Aniversários do mês de fevereiro de 2024

01/02 – GERALDO CHEVES, residente em São Gonçalo/RJ.

01/02 – DAYANE GRANADO.

02/02 – MARIA AUXILIADORA S. MAZZOCO.

03/02 – WILLIAN M. ROCHA.

03/02 – SEBASTIÃO LUIZ CASSETTE.

03/02 – MARIANA, filha de Hortência e Ranieri Rezende Faria.

05/02 – GISELA MACHADO, residente em Belo Horizonte/MG.

06/02 – JOSÉ CARLOS DE OLIVEIRA.

06/02 – MARIA DO CARMO MENDONÇA.

07/02 – Prof. WALTER MACHADO DE SOUZA, residente em Maripá de Minas.

08/02 – JORGE CARLOS CORREA, residente em Taruaçu.

09/02 – Dr. SÓCRATES FEIJÓ, residente em Niterói/RJ.

10/02 – MARIA DO SOCORRO NASCIMENTO LIMA.

13/02 – ALZIRA BIANCO.

14/02 – GUILHERME DUTRA ALHADAS, filho de Débora e Luiz Carlos Alhadas.

15/02 – JORGE SALOMÃO.

15/02 – FRANCISCO CARLOS ARRUDA ABRANTES (NEM). 

16/02 – ANTÔNIO IRINEU NASCIMENTO FILHO.

16/02 – CARMEN LÚCIA LAMHA, residente nos EUA.

18/02 – RAFAEL MILÃO.

18/02 – SUELY SILVEIRA CHEVES, esposa de Geraldo Cheves, residente em São
Gonçalo (RJ).

19/02 – ULISSES CARDINELLI DE OLIVEIRA, residente em Vitória/ES.

19/02 – CARLOS AUGUSTO MOREIRA (GUDUCHO), residente em São Paulo/SP.

21/02 – JORGE GUILHERME CASTRO BARBOSA, residente em Petrópolis/RJ.

21/02 – JOSÉ CARLOS LEITE ALVARENGA, residente em Juiz de Fora/MG.

21/02 – SANDRA DE OLIVEIRA LAGROTA.

23/02 – RENATA, filha de Márcia e do empresário José Renato Grassano.

23/02 – O cabeleireiro COSME FERNANDES.

23/02 – DELMA MARIA FERREIRA DOS REIS.

24/02 – LAURA BARROS LOURO.

24/02 – ALBERTO DIAS ROSSI.

25/02 – PATRÍCIA FERREIRA BORDONI.

25/02 – FERNANDO COELHO, residente em Belo Horizonte.

26/02 – MAELY RETTO.

27/02 – RAQUEL GUEDES GOUVÊA VEIGA.

27/02 – MATHEUS, filho de Fernanda e Marcelo Retto Veiga, residentes em
Macaé/RJ.

Maicon Bloco 2024 #Nunca mais eu vou dormir

Corpo de idosa é encontrado após desaparecer em cachoeira

Idosa que se afogou tinha o costume de sentar-se às margens do rio — Foto: Blog do Adenilson Mendes/Reprodução

Uma senhora de 63 anos teve seu corpo encontrado pelo Corpo de Bombeiros, após cair nas águas do Rio Limoeiro, em Além Paraíba (MG). Ela estava desaparecida desde a tarde da segunda-feira (29) e foi localizada na terça (30).

De acordo com familiares, a vítima tinha o costume de ficar sentada nas pedras às margens de uma cachoeira, localizada nos fundos da residência onde morava.

Foram achados pertences da vítima na cachoeira; assim sendo, os militares iniciaram as buscas. O corpo da idosa foi localizado em uma área de forte correnteza, a mais de 1 metro de profundidade.

A perícia da Polícia Civil de Leopoldina (MG) compareceu ao local e, após os procedimentos de praxe, entregou o corpo para o veículo da funerária.

EJA – Ensino de Jovens e Adultos – Matrículas Abertas – Prefeitura de Bicas

Pré-Carnaval 2024 – Marquinho Cabeleireiro

Há 30 anos, em 31/01/1993, O MUNICÍPIO publicava: A grande Dama (Chicre Farhat) / Cultura Gente e Ideias / Sociais: Bodas de Ouro de Eliziária e Gilson Leite / Pequeri em Foco

Homem que matou 5 filhotes de cachorro a marteladas é indiciado por maus-tratos em MG

Caso foi investigado pela Polícia Civil de Barbacena, que encaminhou inquérito ao Ministério Público. Lei prevê até 5 anos de reclusão, com aumento de 1/3 da pena em caso de morte do animal.

Por g1 Zona da Mata — Barbacena
29/01/2024 16h58 

Homem matou os animais com golpes de martelo — Foto: Reprodução

O homem de 42 anos filmado matando cinco filhotes de cães a marteladas foi indiciado e responderá pelo crime de maus-tratos a cães e gatos, segundo a Polícia Civil de Minas Gerais. O caso foi registrado no fim do ano passado, na Colônia Rodrigo Silva, em Barbacena.

Conforme o inquérito policial, finalizado e encaminhado ao Ministério Público, o investigado, que é estudante de veterinária, afirmou ter sacrificado os animais por suspeitar que eles estivessem com cinomose, doença infectocontagiosa, que, após o contágio, tem poucas chances de cura.

À época, segundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar, o homem disse que os animais eram da cadela dele e ele também tinha intenções de matá-la.

De acordo com as investigações e com a perícia realizada nas imagens, foi apurado que caso a doença realmente existisse, era algo que poderia ser tratado.

O delegado responsável pelas investigações, Alexandre Ramos, destacou que, mesmo que os filhotes estivessem com a doença e não houvesse possibilidade de cura, a forma com que os animais foram mortos foi um ato cruel.

O procedimento correto em casos onde a doença está em fase terminal é a eutanásia, que só pode ser realizada em ambiente veterinário, por um profissional habilitado e em um processo que seja indolor aos animais.

Conforme a Lei 14.064/2020, quem cometer maus-tratos contra cães e gatos pode ser punido com 2 a 5 anos de reclusão, multa e proibição da guarda. Caso o crime resulte na morte do animal, a pena pode ser aumentada em até 1/3.

Bicas Folia 2024 – Programação

Há 50 anos, em 27/01/1974, O MUNICÍPIO publicava: Vida ou Morte? Ginásio Estadual “Deputado Oliveira Souza” / Formaturas / Vida Esportiva

O Bar da Yêda

Escrito por Antônio Santa Cruz Calvário (Tonico da Dona Minervina)

Na década de 50, e princípio da de 60, o Bar da Yêda foi um dos mais frequentados de Bicas. Funcionou durante muitos anos na Rua dos Operários, em frente as oficinas da Estrada de Ferro Leopoldina. Ficava ao lado da Farmácia Santa Maria, dos queridos farmacêuticos, Sr. Ivan de Castro e Sr. Pedro Dutra de Moraes. No local, hoje existe um dos prédios da Organização Fama.

Esse bar ficou na lembrança e deixou muita saudade. Uma de suas características, era manter um serviço de alto-falante, com grande potência, que ficava afixado na parte da frente do bar.

A Yêda usava o serviço para que os seus fregueses oferecessem músicas para os amigos, namorados, etc…. Até aí, tudo bem, mas…. como naquela época havia uma grande rivalidade entre os clubes de futebol, principalmente, entre o Esporte Clube Biquense e o Leopoldina Atlético Clube, sempre que havia uma partida entre os times. O clube vencedor pagava a Yêda para tocar, durante o dia seguinte ao jogo e durante toda a semana seguinte, uma música de gozação, que na sua letra dizia: “Estou doente, morena… Morena, estou doente… Cabeça inchada, morena…Tô e tô e tô”.   

Se o Leopoldina fosse o derrotado, o Esporte pagava para tocar a música para gozação dos operários das oficinas, que ficava em frente ao bar, e eram torcedores do clube, mas quando o Leopoldina ganhava do Esporte, pagava com a mesma moeda, e os torcedores do Esporte é que ficavam zoados… Ninguém tinha paz na redondeza.

Eu, que tinha uma loja próxima ao bar, qualquer que fosse o vencedor, não tinha sossego, ouvia a música mais de 300 vezes por dia e, à noite, ao deitar, ficava com ela na cabeça e custava dormir. Era uma tortura!

O nosso alívio foi quando o Joel Fonseca comprou o bar, anexou uma ótima padaria, e desativou o maldito serviço de som.