Carretas com 70 mil litros de etanol são apreendidas pela PRF na BR-267

Apreensão foi realizada na altura da cidade de Olaria; suspeita é de sonegação de impostos em carga avaliada em R$ 200 mil

Por Tribuna
23/06/2021 às 09h15

(Foto: Divulgação/PRF)

Duas carretas foram apreendidas transportando 70 mil litros de etanol com documentação fiscal irregular. A apreensão foi realizada pela Polícia Rodoviária Federal na noite de terça-feira (22), após os veículos serem interceptados na BR-267, próximo ao município de Olaria, distante cerca de 82 quilômetros de Juiz de Fora. O valor da carga, identificada sem o recolhimento dos devidos impostos, supera os R$ 200 mil, de acordo com a PRF.

Segundo a polícia, as carretas foram carregadas no interior do estado de São Paulo e tinham como destino a região metropolitana do Rio de Janeiro. Os motoristas, de 41 e 33 anos,moradores da capital fluminense, foram liberados.

A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia da Polícia Civil de Lima Duarte para as demais providências.

Fonte: Tribuna de Minas

Boletim Coronavírus de Bicas e do Estado desta terça-feira, 22/06

Saúde divulga quem pode se vacinar nesta quarta-feira, 23

Prefeito de Bicas decreta novas medidas de prevenção contra a Covid-19

LEIA O DECRETO 113/2021 AQUI

Valora Minas vai investir R$ 1 bilhão na ampliação do acesso aos serviços hospitalares no Estado

SEG 21 JUNHO 2021  17:48  ATUALIZADO EM SEG 21 JUNHO 2021 17:49

Projeto visa desburocratizar repasse de recursos e melhorar o atendimento aos usuários do SUS; oficinas de implantação começam em 29/6

O governador Romeu Zema participou, nesta segunda-feira (21/6), na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, do evento que marcou o início das oficinas de implantação da nova Política de Atenção Hospitalar do Estado de Minas Gerais – Valora Minas, que vai destinar R$ 1 bilhão em recursos para investimento estadual no complexo hospitalar de Minas, sendo a política pública com o maior financiamento do Estado.

O projeto tem como objetivo ampliar o acesso aos serviços hospitalares do Governo do Estado, melhorar a qualidade do atendimento nessas instituições, agilizar respostas às necessidades em saúde da população mineira, além de desburocratizar e dar mais eficiência à alocação de recursos.

“O Valora Minas vem para redistribuir e aumentar as verbas da saúde. Para cada região do estado estaremos analisando a realidade e destinando mais recursos. O que queremos pós-pandemia são melhorias nos indicadores de saúde, filas menores, mais pessoas tratadas adequadamente, mais vidas salvas. Isso o que queremos com o sistema de saúde de Minas Gerais”, afirmou o governador.

Desenvolvido pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e aprovado em reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) de setembro de 2020, o Valora Minas representa a reestruturação da antiga Política de Atenção Hospitalar, vigente desde 2003.

O secretário de Saúde, o médico Fábio Baccheretti, destaca a importância desta reestruturação, priorizando as necessidades da população, a organização da Rede de Atenção à Saúde e a otimização dos investimentos.

“Para alcançarmos os objetivos propostos, serão destinados R$ 1 bilhão por ano, fazendo com que o Valora Minas seja a política pública com o maior financiamento do Estado, bem como o maior investimento estadual no complexo hospitalar de Minas Gerais desde a construção da primeira política de incentivo hospitalar”, ressaltou Fábio.

Rede Hospitalar em Minas

Atualmente, Minas Gerais possui 480 estabelecimentos hospitalares que prestam serviços para o Sistema Único de Saúde (SUS). Deste total, considerando os recursos estaduais investidos, 227 instituições estão vinculadas a algum programa estadual e, portanto, recebem recursos do Tesouro. Entretanto, cada um dos programas possui indicadores e instrumentos de repasse próprios, o que dificulta a formação de uma visão sistêmica do montante repassado, do resultado social e assistencial do investimento e, consequentemente, da gestão de recursos.

A estrutura proposta pelo Valora Minas leva em consideração as necessidades da população, corrigindo disparidades na alocação de recursos entre as regiões e impasses metodológicos para mensurar a eficiência do investimento.

Diretora de Atenção Hospitalar e Urgência e Emergência, Monique Félix destaca que a complexidade do sistema hospitalar do estado reforça a necessidade de avaliar permanentemente os recursos investidos por meio de monitoramento, mensuração dos resultados e análise de impactos das políticas públicas. “Desta forma, o Valora Minas traz o avanço almejado pela Secretaria de Saúde, uma vez que acreditamos que os investimentos devem ser vinculados aos objetivos finalísticos, passíveis de mensuração”, reforça.

Oficinas

As oficinas de implantação do programa, que começam a partir do dia 29 de junho nas macrorregiões de saúde do estado, contarão com a participação de representantes do nível central da SES-MG, das Unidades Regionais de Saúde e de gestores municipais. Por meio dos encontros, serão definidos os beneficiários do Valora Minas e o montante alocado, otimizando a organização da assistência em saúde.

Fonte: Agência Minas

Boletim Coronavírus de Bicas e do Estado desta segunda-feira, 21/06

Inverno chega e traz onda de frio para a região de Juiz de Fora

Previsão é de temperatura mínima, já na próxima madrugada, de 10 graus; não deve chover nos próximos dias na cidade

Por Eduardo Valente
21/06/2021 às 07h52- Atualizada 21/06/2021 às 08h37

Já é inverno no hemisfério Sul desde a 0h32 desta segunda-feira (21). Em Juiz de Fora, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a estação chega acompanhada de uma onda de frio e da previsão de madrugadas com temperaturas bastante baixas ao longo da semana. Esta segunda-feira, que registrou mínima de 13,7 graus, por volta das 4h, não deverá ter temperatura maior que 22 graus ao longo do dia.

O inverno é caracterizado pelas ondas de frios e da estiagem. Em Juiz de Fora, é esta época do ano, que se estende até 22 de setembro, em que historicamente é registrado o menor acumulado de precipitações no ano. Em junho, por exemplo, o acumulado previsto é de 20,1 milímetros. Em julho 14,1 milímetros, agosto 18,5 milímetros e setembro 69,9 milímetros. Para se ter ideia, o índice da estação representa menos de um terço das chuvas previstas para janeiro, o mês com mais precipitações no ano, com 322,1 milímetros.

Outra característica do inverno é a predominância de baixa umidade relativa do ar. Em momentos críticos, em Juiz de Fora, o índice chega a ficar abaixo dos 30%, caracterizando o estado de atenção, conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS). Neste patamar, aumenta a chance das pessoas manifestarem doenças respiratórias, como rinites e bronquintes, e infecções do trato ocular, como as conjuntivites. O ideal para a saúde é que a umidade fique acima dos 60%. 

Previsão do tempo para a semana

Os próximos dias em Juiz de Fora deverão ser de baixas temperaturas, principalmente nas madrugadas. Entre terça-feira (22) e o próximo sábado (26) os termômetros deverão registrar entre 10 e 19 graus.  O céu deverá oscilar do claro ao parcialmente nublado e não há previsão de chuvas, de acordo com o Inmet.

Fonte: Tribuna de Minas

21 de junho – Dia Mundial e Nacional de Luta contra a ELA

ELA – Esclerose Lateral Amiotrófica

Há 40 anos, em 14/06/1981, O MUNICÍPIO publicava: Notícias da Prefeitura / Clube Biquense / Rotary Club

Mais de 1,3 milhão de beneficiários em Minas devem fazer prova de vida

INSS retoma bloqueio de benefícios a partir do próximo mês; confira calendário para não perder o prazo

Por Sandra Zanella
20/06/2021 às 07h00

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ainda não fizeram prova de vida desde o início da pandemia devem ficar atentos ao calendário disponibilizado pelo instituto (ver quadro). A partir do próximo mês, quem não tiver realizado o procedimento, conforme os vencimentos indicados na tabela, poderá ter seu pagamento bloqueado. Apesar de não ter um recorte sobre a situação dos juiz-foranos, a assessoria do INSS em Minas informa que só no estado 1.336.356 beneficiários, ou quase um terço do total, precisam provar que estão vivos até dezembro. Só neste ano, outros 1.275.465 fizeram a comprovação (até 18 de maio), enquanto 1.455.249 já haviam atestado a situação em 2020.

A exigência da prova de vida, que objetiva evitar fraudes e pagamentos indevidos, havia sido suspensa pelo Governo federal, desde o início da pandemia, como medida de proteção contra o coronavírus, já que a maioria dos beneficiários é formada por idosos, considerados mais vulneráveis ao contágio e agravamento da doença. A obrigatoriedade, no entanto, foi retomada sob a alegação de que, com o calendário escalonado até o final do ano, o procedimento pode ser feito evitando aglomerações nas instituições bancárias.

Segundo a assessoria do INSS, na hipótese de não realização da prova de vida após 12 meses da última – levando-se em conta o período de suspensão do recadastramento, de março de 2020 a maio de 2021 – as medidas impostas serão gradativas, de acordo com o fim do prazo devido para fazer o procedimento. Inicialmente, o crédito será encaminhado à rede bancária com marca de bloqueio. “Caso não seja realizada a comprovação, o crédito seguinte é encaminhado à rede bancária novamente, de forma bloqueada. Decorridos dois bloqueios sem que tenha sido realizada a prova de vida, o benefício é suspenso pelo motivo: ‘não apresentação de fé de vida’ e, após seis meses nessa condição, o benefício é cessado pelo motivo: ‘não comprovação de fé de vida’.”

Nesse último caso, a reativação ocorrerá exclusivamente no INSS. “O beneficiário deverá solicitar o serviço de ‘realizar prova de vida (situações excepcionais)’ para que o benefício seja reativado. Lembrando que esse serviço pode ser agendado pelos canais remotos (Meu INSS e Central 135), mas o requerente deverá comparecer, pessoalmente, à Agência da Previdência Social no dia e horário agendado para a comprovação.” Já se o pagamento só estiver bloqueado ou o benefício suspenso, o segurado deve comparecer ao banco para provar que está vivo e reativar o pagamento.

Prova de vida por biometria facial

O INSS também está implantando, gradualmente, a prova de vida por biometria facial, a fim de evitar o deslocamento até agências bancárias. O serviço está disponível no aplicativo Meu INSS para alguns beneficiários que já possuem carteira de motorista (CNH) ou título eleitoral com biometria facial cadastrada. Aqueles que podem usar esse serviço são avisados por SMS (pelo número 280-41) ou e-mail. “Quem não recebeu nenhum desses comunicados deve fazer a prova de vida como nos anos anteriores”, avisa a assessoria. Alguns bancos também permitem que a prova de vida seja feita por meio de biometria, nos caixas eletrônicos ou nos seus próprios aplicativos.

Ainda conforme o INSS, a prova de vida por biometria facial era antes um projeto-piloto, mas em fevereiro de 2021 foi ampliada para 5,3 milhões de segurados, do total de cerca de 36 milhões que precisam realizar a comprovação anualmente. “Além desses, o INSS identificou cerca de 160 mil beneficiários que deveriam ter feito a prova em fevereiro de 2020. Esses podem fazer o procedimento de forma remota nos aplicativos Meu INSS e Meu gov.br, evitando desta forma o bloqueio de seus benefícios.” Dúvidas também podem ser tiradas pelo site meu.inss.gov.br.

O INSS ressalta que, apesar de ter suspendido desde março de 2020 a obrigatoriedade da prova de vida, continuou pagando os benefícios. Além disso, mesmo não tendo sido compulsório até o mês passado, o procedimento continuou sendo feito durante a pandemia por milhões de beneficiários em 2020 e neste ano. “O que o INSS fez foi realizar os pagamentos desde março de 2020, sem ocasionar o bloqueio, suspensão ou cessação do benefício, o que provocaria o deslocamento do segurado a uma agência bancária para regularização. Ou seja, mesmo que o beneficiário não fizesse a prova de vida, não ficaria sem receber o pagamento. O que retorna agora é essa rotina de bloqueio, suspensão e cessação. É importante que os segurados que não fizeram a prova de vida, realizada uma vez por ano, realizem o procedimento”, alerta o instituto.

Fonte: Tribuna de Minas