Covid-19: vacinação 28 anos ou mais nesta quinta-feira, 05/08

Agosto Dourado reforça os benefícios da amamentação

QUA 4 AGOSTO 2021  12:25  ATUALIZADO EM QUA 04 AGOSTO 2021 12:32

Em campanha da Semana Mundial do Aleitamento Materno, Fhemig destaca unidades que ajudam mães a amamentar corretamente

O leite materno é o primeiro alimento que recebemos ao nascer. E, por isso, também é o mais importante. Não por acaso a campanha Agosto Dourado – dedicada à intensificação das ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno – leva esse nome. 

O “alimento de ouro” é responsável pelo fornecimento de nutrientes essenciais para a imunidade e o desenvolvimento da criança. No entanto, amamentar não é uma responsabilidade exclusiva das lactantes. Em 2021, o tema da Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM), comemorada no início deste mês, reforça que estimular a amamentação deve ser uma tarefa compartilhada com toda a sociedade. 

A coordenadora do Banco de Leite Humano (BLH) da Maternidade Odete Valadares (MOV), Maria Hercília Barbosa, ressalta a necessidade de constituir uma rede de proteção em torno das mães. 

“Cada um de nós tem um papel muito importante a cumprir na promoção do aleitamento materno. Família, vizinhos, profissionais de saúde, empresas e governos devem criar condições favoráveis para que a mulher possa amamentar seu bebê. A SMAM e o Agosto Dourado são iniciativas fundamentais para discutir e informar sobre a amamentação, além de estimular a doação de leite”, explica. 

“Muitas mulheres deixam de amamentar por não terem essa rede de apoio. A amamentação é uma responsabilidade que envolve tanto a mãe e o bebê, quanto o seu contexto familiar, social e profissional”, afirma a nutricionista referência materno infantil da Maternidade do Hospital Júlia Kubitschek (HJK), Cristiane Ferreira de Andrade. Ela alerta que auxiliar a mulher nos cuidados com o bebê e com a casa, dar apoio emocional e afetivo, contribui para que a mãe possa se dedicar à amamentação e tenha sucesso nessa missão, que, na maioria dos casos, segue pela madrugada. 

O ideal é que o leite materno seja o único alimento consumido pela criança até os seis meses, e, após essa idade, seja mantido até os dois anos ou mais. “Quanto mais tempo a mãe conseguir amamentar a criança, melhor. O leite materno é a base da vida. Além de ser riquíssimo em nutrientes, tem uma grande importância imunológica, aumenta o vínculo entre a mãe e o bebê, e atua no desenvolvimento neurocognitivo da criança”, explica a nutricionista. 
Desafios no aleitamento

Em Belo Horizonte, o Banco de Leite Humano da MOV e o Posto de Coleta do HJK orientam mulheres com dificuldades na amamentação.  Esses serviços atendem qualquer mãe que necessite de orientações, mediante agendamento. O Banco cumpre todos os protocolos sanitários de prevenção à covid-19. 

A publicitária Lorena Mazzieiro, mãe de João Marcelo, de 4 meses, recorreu ao Banco de Leite Humano da MOV por conta de uma mastite. “Lá, recebi ajuda para ordenhar, o que auxiliou a drenar o seio. Como não estava conseguindo fazer com que o bebê mamasse no peito devido à inflamação, me ensinaram uma pega para que doesse menos e, assim, ele conseguiu esvaziar a mama. Voltei ao BLH no outro dia, fiz a ordenha mais uma vez, e já estava bem melhor”, diz. 
Lorena afirma que não imaginava que o início da amamentação envolvesse tantos desafios e que receber orientação adequada torna o processo prazeroso. “A conexão que se estabelece ali, entre mãe e bebê, é emocionante demais. Dá pra ver que ele gosta muito. Com aleitamento exclusivo, hoje o João Marcelo já está com quase 7 kg e é muito saudável. É muito bom poder contar com um serviço gratuito e de tanta qualidade”, elogia. 

Mesmo quem não é mãe de primeira viagem pode enfrentar desafios no aleitamento. A analista de recursos humanos Amanda Duarte, mãe do Murilo, de 5 anos, e do Augusto, de 2 meses, vivenciou essa situação. Com o primeiro filho, conseguiu manter a amamentação por apenas 30 dias, devido a uma mastite. Com o segundo, pensou que não haveria tanta dificuldade, mas, com 15 dias de vida do bebê, os problemas começaram a surgir. 

“A enfermeira do BLH fez a avaliação e chegou à conclusão que a pega do Augusto estava errada, o que causou um calo no bico do seio. Ela me ensinou como posicioná-lo e pediu que eu retornasse em três dias. Com essa orientação, deu tudo certo e parei de sentir dor. Continuo amamentando e, para mim, isso tem um significado muito especial, já que amamentei pouco o Murilo”, afirma Amanda. Ela faz um alerta para outras mães. “Ao menor sinal de desconforto na amamentação, procure ajuda”. 

Interior

Nas maternidades dos hospitais regionais Antônio Dias (HRAD), em Patos de Minas, e João Penido (HRJP), em Juiz de Fora – também da Rede Fhemig – o incentivo à amamentação começa nos primeiros minutos de vida da criança, como explica a coordenadora da Comissão de Residência Médica (Coreme) e do Programa de Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia do HRAD, Adelaide Maria Ferreira Campos D’Avila. “Incentivamos a amamentação desde o nascimento do bebê. O processo é supervisionado por profissionais de enfermagem, medicina e fonoaudiologia”. 

Segundo a médica, as fórmulas devem ser usadas apenas em casos com prescrição e justificativa pediátrica. Já os bicos são contraindicados, pois podem causar confusão no recém-nascido e rejeição ao seio da mãe. “Os bebês que têm dificuldade para amamentar só saem da maternidade depois que estiverem mamando com segurança e, então, passam a ser acompanhados pelos pediatras nas unidades básicas de saúde. As mães seguem monitoradas no Ambulatório de Egressos, onde recebem ajuda para que não desistam da amamentação”, afirma Adelaide. 

A maternidade Viva Vida, do HRJP, por sua vez, conta com Posto de Coleta, que atende todas as mulheres que deram à luz na unidade, além das puérperas, cujos bebês foram encaminhados à Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. “Ainda no leito, a mãe recebe instruções de como posicionar o recém-nascido. A amamentação é avaliada diariamente por nossos profissionais. No caso das mães de bebês prematuros ou que nasceram com alguma intercorrência – estejam elas de alta ou alojadas na Casa da Gestante – a técnica de ordenha é ensinada para que o leite seja destinado à criança na UTI Neo. E todas podem retornar ao posto de coleta em caso de dúvidas ou dificuldades na amamentação”, explica a coordenadora da maternidade, Ana Carolina Mattos Medeiros. 

De acordo com a profissional, nascer em uma unidade que estimula a amamentação desde a sala de parto é de extrema importância para o sucesso do aleitamento materno. “Amamentar é mais do que nutrir. Tem repercussões importantes na saúde física e emocional do binômio mãe-filho. Por isso, o apoio e o acolhimento da equipe hospitalar, além da disponibilização de informações corretas, são imprescindíveis. A mãe precisa se sentir capaz e apoiada em suas decisões, depois de informada dos benefícios da amamentação. Uma mulher confiante e que recebe apoio se sente capaz de seguir amamentando”, conclui. 

Serviço

– Banco de Leite da Maternidade Odete Valadares – BH: (31) 3337-5678 ou 3298-6008 (público geral)
– Posto de Coleta / Casa da Gestante do Hospital Júlia Kubitschek – BH: (31) 3389-7910 (público geral)
– Maternidade Viva Vida do Hospital Regional João Penido – Juiz de Fora: (32) 3691-9597 (somente para egressas)
– Maternidade do Hospital Regional Antônio Dias – Patos de Minas: (34) 3818-6000 (somente para egressas)

Fonte: Agência Minas

Vacinômetro contra a Covid-19 de terça-feira, 03 de agosto

Prefeito de Bicas faz parceria com a Câmara de Comércio Exterior Brasil Panamá

Prefeito de Bicas, delegado Helber Marques, recebendo a honraria do presidente do CCOMEXB, Luiz Fernando da Rocha

Nesta terça-feira, 03 de agosto, o Prefeito de Bicas, delegado Helber Marques, em seu gabinete, fechou importante parceria com a Câmara de Comércio Exterior Brasil Panamá e, ainda, foi agraciado com o título de Presidente de Honra da instituição, recebendo o certificado do presidente da CCOMEXB e presidente do Bloco Comercial entre países, Luiz Fernando da Rocha.

Essa parceria poderá trazer desenvolvimento, empregos e melhoria na infraestrutura de Bicas. Uma grande conquista para os biquenses. 

Boletim Coronavírus de Bicas e do Estado desta terça-feira, 03/08

Proprietários de veículos roubados ou furtados serão informados sobre restituição do IPVA

SEG 2 AGOSTO 2021  18:15  ATUALIZADO EM SEG 02 AGOSTO 2021 18:15

Lei publicada no último sábado prevê a ampliação da divulgação desse direito do contribuinte

Proprietários que tiverem seus veículos, registrados em Minas Gerais, roubados ou furtados serão informados sobre o direito à restituição do valor pago do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). A ampliação da divulgação está prevista na Lei 23.858/2021, sancionada pelo governador Romeu Zema e publicada no Diário Oficial no sábado (31/7). A norma entrará em vigor em 90 dias e depende de regulamentação por meio de decreto.

Ao registrar o Boletim de Ocorrência relatando o furto ou roubo em uma delegacia da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), a informação é inserida na base de dados do Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG) e da Secretaria de Estado de Fazenda (SEF/MG). Porém, a restituição do IPVA pago não é automática. O proprietário deve fazer o requerimento junto à SEF/MG, anexando documentos necessários para a comprovação tanto do roubo ou furto quanto do pagamento do imposto.

Atenção 

Todas as informações sobre a restituição já são disponibilizadas no site da Secretaria de Fazenda, mas a nova lei prevê que o contribuinte deverá ser diretamente informado sobre esse direito, entre outras formas, por meio de mensagem de celular (SMS). 

A informação sobre esse direito também deverá ser exibida na guia de pagamento do IPVA e nos sites do Detran-MG e da SEF/MG. Sobre a guia de pagamento, a Secretaria de Fazenda alerta que nenhum boleto é enviado para o endereço do contribuinte, mas o documento pode ser emitido no site da instituição.
Vale destacar que a restituição é um direito do proprietário que tem veículo roubado ou furtado desde 2003. Confira abaixo. 

Como pedir a restituição

Tem direito a pedir a restituição do IPVA todo proprietário que teve seu veículo roubado ou furtado. Para isso, ele tem que comprovar o crime por meio de ocorrência registrada na Polícia Civil com o gravame do impedimento por furto ou roubo no cadastro do veículo e ter quitado o imposto.

De posse desses documentos comprovantes, deve entrar no site www.fazenda.mg.gov.br, na área “Cidadãos”, e clicar em “IPVA”, depois “Restituição”. Basta o proprietário preencher o formulário com seus dados pessoais e do veículo e anexar, escaneados, os documentos solicitados.

Tudo é feito pela internet, sem necessidade de comparecer à repartição fazendária. Em caso de dúvida, o cidadão pode acionar o Fale Conosco, no próprio site da SEF.

O melhor momento para pedir a restituição é quando o veículo for encontrado ou após virar o exercício, no caso de o patrimônio não ser recuperado.

Valor a ser restituído

A restituição é proporcional ao período, em dias, desde a data do roubo até a devolução do veículo, caso este seja encontrado no mesmo ano. 

Caso o veículo não seja recuperado, o cálculo é feito desde a data do roubo até 31 de dezembro do ano em exercício.

Permanecendo o veículo desaparecido, o proprietário fica isento do IPVA do ano seguinte.

Reembolso

O valor ao qual o contribuinte tem direito é depositado automaticamente na conta corrente indicada por ele na solicitação.

Prazo para requerer a restituição

A solicitação pode ser feita a qualquer momento, a partir do roubo ou furto do veículo, dentro do prazo de até cinco anos.

Fonte: Agência Minas

Comércio e prestadores de serviço em Bicas no final do Século 19

Trazemos hoje mais um pouco de nossa história.

Final do século 19, quando Bicas ainda pertencia a Guarará, tempos em que os comerciantes em sua maioria abriam seus estabelecimentos comerciais no entorno da Estação Ferroviária, usando sempre esta como referência comprovando mais uma vez a grande importância da ferrovia para o nascimento e consolidação do futuro Município de Bicas.

Graças à valiosa contribuição de Rodrigo Machado, através de documentos históricos do Arquivo Municipal de Guarará, apresentamos enunciados de notas fiscais emitidas pelos comerciantes e prestadores de serviço daqueles tempos. Eram as “logomarcas” de uma época de ouro, registros que mostram claramente a força e a pujança do comércio e da prestação de serviços em nossa então futura cidade, no final do “Século 19”.

Oportunidade de encontrarmos nomes e sobrenomes de famílias que deram valiosa contribuição para o desenvolvimento de Guarará e posteriormente para a emancipação de nossa cidade.

É também uma oportunidade Interessante para observarmos nuances da língua portuguesa nos detalhes da ortografia daqueles tempos.

Esta será a primeira de uma série de quatro postagens, onde também apresentaremos logomarcas de notas das décadas de 1900, 1910, 1920 e 1930.

Veja mais, NO BLOG BICAS HISTÓRIA

Boletim Coronavírus de Bicas e do Estado desta segunda-feira, 02/08

Saúde de Bicas divulga quem está apto a se vacinar nesta terça, 03

Ensino híbrido: escolas de Bicas voltam a funcionar em agosto