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Mulher é esfaqueada pelo companheiro em festa realizada na casa do casal
Mulher é esfaqueada pelo companheiro em festa realizada na casa do casal em São João del Rei
Após o crime, agressor subiu no telhado do terceiro andar da residência e ameaçou se matar. Ele, no entanto, foi preso em flagrante.
Por g1 Zona da Mata — São João del Rei
11/12/2023 17h31 Atualizado há 16 horas
Um homem de 50 anos foi preso por tentar matar a companheira de 35 a facadas durante uma festa organizada pela vítima no domingo (10). O caso foi registrado na Bairro Matosinhos, em São João del-Rei.
A mulher foi socorrida e levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade com ferimentos pelo corpo.
Conforme informações da Polícia Militar, ao final da festa, a vítima começou a gritar pedindo socorro, dizendo que o homem queria matá-la. Não há informações sobre o motivo das agressões.
Depois de ser surpreendido por um vizinho, que escutou os gritos, quebrou a porta do imóvel e flagrou o homem golpeando a mulher, o agressor fugiu e se abrigou em casa de vizinho. Ao perceber a chegada da PM, ele subiu o telhado da residência de três andares, alegando que cometeria suicídio.
Após horas de negociação, que contou com auxílio do Corpo de Bombeiros, ele acabou capturado, medicado e, em seguida, conduzido para a delegacia, onde foi preso em flagrante.
Como o nome da vítima não foi divulgado, não houve como checar a atualização do estado de saúde dela.
Homem é preso por suspeita de estuprar enteada
Mãe da jovem, de 21 anos, teria flagrado ato; suspeito de estuprar jovem já teria passagens pela polícia
Procura-se Lucas Silva Santos

Lucas Silva Santos (foto) partiu de Bauru (SP) para vender bacias em Juiz de Fora, e há mais de 25 dias a mãe e irmãs não conseguem falar com ele. Todos desesperados! Quem o viu por aí, favor fazer contato com os números de telefone: (014)99141-6701 (Núbia) e (014)98822-4219 (Kelly).
Presidente da Câmara, assessor e advogada são denunciados por fraudes em licitações
Presidente da Câmara de Muriaé, assessor e advogada são denunciados por fraudes em licitações
Na denúncia, o MP pede a condenação deles e também a determinação, pela Justiça, da perda da função pública para os três, além do pagamento de dano moral coletivo de R$ 100 mil, para cada um.
Por g1 Zona da Mata — Muriaé
08/12/2023 18h20 Atualizado há 14 horas

O presidente da Câmara de Muriaé, vereador Gerson Varella (PSL), o assessor dele e uma advogada foram denunciados pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) por fraude em licitação. O presidente também foi denunciado por contratação direta fora das hipóteses previstas em lei.
Na denúncia, o MPMG pede a condenação dos denunciados e também a determinação, pela Justiça, da perda da função pública para os três, além do pagamento de dano moral coletivo de R$ 100 mil, para cada um deles, como reparação mínima pelos danos causados pelas infrações penais cometidas.
Fraude e candidatos de ‘fachada’
Conforme a denúncia, no início deste ano foi instaurada licitação para contratação de advogado para fazer assessoria jurídica na área de emendas impositivas e de revisão do regimento interno da Câmara.
Foram recebidas propostas e orçamentos e três candidatos, porém, a Câmara Municipal contratou uma advogada que, posteriormente, foi identificada como aliada política do assessor da presidência da Câmara.
As investigações realizadas pela 2ª Promotoria de Justiça de Muriaé em inquérito civil constataram que foi montado um esquema para que, de forma ilegal, a advogada fosse contratada, com valores bem mais altos do que os praticados no mercado.
Além disso, verificou-se que as propostas apresentadas pelos outros dois supostos candidatos à vaga foram apenas de ‘’fachada’’ e que tinham a finalidade de inflacionar o valor do contrato e de dar impressão de legitimidade ao processo.
Também ficou evidenciado que a advogada contratada não tem a qualificação específica requerida no procedimento, o que evidencia que o presidente da Câmara teria dado causa à contratação direta fora das hipóteses previstas em lei.
O que disse a Câmara
A Câmara Municipal de Muriaé informou que nem o órgão, nem as partes, foram oficialmente informados e não tiveram acesso à denúncia do Ministério Publico. Por isso, não há condições de se manifestarem neste momento.






