Matheus Rezende, o Faustão, foi baleado na comunidade Três Pontes. Ele era apontado como o número 2 na hierarquia da milícia comandada pelo tio, e o terceiro da família morto pela Polícia Civil. Avenida Brasil chegou a ser fechada por bandidos.
Por Leslie Leitão, Henrique Coelho, Raoni Alves, TV Globo e g1 Rio
Mais de 25 ônibus são queimados na Zona Oeste após morte do miliciano Faustão
A morte de um miliciano provocou um caos na Zona Oeste do Rio na tarde desta segunda-feira (23). Ao menos 35 ônibus e 1 trem foram queimados a mando de criminosos na região, no que já é o dia com mais coletivos incendiados na história da cidade, segundo o Rio Ônibus.
Entre os ônibus queimados, 20 são da operação municipal, 5 do BRT e outros de turismo/fretamento.
Outros veículos e pneus também foram incendiados, fechando diversas vias em bairros como Campo Grande, Santa Cruz, Paciência, Guaratiba, Sepetiba, Cosmos, Recreio, Inhoaíba, Barra, Tanque e Campinho (veja o mapa mais abaixo).
Pelo menos 12 suspeitos de ataques a ônibus foram levados para a 35ª DP (Campo Grande).
Passageiros tiveram que deixar alguns dos coletivos às pressas momentos antes dos criminosos atearem fogo aos ônibus. No Recreio, uma usuária do BRT chega a cair de cara ao deixar o ônibus (vídeo abaixo). Outra mulher gritava para que passageiros saíssem a tempo:
“Tem gente no ônibus, gente do céu. Desce do ônibus. Cadê o motorista?”
O governado Cláudio Castro classificou os ataques a transportes como “terroristas” e disse que fará caça a 3 chefões do crime.
“Esses três criminosos; Zinho, Tandera e Abelha: não descansaremos enquanto não prendermos eles”, disse.
Câmera de segurança flagra passageiros sendo expulsos do BRT antes de ataque criminoso
Em nota a Supervia informou que um trem que saía de Santa Cruz sentido Central às 18h04, foi abordado por bandidos nas proximidades da estação de Tancredo Neves. O maquinista foi obrigado pelos bandidos a abrir a porta, a descer da composição e teve que retornar à estação.
O Corpo de Bombeiros disse que foi acionado para 36 incêndios em veículos. Seis ocorrências seguiam em aberto até a última atualização desta reportagem. Cerca de 200 militares de 15 quartéis foram acionados para o trabalho de combate às chamas.
Avenida Brasil fechada
Até a Avenida Brasil, a principal via expressa do Rio, chegou a ser fechada, com um ônibus atravessado na pista (veja abaixo), sentido Santa Cruz.
Avenida Brasil fechada — Foto: Reprodução/TV Globo
Às 18h40, o município entrou em estágio de atenção, o terceiro nível em uma escala de cinco e significa que uma ou mais ocorrências já impactam o município, afetando a rotina de parte da população. Por volta do horário, havia 58 km de congestionamentos na cidade, o dobro da média (29 km) das últimas três segundas-feiras.
Ao menos 45 escolas municipais foram afetadas, prejudicando 17.251 alunos. Em algumas, alunos e professores que estavam nos colégios permaneceram para se manterem em segurança.
Ônibus são incendiados após sobrinho de Zinho ser morto em troca de tiros com a polícia
Represália à morte de Faustão
Ônibus são incendiados após morte de miliciano no Rio de Janeiro. — Foto: GloboNews/Reprodução
Os ataques são em represália à morte do sobrinho do chefe da milícia Zinho, na comunidade Três Pontes. Matheus da Silva Rezende, conhecido como Teteu e Faustão, era apontado como o número 2 na hierarquia da milícia comandada pelo tio, e foi morto durante uma troca de tiros com a Polícia Civil.
No mesmo tiroteio, um menino de 10 anos foi atingido de raspão, segundo familiares. Ele foi levado para a UPA de Paciência, e liberado após atendimento.
Castro parabeniza a polícia
O governador Cláudio Castro parabenizou a Polícia Civil pela operação contra o crime organizado.
“Não vamos parar. Nossas ações para asfixiar o crime organizado têm trazido resultados diários”, afirmou Castro. “Além do parentesco com o criminoso, ele atuava como ‘homem de guerra’ do grupo paramilitar, sendo o principal responsável pelas guerras por territórios que aterrorizam moradores no Rio. O crime organizado que não ouse desafiar o poder do Estado!”
BRT Transoeste parado
Ônibus são incendiados após sobrinho do miliciano Zinho ser morto — Foto: TV Globo
Segundo a MobiRio, empresa pública que opera o sistema BRT, no corredor Transoeste estavam circulando, por volta das 16h, apenas as linhas 13 (Alvorada x Mato Alto – Expressso), 25 (Alvorada x Mato Alto – Parador) e 22 (Jd. Oceânico x Alvorada – Parador).
O Centro de Operações Rio (COR-Rio) informou que o primeiro ônibus que pegou fogo estava na Rua Felipe Cardoso, na altura do BRT Cajueiros, em Santa Cruz.
Bairros com registro de ataque a ônibus no Rio
Vídeo mostra ação de bandido
Vídeo mostra criminoso ateando fogo em ônibus na Zona Oeste do Rio
Um criminoso foi flagrado ateando fogo a um ônibus BRT na Magarça, em Guaratiba (veja acima).
Pelas imagens é possível ver o momento em que o homem dá início ao incêndio pela porta da frente do veículo.
BRT é incendiado após sobrinho de Zinho ser morto — Foto: Reprodução
Ônibus queimado por criminosos na Zona Oeste do Rio — Foto: Reprodução/TV Globo
Terceiro da família morto pela Polícia Civil
Matheus Rezende, sobrinho de Zinho — Foto: Divulgação
Faustão morreu após ser baleado em uma troca de tiros com agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE) e da Polinter.
O miliciano é o terceiro da família a morrer em confrontos com a Polícia Civil do Rio.
Em 2017, outro tio dele, Carlos Alexandre da Silva Braga, o Carlinhos Três Pontes, morreu em operação da Delegacia de Homicídios da Capital.
Em 2021, mais um tio, Wellington da Silva Braga, o Ecko, morreu depois de reagir à prisão em uma casa em Paciência, na Zona Oeste do Rio.
Depois disso, seu irmão, Luis Antônio da Silva Braga, o Zinho, assumiu a maior milícia do Rio.
BRT é incendiado após sobrinho de Zinho ser morto em troca de tiros com a polícia — Foto: Reprodução redes sociais
Aluno de 15 anos entrou armado e disparou contra estudantes na Escola Estadual Sapopemba. Uma das vítimas sofreu ferimento na cabeça e não resistiu.
Por g1 SP e TV Globo
Vídeos mostram desespero de pais e alunos após tiros em escola em SP
Uma aluna morreu e outros três ficaram feridos após um ataque a tiros dentro da Escola Estadual Sapopemba, na Zona Leste de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (23). A informação foi confirmada pelo governo de São Paulo.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, um adolescente de 15 anos, também aluno, entrou armado no colégio e efetuou os disparos. Ele foi apreendido junto com a arma. Até a última atualização desta reportagem, a polícia não havia divulgado a motivação do ataque e nem
Ao todo, três estudantes foram atingidos pelos tiros. A vítima que não resistiu aos ferimentos tinha sido baleada na cabeça. Outras duas foram feridas no tórax e na clavícula. Um quarto aluno se machucou ao tentar fugir durante o ataque, de acordo com nota divulgada pelo governo estadual.
Os feridos foram levados para o pronto-socorro do Hospital Geral de Sapopemba. Não foram divulgados detalhes sobre o estado de saúde deles.
Ainda por meio de nota, a gestão estadual lamentou o ocorrido e disse que a prioridade é prestar atendimento aos familiares das vítimas.
“O governo de SP lamenta profundamente e se solidariza com as famílias das vítimas do ataque ocorrido na manhã desta segunda-feira (23) na Escola Estadual Sapopemba. Nesse momento, a prioridade é o atendimento às vítimas e apoio psicológico aos alunos, profissionais da educação e familiares.”
Ataque em escola deixa uma pessoa morta e três feridos na Zona Leste de São Paulo
Tiros e desespero
A Polícia Militar foi chamada por volta das 7h30 para atender a ocorrência na Rua Senador Lino Coelho. O ataque teria ocorrido às 7h20. O helicóptero da corporação e 20 viaturas da PM foram enviados ao local.
Pais de alunos foram até a unidade após serem informados do ataque. Ao g1, moradores do bairro relataram o desespero ao ouvir os tiros.
“Eu moro na mesma rua da escola. Eu estava tomando café para ir trabalhar, e eu e meu irmão ouvimos em torno de três tiros. Meu irmão ouviu gritos, eu subi para o quarto e abri a janela. E vi o pessoal saindo correndo da escola. Fui em frente à escola para saber o que houve, aí soube da notícia. Foi muito rápido”, contou uma testemunha.
Segundo ataque em 7 meses
O ataque desta segunda (23) é o segundo caso registrado na capital paulista somente neste ano.
No dia 27 de março deste ano, uma professora de 71 anos morreu e quatro pessoas ficaram feridas após serem atacadas com faca por um aluno do oitavo ano da Escola Estadual Thomazia Montoro, na Zona Oeste de São Paulo. O agressor, de 13 anos, foi desarmado e levado para uma unidade da Fundação Casa.
Elisabete Tenreiro era professora desde 2015 e havia começado na escola Thomazia Montoro neste ano. A educadora tinha se aposentado como técnica do Instituto Adolfo Lutz em 2020, mas continuou dando aulas de ciências.
Em agosto, a reportagem do g1 esteve na escola estadual e constatou que, cinco meses depois do atentado, ainda não havia psicólogos disponíveis para o atendimento de professores e alunos na unidade escolar. A medida tinha sido uma promessa do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
À época, a Secretaria Estadual da Educação (Seduc) chegou a afirmar que quadruplicou o orçamento inicial destinado a políticas públicas de garantia da segurança e proteção de convivência no ambiente escolar, passando para R$ 100 milhões.
Contudo, duas das professoras que foram vítimas do ataque na Escola Estadual Thomazia Montoro, disseram ao g1 que a escola só recebeu visitas de um grupo de estudos em psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e que o corpo docente e discente foram orientados a procurar atendimento psicológico no Sistema Único de Saúde (SUS).
Ainda segundo as professoras, a comunidade escolar está “pagando” pelos dias de recesso pós-ataque com reposições de aulas em período de férias, e o programa Conviva, do governo, não funciona na unidade escolar.
Breve história do cinema mudo em Bicas, na década de 20. Cena do documentário de Regina Celia Martins Rossi, produzido para inauguração do salão de festa Pallazzo di Fiori em Bicas, MG, em 2004. Participações especiais dos saudosos: Prof. Vicente Rossi, Néria Barral e Dona Anitta.
Corpo de Bombeiros socorreu o homem, que foi enviado em estado estável ao Hospital e Maternidade São José, em Conselheiro Lafaiete
Por Tribuna de Minas
Um motorista, 33 anos, ficou preso entre as ferragens após o carro em que estava se envolver em uma colisão lateral com outro veículo de passeio, na tarde de domingo (22). Os militares do Corpo de Bombeiros estavam se deslocando para atendimento de uma outra chamada quando se depararam com o acidente que ocorreu na saída do Bairro Paulo VI, no km 632 da BR-040, em Conselheiro Lafaiete.
De acordo com o Registro de Eventos de Defesa Social (Reds), uma motorista de 36 anos, que ia sentido Belo Horizonte a Juiz de Fora, estava em uma saída às margens da rodovia quando os veículos colidiram. Com o impacto, o outro condutor ficou preso entre as ferragens, sendo necessária a remoção da vítima pelos militares.
Os condutores tiveram atendimento médico no local e, em seguida, foram encaminhados ao Hospital e Maternidade São José. Na instituição, eles deram entrada em estado estável.
O conhecimento é uma chave que abre as portas do futuro e do sucesso. E falando em futuro, tivemos hoje um bate papo com os alunos do Ensino Médio da Escola Estadual Prefeito Walter Trezza com o intuito de orienta-los para as próximas jornadas que irão enfrentrar.
Prefeito Vagner junto com a Secretaria de Educação Bruna Freitas, Secretaria de Agricultura Larissa Lopes e Secretaria de Assistência Social Ione Maria, contaram suas experiências profissionais e pessoais. Foi uma manhã de muita conversa, dúvidas e conselhos futuros.
Aproveitamos para agradecer a Diretora da Escola Estadual, Rogéria Dimas, pelo convite e aos alunos pela dedicação e carinho com a gente!
Acidente ocorreu na Avenida Rio Branco com a Rua dos Gusmões. Segundo a policia, cerca de 20 usuários de drogas partiram para cima de um motorista que havia parado em um semáforo. Com medo e uma criança no carro, ele acelerou e fugiu.
Por g1 SP
Atropelamento deixa 16 feridos na Cracolândia em SP – Clique para ver o vídeo
Um atropelamento ocorrido por volta das 21h deste domingo (22) deixou ao menos 16 pessoas feridas na Avenida Rio Branco com a Rua dos Gusmões, na Cracolândia, região central de São Paulo.
Segundo a policia, cerca de 20 usuários de drogas partiram para cima de um motorista que havia parado em um semáforo.
Com medo e uma criança no carro, ele acelerou e atropelou o grupo e fugiu.
Ainda de acordo com a polícia, a placa do carro caiu na região.
Equipes da Polícia Militar (PM), do Corpo de Bombeiros e do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu) fizeram o atendimento. Onze equipes foram para o local.
Uma mulher e três homens ficaram com fraturas expostas nas pernas. A maioria dos feridos foi encaminhada a hospitais da região.
O caso será registrado no 2º DP Bom Retiro, que por estar em reforma está atendendo no mesmo prédio do 77º DP Santa Cecília.
Muçulmanos que vivem na cidade a descrevem como pacífica, mas islamofobia ainda é motivo de preocupação
Por Tribuna de Minas
SHEIKH HOSNI YOUSSEF, com o libanês Khaled Hammoud e o brasileiro Geraldo Magela na Mesquita de Juiz de Fora (Foto: Felipe Couri)
Desde o início dos conflitos que desencadearam a atual guerra entre Israel e o Hamas, junto à profusão de informações que circulam diariamente, sobretudo nas redes sociais, a dúvida paira sobre quem está fora dos acontecimentos. Nesse contexto, a Mesquita de Juiz de Fora tem recebido muitos visitantes procurando entender a situação. “As pessoas que nos procuram aqui querem saber o que é preciso para acabar esse conflito”, conta o Sheikh Hosni Youssef.
Para dar conta de um questionamento tão complexo, o líder religioso nascido do Egito relata o contexto histórico, sob seu ponto de vista, sobre o território em disputa e apresenta nuances sociais, geográficas, políticas e religiosas presentes nas relações ao longo da história entre Israel e Palestina. Já os encontros religiosos recebem, segundo Youssef, entre 50 e 80 pessoas regularmente. Mas a comunidade islâmica na cidade é maior, garante. “Há momentos que recebemos até 300 pessoas”, quantidade que o local não comporta com conforto por questão de espaço. Apesar de não ser palestino, a situação e o sofrimento do povo muçulmano na Faixa de Gaza abalam o Sheikh, que lamenta tristeza perante os acontecimentos.
Nascido no Líbano, Khaled Hammoud, frequentador da mesquita, veio ainda criança para o Brasil. “A gente recebe vídeos diretamente do nosso povo (muçulmano). Ontem eu chorei de noite. São tantas crianças massacradas, tanta gente embaixo dos escombros, pais tentando ressuscitar filhos. Até arrepio, é uma coisa realmente assustadora, e não sabemos o futuro”, relata, consternado.
Islamofobia preocupa
A evidência do conflito tem colocado os muçulmanos em uma situação delicada ao redor mundo. Qades Saed, que mora em Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo, conta não ter sido vítima de ofensas islamofóbicas, mas que é “uma coisa preocupante, que cada vez mais vem aumentando”. Nos Estados Unidos, o preconceito religioso contra muçulmanos culminou em um crime de ódio. “Um homem foi acusado de matar uma criança de seis anos e esfaquear a mãe dela”, conta Naim Mughrabi. O caso aconteceu em Plainfield, no estado de Illinois. Mughrabi mora em Chicago há 12 anos. Desde o início da guerra, ele conta que na cidade já aconteceram três manifestações pró-Palestina. Nos eventos, a situação é tranquila, segundo ele. O que incomoda Mughrabi é a cobertura midiática, “sempre contra os palestinos”.
Juiz de Fora, lugar pacífico para o islamismo
Em Juiz de Fora, Youssef pondera sobre a violência on-line. Durante a conversa, inclusive, ele reclamava que não conseguia postar vídeos sobre o ponto de vista que defende em relação ao conflito. Um ar com suspeita de boicote das redes sociais pairava. Apesar da preocupação com a islamofobia, Juiz de Fora é tido como um lugar pacífico para os muçulmanos que aqui moram e que conversaram com a reportagem.
Hammoud, entretanto, afirma que um preconceito velado existe, de forma estrutural, disfarçado de piadas que deduzem muçulmanos como terroristas. No mais, quem sofre são as mulheres. “Várias irmãs aqui já tiveram a roupa ou o hijab (véu islâmico que cobre o cabelo, as orelhas e o pescoço) puxados no ônibus”, exemplifica. Porém, os atos não são associados diretamente à guerra que está em curso, pois ocorrem há tempos.
Ainda assim, Hammoud diz que o preconceito não é algo que tenha aumentado neste momento; pelo contrário, ele acredita que “o povo está conhecendo melhor o islamismo, está vendo que os muçulmanos não são os terroristas que aparecem lá”. Para atestar tal afirmação de pacificidade, Geraldo Magela, brasileiro iniciado no islamismo e frequentador da Mesquita, ostentava a placa da Moção de Aplausos entregue este ano pela Câmara Municipal de Juiz de Fora ao líder religioso e à comunidade islâmica da cidade. “Moro no Manoel Honório e, ao acordar, ouço o cantar dos pássaros. É terrível imaginar que lá (em Gaza) não é assim”, diz Magela, clamando por paz.
A ação mobilizou um grande contingente de policiais e viaturas, de Rio Novo, Goianá e Piau, sendo cumprindos mandados de busca e apreensão (MBAs) na cidade, junto a vários locais denunciados pela população, via denúncias anônimas 190 e DDUs.
Três mandados de busca e apreensão foram cumpridos, um homem detido por uso de drogas; uma porção de maconha apreendida; 04 aparelhos de celular apreendidos e encaminhados para perícia da Polícia Civil, 01 máquina de cartão, apreendida; 02 maletas contendo fichas para jogos de carta, apreendidas; R$ 4.120,00 em dinheiro, apreendido; 19 maços de baralho, apreendidos; anotações e materiais diversos de controle dos jogos.
A missa de corpo presente foi realizada na Igreja Santa Rita de Cássia, no Bairro Bonfim, seguida do enterro, realizado no Cemitério Municipal.
Por g1 Zona da Mata — Juiz de Fora
O Padre Vicente Zacaron foi encontrado morto em casa na manhã deste domingo (22) em Juiz de Fora. A informação foi confirmada pela Arquidiocese de Juiz de Fora, que divulgou uma nota pesar pelo falecimento do sacerdote, que tinha 83 anos.
De acordo com a arquidiocese, o corpo de Padre Zacaron foi levado para a Igreja Santa Rita de Cássia, no Bairro Bonfim, onde começou a ser velado às 11h. A missa de corpo foi realizada às 14h30, seguida do enterro, realizado no Cemitério Municipal.
Padre Vicente Zacaron nasceu em Juiz de Fora, no dia 22 de setembro de 1940. Ele foi ordenado presbítero em 3 de março de 1968, ficou 37 anos à frente da Paróquia Nossa Senhora do Líbano, no Bairro Grajaú.
Ele se aposentou em 2017 por motivos de idade e, com isso, passou a atuar como Vigário Paroquial em algumas paróquias de Juiz de Fora. Ele passou pelas paróquias Santíssima Trindade, São José e Nossa Senhora Mãe de Deus.
Desde julho do ano passado, atuava na Paróquia Santa Rita de Cássia, do Bairro Bonfim.