JF – Homicídio de mulher sufocada, escondida em mala e queimada vai a julgamento

Além do casal de réus, 15 testemunhas de defesa e acusação serão inquiridas durante o júri popular do homicídio de Brunna Letycia

Tribuna de Minas – Por Sandra Zanella
15/04/2026 às 18h12

Frame da câmera do elevador usado pelo casal durante o crime para transportar corpo em mala (Foto: Reprodução)

O julgamento popular do homicídio de Brunna Letycia Vicente Alves de Souza Leonel, 24 anos, está marcado para esta quinta-feira (16) no Tribunal do Júri do Fórum Benjamin Colucci, em Juiz de Fora. Após o sorteio dos jurados, Renata Alexandre Sant’Ana, 32, e Herick Patrick Soares Dornelas, 33, – acusados de sufocar a vítima, esconder o corpo em uma mala e tentar incinerá-lo – , deverão sentar no banco dos réus. O crime aconteceu na madrugada de 3 de janeiro de 2024 e, em 15 de abril de 2025, o casal foi pronunciado pela juíza Joyce de Souza de Paula por homicídio qualificado por motivo torpe (ciúmes), mediante asfixia e com recurso que dificultou a defesa da vítima, além de ocultação de cadáver, todos em concurso de pessoas, já que os dois teriam agido juntos. O júri popular está marcado para começar às 9h30, e a sessão será presidida pela mesma magistrada. Seis testemunhas de acusação e nove de defesa serão inquiridas, conforme o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

Após ser morta sufocada no apartamento do casal no Bairro Previdenciários, Zona Sul, Brunna Letycia foi colocada em uma mala e desovada em um terreno do outro lado da cidade, no Bairro Milho Branco, Zona Norte. Segundo a denúncia, “logo após terem consumado a morte da vítima, os denunciados deslocaram-se até a Rua Roldão Rodrigues da Silva, no Bairro Milho Branco, em uma área de pasto e mata, próximo à caixa d’água da Cesama, e incineraram o cadáver, destruindo-o parcialmente, com o intento de encobrir as provas do crime. Após, ocultaram o corpo, empurrando-o para uma espécie de valeta existente no local, a fim de dificultar a sua visualização por populares.”

O julgamento havia sido marcado para novembro, mas foi adiado após a acusada apresentar diagnóstico de tuberculose, conforme informou o TJMG. A defesa de Renata chegou a alegar insanidade mental e pediu a prisão domiciliar da ré durante o processo, mas ela permanece presa na Penitenciária José Edson Cavalieri (Pjec) desde 5 de janeiro de 2024, segundo a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). Já Herick está à disposição da Justiça no Ceresp Juiz de Fora.

O pai de Brunna, João Batista Alves de Souza, chegou a relatar à Tribuna decepção pela demora no julgamento do caso. Ele morreu em janeiro de 2025, um ano depois da perda precoce da filha.

Herick Dornelas e Renata Sant’Ana, acusados de matar Brunna Letycia (Foto: Reprodução/Facebook)

Relembre detalhes do homicídio

Segundo a acusação, na madrugada do crime, a vítima foi à residência do casal a convite de Renata, que a teria conhecido por meio de um site. Herick desceu até a recepção para buscar Brunna. Já no apartamento, os réus desentenderam-se em virtude de ciúmes, sendo a vítima a pivô da discussão. “Imbuído de ódio e tomado por ciúme, Herick esganou Brunna até a morte, sendo incitado por sua companheira, Renata”, destaca o Ministério Público.

De acordo com a investigação, para disfarçar a saída do edifício com o cadáver, ocorrida às 4h23, os denunciados colocaram a vítima nua em uma mala, que foi embrulhada por um cobertor e carregada por Herick, enquanto Renata, “tranquilamente, mexia em seu celular”, conforme imagens das câmeras de segurança do elevador. Saindo do prédio, os denunciados colocaram a mala no bagageiro de um carro de aplicativo e seguiram em direção à casa da avó de Herick, no Milho Branco. Perto dali, no final da rua, em um local ermo de pasto e mata, atearam fogo no corpo da vítima e nos pertences dela, antes de empurrarem o cadáver para uma vala.

Brunna Letycia (Foto: Reprodução/Instagram)

Brunna foi dada como desaparecida por um amigo, que iniciou as buscas informais para conseguir descobrir onde ela havia ido antes de sumir. Ele havia estranhado o fato de ter recebido ligações da vítima durante a madrugada e ficou preocupado com a falta de retorno após ver as chamadas pela manhã e tentar contatá-la. O destino dela foi descoberto por meio de um motociclista, que teve a corrida por aplicativo cancelada pela vítima devido à chuva. O nome de Brunna constava no caderno de registros de entrada no edifício onde residiam os réus, e imagens disponibilizadas pelo síndico à Polícia Civil revelaram que os moradores, possivelmente, haviam saído do prédio com a vítima dentro de uma mala.

“Extrai-se das declarações do réu Herick, que ele assumiu ser agente direto do ato que ceifou a vida da vítima, alegando, no entanto, que teria agido daquela forma para sua proteção, tendo em vista que Brunna o ameaçara e o agredira com arranhões durante um desentendimento com o casal. Esta narrativa de que o acusado foi o executor direto da conduta que importou na morte da vítima foi corroborada pelas declarações da ré, que afirmou que seu companheiro enforcou Brunna, tendo ainda feito um movimento com as mãos para quebrar seu pescoço, quando já estava desfalecida”– destacou a juíza na pronúncia. “O conjunto probatório delineado nos autos sinaliza para a autoria por parte de ambos os réus, que, ao que tudo indica, agiram em unidade de desígnios, na medida em que não restou demonstrada nenhuma situação de coação ou ameaça de qualquer um deles contra o outro. Ao contrário, o que os elementos de convicção sugerem é que os acusados estavam imbuídos do mesmo propósito, não havendo exaltação ou sinal de discordância entre ambos, em momento algum, durante o trajeto em que transportaram o corpo ou que tiveram contato com os amigos da vítima e os investigadores de polícia”, completou a magistrada.

Ainda segundo a pronúncia, os réus “confessaram, durante o interrogatório realizado em sede policial, que a razão que impulsionou a conduta foi o desentendimento proveniente de uma crise de ciúmes da acusada em relação ao companheiro, devido à interação sexual entre ele (réu) e a vítima.” Os acusados foram presos em flagrante e tiveram as prisões convertidas em preventivas. Na audiência preliminar do caso na Justiça, eles exerceram o direito de permanecer em silêncio.

Vídeo do 8º Encontro de Rolimã

Domingo foi dia de emoção, nostalgia e muita diversão em Bicas!
No último dia 12/04, aconteceu o 8º Encontro de Rolimã, reunindo participantes e famílias em um momento cheio de alegria, tradição e espírito esportivo.
Foi lindo ver nossa cidade movimentada, com pessoas de todas as idades celebrando essa cultura que atravessa gerações!
Parabéns a todos os envolvidos na organização e a cada participante que fez desse evento um verdadeiro sucesso!

Mesa Redonda sobre a Nova lei do ECA Digital

Zé Arnaldo
omunicipioonline.com.br

Na terça-feira, 14/4/2026, a Câmara Municipal de Juiz de Fora promoveu um debate sobre a Nova lei do ECA Digital, e o conselheiro tutelar de Bicas, João Luiz de Souza, participou, de forma brilhante, da Mesa Redonda… Veja os vídeos da participação do membro biquense e da íntegra do evento, que foi transmitido ao vivo pela JFTV Câmara. 

Conselheiros tutelares de Bicas participando do evento

Criadora de conteúdo adulto, ex-primeira-dama lança candidatura em partido conservador

Criadora de conteúdo adulto e embaixadora de apostas, Ingrid defende separação entre vida privada e política; candidata conta com o apoio de nomes fortes do partido.

15/04/2026 09h15
Por: Redação do Portal do Ancorador 

Reprodução: redes sociais

O cenário político para 2026 ganha um novo e comentado nome. Ingrid Andrade, ex-primeira-dama de Arari (MA), oficializou sua pré-candidatura à Câmara dos Deputados na última semana. Representando o União Brasil, a influenciadora esteve na capital federal para alinhar estratégias com a cúpula do partido e reafirmar seu compromisso com a defesa dos direitos das mulheres no Maranhão.

Alianças e Apoios

Durante sua passagem por Brasília, Ingrid registrou encontros estratégicos com o presidente nacional do União Brasil, Antônio de Rueda, e com o deputado federal Pedro Lucas. A pré-candidata também fez questão de agradecer publicamente a Pablo Marçal, destacando que assume o desafio com “honra e responsabilidade”.

“A luta pelos direitos das mulheres do Maranhão está apenas começando”, afirmou Ingrid em suas redes sociais, sinalizando que a pauta feminina será um dos pilares de sua campanha.

Carreira e Polêmicas

A trajetória de Ingrid Andrade é marcada pela exposição digital. Além de embaixadora de uma plataforma de apostas, ela atua como criadora de conteúdo adulto — uma escolha que gera curiosidade e questionamentos entre seus seguidores. Ao ser interpelada sobre o tema, Ingrid foi enfática ao explicar que a decisão de entrar na plataforma surgiu após ter vídeos íntimos vazados sem seu consentimento.

“Fiz do limão uma limonada”, declarou a pré-candidata, explicando que transformou um momento de vulnerabilidade em uma oportunidade de negócio, publicando conteúdos diários exclusivos.”

Vida Pessoal x Política

Ciente das possíveis críticas de setores mais conservadores, Ingrid Andrade estabelece uma linha clara entre sua liberdade individual e sua atuação pública. Ela defende que sua vida pessoal é independente de sua competência para atuar na política.

“A minha vida pessoal não tem nada a ver com a minha vida profissional na política. Sou uma mulher livre. Eu só devo satisfação a uma pessoa, que é o meu marido”, rebateu a influenciadora, reafirmando sua autonomia como mulher e futura representante política.

O lançamento de sua pré-candidatura promete movimentar os bastidores do Maranhão, unindo o alcance das redes sociais com as pautas tradicionais de um dos maiores partidos do país. O União Brasil, por sua vez, aposta no carisma e na popularidade de Ingrid para ampliar sua bancada federal em 2026.

Comércio de Bicas: entre o legado ferroviário e o novo horizonte

Ricardo Rossi
Vice-diretor Ace Asscom

Estevão de Castro, Antônio Vieira (Toninho) e Ricardo Rossi

Servir a Bicas, apoiando o comércio, é para nós uma oportunidade de buscar soluções reais para um setor que caminha em direção a novos e complexos horizontes.

O comércio biquense transcende a economia; ele é a espinha dorsal da nossa história. Consolidada sob os tempos áureos da ferrovia, nossa cidade tornou-se um polo de influência regional, construindo um legado de força que atravessa gerações. No entanto, o mundo mudou, impondo desafios que ignoram fronteiras físicas e paredes de concreto.

O caminho para o sucesso existe: a base continua sendo a oferta de produtos e serviços, mas o que se transformou drasticamente foi a forma de comercializar. Para vencer nestes novos tempos, precisamos de uma união estratégica que envolva toda a sociedade: Asscom, Prefeitura e população.

Pilares para o Desenvolvimento

Já estamos em um novo tempo. Para dar fôlego e perspectiva ao comerciante biquense, precisamos definir novos pilares nesta engenharia do comércio:

• Dinamismo no Calendário de Eventos

Iniciativas como o Bicas Liquida trazem bons ares ao setor. Contudo, é necessário criar e fortalecer outros eventos desta natureza em datas sazonais, garantindo um “respiro” financeiro constante ao longo de todo o ano. Projetos que conectem o comércio a essa configuração, inclusive, com ações dentro das próprias lojas, podem gerar grandes resultados.

• Turismo como Motor Econômico

Bicas possui um potencial enorme devido à sua localização geográfica e sua história. Experiências recentes mostraram que eventos culturais, históricos e esportivos atraem público e fazem o dinheiro circular. Exemplos do último ano, como corridas esportivas, exposição de carros antigos, a Expo Agropecuária, a feira natalina de artesanato e a visita de membros do Lar de Frei Luiz movimentaram significativamente o comércio e a hotelaria.

Destaque: Temos a Água Santa, um local maravilhoso e pronto, que com ajustes pontuais pode se transformar em um ponto turístico de grande volume de visitação, integrando o comércio local a roteiros que transformam visitantes em consumidores.

• Tecnologia e Conectividade

Não podemos mais olhar apenas para dentro. Precisamos adotar tecnologias que elevem o potencial econômico do nosso comércio para além das fronteiras municipais, integrando definitivamente o ambiente físico ao digital.

Um Caminho Comum

Chegou a hora de pararmos para olhar à frente e enxergar o caminho a percorrer. Bicas tem um potencial represado que precisa ser liberado. Esse diálogo entre os setores é urgente, pois, no fim das contas, estamos todos no mesmo barco.

O futuro do nosso comércio não depende apenas da tradição que herdamos, mas da coragem de inovar, hoje. Vamos transformar o nosso legado em uma nova era de prosperidade.

Sinto-me honrado em participar da diretoria da Asscom e agradeço imensamente aos meus amigos diretores Carlos Estevão Dias de Castro e Antônio Pinho Vieira pelo companheirismo e pela incansável dedicação em buscar soluções para os desafios que enfrentamos nesta nova era da comercialização.

Maripá de Minas – Curso de Queijo Básico

Dia 10/04/26, encerramos com chave de ouro o Curso de Queijo Básico, realizado pelo Senar em parceria com o CRAS de Maripá de Minas.
O curso foi disponibilizado para munícipes e mostrou que, com dedicação e conhecimento, é possível transformar o leite em arte e renda. Parabéns a todos os alunos pela vontade de aprender e crescer!

 

Maripá de Minas avança na proteção digital de crianças e adolescentes

Maripá de Minas segue dando passos importantes para garantir mais segurança às nossas crianças e adolescentes também no ambiente digital.
O município participou de uma capacitação sobre o ECA Digital, fortalecendo o compromisso com a proteção, orientação e prevenção de riscos nas redes sociais. Um avanço que acompanha a realidade atual e reforça o cuidado com o futuro da nossa cidade.
Maripá de Minas presente, atuante e sempre cuidando de quem mais precisa.

Mais de 40 mulheres denunciam médico por importunação sexual: ‘Estava com as calças abaixadas’

Mais de 40 mulheres denunciam médico por importunação sexual no RS: ‘Estava com as calças abaixadas’

Após denúncias que levaram à prisão preventiva do cardiologista Daniel Kollet, outras 39 mulheres procuraram a polícia

Por: Redação Terra
13 abr 2026 – 11h30 (atualizado às 11h52)

Mais de 40 mulheres denunciaram o médico Daniel Kollet por importunação sexual durante consultas e exames Foto: Reprodução/Redes sociais

Mais de 40 vítimas de importunação sexual do médico cardiologista Daniel Kollet, de 55 anos, fizeram denúncias à polícia assim que ele foi preso, no fim de março, em Taquara (RS). Mulheres relataram ter sofrido abusos sexuais durante as consultas e exames. As informações foram reveladas pela TV Globo.

Ele foi preso dentro do próprio consultório e levado pela polícia. Conhecido na região, o cardiologista era considerado referência e bem respeitado no meio.

A polícia passou a investigar o caso após três pacientes denunciarem Daniel. Depois da prisão, outras 39 mulheres também o denunciaram. Segundo os investigadores, os relatos têm um mesmo padrão: os abusos aconteciam no consultório ou em salas de exames. 

As vítimas alegam que o médico inicialmente demonstrava simpatia e atenção, e até usava elogios para se aproximar das mulheres. Com o tempo, o comportamento evoluía para os abusos.

Relatos de abusos e estupro

Há relatos mais graves de estupro e abusos durante exames. Uma paciente relatou que o médico apagava as luzes e ficava sozinho com as mulheres. Segundo ela, ele a agarrou por trás e tentou abrir as calças dela. que não conseguiu reagir. “Eu me sinto culpada. Por que eu não reagi?”, afirmou.

Outra denúncia foi de uma enfermeira que trabalhou ao lado do médico. Ela conta que acordou durante um plantão com ele sobre seu corpo. “Ele estava com as calças abaixadas em cima de mim”, disse.

Uma ex-funcionária também relatou abusos. “Ele pegava minha mão à força e colocava dentro da calça dele”, disse. Outra ex-funcionária disse que tentou avisar superiores sobre o comportamento do médico e acabou sendo demitida.

Uma paciente de 75 anos começou a desconfiar do comportamento do médico e passou a ir acompanhada às consultas. Segundo ela, o tratamento mudou completamente, e ele sequer levantava da mesa para cumprimentá-la.

A Polícia Civil acredita que o médico se aproveitava da vulnerabilidade das vítimas, já que algumas nunca tinham ido a um cardiologista e não sabiam como os exames funcionavam, ele usava isso para ultrapassar os limites. Além disso, esse tipo de crime ocorre sem testemunhas, e a palavra de muitas vítimas tem mais peso.

Médico pode perder registro profissional

O cardiologista Daniel Kollet foi indiciado por violação sexual mediante fraude e é investigado por estupro e estupro de vulnerável. O caso será apurado pelo Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul através de uma sindicância, e caso as denúncias sejam confirmadas, Kollet pode ter o registro profissional cassado. Assim, ele será impedido de exercer a profissão.

A defesa afirma que ele nega os crimes e entrou com pedido de liberdade, que está sob análise da Justiça, segundo a TV Globo.

As vítimas buscam incentivar mais denúncias de outras mulheres.

Fonte: Portal Terra

Niver da Kátia

Zé Arnaldo
omunicipioonline.com.br

Em JF, no Sport Club Acadêmicos, a educadora Kátia Aquino pegou uma porção da Feijoada do Marcinho e festejou aniversário, ao lado do Grupo Eterno Aprendiz, parentes e amigos. Tarde bacana e cheia de gás. 

Kátia e os aprendizes: Denilson Venturelli, Zé Arnaldo, Denilson Farias e Thiago Farias

Obituário

ROSÂNGELA MENDONÇA BARBOSA faleceu dia 26 de março, aos 65 anos. Natural de São João Nepomuceno, filha de Thereza de Mendonça Dias e Francisco Barbosa Dias. Residia na Rua Vereador Cassiano Thedózio de Araújo, em Bicas, onde foi sepultada.

EDNEA RAMALHO TEIXEIRA faleceu dia 25 de março, aos 83 anos. Natural de Maripá de Minas, filha de Dolores Moreira Ramalho e Adhemar da Silva Ramalho. Resida na Rua Prefeito Oliveira Souza, em Bicas, onde foi sepultada.

FRANCISCO BARBOSA DIAS (Chico Capoteiro)

Faleceu dia 21 de março, aos 87 anos. Natural de São João Nepomuceno, filho de Ana Dias Barbosa e Modesto Barbosa. Residia na Rua Aquiles de Paula, em Bicas, onde foi sepultado. Esposa: Tereza (falecida). Filhos: Eduardo, Chiquinho, Rogério, Rosane, Rita, Rosângela. Netos e bisnetos. 

OIÁRA FERREIRA MACHADO 

Faleceu no dia 16 de março, em Juiz de Fora, onde residia, aos 95 anos.

Natural de Maripá de Minas, era filha do saudoso casal Olívia Ferreira Machado e Bertholdo Garcia Machado. Foi a última dos onze irmãos a falecer: Murilo, Walter, Moacyr (Tatá), Conceição, Iná, Milton, Auta, Rubens, Lauro e Zilá.

Viúva de Jair Ferreira Gomes, deixa as filhas, Celeine e Marilza, e as netas, Laura e Laís.

Oiára viveu sua infância e juventude em sua terra natal. Formou-se no Curso Normal pelo Colégio Santa Catarina, em Juiz de Fora, e dedicou-se ao magistério. Lecionou no ensino primário na Escola Mista e no Grupo Escolar Antônio Ferreira Martins, em Maripá de Minas. Em Juiz de Fora, atuou em escola estadual no bairro Benfica e na Escola Estadual Duarte de Abreu, no bairro Vitorino Braga, onde se aposentou.

Muito estimada, deixa saudades entre familiares e amigos.

O corpo foi velado e sepultado no Cemitério Parque da Saudade, em Juiz de Fora.

Abaixo, mensagem da sua sobrinha Adriana Machado de Souza:

E LÁ SE FOI A ÚLTIMA MENINA DO BERTHOLDO…

Nossa família se despediu não apenas de uma tia querida, mas de um pedaço inteiro da nossa história.

Partiu a última menina do Bertholdo.

E ao dizer isso, parece que o tempo para por um instante, porque com ela se vai uma geração que marcou profundamente quem somos, de onde viemos e os valores que carregamos.

Nossa família sempre foi muito grande, crescemos no meio de muita gente, muitas vozes e muitas histórias. Crescemos onde sempre coube mais um na mesa, mais um no abraço, mais uma risada nas reuniões que pareciam não ter fim.

E no meio de tudo isso lá estavam elas, as meninas do Bertholdo.

Agora, com a partida da última delas, sentimos que uma parte muito bonita da nossa história se despede. É como se um capítulo inteiro da família se fechasse diante de nossos olhos. Mas o que fica é maior do que a saudade. Fica o legado da união que elas ajudaram a construir. Fica o exemplo de mulheres fortes, generosas, afetuosas. Fica a lembrança de conversas demoradas, da alegria simples de estarmos juntos. E fica também a certeza de que essas meninas do Bertoldo cumpriram sua missão com grandeza.

Nos despedimos com tristeza sim, mas também com profundo orgulho de fazer parte dessa família.

E parte a última menina do Bertholdo… mas ela não leva consigo a nossa história, porque a história dela, das irmãs e da nossa família, continua viva em cada um de nós.

E enquanto houver alguém para lembrar, contar e se orgulhar dessa origem, as meninas do Bertholdo jamais deixarão de existir.

DILMA CARLA BASTOS MATOS 

Faleceu dia 14 de março, aos 52 anos. Natural de Bicas, filha de Diva Bastos Carvalho e José Carlos de Carvalho. Residia na Rua Péricles de Mendonça, em Bicas, onde foi sepultada.

ELIZABETH ANTÔNIO 

Faleceu dia 09 de março, aos 64 anos. Natural de Bicas, filha de Sebastiana Correa e Durval Antônio. Residia na Rua Maria Antônia Machado Marques, em Bicas, onde foi sepultada.

MARILUCE CARVALHO FARIA CREMONEZI 

Faleceu dia 08 de março, aos 84 anos. Natural de Juiz de Fora, filha de Adylles Carvalho Faria e Ibrahim Homem de Faria. Residia na Rua Dona Miquelina, em Bicas, onde foi sepultada.

EDUARDO EUSTÁQUIO DE ANDRADE E SOUZA faleceu dia 06 de março, aos 79 anos. Natural de Conselheiro Pena/MG, filho de Eunice Andrade Fernandes e Sebastião Fernandes. Residia na Rua Aquiles de Paula, em Bicas, onde foi sepultado.

MARIA ELENA SOARES faleceu dia 02 de março, aos 70 anos. Natural de Cajuri/MG, filha de Lucilia Soares dos Reis e Sebastião Soares. Residia na Rua Santa Fé, em Bicas, onde foi sepultada.