Um causo à parte / Memórias / Túnel do tempo

Túnel do tempo

Na nossa vontade aventureira, ficávamos remoendo até achar algo interessante para nos manter ocupados durante o dia. A atividade da vez, foi uma dica do Gá; aliás, ele era danado pra ter boas ideias. Segundo o seu planejamento tático, nós iriamos explorar os túneis da fábrica de caulim, que ficava lá atrás do Morro do Cruzeiro, se não me engano, nas terras do Horácio Machado. 

Na preparação de expedição, além de cantil e lanche, carregávamos também outras tralhas; entre elas, as latas de querosene Jacaré, com alças de arame e tocos de velas dentro, que seriam nossas lanternas para iluminar a escuridão dos labirintos internos.

Duca foi convidado e desconversou. Uma equipe de uns dez desocupados, parecendo pesquisadores arqueológicos, seguiu morro acima… Depois de uma subida “daquelas”, viramos o morro e chegamos na entrada principal do túnel, acendemos as “lanternas” e começamos a exploração.

À medida que íamos entrando, a escuridão vinha junto com a adrenalina. Também, o medo começava a saltar aos olhos. Bita tremia mais que vara verde… Zé da Durica queria voltar… Eu ficava sempre perto de alguém…

Atravessamos algumas encruzilhadas, vimos aqueles carrinhos que transportavam o minério e tal. De repente, numa área mais larga e cheia de teias de aranha, apareceu um vulto: era um pano branco se movendo e dando uns grunhidos estranhos.

O clima ficou mais fantasmagórico com os ecos naquele lugar macabro. Foi um Deus nos acuda! Largamos nossas coisa para trás e saímos em disparada… Quando estávamos lá fora descansando, Duca veio em nossa direção morrendo de rir com o pano branco na mão. Xingamos, esbravejamos e tudo mais… Bicas assombrosa.

Acidente na BR-267, domingo à noite, causa ferimento em uma mulher

Neste domingo, 4 de fevereiro, à noite, de acordo com a Polícia Militar, aconteceu um acidente, no km 60, da BR-267, próximo à Marmoraria Rezend’s, envolvendo um VW Gol “quadrado”, um Renault Duster e um outro veículo não especificado. Segundo o Samu, uma mulher, 51 anos, natural de Bicas, foi atendida, com um corte no rosto e encaminhada para o Hospital São José. A Polícia Rodoviária Federal compareceu ao local e tomou as providências de praxe. 

Benefícios do Procel Reluz

Siga aí com o último parágrafo da matéria “Municípios brasileiros terão mais eficiência na iluminação pública”, publicada no site agência gov, e a leia, na íntegra, AQUI

O município de Bicas (MG) já recebeu o programa. Segundo o secretário de Administração da cidade, Rafael Lanini, a substituição das lâmpadas proporcionou maior segurança e melhor qualidade de vida para a população. “O batalhão de Polícia Militar comunicou que após a substituição da iluminação pública por LED, os índices de criminalidade, roubo e furto nas ruas reduziram”, contou.

Há 60 anos, no dia 09/02/1964, O MUNICÍPIO publicava: Festa de São Sebastião / Carnaval Biquense / Casamentos / Formaturas / Prof. Vicente Rossi

Mar de Espanha: menina de 13 anos, portando uma faca, assalta taxista

Na sexta-feira, 2 de fevereiro, à noite, em Mar de Espanha, a Polícia Militar recebeu denúncia de um taxista, dizendo que havia sido assaltado por uma menor, portando uma faca. A menina, de 13 anos, levou um celular e a quantia de R$22,00, que foram recuperados pela PM.

Conexão TV! Confira a programação do Carnaval de Bicas 2024!

Conexão TV! Confira a programação do Carnaval de Bicas 2024!

Tchau, dengue, tchau!

A dengue faz parte de um grupo de doenças denominadas arboviroses, que se caracterizam por serem causadas por vírus transmitidos por vetores artrópodes. No Brasil, o vetor da dengue é a fêmea do mosquito Aedes aegypti. Pessoas com doenças crônicas, gestantes, crianças menores de 2 anos e idosos acima de 65 anos são mais suscetíveis às complicações da dengue, chikungunya e Zika. Caso qualquer um dos perfis conviva com você, os cuidados de combate ao mosquito devem ser redobrados.
Não vamos deixar que essa ameaça ponha em risco a nossa saúde e de nossa família, com cada um fazendo a sua parte conseguiremos vencer o mosquito!

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Mulher é esfaqueada e agredida com banco de madeira pelo ex-companheiro em São João Nepomuceno

Crime teria sido motivado pelo término do relacionamento do casal. Vítima foi levada para Juiz de Fora com lesões graves.

Por Ana Clara Ciscotto*, g1 Zona da Mata — São João Nepomuceno
02/02/2024 12h44 Atualizado há 19 horas

Uma mulher de 52 anos foi esfaqueada e agredida com um banco de madeira pelo ex-companheiro em São João Nepomuceno, na Zona da Mata mineira, na quinta-feira (1º). O crime teria sido motivado pelo término do relacionamento do casal.

Segundo a PM, no momento das agressões, a vítima gritou por socorro e o homem, de 52 anos, fugiu do local. Ele segue foragido, e a mulher foi levada ao HPS, em Juiz de Fora, com lesões graves no ombro e na cabeça.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde disse que a vítima segue internada e estável.

*estagiária sob supervisão de Carol Delgado.

Há 60 anos, em 2 fevereiro de 1964, O MUNICIPIO publicava: As alegrias do carnaval / Prestação de Contas / Apresentação da Sede Social do Esporte Clube Biquense / Formaturas: Gilseli Maria Leite, Wanda Ribeiro Jorge, Ivete Ciscouto e Helaine Godinho

Bahamas projeta dobrar faturamento até 2026

Tribuna conversou com Jovino Campos, sócio-fundador do Grupo Bahamas, rede de supermercados de Juiz de Fora que começou há mais de 40 anos

Por Tribuna de Minas
02/02/2024 às 07h17- Atualizada 02/02/2024 às 12h04

O empreendimento que começou, há mais de 40 anos, como um pequeno bar no Bairro Santa Luzia, Zona Sul de Juiz de Fora, hoje, com 77 lojas espalhadas pela Zona da Mata e Triângulo Mineiro, ocupa a quarta posição entre as maiores redes de supermercados de Minas Gerais e a 23° em todo o Brasil. Quando Jovino Campos e Paulo Roberto Lopes fundaram o Grupo Bahamas não imaginavam a proporção que iria tomar. Se antes o plano era transformar o boteco em mercearia, agora a meta atual é dobrar o faturamento e chegar a R$ 8 bilhões até 2026. Atualmente, a empresa gera mais de 9 mil postos de trabalho e tem o objetivo de aumentar esse número com a inauguração de 11 estabelecimentos ao longo de 2024, sendo quatro lojas com uma nova proposta de vender produtos específicos para animais.

Em 2023, o grupo alcançou a 47ª posição entre as 120 empresas com o maior faturamento do Brasil, de acordo com uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA), que avaliou as empresas varejistas que mais se destacaram no Brasil. O levantamento foi elaborado com base nos resultados alcançados em 2022, quando a rede registrou um faturamento bruto de R$ 3,7 bilhões. Em entrevista à Tribuna, o empresário Jovino Campos fez um balanço do ano passado e contou as projeções para esse ano, além de reiterar que a empresa passou a premiar os funcionários conforme metas.

O empreendimento que começou, há mais de 40 anos, como um pequeno bar no Bairro Santa Luzia, Zona Sul de Juiz de Fora, hoje, com 77 lojas espalhadas pela Zona da Mata e Triângulo Mineiro, ocupa a quarta posição entre as maiores redes de supermercados de Minas Gerais e a 23° em todo o Brasil. Quando Jovino Campos e Paulo Roberto Lopes fundaram o Grupo Bahamas não imaginavam a proporção que iria tomar. Se antes o plano era transformar o boteco em mercearia, agora a meta atual é dobrar o faturamento e chegar a R$ 8 bilhões até 2026. Atualmente, a empresa gera mais de 9 mil postos de trabalho e tem o objetivo de aumentar esse número com a inauguração de 11 estabelecimentos ao longo de 2024, sendo quatro lojas com uma nova proposta de vender produtos específicos para animais.

Em 2023, o grupo alcançou a 47ª posição entre as 120 empresas com o maior faturamento do Brasil, de acordo com uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA), que avaliou as empresas varejistas que mais se destacaram no Brasil. O levantamento foi elaborado com base nos resultados alcançados em 2022, quando a rede registrou um faturamento bruto de R$ 3,7 bilhões. Em entrevista à Tribuna, o empresário Jovino Campos fez um balanço do ano passado e contou as projeções para esse ano, além de reiterar que a empresa passou a premiar os funcionários conforme metas.

Jovino Campos no Centro de Distribuição do Grupo Bahamas, na BR-040 (Foto: Leonardo Costa)

Tribuna – Qual foi o faturamento do grupo Bahamas em 2023?

Jovino Campos – Nós ultrapassamos a casa dos R$ 4 bilhões, que já era projetado para 2023, mas foi um ano de grandes desafios, não foi um ano fácil para o varejo brasileiro. Caiu o faturamento um pouco pela deflação principalmente dos commodities, como arroz, feijão, leite. Nós vendemos mais volume, mas caiu o faturamento. Além do grande aumento da concorrência. Em Juiz de Fora mesmo, houve a inauguração de lojas em diversos bairros e o consumo não aumentou tanto, pois a população não cresceu muito. Então temos que procurar fazer muito melhor o trabalho, oferecer algo diferente, uma nova experiência de compra para o consumidor para que eles sejam fiéis ao nosso negócio. E aprendemos também com a concorrência. O Bahamas acompanha de perto a evolução do varejo e procura sempre fazer da melhor maneira possível, buscando crescer com rentabilidade para que possamos continuar fazendo investimento, aumentando o nosso negócio e a nossa participação no mercado mineiro.

“No ano passado, nós criamos premiações para os funcionários que nos ajudassem a conquistar a meta de faturamento da empresa. Existe hoje um incentivo muito grande aos nossos funcionários com relação à retenção de talentos dentro de casa. As pessoas não faltaram ao serviço também, o que não é fácil no varejo. É uma equipe muito grande, diversa, são mais de 9 mil trabalhadores. Temos uma equipe muito comprometida conosco e devemos conseguir alcançar esse novo sonho em 2026.”

– Quais são as projeções para 2024?

– Este ano nós temos algumas novidades. Nosso projeto é fortalecer os bairros e fortalecer também as cidades pequenas. Mas além de inaugurar novas lojas na região da Zona da Mata e do Triângulo Mineiro, nós também estamos começando a entrar no mercado pet, que é um modelo de loja para alimentação de animais. A primeira que vamos inaugurar será no Bahamas Mix Ferreira Guimarães, no Bairro Democrata, e deve acontecer em abril. Depois terá outra em Uberlândia e essas novas lojas do novo atacarejo contarão com mix inovador de produtos destinados aos cuidados de cães, gatos, peixes, aves, roedores, além de itens para jardinagem. O nosso foco continua sendo o varejo alimentar, mas sabemos que a população hoje em dia diminuiu o número de filhos e aumentou o de pets, então estamos de olho nesse mercado também. Hoje, o nosso sonho é dobrar o nosso faturamento e chegar a 2026 com R$ 8 bilhões, estamos trabalhando em estratégias para isso.

– Há expectativas de levar o Bahamas para outras regiões de Minas ou fora do estado?

– Não, por enquanto não. Nós falamos sobre isso, temos estudos, mas não posso prometer se vai ser esse ano ou no próximo, mas o Sul de Minas é uma região que pensamos na possibilidade de expansão pela proximidade. Fora do estado ainda não é um projeto.

– Qual o diferencial e o tamanho da rede hoje?

– Hoje, contamos com 77 lojas e vamos inaugurar mais 11 em 2024. Nosso diferencial é oferecer o melhor serviço possível e o menor preço, quando não é o menor, pelo menos é o preço mais justo. Nosso nível de investimento hoje em relação ao consumidor é um pouco diferente do do nosso concorrente. Nós fazemos ações nos bairros, temos o projeto do Troco solidário, por exemplo, onde várias entidades recebem benefícios mensais, parte arcados pela empresa e parte pelos clientes. No ano passado, arrecadamos R$ 763.634,97. Em 2024, o Bahamas vai manter a campanha do Aniversário solidário, disponibilizando espaço de todas as suas lojas para instituições arrecadarem alimentos e produtos de limpeza e higiene. Ao fim da ação, vamos somar tudo o que for arrecadado e fazer uma doação adicional do mesmo peso equivalente. Exemplo: se arrecadar 100 toneladas, o Bahamas vai doar mais 100 toneladas. Em 2023, o Bahamas doou 168 toneladas de produtos, mais 168 toneladas arrecadadas dos clientes, para 76 instituições. Além do apoio a projetos socioambientais e a eventos esportivos, como corridas e torneios de futevôlei e beach tennis.

– Ao longo de 40 anos de história, quais foram os maiores obstáculos? E quais conquistas mais marcaram?

– Desde quando nós abrimos nosso próprio negócio, lá nos anos 1980, nós não tínhamos experiência nenhuma, nem como bar, então acontecem desafios e obstáculos todos os dias, mas nós não podemos desistir mesmo quando os negócios não estão indo bem. Eu e o meu sócio, Paulo Roberto, somos otimistas e não fazemos nada sozinhos. Se não tivéssemos uma equipe comprometida trabalhando ao nosso lado, não teríamos chegado a lugar nenhum. Os nossos negócios não são conquistas somente nossas, mas de todos. Eu posso considerar até mesmo a conquista da população de Juiz de Fora. Antigamente, quem atendia o consumidor aqui eram empresas de fora, que empregavam, mas levavam o dinheiro para investir em outros locais. Hoje, nós fazemos investimentos aqui, nós temos 5 mil funcionários apenas em Juiz de Fora, a população da cidade, de certa forma, depende do Bahamas no seu dia a dia. Então é um compromisso muito grande nosso em relação à população, não só com os colaboradores, mas também com os clientes, com a sensação de pertencimento.

“Desde a nossa fundação, nunca atrasamos os pagamentos dos funcionários. Todo ano nós antecipamos o 13º e pagamos premiação pelo resultado da empresa. Assim, o nível de satisfação dos nossos colaboradores é maior. Eu não diria que é 100%, porque as pessoas são ambiciosas, querem crescer e não estão erradas nisso, mas lutam para conseguir atingir os seus objetivos. Muitos aqui dentro da própria empresa começam às vezes fazendo faxina ou empacotando mercadorias e se tornam gerentes ou ocupam cargos estratégicos na empresa.”