Visual da Praça São José de Bicas – Década de 1920

Ricardo Rossi – omunicipioonline.com.br

Nesse período, pela estação ferroviária de Bicas escoava-se grande parte da produção de café e Minas Gerais, chegando a ocupar a 3ª posição em volume de exportação de café no Estado de Minas Gerais.
Fonte: Revista O Malho, Edição 1052 de 1922, em reportagem sobre a Villa do Guarará.
No ano de 1921, a paróquia de Bicas iniciava sua independência, dando os primeiros passos rumo à emancipação da cidade.
Fonte: Filme A Emancipação de Bicas, disponível no youtube.

Educação em tempo integral é prioridade em Pequeri!

Nos últimos anos, nosso município avançou de forma significativa na ampliação da educação em tempo integral. Em 2022, apenas 3,15% dos alunos estavam nessa modalidade. Hoje, em 2025, já são 47,68% dos estudantes atendidos, um crescimento que mostra compromisso com o futuro das nossas crianças.
Esse avanço é resultado de investimentos contínuos na educação infantil e no ensino fundamental, garantindo mais tempo de aprendizado, cuidado, atividades pedagógicas e apoio às famílias.
Mais educação, mais oportunidades e mais futuro para Pequeri.
Seguimos no caminho certo! 

O Carnaval não é mais aquele

Antônio Santa Cruz Calvário (Tonico da Dona Minervina)  omunicipioonline.com.br 

O carnaval se aproxima com a sua alegria contagiante, com o seu ritmo envolvente, que põe requebros no corpo da gente, que domina, arrebata, que faz pular, dançar, gritar, e …pois é! …., mas…, apesar da grande animação, o Carnaval de hoje não é mais como antigamente.

Nos tempos da minha juventude, nos anos 50 e 60, o clima carnavalesco começava mais ou menos em dezembro, quando nas rádios começavam a aparecer as novas músicas gravadas para o Carnaval que se aproximava. Ouviam-se, então, as vozes de Emilinha Borba, Marlene, Chico Alves, João Dias, Carlos Galhardo, Linda Batista,  Nuno Roland, Dalva de Oliveira, Blecaute, Orlando Silva, Ivon Curi, Moacir Franco e outros, cantando as marchas e sambas: O teu cabelo não nega, Até amanhã,  Implorar, Mamãe eu quero, Não tenho Lágrimas, As pastorinhas, Jardineira,  Despedida da Mangueira, Lá vem a Mangueira, Eu agora sou feliz, Deixa andar,  Cabeleira do Zezé, Trem das onze, Tristeza, Vem chegando a madrugada, Solteiro é melhor, Aurora, Ai que saudade da Amélia, Alá-lá-ô,  Praça onze, Bandeira Branca,  Atire a primeira pedra, – Nega do cabelo duro, – Que rei sou eu, – Trabalhar, eu não, Cordão dos puxa sacos, General da banda, Daqui não saio, Nega maluca, Pra seu governo, Chiquita Bacana, Tomara que chova, Touradas de Madri, Sassaricando,  Você pensa que cachaça é água, Ressaca, Saca-rolha, Recordar, Maria Escandalosa, Vai com jeito, Vai ver que é, Chora doutor, Me dá um dinheiro aí,  Quero morrer no carnaval, Colombina, Deserto do Saara e um montão de outras.

Quando vai se aproximando a época de Carnaval sinto uma grande saudade, exatamente porque não ouço mais as músicas típicas do Reinado de Momo, apenas as “axé-music”, e que continuam a imperar até nos dias de folia.

Em Bicas, passados os bons tempos das Escolas de Samba (1980/1990), felizmente, ainda temos os desfiles de animadas agremiações, como o Bloco da Cana, Bloco do Urubu, Bloco das Abelhas, Piranhas da Rua da Caixa, Bloco dos Amigos etc; contudo, sentimos falta dos antigos e tradicionais Blocos Carnavalescos, como o da “Caninha Verde”, do “Cume Ardendo” e outros.

Também deixou saudades as apresentações da “Orquestra Sapolândia”, que alegrava os participantes e a todos que assistiam as suas apresentações, sem falar da chegada do Trem com o “Rei Momo”, em vagões da Leopoldina, enfeitados e cheios de foliões que eram acompanhados por uma Banda carnavalesca que animava a festa tocando as tradicionais músicas. A Estação, e a praça em frente, ficavam fervilhando de gente aguardando a chegada do Prefeito para entregar a Chave da Cidade ao Rei Momo que dava início ao Carnaval. Isso tudo com muita serpentina, confetes e muita alegria.

De posse da Chave da Cidade, o Rei Momo, Primeiro e Único, acompanhado pela Banda, e dos animados foliões, iniciavam o desfile pelas principais ruas da cidade, que terminava nos salões dos cubes Biquense e Esporte, onde aconteciam os animados bailes infantis com as animadas crianças acompanhadas por seus pais.

À noite, ele comparecia nos salões dos referidos clubes, para animar os foliões com a sua tradicional alegria que contagiava a todos, sempre com a Chave da Cidade nas suas mãos… o seu Reinado ia até a terça-feira gorda… só voltando no próximo Carnaval.

Bicas – PM prende 3 em 24h

Zé Arnaldo – omunicipioonline.com.br

Resumindo o resumo, tá-na-lata que a Polícia Militar de Bicas prendeu três foragidos da justiça, de fora da cidade, no intervalo de 24 horas… Uma mulher (27 anos) e dois homens (30 e 73 anos). A tampa foi fechada nesta terça-feira, 27 de janeiro.

“Bicas não é mais aquela… olha a cara dela.” 

Os blocos do nosso CarnaBicas 2026 já estão confirmados!

É hora de separar a fantasia, reunir a turma e escolher seu bloco pra cair na folia! 
Neste ano, o Carnaval de Bicas contará com blocos que prometem muita animação, alegria e tradição.
Marque os amigos, compartilhe e venha viver essa festa que é do povo! 

Madrugada trágica na BR-267: capotamento mata dois homens e deixa ferido em estado grave

omunicipioonline.com.br

Foto: Redes Sociais

Uma sequência de segundos de pânico terminou em morte na madrugada desta segunda-feira (26), na BR-267, em Bom Jardim de Minas. Um carro saiu da pista, bateu violentamente contra um barranco e capotou no km 218 da rodovia, resultando na morte de dois homens e deixando um terceiro ocupante gravemente ferido.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), há fortes indícios de que o motorista tenha perdido o controle da direção em meio à pista molhada. O veículo, que transportava três moradores de Seritinga, no Sul de Minas, saiu da pista antes do impacto fatal.

Ainda, segundo a PRF, o condutor e o passageiro que seguia no banco da frente estavam sem cinto de segurança. Com a força da colisão, ambos foram arremessados para fora do automóvel e morreram ainda no local do acidente.

O terceiro ocupante, um homem de 50 anos, que viajava no banco traseiro e utilizava o cinto de segurança, sobreviveu. Ele foi socorrido com suspeita de traumatismo craniano e fratura no braço, sendo encaminhado em estado delicado para o Hospital de Pronto Socorro (HPS), em Juiz de Fora.

Os corpos das vítimas fatais foram removidos e levados para o Instituto Médico Legal (IML) de São João del-Rei. As circunstâncias do acidente serão apuradas.

Maripá de Minas – Boa notícia para o Bairro Pedra Branca

Próximo a Juiz de Fora, BR-267 tem cerca de 20 quilômetros esburacados

Tribuna percorreu trecho entre Maripá e Argirita e ouviu reclamações de usuários

Tribuna de Minas – Por Hugo Netto
27/01/2026 às 06h30

BR-267, município de Argirita (Foto: Felipe Couri)

Na última quarta-feira (21), a Tribuna saiu de Juiz de Fora e foi até o trevo de Leopoldina, percorrendo quase 100 quilômetros da BR-267, rodovia que, no outro sentido, vai até a fronteira do Mato Grosso do Sul com o Paraguai.

Até Maripá de Minas – a 51 quilômetros de Juiz de Fora –, e a partir de Argirita – a 72 quilômetros – a estrada está em boas condições, mesmo que, em muitas partes, à base de remendos que, segundo as pessoas ouvidas pela Tribuna, foram feitos há pouco tempo. Porém, no trecho de cerca de 20 quilômetros entre essas duas cidades, os buracos são muitos, como é possível ver pelas imagens.

Por conta da falta de acostamento, a reportagem só pôde conversar com os consumidores do comércio localizado à beira da estrada. O representante comercial Roberto Miranda, 65 anos, estava em um restaurante no km 23. Ele relatou que passa pela estrada toda semana. “Tem uns trechos bons e tem uns trechos péssimos, com uns buracos extremamente preocupantes. Se a pessoa não conseguir sair deles, causa um acidente muito sério.”

Ele conta que já viu a estrada parada por acidentes diversas vezes, naquele mesmo trecho. “De Juiz de Fora até pouco depois de Bicas, eles deram uma arrumada”, confirma, “mas para cá está bem ruim. Essa estrada, a vida inteira é assim. Eles dão uma arrumadinha, chove, esburaca tudo de novo”. Roberto nunca teve maiores gastos com manutenção, mas já ouviu muitos amigos reclamarem, inclusive de estouro de pneus.

A proprietária do restaurante, Natália Vasconcelos Coelho, 66 anos, atesta: nos 26 anos de negócio, a estrada sempre esteve nessas condições. “Arruma, tapa buraco, a chuva vem e destapa o buraco. Atrapalha muito o movimento, porque as pessoas evitam passar por aqui.” No restaurante não há borracharia, mas, muitas vezes, chegam carros com mais de um pneu furado. “A gente dá as condições das pessoas trocarem, macaco a gente tem, a gente ajuda nessa parte. Tem estepe, quando a gente pode, leva no posto para colar.”

Logo na entrada principal de Argirita, há um negócio com uma combinação curiosa no letreiro: borracharia e pastelaria. Carlos Francisco Silva, de 49 anos, é o dono há três anos, e diz que há uma procura maior pelos serviços com pneus do que pelos pastéis. Segundo ele, de vez em quando, acontece um acidente por perto.

Em números

Segundo dados da Polícia Rodoviária Federal de Leopoldina, no ano de 2025, entre o km 15 e o 55 da BR-267, houve 36 acidentes. Desses, 12 foram graves. Duas pessoas morreram e 56 ficaram feridas.

Entre as causas mais frequentes, oito foram por velocidade incompatível, cinco por condutores que dormiram ao volante, quatro por ausência de reação do condutor, três por reação tardia ou ineficiente, três por transitar na contramão e dois por ultrapassagem indevida. A maior parte dos acidentes foram em março e agosto (sete cada), aos sábados (11), e por volta das 14h (quatro).

A Tribuna entrou em contato com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), responsável pelo trecho criticado, questionando por que ele não recebeu recapeamento e se há previsão para o serviço. Em nota, o órgão informou que “por meio do contrato vigente de conservação da BR-267/MG, realiza, de forma contínua, serviços de manutenção e reparos e tapa buracos em todo segmento da rodovia”.

O texto afirma, ainda, que “em função das chuvas intensas na região, parte dos trabalhos precisou ser suspensa temporariamente. Com a melhora das condições climáticas, os serviços serão reforçados e as atividades de recuperação do pavimento serão retomadas”.

Garbosa News – Dr. João Mansur – “Implante Capilar de Alta Tecnologia”

O Dr. João Mansur é médico e cirurgião plástico, doutor em Medicina, com pós-doutorado na Universidade da Califórnia, em São Francisco (UCSF). Foi lá que, em 1977, aprendeu e passou a atuar com transplante capilar, após ser aprovado como concursado pelo Educational Council for Foreign Medical Graduates. A Mansur Transplante Capilar acaba de adquirir o Castelo Monalisa, localizado no distrito de Carlos Alves, em São João Nepomuceno, MG, onde será implantado um novo e importante empreendimento voltado ao tratamento capilar, “Hospital” fortalecendo a área da saúde e da estética na nossa região. Nós, do Garbosa News, estivemos no local e conversamos com o Dr. João Mansur, que falou sobre o futuro desse projeto, os investimentos e a expectativa de impacto positivo para a cidade e região. Então, fica aí o vídeo para que vocês possam acompanhar essa conversa exclusiva com o doutor João Mansur.

Pisca-alerta tá osso

Zé Arnaldo – omunicipioonline.com.br

Estou observando que carinha está utilizando o recurso de pisca-alerta pra tudo… Tá osso… Não é bem assim que funciona, não, ué… 

O pisca-alerta deve ser usado apenas em situações de emergência, como panes mecânicas, acidentes, parada forçada na via ou redução brusca e inesperada de velocidade. O uso indevido, como em fila dupla, paradas rápidas ou durante a circulação normal, é infração, conforme reza o Código de Trânsito Brasileiro.