Feira Cultural – E.M.Povoado de Santa Helena – Outubro de 2019

Abrindo o dia de visitas às Feiras Culturais das escolas municipais na manhã de sexta-feira, 25 de outubro, estive na E. M. do Povoado de Santa Helena, onde mais uma vez pude apreciar belíssimos trabalhos e apresentações dos alunos tendo como tema “Um dia a Ferrovia passou por aqui”.

Foram leituras de poema e encenações musicais em agradável e familiar“Mostra Cultural”.

Tive também a gratificante surpresa de encontrar raras fotos da Estação de Santa Helena expostas na Mostra Cultural, oportunidade de completar a matéria sobre a estação na página otremexpresso, que pode ser vista no 

link http://otremexpresso.blogspot.com/2011/10/estacao-santa-helena-localizada-no.html.

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Feira Cultural – E.M. Dr. Matheus Monteiro da Silva – Outubro de 2019

Dando prosseguimento ao dia de visitas às Feiras Culturais das escolas municipais, estive na tarde de sexta-feira, 25 de outubro, na E. M. Dr. Matheus para conhecer os trabalhos realizados pelos alunos tendo como tema “Um dia a Ferrovia passou por aqui”.

Mais uma vez pude apreciar belíssimos trabalhos na “Mostra Cultural”,destacando uma interessante apresentação com instrumentos musicais lembrando os sons da locomotiva chegando e partindo da estação.

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Feira Cultural – E.M. Maria Antonieta Gomes de Souza – Outubro de 2019

Na sexta-feira à noite visitei a Feira Cultural da E. M. Maria Antonieta, mais uma vez sendo super bem recebido pelo corpo docente da escola. Uma recepção realmente calorosa!

Dentro do tema “Um dia a Ferrovia passou por aqui” pude apreciar belíssimos trabalhos na “Mostra Cultural”. A escola também trabalhou o tema “ciclo do café”, mas não faltaram as tradicionais maquetes ferroviárias, belos desenhos e pinturas. Vale destacar o envolvimento das crianças com o tema trabalhado, mostrando a importante participação das professoras no resgate desta bela história de nossa cidade.

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Agradável encontro com alunos e professores da EJA

O professor de artes, da EJA, Roberto Zink, presenteou Amarildo, com um desenho da locomotiva 221

Convidado pela supervisora pedagógica da EJA, Lucimar Rossi, vivi mais uma agradável noite na Escola Municipal Coronel Souza, apresentando a história da ferrovia em Bicas e os 140 anos de nossa estação ferroviária.

Foi uma experiência nova e extremamente agradável conversar com jovens e adultos do turno da noite, falar sobre a importância da ferrovia para a criação e existência de nosso município a um grupo de interessados e atentos alunos. Tudo em preparação para a Feira Cultural que acontecerá na última semana de outubro.

Tenho certeza que teremos grandes surpresas, já que todas as escolas municipais vêm trabalhando este tema com grande empenho e extrema empolgação.

Por falar em surpresas, ao final de mais um inesquecível encontro, recebi com grande emoção, um presente realmente encantador: a locomotiva 221 retratada em belíssimos traços do professor de artes, da EJA, Roberto Zink, a quem agradeço de coração… Já está emoldurado e em lugar de destaque em minha “galeria ferroviária”.

Agradeço também a Lucimar Rossi e toda a equipe docente da EJA, aproveitando a oportunidade para parabenizar a todos pelo “Dia do Professor”. Abraços a todos!

Fonte: Blog do Mayrink

Preservar o nosso patrimônio é preservar nossa história!

Belíssima… Pronta para a grande festa: 140 anos da Estação Ferroviária de Bicas!

Fotos: Amarildo Mayrink

Encontros inesquecíveis nas escolas de Bicas

Enfim terminei o grande ciclo de palestras e encontros com as crianças e adolescentes das escolas de nosso município, tendo com tema “140 anos de história da ferrovia em Bicas e de nossa Estação Ferroviária”.

Foram quatro semanas de encontros, 22 palestras ilustradas pela apresentação de belas fotos em 12 escolas de Bicas, onde conversei com mais de 1.500 alunos levando-os a uma verdadeira viagem no tempo.

Voltamos ao período do “Ciclo do Café”, que trouxe grande riqueza e desenvolvimento para nossa região, sendo o principal motivador da construção da ferrovia na Zona da Mata Mineira.

Ao importante encontro de grandes fazendeiros da região, que decidiu pela construção do primeiro trecho de ferrovia entre Serraria e São João Nepomuceno, que a princípio deveria passar por Mar de Espanha e pela Villa do Espírito Santo (Guarará) mas, devido aos obstáculos naturais que deveriam ser vencidos para passar por estas localidades, e levando em conta a grande economia de recursos, veio passar pela Villa de São Pedro (Pequeri) e pela “localidade conhecida como Taboas”, sendo nelas construídas duas estações.

Oportunidade de destacar a fundamental decisão do engenheiro construtor Pedro Betim Paes Leme em “dar à nossa estação o nome de Bicas” – por sua proximidade a Serra das Bicas – decisão esta que deu início ao processo de desenvolvimento, especialmente por ser construída também ali uma importante Oficina Ferroviária.

Grande oportunidade de mostrar para os estudantes biquenses o quanto estas decisões foram fundamentais para o importante processo de emancipação de nossa cidade.

O Município de Bicas nasceu da ferrovia! Isso é inegável!

Foi também oportunidade de mostrar a eles a extraordinária capacidade técnica dos ferroviários biquenses, conhecidos como “os artistas da ferrovia”. Falar de grandes salvamentos realizados pela nossa “Equipe de Socorro”; da reconstrução de Locomotivas; do belíssimo trabalho realizado no projeto e na construção da “Locomotiva Dondoca”.

Por fim, nesses encontros, nossos estudantes também puderam conhecer a história de mestre Athaide R. Dutra de Morais, artista autor do belo “Monumento ao Operário Biquense”, que compõe junto à nossa antiga Estação Ferroviária o belíssimo Patrimônio Histórico.

Lembramos também de momentos tristes: o último trem; o fechamento de nossas oficinas; a infeliz decisão de destruir tudo; de literalmente “ir atrás” da Locomotiva Dondoca, sonhando trazê-la de volta a Bicas… E, descobrir que ela não existia mais.

Enfim, vivi nestes dias o particular e espetacular momento de resgatar a parte mais importante da história de nossa cidade: a FERROVIA!

A existência de nossa cidade se deve a ela!

Agradeço às diretoras, supervisoras e professoras de todas as escolas, indistintamente, pelo carinho com que me receberam.

Por fim, um agradecimento muito, mas muito especial mesmo a cada um dos mais de 1.500 alunos que participaram ativamente destes encontros com extrema atenção, com observações espetaculares e perguntas que comprovaram o quanto estiveram interessados e envolvidos com o tema.

Posso garantir que os desfiles do “7 de setembro temático” deste ano reservam grandes surpresas! IMPERDÍVEL!!!

140 anos de nossa Estação e da Ferrovia em Bicas! Que venham as comemorações!

Fonte: Blog do Mayrink 

Para pensar…

Em Bicas, Festa dos Romeiros da Água Santa e campeonato de skate; em Guarará, belíssimo festival de bandas; em Pequeri, eventos esportivos interessantíssimos; outras cidades de nossa microrregião com interessantes eventos gastronômicos. Tudo no mesmo fim de semana!

Quando nossas cidades irão acordar e, com maturidade, elaborar, juntas, um calendário turístico? Será que o diálogo em benefício de todos é tão difícil?

140 anos da Estação de Bicas

Começam as atividades para celebrar uma grande data

A antiga Estação Ferroviária de Bicas – Patrimônio Histórico de nossa cidade – completará 140 anos em setembro. Nela hoje funciona a rodoviária municipal, o Centro Histórico José Maria Veiga, o Memorial Ferroviário e uma loja de artesanato dos artistas biquenses.

Para comemorar esta importante data, estão sendo preparadas diversas atividades e eventos pela Secretaria de Cultura e pela Secretaria de Educação.

Fazendo parte destas atividades, fui convidado pela Secretária de Educação para contar para as crianças e adolescentes, alunos das escolas municipais, esta bela história: “A importância da ferrovia para a criação e existência de nosso Município”.

História que começa com a cultura do café, plantado em grande escala no estado do Rio de Janeiro e na Zona da Mata mineira. A necessidade de transportar toda a produção ao porto no Rio de Janeiro para ser levada para Europa que fez nascer a ferrovia em nossa região, bem como nossa Estação Ferroviária e conseqüentemente o Município de Bicas.

Oportunidade de levar os alunos a uma verdadeira viagem no tempo, de como Bicas foi escolhida para receber nossa estação, acontecimento fundamental para a criação de nosso Município. Falar da importância de nossa oficina ferroviária, da reconhecida capacidade e competência dos ferroviários biquenses, conhecidos como “os grandes artistas ferroviários”.

Até aqui foram 12 agradáveis encontros com aproximadamente 230 crianças e adolescentes de nossas Escolas Municipais, que se entusiasmaram, viajando no tempo, na história da ferrovia em Bicas e de sua importância para o nascimento e desenvolvimento de nossa cidade.

Os encontros continuam na próxima semana!

Além destes encontros, está sendo preparado pelas escolas municipais um verdadeiro “desfile temático” para o dia 7 de setembro.

A grande aniversariante, nossa antiga Estação Ferroviária, já passa por reformas para a realização de um belo evento comemorativo, na noite de 9 de setembro, quando ela receberá os ferroviários biquenses, familiares e representantes daqueles que já não estão mais conosco.

E não para por aí!

A apoteose dessa comemoração histórica acontecerá em outubro, na Semana Cultural que as escolas municipais já estão preparando cujo tema é “140 anos de nossa Estação Ferroviária e a importância da Ferrovia para o desenvolvimento de Bicas”.

Não dá para dimensionar minha alegria por estar participando de tudo isso… O melhor e mais emocionante reconhecimento de todo o trabalho realizado aqui na página otremexpresso.

Fonte: otremexpresso

E por falar em história….

Tem acontecido um debate aqui em Bicas a respeito da mudança de nome da Rua Luiz Ferrari.

Em primeiro lugar, vou ressaltar o histórico de Luiz Ferrari, destacado ferroviário biquense, que tem parte de sua bela trajetória de vida registrada na página otremexpresso e que vale a pena conhecer clicando AQUI.

Em relação à mudança de nomes de rua, a coisa não é tao simples como se comenta! Nominar uma rua, que na verdade não tem nome, tem apenas “apelido” ou é conhecida por uma simples letra é uma coisa; mudar um nome já consagrado e altamente conhecido, nome que já se tornou a própria identidade da rua é completamente diferente!

Sito como exemplo a Av. Independência, em Juiz de Fora, cujo nome seria, por assim dizer, um “apelido”, sendo posteriormente agraciada com o nome de “Av. Presidente Itamar Franco”, justa homenagem a um cidadão local de grande destaque.

Quanto ao nosso caso, sem a menor intensão de desmerecer quem quer que seja, não há o que se discutir, sequer imaginar tal mudança. Tenho certeza que não passa pela cabeça do Prefeito Municipal, Honorio de Oliveira, tal possibilidade.

Para quem ainda não conhece a história de Luiz Ferrari, vale a pena uma visita site otremexpresso.

Luiz Ferrari esteve entre ilustres brasileiros homenageados com “Honra ao Mérito”, pela Rádio Nacional na década de 1950.

Em seu retorno a Bicas, no dia 12 de janeiro, Luiz Ferrari foi recebido com grande festa pelos amigo na Estação Ferroviária de Bicas.

Da esquerda para a direita na foto, vemos: Castelar – genro do Sr. Luiz Ferrari, Pai da Maria Luiza, menina na foto com Luiz Ferrari; Bóia – Francisco Ferrari, atrás do Castelar; Pião – José Ferreira; Catulino Benedito Dore; Sr. Barreto – atrás do Catulino; José Arezo – de boné; Xisto Cortat – entre Sr. Catulino e José Arezo; Aroldo Mendes – pai do Ailton Mendes; Luiz Ferrari – o homenageado com sua neta Maria Luiza; Eauston Silva; Juquinha Tavares; Severino Mazoco – um pouco mais atrás; Francisco Gazineu; Sr. Nilson Batista; Sebastião de Matos – Limpa Trilho; Carlito de Oliveira e Walkir Pimentel – menino – seu pai era agente de estação em Bicas

Viajando com alunos do Colégio Futuro pelas histórias da E. F. Leopoldina

Atendendo ao carinhoso convite da professora Maria Eliza Galil Mendes, participei na manhã da quarta-feira, 05 de junho, de uma “Roda de Conversa” com alunos do 8° e 9° ano do Colégio Futuro tendo como tema a “Estrada de Ferro Leopoldina, sua criação e sua importância para o desenvolvimento de nossa região.” Oportunidade de resgatar uma das mais belas páginas de nossa história.

Falar do café, produto de extrema importância e principal motivador da construção da ferrovia na Zona da Mata Mineira, grande produtora no “período de ouro” do café.
Falar da fundamental importância da ferrovia para escoar esta grande produção e do quanto a mesma foi importante para o desenvolvimento de nossa cidade e de toda a região.

De lhes mostrar a ascensão e o declínio da ferrovia. Contar belas histórias, relatos de muitos personagens que tenho encontrado em minhas visitas pelos caminhos da Estrada de Ferro Leopoldina.

De mostrar que nosso País um dia já esteve entre as maiores malhas ferroviárias do mundo. Que hoje tudo isso foi drasticamente diminuído em extensão e resumido quase que exclusivamente ao transporte de minério.

Das cidades que souberam preservar esta bela parte da história e hoje tem o trem como principal atração turística.

De perceber a estagnação das cidades onde a ferrovia foi erradicada, sendo tudo destruído. Da extrema necessidade destas cidades descobrirem uma nova vocação para retomarem seu desenvolvimento.

Enfim, é sempre muito bom encontrar com essa moçada e falar das experiências vividas. De conhecer, perceber mostrar os erros do passado para que os mesmos não se repitam no futuro.