’, Raul Jungmann, comunista de carteirinha, que absurdamente também já o foi ‘da Defesa’,  comandando Generais, Brigadeiros e Almirantes, sendo que nada entende de estratégias, cenários, operações, fortificações, emboscadas. No seu “cu rridículo”, apenas  ex-presidente da FUNAI. Roubou o quanto pode!

Centenas de armas ‘moderníssimas’, de todos os modelos e calibres, aprisionadas com a bandidagem ou em trânsito ilegal para tráfico, e precisa de autorização de um judiciário espúrio e infiltrado para que se as distribuam para as forças da corporação do bem? Acho que a bandidagem tem exclusividade para utilização de tal armamento.

Ah, vão enganar as mães e as mulheres (ou parceiros) de vocês, seus canalhas! Isso tá tudo ‘ajêitadim’, simplesmente para desmoralizar as ‘Forças Armadas’ e retirar uma das bandeiras do mais proeminente candidato da direita, Capitão/Deputado Jair Messias, “O Mito” Bolsonaro!

Trata-se tão-somente de mais um “faiz diconta pra vê cuméquifica”. Uma das tramas mais urdidas e implementadas pelos facínoras de todos os poderes e escalões, suportada em modelo estatístico, onde o ‘universo’ de dados a ser pesquisado é o ‘limite de tolerância’ do povo mais ‘pusilanimemente’ tolerante.

Brasileiros e brasileiras… Venham para as ruas… Vão às manifestações…

Tirem espontaneamente a ‘bunda’ da cadeira para se manifestarem, ou, muito breve, as terão arrancadas dos confortavelmente convenientes assentos em que se encontram; porém, para uma finalidade bem diversa daquela ensejada.

Eu ‘declaro’ é UNA’FI(a)SCO

A frequência com que esquemas de corrupção vêm sendo devassados  no  Brasil  tem  suscitado  um  tão  incômodo  como  inexplicável questionamento:  como,  diante  de  casos  tão  escandalosos,  os  políticos     nunca  foram  descobertos  pela  “Receita Federal” ? Os  integrantes –   ‘Auditores Fiscais’ –  nos  últimos  tempos (2017)  se  sentiram  tão  constrangidos,  que  entenderam  por  bem  fazer  circular   uma   campanha  de     “Marketing de auto-exaltação”.  Não sei de  onde  tiraram  a  verba  para  tal…  Será que a declararam? Ou foi um presentinho?

Sei que a alegação será ‘uníssona’: “Ah,  mas  nós  não  podemos  fazer  nada,  temos  ‘chefia’  acima  de  nós, cumprimos  ordens, etc.  Mas,    esse  pessoal  é  concursado,  tem  estabilidade ou  será  que  eu  estou  enganado.  E  mesmo  que  não  tivesse,  onde  estão:  a  honestidade,  a  ética,  a  decência,  o  compromisso  com  a  verdade  e  a  correção,  os  valores ou  será  que  tem  valores ($$$..)  envolvidos.

A resposta pode estar  na  existência  de  uma  lista  “VIP”  – na qual  políticos,  magistrados,  ministros são  os  principais  ocupantes  – relação esta,  pasmem,  de contribuintes com “Foro Privilegiado Fiscal (?!)”  a  qual  é protegida  por  um  sistema  interno da Receita,  ‘Ultra Sofisticado’,  que alerta quando  dados  da  mesma  são  acessados  por  algum  hacker,  e,  não  para por  aí,  quando  tal  acontece,  auditores  responsáveis  pelo  sigilo  em  questão,  são  interpelados  a  dar  explicações,  quando não,  são  punidos  com  as  temíveis  “transferências”  para  locais  nada  agradáveis.

A lista não é lenda; ela, de  fato,  existe,  mas,  é  claro,  não  com  esse  nome.  Trata-se de um  conjunto de  contribuintes  que  são  classificados  como  “Pessoas Politicamente/Publicamente  Expostas” (PPEs)  e  sobre  os  quais,  em  tese,  deveria  existir  um  controle  mais  rigoroso  no  que  diz  respeito  a  operações  financeiras,  visto  serem  cidadãos  mais  passíveis  de assédio  corruptor,  e,  no entanto,  dá-se  exatamente  o  contrário.

A fala não é minha, vem da própria Unafisco (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil), que não existe um tratamento mais rígido para essas declarações por parte da Receita Federal. Ao contrário, elas são tratadas sim, de forma diferenciada das dos cidadãos comuns, porém, com menor rigor na fiscalização.

Para elaborar a referida lista, a Receita ampara-se nas resoluções do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), que considera um ‘PPE’ o cidadão que desempenha uma função pública relevante. Na última resolução do órgão, de dezembro do ano (2017) passado, novos atores foram incluídos ao grupo. Entre eles, membros dos Tribunais Regionais Federais, do Trabalho e Eleitorais; presidentes e tesoureiros de partidos políticos; deputados estaduais; prefeitos e vereadores. Nessa lista, que, para  mim,   de  VIP  nada tem,  estão  acobertados  inclusive  funcionários de  alto escalão de empresas estatais. Segundo Kléber Cabral, a receita estaria perseguindo os auditores fiscais que acessam dados de pessoas dessa lista, como forma de protegê-los.

As faixas de  isenção  superam  em  muito  um  ‘absurdo tolerável’,  pasmem vocês !  O  critério  para  que  um  contribuinte   “PPE”  seja  acompanhado  mais de  perto  se  relaciona  ao  seu  volume  de  bens  e  rendimentos.  Pela portaria 3.312, de  2017,  os  contribuintes  classificados  como  “PPE’s”,  somente  têm   acompanhamento  especial,  se  tiverem  rendimentos  superiores  a R$200.000.000,00 (duzentos milhões de Reais). Mamãe me acuda! E, patrimônio superior a R$500.000.000,00 (quinhentos milhões de reais. Já aqueles  que  possuem  rendimento  “APENAS”  superior a R$10.000.000,00 (dez milhões) e patrimônio  “A duras- PENAS”, maior que R$20.000.000,00 (vinte milhões),  têm  acompanhamento  classificado  ‘apenas’  como  diferenciado. Sooccooorrrooooo!!!

Vejam se eu entendi direito: então, além de não acompanhar de  perto  as “PPE’s”,  a  Receita  ainda  coíbe  a  fiscalização  dessas  declarações  por  parte  dos  auditores? De acordo  com  fontes  da  própria  ‘UNAFI(a)SCO,  o   mecanismo  ocorre  por  meio  de  um  ‘Sistema  de   Alarme’  que, segundo a entidade,  alerta  os  superiores  dos profissionais,  quando a declaração de um membro da lista é consultada. Pode uma coisa dessas? Ou seja, o cambalacho tá institucionalizado mesmo!                                                                                      .

É um sistema que vigia os auditores, os quais são chamados a dar explicações, caso entrem na declaração de uma PPE. Fica no ar o risco de que, se não der uma boa justificativa, o auditor pode acabar sofrendo um processo na corregedoria por acesso imotivado”, afirma Kleber Cabral, auditor e presidente da Unafi (a) sco.

De acordo com a Receita, entretanto, o sistema não fiscaliza os auditores. “O Alerta serve para que os dados da declaração não sejam divulgados de forma indevida, como, por exemplo, se alguém – ‘hacker’ – tentar acessar as informações  de  uma  ‘PPE’  com  uma  procuração  falsa,  aí  sim,  o sistema é acionado. (Famoso, ” NÃO  ME  ENGANA  QUE  EU  NÃO  GOSTO” !!)

Em funcionamento desde 2010, o sistema foi instituído pelo então ministro da Fazenda, Guido Mantega, após o vazamento de informações de familiares de José Serra (PSDB-SP), à época, candidato à presidência.

A Receita Federal decidiu abrir processo no Conselho de Ética contra o presidente  da  Associação dos  Auditores,  Kléber Cabral,  que tornou pública suposta tentativa de proteger contribuintes potencialmente propícios a cometer crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Os problemas envolvendo a “lista VIP” da Receita foram divulgados já em 2017 pela Unafisco. Com a repercussão do caso, Kléber Cabral, que foi a principal fonte das informações e acabou sendo processado no Conselho de Ética do órgão em junho do ano passado.

A alegação é que o auditor deveria usar liberdade de expressão com “bom senso” e que faltou lealdade ao órgão. Ele vai responder a processo no Conselho de Ética da instituição. O processo continua em andamento. Neste mês, ele foi notificado para responder em processo no Conselho de Ética da Receita Federal.   A abertura de processo por desvio de conduta ética contra o próprio presidente da Unafisco, é mais do que evidência de que a publicidade sobre a existência de um sistema de alerta,  quando um servidor acessa dados de integrantes da lista, incomoda a Receita Federal.  Kléber Cabral foi apoiado inclusive pelo  coordenador  da  força-tarefa  da Operação Lava Jato, o procurador Deltan Dallagnol.

Agora, vá você, simples  mortal,  cometer  o  menor  deslize  que  seja. Erre uma  vírgula, um  dado  sequer! É corretiva acompanhada de ‘Multa’.

E  durma-se  com  uma  declaração  de  balbúrdia  dessas!!!

Amor febril pelo Brasil

Febre amarílica

A febre amarela não era conhecida entre os povos antigos. Só depois da descoberta da América foi que passou a figurar nos acervos  da  nosologia. O Médico, Cirurgião e Etnólogo da Marinha Francesa, Laurent Jean Baptiste BérengerFéraud (1832/1900), que em suas viagens ao redor do mundo estudou profundamente o assunto, confirmou:

“A febre amarela não foi observada na antiguidade; é em vão que se queira pretender que Hipócrates a tenha descrito no seu livro das epidemias”.

Porém, em 1495, quando da segunda expedição de Cristóvão Colombo às Américas, os espanhóis travaram contra os indígenas a batalha de Vega-Real (Santo Serro), na ilha Espanhola (hoje, Haiti). Os índios foram derrotados, tendo os sobreviventes se refugiado nas florestas e nas montanhas, atacando e matando os inimigos que passavam ao seu alcance. Colombo viu-se então obrigado a organizar numerosas incursões pelo interior da ilha e, coincidentemente, cerca de dois meses depois daquela batalha, irrompeu uma violenta epidemia, tanto entre os europeus como entre os indígenas, fazendo numerosas vítimas. Os sintomas registrados e descritos, embora incompletos, e a elevada taxa de mortalidade provocada, levaram o Dr. Bérenger-Féraud à seguinte conclusão: “Pode-se  admitir  sem  hesitação  que esta  doença  era  febre amarela”.

O primeiro relato mais científico de epidemia de uma doença semelhante à febre amarela, é  um manuscrito da Civilização “Maia” de 1648, em Yucatan, México.

Na Europa, a febre amarela já havia se manifestado antes dos anos 1700, mas foi em 1730, na Península Ibérica, que se deu a primeira epidemia, causando a morte de 2.200 pessoas.

Nos séculos XVIII e XIX, os Estados Unidos também foram acometidos repetidas vezes por epidemias devastadoras, para onde, supostamente, a doença era levada através de navios procedentes das índias Ocidentais e do Caribe.

No Brasil, os primeiros relatos de ocorrência comprovada de febre amarela datam de 1685, com focos concentrados no Nordeste (Pernambuco e Bahia), causando milhares de mortes durante os 08 (oito) anos que se levou para combatê-la.  A última ocorrência de febre amarela urbana no Brasil, havia sido em 1942, no Acre.

É uma doença extremamente agressiva, podendo levar a óbito num prazo de 07 (sete) a 10 (dez) dias. Portanto, devemos estar atentos aos seus sintomas iniciais, que são: dores nas costas, no abdômen ou nos músculos em geral, e ainda, calafrios, fadiga, febre, mal-estar/perda de apetite, náusea e vômitos. Quando em estágio mais avançado, são comuns: delírios, dor de cabeça (muito forte), pele e olhos amarelados e até sangramentos.

Hoje, ainda se teme a presença da febre amarela em áreas urbanas, especialmente depois do final da década de 70, quando o mosquito Aedes aegypti retornou ao Brasil.

Mas tem infestação pior por aí !

Febre vermelha

Também não era conhecida entre os povos antigos, somente depois da invenção do dinheiro (alheio) e da ‘Clepto’arte’, foi que ela passou a figurar nos acervos  da canalhice  mundial e catalogada pelo Dr. Frankenstein das ‘Ciências Sociais’ – Karl Marx.

Os vetores transmissores desta peste são, invariavelmente, ‘Parasitas’ mutantes que, em sua constante metamorfose conseguem se imiscuir nos mais diversos meios geradores de opinião, de modo a difundir seus germes no contexto mais amplo e abrangente possível, usando métodos como: fisiologismo, clientelismo, aparelhamento estatal, populismo e,  se alimentam de (M U I T A!) corrupção, a qual redistribuem às migalhas aos inoculados para mantê-los cativamente encabrestados.

NB: há também registros de muitos casos de ‘simulação de auto-inoculação conveniente’.

No Brasil, há relatos de tentativas de sua implantação desde a década de ‘1930’, felizmente debelada por um grupo de bravos militares da época, visto o foco da mesma estar disseminado dentro da própria caserna e ter contaminado aqueles a quem imaginavam seus pares.

Em 1964, nova ameaça dessa praga endêmica foi fortemente rechaçada, dando-nos um período de aparente erradicação que durou quase três décadas. Porém, com a saída dos bravos ‘Sanitaristas’ do poder e os subsequentes ocupantes do ‘Laboratório Central’ serem de péssima índole, abriu-se uma lacuna favorável ao ressurgimento da maléfica ameaça.

Em 1981, foi oficialmente instalado um novo bolsão da ‘doença’ em solo brasileiro, denominado – “foco Estrela-13” – o qual, infelizmente, foi subestimado ou considerado ‘cepa’ útil para simulação de combate e prestação de contas aos contribuintes.

O fato é que a epidemia saiu de controle. Suas investidas para romper a película sanitária de isolamento foram piamente executadas conforme instrução do pernóstico “Decálogo da Destruição do Seio Familiar e do Organismo Social”, concebido em 1913 pelo ‘Cientista (?) Político’ Vladimir Ilyich Ulyanov – um canalha, que como todo socialista safado tinha um codinome, “Lenin”(1870/1924), revolucionário comunista e chefe de governo da República Russa (1917/1918), que por sua vez, houvera sido contagiado por Karl Marx, outro revolucionário socialista alemão.

Também trata-se de uma ‘Peste’ extremamente agressiva, que pode inclusive levar a óbito, sem nenhum aviso prévio, caso um inoculado vá galgando escalões e algum dia se insurja contra os métodos utilizados pelos hospedeiros da  ‘Cepa’ “Parasitas-Mor”. No Brasil o caso mais alardeado foi o do Prefeito de Santo André, Celso Daniel, em janeiro de 2002.

Portanto, devemos estar atentos aos seus sintomas iniciais, que são: abestalhamento total do indivíduo, perda de noção, se vende por ‘pão com morta(N)dela, tem delírios, repetição  de mantras tais como: ‘é gópi’ e ‘quedê as prova’, olhos avermelhados (pela marvada) e, o indivíduo não sente, mas provoca: dor de cabeça, náusea e vômitos nos que o cercam.

Hoje, ainda se teme a presença da febre vermelha, desde o início da década de 80, quando o vetor ‘moluscus larápius’ brotou no Brasil.

Assim como entre os ‘ditos’ irracionais – mais exatamente no sub-grupo dos insetos invertebrados que vivem em grandes aglomerações tais como: colmeias, formigueiros, etc, também entre os vertebrados ‘ditos’ racionais que vivem em: ajuntamentos, bandos,  gang’s, há os que fazem os serviços de ‘Tropa de Choque’ e trabalham para sustentar os “Parasitas-Mor”.

Hoje, o mais perigoso dos “Parasitas-Mor” pertencente ao “foco Estrela-13”, anda às voltas com as equipes da 13ª Vara da ‘Vigilância Sanitária Federal’ de Curitiba-PR e  também da equipe de revisão de extermínio de endemias do TRF- 4ª Região, Porto Alegre-RS.

Porém, se capturado, o destino final desse que é o expoente máximo em referência à canalhice, ainda é incerto, pois o âmago do ‘Laboratório Supremo’, que tem por finalidade expedir a dose derradeira aplicada diretamente no transmissor para sua aniquilação em definitivo, dá claras evidências de estar infiltrado por vírus originários do “foco Estrela-13”.

Oremos e peçamos a benévola interferência do espírito do Dr. Oswaldo Cruz!

Notas

Ressalte-se que o vagabundo e revolucionário socialista alemão, o  “Dr. Frankenstein das ‘Ciências Sociais” – Karl Marx – embora tenha nascido em uma rica família de classe média-alta em Tréveris, na Renânia Prussiana, e tenha estudado nas universidades de Bonn  e Berlim, mais tarde se tornou apátrida e mudou-se para Paris (que coincidência!) em 1843, onde começou a escrever para jornais radicais e conheceu Friedrich Engels, que se tornaria seu amigo de longa data e colaborador. Em 1849, Karl Marx foi exilado e mudou-se para Londres (de novo!), no Reino Unido, onde continuou a escrever e formular suas teorias sobre a atividade econômica e social e fazer campanha para o socialismo. Esse canalha desse vetor deixou alguns ‘ovos’ incubados, entre eles:  “O Manifesto Comunista  e “O Capital.

2.000&DEZOITO é ano  de  campanha  de  vacinação  via  sufrágio. Vamos ver como anda  o nível de conscientização  dos  conterrâneos!

Biçervassãum: Omar Vieira de Oliveira é a favor de uma política moderada, não reguladora, com o mínimo de interferência do estado e apenas em assuntos concernentes exclusivamente ao mesmo (Assuntos da União), com regime de governo ‘Parlamentarista’ e instituição da democracia liberal, sistema financeiro ‘Capitalista’ com livre iniciativa e incentivo aos empreendedores, total independência dos Poderes e Instituições Federais, ‘Magistratura de Carreira’ baseada na meritocracia e com eleições colegiadas para as diversas instâncias, e, na esfera criminal: recorrer já com supressão – total – de liberdade a partir da condenação em 1ª  (PRIMEIRA) Instância.

“Prisão Perpétua” para crimes catalogados como ‘Hediondos”, aí incluídos os de: Peculato, Lesa Pátria, Corrupção (ativa/passiva), Fraudes Financeiras, Super-faturamanto em Licitações Públicas.

“Pena de Morte” somente em caso de crimes bárbaros seguidos de morte, com prisão em flagrante ou confissão espontânea do réu e quando já houverem esgotados todos os recursos.

Carnaval, cultura p’rapular

Histórico

O embrião do que hoje é o ritmo musical que conhecemos por “samba”, foi intercambiado para o Brasil ainda no período colonial, sendo que suas raízes foram fincadas em solo brasileiro com a chegada da mão de obra afro-escravizada em nosso país, sendo, portanto, um estilo que provém da fusão entre as duas culturas (africana X brasileira).

Inicialmente, as festas de danças dos negros escravos na Bahia eram chamadas de “semba”. Há controvérsias sobre a origem desta palavra, mas provavelmente advém do termo africano “semba”, que significa “umbigada”. Seria então, a dança da ‘umbigada’, em referência aos movimentos requebrados do quadril e do abdômen.

A manifestação durante muito tempo foi considerada um estilo de música e dança criminalizado e visto com preconceito, devido às suas origens negras. Hoje, o samba está presente em todas as regiões brasileiras, modificando-se e adaptando-se conforme o local, sendo que os mais conhecidos são: o samba carioca (RJ), o samba da Bahia, o samba paulista (SP) e, com as devidas adequações, o samba mineiro. Assim, dependendo do estado, modificam-se os ritmos, as letras, o estilo de dançar e até mesmo os instrumentos que acompanham a melodia. Com o passar do tempo, o samba foi conquistando o público em geral e adquirindo um lugar de destaque entre os principais elementos da identidade cultural brasileira.

Pintura de Rugendas que revela as origens do samba no país, o qual era praticado pelos negros africanos

Cronologia e principais tipos de samba

O primeiro samba gravado no Brasil foi “Pelo Telefone”, em janeiro de 1917, cantado por Baiano. A letra deste samba foi uma composição coletiva com a participação de João da Baiana, Pixinguinha, Donga, Almirante e outros músicos que frequentavam a casa da Tia Ciata, no Rio de Janeiro. Donga (Ernesto Joaquim Maria dos Santos) o havia registrado, na Biblioteca Nacional do Brasil, em 27 de novembro de 1916.

Samba de roda: o samba de roda está associado a cantigas ligadas a esportes como a capoeira e à religiosidade em cultos aos orixás. Essa variante de samba surgiu no Estado da Bahia no século XIX, caracterizado por ter seu ritmo marcado por palmas e cantos, no qual os dançarinos bailam dentro de uma roda.

Samba-canção: o samba canção, embora tenha surgido na década de 20 no Rio de Janeiro, veio a se popularizar efetivamente no Brasil apenas nas décadas de 1950 e 1960. Esse estilo é caracterizado por músicas românticas e ritmos mais lentos.

Samba-enredo: associado ao tema das escolas de samba, o samba-enredo/samba-de-enredo é caracterizado por apresentar canções com temáticas de caráter histórico, social ou cultural. Essa variante de samba surgiu no Rio de Janeiro na década de 30 com o desfile das escolas de samba.

Obs: Outro dado que contribuiu com a difusão do samba, é que na década de 1930, as estações de rádio, em plena expansão de concessões pelo Brasil, passam a tocar os sambas para os lares. Os grandes sambistas e compositores desta época são: Noel Rosa, autor de Conversa de Botequim; Cartola, de As Rosas Não Falam; Dorival Caymmi, de O Que É Que a Baiana Tem?; Ary Barroso, de Aquarela do Brasil; e Adoniran Barbosa, de Trem das Onze. Tempos depois, o samba toma as ruas e espalha-se pelos carnavais do Brasil. Nesse período, os principais sambistas são: Sinhô, Ismael Silva e Heitor dos Prazeres.

Samba-exaltação: o marco inicial desse estilo de samba é a música “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso (1903-1964), lançada no ano de 1939. Caracterizado por letras que apresentam temas patrióticos e ufanistas.

Samba de gafieira: esse estilo de samba é derivado do maxixe e surgiu na década de 40. O samba de gafieira é uma dança de salão, onde o dançarino conduz a dançarina acompanhados por uma orquestra com ritmo acelerado.

Samba de breque: esse estilo tem momentos de paradas rápidas, onde o cantor pode incluir comentários de caráter crítico ou humorístico. Um dos mestres deste estilo foi Moreira da Silva.

Sambalanço: surgiu nos anos 50 (década de 1950) em boates de São Paulo e Rio de Janeiro. Recebeu uma grande influência do jazz. Um dos mais significativos representantes do sambalanço é Jorge Ben Jor, que mistura também elementos de outros estilos.

Samba de partido alto: com letras improvisadas, falam sobre a realidade dos morros e das regiões mais carentes. É o estilo dos grandes mestres do samba. Os compositores de partido alto mais conhecidos são: Moreira da Silva, Martinho da Vila e Zeca Pagodinho.

Samba carnavalesco (Marchinhas): sambas feitos para dançar e cantar nos salões de bailes carnavalescos. Exemplos: Abre alas, Apaga a vela, Aurora, Balancê, Cabeleira do Zezé, Bandeira Branca, Chiquita Bacana, Colombina, Cidade Maravilhosa, entre outros…

Obs: aqui fazemos nova menção ao samba canção que, conforme já dissemos, embora tenha surgido na década de 20, no Rio de Janeiro, veio a se popularizar efetivamente no Brasil apenas nas décadas de 1950 e 1960, tendo influenciado profundamente a bossa nova e a MPB.

Pagode: essa variante do samba surgiu no Rio de Janeiro na década de 70, a partir da tradição das rodas de samba. Caracterizado por um ritmo repetitivo com instrumentos de percussão acompanhados de sons eletrônicos.

Obs: outras variantes do samba são: samba de breque, samba de partido alto, samba raiz, samba-choro, samba-sincopado, samba-carnavalesco, sambalanço, samba rock, samba-reggae e bossa nova.

Nas décadas de 1970/80, começa a surgir uma nova geração de sambistas. Podemos destacar: Paulinho da Viola, Jorge Aragão, João Nogueira, Beth Carvalho, Elza Soares, Dona Ivone Lara, Clementina de Jesus, Chico Buarque, João Bosco e Aldir Blanc, Zeca Pagodinho, Clara Nunes, Diogo Nogueira…

Outros importantes sambistas de todos os tempos: Elton Medeiros, Lupicínio Rodrigues, Aracy de Almeida, Demônios da Garoa, Isaura Garcia, Candeia, Elis Regina, Nelson Sargento, Wilson Moreira, Elizeth Cardoso, Jacob do Bandolim e Lamartine Babo.

Os tipos de samba mais conhecidos e que fazem mais sucesso são os da Bahia, do Rio de Janeiro e de São Paulo. O samba baiano é influenciado pelo lundu e maxixe, com letras simples, balanço rápido e ritmo repetitivo. A lambada, por exemplo, é neste estilo, pois tem origem no maxixe.

Já o samba de roda, surgido na Bahia no século XIX, apresenta elementos culturais afro-brasileiros. Com palmas e cantos, os dançarinos dançam dentro de uma roda. O som fica por conta de um conjunto musical, que utiliza viola, atabaque, berimbau, chocalho e pandeiro.

No Rio de Janeiro, o samba está ligado à vida nos morros, sendo que as letras falam da vida urbana, dos trabalhadores e das dificuldades da vida de uma forma amena e muitas vezes com humor.

Entre os paulistas, o samba ganha uma conotação de mistura de raças. Com influência italiana, as letras são mais elaboradas e o sotaque dos bairros de trabalhadores ganha espaço no estilo do samba de São Paulo.

Dia Nacional do Samba e outras informações interessantes

Comemora-se em 2 de dezembro o Dia Nacional do Samba.

Em 26 de novembro de 2016, o samba completou 100 anos.

Eu, Omar Vieira de Oliveira, não toco nenhum instrumento: de corda, percussão, sopro, etc. Canto desafinado, fora do tom, do ritmo, do compasso e da melodia… mas, fiquem tranquilos, eu não canto fora do “chuveiro”.

Boa folia a todos! Comemorem a “Vida”, sem moderação, sem entretanto se esquecerem que, 4ª feira – 07/02/2018, a Cristiane e o Brasil estarão de volta!!!