Outubro Rosa no ESF Oeste

Registros da nossa ação “Outubro Rosa no ESF Oeste”! Palestras com Ana Paula e Patrícia Albuquerque sobre a “Prevenção do Câncer de Mama”! Tivemos também mesa de café da manhã e presença de toda a equipe.

Prefeitura de Bicas
ADM 2021/2024 – Construindo um futuro melhor!

 

Obituário

JOÃO MONTEIRO DAS GRAÇAS faleceu dia 25 de setembro, aos 74 anos. Natural de Rochedo de Minas, filho de Umbelina Maria Rita de Jesus e Francisco Monteiro de Oliveira. Residia na Rua Francisco Padula, em Bicas, cidade onde foi sepultado.

GISLAINE BORDONI ROCHA faleceu dia 25 de setembro, aos 55 anos. Natural de Bicas, filha de Nylva Gomes Bordoni e Nelson Bordoni. Residia na Rua Quinze de Novembro, em Bicas, cidade onde foi sepultada.

MÁRCIO DOS REIS GONÇALVES faleceu dia 24 de setembro, aos 49 anos. Natural de Duque de Caxias/RJ, filho de Maria Marlene dos Reis Gonçalves e Edgard Lozer Gonçalves. Residia na Rua São Jorge, em Bicas, cidade onde foi sepultado.

MARINA FERNANDES DE ALMEIDA faleceu dia 24 de setembro, aos 71 anos. Natural de Argirita, filha de Lourdes Fernandes de Almeida e José de Almeida. Residia na Rua João Sales de Almeida, em Bicas, cidade onde foi sepultada.

HUDSONINA ROCHA TELSON faleceu dia 22 de setembro, aos 84 anos. Natural de Bicas, filha
de Judith Sabatinelli da Rocha e José Machado Da Rocha. Residia na Rua Presidente Getúlio
Vargas, em Bicas, cidade onde foi sepultada.

NEUSA ARRUDA APOLINÁRIO


Faleceu dia 21 de setembro, aos 88 anos. Natural de Bicas, filha de Cecília Ferreira Campos Araújo e José Arruda dos Santos e viúva de Francisco Apolinário (Pio). Residia na Rua Presidente Vargas, em Bicas, cidade onde foi sepultada.

LAILA FARHAT ARAÚJO

Faleceu dia 16 de setembro, aos 91 anos. Natural de Bicas, membro da tradicional família Farhat, filha de Ássima e Salim Farhat, era irmã de Emil, Sakina, Ática, Dad, Munira, Suade, Emília e Chicre Farhat (todos já falecidos). Viúva de José Carlos Mendes de Araújo, deixa as filhas Fátima e Celina, além de netos. Filha, esposa e mãe exemplar, Dª Laila deixa na saudade seus familiares e amigos. Residia na Rua D. Ana, em Bicas, cidade onde foi sepultada.

MARIA JUREMA ABREU CUNHA faleceu dia 14 de setembro, aos 85 anos. Natural do Rio de Janeiro/RJ, filha de Anna de Souza Lima e Júlio Abreu Lima. Residia na Rua Farmacêutico Jair Ferreira de Souza, em Bicas, cidade onde foi sepultada.

NAIR PAULINO BARIZON faleceu dia 12 de setembro, aos 86 anos. Natural de Paraíba do Sul/RJ., filha de Nercedes Barbosa Paulino e Ademar Paulino Pinto. Residia na Praça São José, em Bicas, cidade onde foi sepultada.

JOSÉ AGRELLI faleceu dia 11 de setembro, aos 91 anos. Natural de Bicas, filho de Francisca Conde Agrelli e Pedro Agrelli. Residia na Rua Arthur Bernardes, em Bicas, cidade onde foi sepultado.

MARIA AUCILIADORA DA ROCHA faleceu dia 08 de setembro, aos 74 anos. Natural de Mar de Espanha, filha de Maria Miranda Rocha e Geraldo Eugênio da Rocha. Residia na Rua Josepha Bianco Retto, em Bicas, cidade onde foi sepultada.

SÔNIA REGINA LANINE NOVAIS MATIOLI faleceu dia 05 de setembro, aos 62 anos. Natural de Bicas, filha de Lecy Lanini Novais e Valentim Ribeiro de Novais. Residia n a Rua Arthur Bernardes, em Bicas, cidade onde foi sepultada.

PAULO IRAN DE CARVALHO faleceu dia 25 de agosto, aos 60 anos. Natural de Bicas, filho de Nilce da Silva Carvalho e Sebastião de Oliveira Carvalho. Residia na Rua Padre Manoel Pires Pereira, em Bicas, cidade onde foi sepultado.

Motorista com sinais de embriaguez saca arma de fogo após acidente em Juiz de Fora

Por g1 Zona da Mata — Juiz de Fora

Um motorista com sinais de embriaguez sacou uma arma de fogo após se envolver em um acidente com uma motocicleta na quarta-feira (18) no Bairro Parque Guarani, em Juiz de Fora. Ele foi preso por crime de trânsito e porte ilegal de arma de fogo.

Segundo informações da Polícia Militar (PM), o motociclista relatou que o carro seguia à frente dele e havia sinalizado parada à direita, no entanto, virou de forma abrupta para o lado esquerdo e, com isso, ocasionou a batida da motocicleta na lateral do automóvel.

O motociclista contou aos policiais que tentou sair do local, mas que foi impedido por outros veículos. Já o motorista afirmou ter saído do carro para prestar socorro, mas foi hostilizado por pessoas próximas ao local do acidente e, segundo ele, por isso sacou a arma de fogo.

Professora de creche comunitária denuncia mãe de aluno por agressão

Mulher relatou que à PM que ela e a filha, de 15 anos, foram puxadas pelos cabelos e arranhadas em via pública

Por Tribuna de Minas

Uma professora de creche comunitária, de 37 anos, denunciou ter sido agredida por uma mãe de aluno, 27, no início da noite última terça-feira (17), na Zona Norte de Juiz de Fora. O caso de violência aconteceu 48 horas depois do Dia dos Professores. De acordo com informações do Registro de Eventos de Defesa Social (Reds) da Polícia Militar, a docente contou que estava com sua filha, 15, caminhando por via pública, quando foi abordada pela mulher, que teria dito: “Você gosta de bater em criança, você bateu no meu filho no dia 1º”.

A professora contestou a acusação, acrescentando que estava licenciada e que jamais faria aquilo. Entretanto, mesmo diante da negativa, a suspeita teria partido para cima da profissional, desferindo puxão de cabelo, soco na face, além de arranhões pelo rosto, pescoço e braços. Na sequência, ainda teria agredido a filha dela, agarrando seus cabelos e arranhando seu pescoço. A adolescente tentou se desvencilhar da agressora, mas ela só teria parado quando populares intervieram.

Conforme a PM, após o ocorrido, a professora apresentava lesões no pescoço, rosto e braço, mas recusou atendimento médico, dizendo que, caso fosse necessário, seguiria até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Norte. Já a jovem sofreu ferimentos na região do pescoço.

Com base nas informações repassadas pela vítima, militares seguiram até o endereço da suspeita, na Zona Norte, no entanto, ela não foi encontrada. A ocorrência foi registrada como lesão corporal e seguiu para investigação na Polícia Civil.

Professora já havia registrado ameaça sofrida

A docente que denunciou agressão na última terça-feira disse já ter sido ameaçada anteriormente pela mesma pessoa, no dia 12 de setembro. Naquela oportunidade, ela também registrou boletim de ocorrência, na sede do 27º Batalhão da PM. Conforme o documento, a suspeita teria enviado mensagens via WhatsApp para o celular pessoal da diretora da instituição e para o celular da creche, ameaçando a professora de agressão. O motivo seria a mesma acusação de o filho dela ter sido supostamente agredido. A suspeita ainda estaria divulgando a foto da vítima e o nome da creche em redes sociais de forma depreciativa. Nesta semana, a profissional reiterou que trabalha na mesma instituição há seis anos e que nunca teve qualquer problema relacionado aos alunos, afirmando não ter agredido qualquer criança.

Apesar de a agressão contra a professora ter acontecido fora das dependências da creche, a instituição se manifestou nas redes sociais em solidariedade à vítima: “A creche vem a público repudiar qualquer ato de violência e/ou agressão que ocorram em nossa sociedade, em especial com relação aos profissionais ligados à educação, que exercem suas funções com zelo e amor em prol de nossas crianças”. Na nota, a instituição diz realizar trabalho há mais de 20 anos na Zona Norte, atendendo “com qualidade, eficiência, segurança e amor todas as crianças”: “Temos muito respeito por nossa história, por nossos profissionais que sempre estão se dedicando a atender cada dia melhor as famílias, crianças e adolescentes”.

Homem se protege dentro de ônibus ao ser agredido a pauladas em São João Nepomuceno

Professor foi agredido nos dois braços por uma paulada desferida por um homem que o abordou quando saía de sua casa. Em seguida, após ser ameaçado com uma faca, correu para se proteger em um ônibus que levava, crianças, alunos de uma escola. O motorista do ônibus seguiu com o ônibus até o quartel da PM onde a ocorrência foi registrada, pois o agressor estava batendo com o pedaço de pau nos vidros do ônibus. Causa seria uma desavença do professor com a namorada do agressor, que ainda não havia sido localizado.

Reportagem: Kadu Fontana

Nesta quinta-feira, 19/10, às 14h, haverá distribuição de mais de150 cestas verdes

A Secretaria de Assistência Social, através de emendas parlamentares, e em parceria com Projeto Alimenta Brasil, produtores rurais e o apoio da Prefeitura Municipal , conseguiu 22 toneladas de alimentos da agricultura familiar, para garantir a Cesta Verde com alimentos de qualidade na mesa de muitos cidadãos que se encontram em vulnerabilidade social.
A Equipe do CRAS realizará nesta quinta-feira, dia 19/10/2023, às 14h, a segunda leva de entregas, onde serão distribuídas mais de 150 Cestas Verdes, atendendo os requisitos do PAB –  PROGRAMA ALIMENTA BRASIL.
As cestas serão concedidas às famílias que estão inscritas no CADASTRO ÚNICO como BAIXA RENDA e que não tenham recebido o benefício de cesta e nem obtido o benefício da cesta verde anteriormente.
A intenção é atendermos ao máximo de famílias que se encontram cadastradas ao longo desses meses.
É necessário apresentar documento de identidade e CPF.
Administração 2021/2024 – Construindo um futuro melhor!

Paróquia São José de Bicas / Programação da Semana

Homem ameaça esposa com réplica de pistola e acaba preso em Mar de Espanha

Um homem de 29 anos foi preso em Mar de Espanha-MG, pela Polícia Militar, nesta quarta – feira 18 de outubro, após ameaçar de morte sua esposa no bairro Santa Efigênia.

De acordo com informações da PM, constantes no registro de ocorrência, no dia anterior, ele havia chegado em sua casa alterado e ameaçou esfaqueá-la na frente de seus filhos menores. Ela conseguiu conte-lo, após o cabo da faca quebrar.  Em seguida ele pegou o que seria uma arma de fogo, enrolada em uma blusa e a apontou para a vítima dizendo que se ela saísse de casa, iria matá-la.

A mulher esperou o marido se acalmar e disse a ele que estava passando mal, e seguiu para a casa de sua irmã com os filhos, aonde passou a noite.

Nesta quarta-feira, ao retornar para casa, a vítima disse que foi novamente ameaçada e coagida, pois se chamasse a polícia, ele iria mandar sequestrar seus filhos.

A mulher então acionou a Polícia Militar que rapidamente foi ao local onde encontrou o marido. Ele disse que havia ameaçado a esposa com uma réplica de pistola e que teria escondido o objeto em um lote vago perto de sua casa. os policiais fora até o local e o simulacro foi localizado e apreendido.

Em seguida, o homem foi encaminha até o pelotão da PM em Mar de Espanha, onde descobriu-se que o mesmo tinha contra si um mandado de prisão em aberto por homicídio em Juiz de Fora.  Após ser conduzido a Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora, teve sua prisão decretada pelo delegado de plantão.

Informações Kadu Fontana e PM de Mar de Espanha

Criança de 9 anos é atropelada no Bairro Santa Efigênia, em Juiz de Fora

Uma criança de nove anos foi atropelada no fim da tarde desta quarta-feira (18) no Bairro Santa Efigênia, em Juiz de Fora. O acidente foi registrado na Avenida Pedro Afonso Pinheiro.

A vítima foi socorrida por uma equipe de suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada desacordada para a Santa Casa de Misericórdia, com suspeita de traumatismo craniano grave.

A Patrulha de Trânsito da PM foi deslocada até o local para atendimento da ocorrência, e a perícia técnica da Polícia Civil foi acionada.

Até por volta das 19h não havia informações sobre as causas do acidente.

Moradias são interditadas na Vila Olavo Costa com risco de desabamento

Cinco pessoas terão que deixar suas residências após chuva de terça-feira abrir cratera na encosta, localizada atrás da edificação

Por Tribuna de Minas

Duas famílias terão que deixar suas casas na Rua Ignácio de Assis Vilaça, na Vila Olavo Costa, após interdição por risco de desabamento nesta quarta-feira (18). Uma cratera se formou na encosta que fica atrás da edificação. Conforme os moradores, o escorregamento de terra piorou depois da forte chuva de terça-feira (17).

A Defesa Civil interditou o edifício de três andares onde moram duas famílias, totalizando cinco pessoas. Os moradores pretendem ficar no local até que o auxílio moradia da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) seja liberado e eles possam alugar um outro imóvel.

A Tribuna esteve na Vila Olavo Costa na tarde desta quarta. Em contato com a reportagem, a proprietária da casa, Rosana Dias, de 43 anos, afirmou que a cratera nos fundos da residência já existe há muito tempo. Conforme Rosana, em dia de chuva forte, a água que desce das ruas de cima, como a Rua Padre Aloísio Jorgler, não tem vazão e acaba escoando por seu terreno. “Isso acontece desde que eu moro aqui, há mais de 30 anos.” Só que agora a situação está mais crítica. A erosão fez com que o buraco na encosta ficasse cada vez maior, colocando em risco a estrutura da casa. “Meu medo é que na próxima chuva isso tudo venha a baixo.”

Primeiro andar interditado em fevereiro

Em fevereiro deste ano, uma forte chuva fez descer pela encosta uma enxurrada que teve força para derrubar a parede do primeiro andar da construção. Na época, a filha de Rosana, Carolina, de 28 anos, morava com o marido e os filhos, que tinham 7 e 10 anos. Ela conta que, no final da tarde, a água desceu com força pelo barranco, trazendo entulho e parte da estrutura de uma outra casa, que foi danificada com a chuva. “Derrubou a parede e levou tudo o que tinha dentro. Meu marido teve que quebrar a janela do quarto para a gente passar para a casa do vizinho.”

O marido levou 37 pontos no braço e as crianças nunca mais visitaram a casa da avó. “Elas não vêm mais aqui. Ficaram traumatizadas. Até hoje morrem de medo da chuva”, conta Carolina. A Defesa Civil compareceu no local e interditou o primeiro andar da residência. Rosana conta que, na ocasião, foi informada que as colunas que dão sustentação aos outros andares não tinham sido danificadas e por isso não seria preciso interditar o segundo e terceiro andares.

Carolina foi contemplada com o auxílio moradia no valor de R$ 600 ao mês. Ela e a família puderam alugar uma outra casa no bairro. A mãe, Rosana, planeja fazer o mesmo. “Se eu puder ter o auxílio moradia vou alugar um outro lugar para morar. Aqui não dá mais. Mas, até lá, vamos ficando, porque não tenho para onde ir.” No segundo andar da casa vive sua outra filha, que está grávida, com o marido. Quando a reportagem foi até o bairro, ela não estava em casa, mas, segundo Rosana, o plano é o mesmo, conseguir o benefício da Prefeitura para poder mudar de residência.

Sem solução

Além da insegurança constante, Rosana e sua família convivem com a sensação de abandono por parte do Poder Público, pois, segundo ela, nenhuma solução é oferecida. A moradora diz que havia solicitado previamente à Prefeitura a construção de um muro de contenção, mas, segundo ela, não houve resposta.

A reportagem questionou a Prefeitura de Juiz de Fora a respeito da situação de Rosana e de sua família. Por meio de nota, o Município afirmou que os proprietários foram orientados pela equipe de Engenharia a deixar o imóvel e serão atendidos pela equipe de Serviço Social da Defesa Civil. O Executivo informou que, caso atenda aos critérios da legislação, a família será encaminhada para o programa auxílio moradia. Para receber o benefício, os moradores precisam ter renda de até três salários mínimos e estarem inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais.
De acordo com Rosana, a equipe do Serviço Social da Prefeitura está em contato com ela e a filha para agilizar a documentação e dar entrada no auxílio moradia.

Canos quebrados

Sobre a interdição do primeiro andar em fevereiro, a PJF afirmou, por nota, que, na ocasião, todos os proprietários foram orientados a realizar a contenção da encosta, a correção do esgoto e ajustar o direcionamento de água pluvial. Rosana afirma, no entanto, que está desempregada e não tem condições financeiras para realizar reparos no terreno. Com a enxurrada da última terça-feira, os canos de esgoto foram rompidos e a água está vazando diretamente no solo. “Ontem (na terça), quando a chuva continuou, eu tive que ficar até tarde da noite em pé, para o lado de fora, com medo de o barranco acabar de descer.”

Os estragos causados pela chuva são um problema que também afeta os moradores do entorno. Como conta Rosana, a lama que desce com a enxurrada também entra na casa dos vizinhos de frente. “Me disseram que isso aqui não tem solução. Não adianta fazer muro de contenção sem que obras na rua de cima sejam feitas. É preciso direcionar a água que desce com a chuva para que ela não caia no meu terreno, se não nenhuma obra vai ter efeito.”