
Leopoldina realiza rodada de planejamento esportivo para 2021

CIESP-SIR realiza curso sobre boas práticas para o setor lácteo
Terminou na sexta-feira, 26, o curso que o CIESP-SIR – Serviço de Inspeção Regional de Produtos de Origem Animal do CIESP – promoveu em Pequeri. O conteúdo teórico-prático de boas práticas de fabricação (BPF) foi direcionado para o setor lácteo. Iniciado na terça-feira, 23, o treinamento contou com a parceria do Senar Minas e da Associação Comercial de Bicas.
De suma importância para indústria de alimentos em geral, as BPFs são elementos primordiais para a inocuidade, que significa a ausência de contaminantes biológicos, químicos ou físicos nos produtos comercializados.
Por meio da implementação de técnicas simples e economicamente viáveis, o produtor passa a obter melhores resultados no processo de produção. O CIESP-SIR está estruturado sob os pilares da segurança alimentar e do desenvolvimento regional.
Plantão Coronavírus Ciesp desta sexta-feira, 26/02

Morre o empresário e carnavalesco Zé Kodak, criador da Banda Daki
Ele estava internado há cerca de três semanas na Santa Casa de Misericórdia, onde faleceu na madrugada deste sábado em decorrência da Covid-19
Por Renato Salles
27/02/2021 às 10h56- Atualizada 27/02/2021 às 11h58
A cultura e o carnaval de Juiz de Fora perderam, na madrugada deste sábado (27), uma de suas maiores referências. Morreu, em decorrência da Covid-19, aos 75 anos, José Carlos Passos, o empresário Zé Kodak, criador da Banda Daki. Segundo a coluna Painel, ele estava internado há cerca de três semanas na Santa Casa e não resistiu às complicações da doença.
De acordo com a Associação das Entidades Carnavalescas de Juiz de Fora e Região, o sepultamento de Zé Kodak acontece neste sábado, às 14h, no Cemitério Parque da Saudade. “Por recomendação da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, não haverá velório”, pontua a entidade.
Em razão da morte de Zé Kodak, a prefeita Margarida Salomão (PT) decretou luto oficial de três dias em Juiz de Fora.

Além de ser comerciante, Zé Kodak era também conhecido por ter participado ativamente do carnaval de Juiz de Fora. “A cidade perde um dos seus mais apaixonados filhos. Um sinônimo de alegria. O General da Banda deixa uma saudade enorme, do tamanho da sua história”, diz a nota de pesar publicada nos perfis oficiais da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) nas redes sociais.
Conforme ressaltado pela Funalfa, Zé Kodak foi “uma das figuras mais emblemáticas do carnaval de rua da cidade e também um de seus maiores incentivadores”. Ele participou do grupo que criou a Banda Daki, em 1972, e foi o maior responsável por sua manutenção e seu crescimento ao longo das décadas, o que lhe garantiu os apelidos de General da Banda, e, mais tarde, acabou “promovido” a Marechal da Banda.
“A gente não imaginava onde a Banda Daki iria chegar. Era tudo uma brincadeira criada pela turma do São Roque, que queria uma atração para o sábado, já que a programação do carnaval de rua na cidade era apenas no domingo, na segunda e na terça”, contou Zé Kodak, em entrevista à Tribuna em 2017, quando o bloco carnavalesco completou 45 anos de desfiles.
‘Adotado’ por JF
Natural de Bicas, Zé Kodak se estabeleceu em Juiz de Fora e foi adotado pela cidade. Em uma das coincidências da vida, ele faleceu no mesmo dia em que sua loja, a Estação Digital Zé Kodak, completa 61 anos de sua inauguração, conforme requerimento que aprovou a realização de uma sessão solene na Câmara Municipal de Juiz de Fora em 2020, em alusão aos 60 anos do estabelecimento.
“Uma das pioneiras no ramo de fotografia, revelação e tudo que envolve o assunto, a Estação Digital Zé Kodak iniciou sua história em 27 de fevereiro de 1960 e integra desde então a história, também, do nosso município”, diz o requerimento que leva a assinatura do ex-vereador Rodrigo Mattos (Cidadania).
Carnavalesco participou de campanha sobre a Covid-19
Publicação feita pela Funalfa neste sábado, em homenagem à memória de Zé Kodak, destaca a história da Banda Daki. “Marcada pela alegria e irreverência, a Banda Daki, que completa 50 anos em 2022 e arrasta milhares de foliões pela Avenida Rio Branco no sábado de carnaval, consolidou-se na folia da cidade e foi reconhecida pela Funalfa como Patrimônio Imaterial de Juiz de Fora, no ano de 2004”, lembra a entidade municipal responsável pela gestão e fomento à cultura.
A Funalfa ainda lembra que o carnavalesco participou, neste mês, de uma campanha de conscientização sobre a Covid-19. “Socialmente consciente, ele participou da campanha da Funalfa no início deste mês, solicitando que os foliões permanecessem em casa durante o carnaval deste ano para evitar a propagação do coronavírus. Contraiu Covid e faleceu em consequência da doença”, publicou a Funalfa, que prestou condolências aos familiares e amigos do comerciante. “Ao Zé Kodak, nossa eterna gratidão pelo legado.”
Figuras públicas e entidades lamentam falecimento do empresário
Além das manifestações da PJF e da Funalfa, várias figuras públicas manifestaram suas homenagens a Zé Kodak por meio das redes sociais. A prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT) disse que “Juiz de Fora hoje amanheceu mais triste. A perda do Zé Kodak para a Covid-19 é uma grande dor sentida na cidade. O Zé Kodak é uma grande liderança popular, comerciante muito ativo, muito querido, tanto pelos seus colegas comerciantes como também pela sua grande clientela. Era uma pessoa que trazia muita vibração positiva à vida social, o rei do carnaval, o homem que fundou o Domésticas (de Luxo), a Banda Daki, um grande estimulador das festas populares.” Ela pediu ainda que a população previna-se contra a Covid-19. “Nesse momento de dor, o melhor luto que podemos fazer pelo Zé Kodak é tomar todos os cuidados possíveis, para que não morra mais gente, para que esses mais de 800 juiz-foranos e juiz-foranas que perderam a vida nessa pandemia sejam, para nós, um alerta de que a vida vale a pena, de que precisamos defendê-la, de que precisamos ter cuidado.”
“Um dia triste para a cultura de Juiz de Fora. Nossa cidade perde Zé Kodak, o maior defensor e entusiasta do nosso carnaval. O general da Banda Daki, que por muitos anos levou alegria e democratizou a festa do rei Momo na cidade, é mais uma vítima da Covid-19. Zé Kodak era alegria, e assim deve ser lembrado”, afirmou o deputado federal Júlio Delgado (PSB).
A deputada estadual Sheila Oliveira (PSL) adotou o mesmo tom. “Zé Kodak foi, sem dúvidas, uma das figuras mais importantes para o cenário carnavalesco de JF e também um grande incentivador da festa. Aos familiares, amigos e conhecidos do Marechal da Banda Daki, deixo meus sinceros sentimentos de consolo e paz. Zé nos deixa um lindo legado de amor pela cidade, alegria incomparável e empenho em tudo o que fez.”
Outro que se manifestou pelas redes sociais foi o presidente da Câmara Municipal, o vereador Juraci Scheffer (PT). “Veio de Bicas e aqui fez seu porto seguro. Que Deus receba nosso general da Banda Daki e conforte os familiares e amigos do nosso querido José Carlos Passos”, disse o petista, ao externar publicamente o pesar pela morte de Zé Kodak.
A diretora-geral da Funalfa, Giane Elisa, também lamentou a perda de uma das pessoas “mais comprometidas com a cultura da cidade.”
Secretário municipal de Comunicação Pública da PJF, Márcio Guerra também lamentou a morte do comerciante. “Uma dor enorme com a sua perda. Sei o quanto você sonhou em celebrar os 50 anos da Banda Daki no ano que vem, livres desse vírus que tanta dor nos causa. Perdemos sua alegria. Perdemos o General da Banda”, postou no Facebook.
Candidato à Prefeitura nas eleições passadas, o empresário Wilson Rezato (PSB) foi mais um a lamentar publicamente a morte de Zé Kodak, a quem chamou de amigo. “Sua história, seu trabalho à frente da empresa e sua paixão incondicional pelo Carnaval e pela Banda Daki deixarão saudades.”
Associação de blocos
Por meio de nota, a Associação das Entidades Carnavalescas de Juiz de Fora e Região destacou que Zé Kodak foi o grande incentivador do carnaval dos blocos no Calçadão da Rua Halfeld. “Criou, patrocinou e apoiou diversos deles.”
Segundo a entidade, o empresário “levou para o Calçadão uma semana de desfiles e apresentações que começava com a Doméstica de Luxo, um sábado antes do carnaval oficial e terminava com o Desfile da Banda Daki.
“Todos esses anos de dedicação levaram Zé Kodak a receber a condecoração de General da Banda, nome que incorporou ao currículo do maior incentivador do carnaval de Juiz de Fora de todos os tempos”, considera a associação.
Fonte: Tribuna de Minas deste sábado, 27/02/2021
Segue o baile, Zé!
Carnaval, contentamento, satisfação, felicidade, prazer, riso, bom-humor, agrado, animação, bem-estar, deleite, entusiasmo, jovialidade, euforia, festa, diversão, brincadeira, folia… Tinha de ser em fevereiro, né Zé? Você, que já era inesquecível para os amigos e para todos que procuram alegria e astral pra cima, agora vem com essa e reforça ainda mais seus sinais e sua luminosidade.
Orações ao Alto, com vibrações e energias positivas pro Zé Kodak, familiares e amigos… Olha pra frente, Zé, olha pra Deus e caminhe sereno… À sua frente se abre agora mais uma etapa no curso da eternidade.
Vem, cantar
Enxugue as lágrimas dos olhos seus
Vem ser alegre pelo amor de Deus
Tristeza aqui não tem lugar
Pra que chorar
Olha só
A praça toda iluminada
Tem tanta gente nas calçadas
Meu bloco tem que desfilar
O importante é ser fevereiro
E ter carnaval pra gente sambar
O importante é ser fevereiro
E ter carnaval pra gente sambar
Laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá
(Paródia do inesquecível, como ele, ressoar de Carnaval “O importante é ser fevereiro”, de Wando e Nilo Amaro / 1973)
Juiz de Fora perde Zé Kodak, coração e alma da Banda Daki
Carnavalesco morreu na madrugada deste sábado, na Santa Casa, por complicações da Covid-19
Por Paulo Cesar Magella
27/02/2021 às 07h48- Atualizada 27/02/2021 às 09h07

O carnavalesco e empresário José Carlos Passos, José Kodak, morreu na madrugada deste sábado, na Santa Casa, por complicações da Covid-19. Ele estava internado há cerca de três semanas, quando seu quadro se agravou. Embora não tenha sido seu fundador, Zé Kodak tornou-se o coração e alma da Banda Daki, a qual comandou, como General da Banda, nos últimos 40 anos. Pela primeira vez, em decorrência da pandemia, a banda não foi às ruas, o que já o tinha deixado bastante aborrecido. Nos primeiros dias de internação, correspondia sistematicamente com os amigos, mas o WhatsApp silenciou quando foi transferido para a UTI. A família já contava com sua transferência para o quarto, quando seu quadro se complicou na noite dessa sexta-feira. Natural da cidade de Bicas, veio para Juiz de Fora no início dos anos 1960, iniciando o comércio de revelação de fotos. O apelido veio por conta de sua ligação com a Kodak, pela qual foi premiado pela capacidade de vendas. Ele será sepultado às 14h, no Parque da Saudade, mas, como a causa foi Covid, não haverá velório.
Prefeitura lamenta morte do “General da Banda”
Em nota, a Prefeitura lamentou a morte do grande carnavalesco. “A Prefeitura de Juiz de Fora manifesta seu profundo pesar pela morte de José Carlos Passos, nosso querido Ze Kodak. A cidade perde um dos seus mais apaixonados filhos. Um sinônimo de alegria. O General da Banda deixa uma saudade enorme, do tamanho da sua história.”
Fonte: Tribuna de Minas deste sábado, 27/02/2021
Greve dos tanqueiros pode afetar abastecimento em JF e região, diz Minaspetro
Movimento paredista teve início na quinta-feira e já afeta abastecimento de combustíveis em Belo Horizonte
Por Carolina Leonel
26/02/2021 às 18h04- Atualizada 26/02/2021 às 19h08

A greve dos transportadores de combustíveis em Minas Gerais, iniciada na quinta-feira (25), está afetando o abastecimento de combustíveis em Belo Horizonte e em outras cidades próximas à Refinaria Gabriel Passos, em Betim. A Tribuna entrou em contato com o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais (Minaspetro), que informou que existe a possibilidade de o movimento paredista afetar o abastecimento em Juiz de Fora e no restante da Zona da Mata, “especialmente se os postos da região buscarem combustíveis aqui na Refinaria Gabriel Passos, em Betim”.
A reportagem também tentou contato com alguns postos de combustíveis da cidade para verificar a situação na cidade. De acordo com a gerente do Posto Salvaterra, na Zona Sul, Jucilene Corrêa do Nascimento, não há desabastecimento no local, que busca combustíveis em bases no Rio de Janeiro. Apesar disso, Jucilene afirmou que a greve intensificou a ida de motoristas ao posto na tarde desta sexta-feira. Em alguns estabelecimentos, já era possível ver filas de espera, formada por motoristas preocupados em encher o tanque, com receio de um possível comprometimento na oferta. No início da noite, a Tribuna verificou filas também em um posto de combustíveis na Ladeira Alexandre Leonel.
LEIA MAIS: Greve dos tanqueiros em Minas pode afetar disponibilidade de combustível
De acordo com nota emitida pelo Minaspetro, vários estabelecimentos estão sentindo os efeitos da greve, “com dificuldades para fazer pedidos junto às distribuidoras e abastecer os caminhões próprios nas bases, em virtude do bloqueio de entrada e saída de veículos pelos grevistas”. O Minaspetro destacou que não é possível precisar quando haverá falta de combustíveis nas bombas, considerando que não realiza pesquisa junto aos revendedores, bem como pelo fato de os estoques dos postos variarem conforme a capacidade de armazenamento.
Governo diz que não houve pedido de reunião
Em nota encaminhada à Tribuna, o Governo de Minas Gerais disse que “esteve disponível para ouvir as demandas dos tanqueiros, mas não houve pedido de reunião por parte dos manifestantes”. Ainda conforme a nota, as recentes mudanças no preço dos combustíveis não são em função do ICMS, mas sim da política de preços praticada pela Petrobras.
“O Estado reafirma seu compromisso de não promover o aumento de nenhuma alíquota de ICMS até que seja possível começar a trabalhar pela redução efetiva da carga tributária. No momento, em virtude da situação financeira do estado, a Lei de Responsabilidade Fiscal exige uma compensação para aumentar receita em qualquer movimento de renúncia fiscal, o que não torna possível a redução da alíquota.”
No texto, ainda é informado que o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) é atualizado mensalmente levando-se em consideração os valores praticados pelos revendedores em todas as regiões do Estado. O resultado da pesquisa realizada pela Secretaria de Fazenda é baseado nas notas fiscais emitidas por 4.272 postos, distribuídos em 828 municípios mineiros.
Fonte: Tribuna de Minas
História das eleições municipais de 1988
No momento em que vivemos o clima das eleições deste ano, tive hoje um encontro com o amigo Fernando, da banca de jornais e revistas de Bicas, para aquele bate-papo quando ele tira do seu “baú histórico” um envelope com os famosos “santinhos” de candidatos. Até aí, nada demais!
Só que se tratavam de santinhos de candidatos a vereador nas eleições de 1988, quando ocorreu a disputa entre José Cúgola e Jacyr Moreira para o cargo de prefeito, vencido por este último.
Não acredito que tenhamos aqui, a apresentação de todos aqueles que se candidataram naquele pleito, mas passo a apresentar todos os “santinhos” gentilmente cedidos pelo Amigo Fernando.
Vale à pena revivermos esta interessante parte da história de nossa cidade.
Portanto, com vocês, os CANDIDATOS A VEREADOR EM BICAS nas eleições de 1988:





Fonte: Matéria publicada originalmente no Blog do Mayrink, em 27/09/2012
Plantão Coronavírus Ciesp desta quinta-feira, 25/02


