

O detalhamento, com número de casos por município, e perfil dos óbitos confirmados está disponível em http://saude.mg.gov.br/coronavirus/boletim, no link: Distribuição de Casos de Covid-19 em Minas Gerais.


O detalhamento, com número de casos por município, e perfil dos óbitos confirmados está disponível em http://saude.mg.gov.br/coronavirus/boletim, no link: Distribuição de Casos de Covid-19 em Minas Gerais.
Com mais esse óbito, estado soma cinco vidas perdidas em 2020 pela virose transmitida pelo mosquito Aedes aegypti
postado em 24/04/2020 17:58 / atualizado em 24/04/2020 18:03
Os anos passam, e Minas Gerais continua perdendo vidas por causa da dengue. Desta vez, o óbito foi registrado na cidade de Guaxupé, na Região Sul do estado. Com isso, conforme boletim da Secretaria de Estado de Saúde veiculado nesta quinta-feira (23), o estado tem cinco mortes pela doença em 2020.
Ao mesmo tempo que registrou mais uma morte, Minas Gerais rompeu a marca, este ano, dos 50 mil casos prováveis da doença. A soma dos suspeitos aos confirmados alcançou o número de 51.842 no estado – 5.161 a mais do que no levantamento divulgado na semana passada.
Antes da morte em Guaxupé, foram registradas vidas perdidas em Alfenas (Sul), Medina (Vale do Jequitinhonha), Itinga (Vale do Jequitinhonha) e Carneirinho (Triângulo). Há, ainda, 23 óbitos em investigação.
Em 2020, até o momento, conforme a pasta do governo estadual, foram notificados 174 casos de dengue com sinais de alarme e 21 classificados como dengue grave em Minas.
Há 20 cidades com incidência muito alta doença: quando há mais de 500 casos por 100 mil habitantes. Dessas, nenhuma está localizada na Grande BH. O maior município, em termos populacionais nessa lista, é Pará de Minas, no Centro-Oeste do estado.
Outras viroses
Também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, a febre chikungunya tem 877 casos prováveis em Minas neste ano. Há uma morte em investigação em Campo Belo, no Centro-Oeste do estado.
Há dois municípios em incidência muito alta dessa doença: Alpercata, no Vale do Rio Doce; e Pirapetinga, na Zona da Mata. Quanto ao zika vírus, há 293 casos prováveis, sendo 33 em gestantes. Não há mortes em investigação nem cidades em incidência muito alta.
Fonte: Correio Braziliense
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A Prefeitura de Bicas decretou estado de calamidade pública em razão da pandemia do novo coronavírus. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (22) no site oficial da prefeitura.
O decreto tem validade até 31 de dezembro deste ano. O objetivo da medida é conter a propagação da Covid-19 e tentar minimizar os impactos socioeconômicos e financeiros provocados pela doença. Agora, o documento será submetido à aprovação da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
Veja AQUI o conteúdo do decreto publicado dia 22/04/2020
O primeiro caso de Covid-19 na cidade foi noticiado pela Secretaria de Saúde, nesta quarta-feira, 22. Trata-se de um homem de 34 anos. O paciente fez exames na rede particular, está em isolamento, sendo monitorado, via telefone, assim como as pessoas que com ele tiveram contato.
“O importante é cada um fazer somente o essencial nas ruas, e ficar em casa o maior tempo possível, sem aglomerações, usar máscaras, manter os cuidados individuais, para proteger o coletivo”, disse a secretária de Saúde, Verônica Bordonal, que, nesta quinta-feira, 23, desabafou:
Ao vir para o trabalho, observei: a cada dez pessoas, apenas 2 usavam máscaras. Dentro dos estabelecimentos, uns com máscaras, outros sem… E por aí vai.
Será que é falta de orientação? Será que está difícil o acesso as máscaras? Será que o valor é tão caro, que ninguém consegue adquirir a sua?
Será que é falta de acreditação, ou amor próprio, ou amor ao próximo?
O uso de máscaras nas ruas já está orientado, faz tempo, e cada comerciante de Bicas preencheu um termo de compromisso e plano de ação, comprometendo-se a permitir que os clientes só entrem nos estabelecimentos usando máscaras, e que todos os colaboradores, também, estariam usando máscaras. Mas, cadê o compromisso?
Nós, e a Polícia Militar, estamos cobrando, fiscalizando, mas aí viramos as costas, e tudo volta ao “normal”. São adultos responsáveis? A culpa é dos governantes?
Por que cada um não faz uma análise de autoconsciência?
É na individualidade que cuidaremos do coletivo.