Cemig oferece negociação de débitos até dia 18 de fevereiro

Campanha permite que os consumidores solicitem o parcelamento das contas atrasadas em até 12 vezes sem juros

Por Ester Vallim, sob supervisão da editora Rafaela Carvalho
06/02/2022 às 07h00

Como forma de diminuir a inadimplência, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) prorrogou sua campanha de negociação de débitos. Com a medida, os consumidores atendidos em baixa tensão (até 220 volts) que estão com o pagamento da conta de luz atrasado têm a oportunidade de sair do vermelho e renegociar as dívidas sem precisar sair de casa.

O prazo para aderir vai até dia 18 de fevereiro, permitindo que os consumidores solicitem o parcelamento das contas de energia atrasadas em até 12 vezes sem juros. Esta condição está disponível para o cliente que não tem parcelamento ativo junto à companhia e que faça o cadastro para recebimento da conta de luz por e-mail no momento da negociação por meio do Cemig Atende Web, localizado na lateral superior direita no site da companhia, o www.cemig.com.br.

A analista de arrecadação da Cemig, Vivian Nogueira, explica que outras possibilidades de negociação também estão disponíveis para quem já possui valores parcelados referentes à conta de luz na companhia. “Essa condição de parcelamento na agência virtual da Cemig em 12 vezes sem juros é para o cliente que não tem outro parcelamento ativo. Agora, no cartão de crédito, ele pode parcelar em qualquer condição, mesmo que já tenha um outro parcelamento ativo na companhia.”

Os clientes que estão inscritos no Programa Federal de Tarifa Social de Energia Elétrica ainda podem aproveitar as condições ainda mais especiais e dividir o pagamento do débito em até 24 parcelas mensais, sem juros.

Para fazer a negociação, o consumidor deve mandar um “Oi” no Whatsapp da Cemig, no número (31) 3506-1160 e, logo em seguida, digitar “Parcelamento”. Pelo Cemig Atende Web, basta realizar o login, selecionar a instalação que possui débito em aberto e, posteriormente, o serviço “Segunda Via e Pagamento de Contas”. Em seguida, o cliente poderá verificar se existe a opção de seleção de débitos e a possibilidade de realizar o pagamento com a utilização de cartão de crédito.

As agências presenciais também estarão participando da campanha, mas Vivian Nogueira garante que as melhores condições estarão sendo negociadas nos canais de atendimento digitais. Além disso, ela orienta que o consumidor tente fazer o pagamento em dia, para não se endividar. “A orientação é não deixar acumular as contas, porque assim fica mais difícil de quitar a dívida. Quanto mais antigo for o débito, maior é a atualização financeira que incide no débito, então a dívida aumenta. Quanto antes você promover esse parcelamento, fica mais fácil controlar o débito e fazer o pagamento”, reforça a analista.

Fonte: Tribuna de Minas

Corpo é encontrado dentro de carro

Corpo é encontrado dentro de carro em Juiz de Fora

Veículo foi achado neste domingo (6) em brejo do Distrito Industrial.

Por g1 Zona da Mata — Juiz de Fora
06/02/2022 13h35 Atualizado há 20 horas

Um corpo, de identidade não divulgada, foi encontrado dentro de um carro em Juiz de Fora neste domingo (6).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o veículo estava em um brejo localizado em uma estrada do Distrito Industrial.

As polícias Militar (PM) e Civil foram acionadas para demais providências. Ainda não há informações sobre o que teria ocorrido.

Há 50 anos, em 06/02/1972, O MUNICÍPIO publicava: Anotando /Agência dos Correios / Coluna Social (José Maria Ramos) / Sindicato Rural

Zona da Mata: pai joga filha de 6 anos no rio e pula em seguida; os dois estão desaparecidos

Um homem, de 26 anos, jogou a filha no Rio Piranga, em Ponte Nova, na Zona da Mata. O caso aconteceu na noite deste sábado (05).

Segundo a Polícia Militar, após jogar a menina de seis anos no rio, o homem pulou na água. Por causa da escuridão, as buscas não puderam começar de imediato. A PM acompanha a procura pelos dois que iniciou na manhã deste domingo (06).

Ainda de acordo com a Polícia, testemunhas afirmaram que antes de jogar a filha, o pai a agrediu com socos na cabeça.

A mãe da menina informou a PM que o homem a avisou que jogaria a filha no rio, mas como ela estava no trabalho, não visualizou as mensagens. A mulher e o pai se separaram recentemente e a garota estava aos cuidados dele.

O Corpo de Bombeiros informou que há buscas no rio, mas ainda sem detalhes.

Nota de Esclarecimento / Capina e Limpeza

Preso homem que ameaçava a ex-companheira de morte

Preso homem que ameaçava a ex-companheira de morte em Juiz de Fora

A vítima tinha medida protetiva, que foi descumprida. O autor é reincidente

Ivan Drummond
04/02/2022 16:47 – atualizado 04/02/2022 17:08

Por descumprir medida protetiva, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, um homem de 48 anos foi preso nesta sexta-feira (4/2), pela Polícia Civil. A vítima é sua ex-companheira, uma mulher de 44 anos.

Segundo a delegada Alessandra Aparecida Azalim, da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, a polícia foi acionada pela vítima, que contou que estava sofrendo ameaças de morte, inclusive por meio de reiteradas ligações telefônicas realizadas para seu local de trabalho.

“Ela nos relatou que estava sendo ameaçada e que o suspeito estava descumprindo a medida protetiva. Fizemos levantamento dos fatos e prendemos em flagrante o homem”, conta a delegada.

A delegada solicitou, ainda, à Justiça, a prisão preventiva do homem. “O suspeito possui passagens policiais e também já foi preso pela prática de violência doméstica envolvendo outra ex-companheira dele. Além disso, ele é investigado em outros inquéritos policiais em tramitação na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher.”, explicou.

O homem está preso na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e será transferido para o sistema prisional.

Fonte: Estado de Minas

Venha visitar o Museu “Memorial do Ferroviário Biquense”

Criminosos invadem casa, assaltam e matam morador

Criminosos invadem casa, assaltam e matam morador na cidade de Chácara

Homem, de 46 anos, foi agredido e amarrado; a cunhada dele e outra mulher foram presas como suspeitas

Por Sandra Zanella
04/02/2022 às 16h42

Um crime de latrocínio (roubo seguido de morte) assustou moradores do pequeno município de Chácara, a cerca de 30 quilômetros de Juiz de Fora. O caso aconteceu na noite de quinta-feira (3), na Rua Sakar Tanure, no Centro da cidade. De acordo com informações da Polícia Militar, Roberto Carlos da Fonseca teve o óbito constatado no local, mas a causa da morte não foi identificada. Ele e o irmão, 48, tiveram a casa invadida, sendo amarrados. Duas mulheres, de 27 e 47 anos, acabaram presas em flagrante por suspeita de participação no crime.

A mais velha delas relatou inicialmente aos militares que, por volta das 21h30, estava na casa junto com seus dois cunhados, quando foram surpreendidos por quatro homens, que entraram pela porta da cozinha falando “perdeu, perdeu”, em tom agressivo e ameaçador. Em seguida, um dos criminosos determinou que a visitante e o morador que sobreviveu fossem para um quarto, onde foram agredidos, sendo roubado o celular da mulher.

Já os outros três bandidos teriam seguido para outro dormitório, onde Roberto teria sido violentado, enquanto o trio o pressionava querendo saber onde estaria o dinheiro. A mulher acrescentou que ameaçou chamar a polícia, mas foi agredida e teve as pernas imobilizadas com uma corda. Segundo ela, a ação durou cerca de 10 minutos, e os ladrões teriam deixado o imóvel correndo, com as portas trancadas.

A mulher alegou ter gritado por socorro e ter ido ao encontro de Roberto, que estava caído no chão do próprio quarto, com as pernas amarradas, não percebendo se ele já estava sem vida. Ainda na versão dela, à medida que outros familiares e vizinhos foram chegando ao local e tomando conhecimento do fato, a PM e o socorro foram acionados.

Os policiais responsáveis pela ocorrência, no entanto, disseram ter percebido a população agitada, enquanto apontava a participação da cunhada das vítimas no crime. Ao ser novamente questionada pelos policiais, a mulher de 47 anos revelou que na última segunda, durante conversa com sua amiga manicure, 27, que também acabou detida, esta teria lamentado estar passando por dificuldades financeiras, porque seu marido estava preso. A suspeita mais jovem teria acrescentado na conversa saber que Roberto estava com uma quantia em dinheiro e teria sugerido à cunhada dele para ajudá-la, facilitando o acesso à residência, em troca de um valor.

A cunhada das vítimas assegurou aos policiais que também está passando por dificuldades financeiras e, por isso, teria concordado em participar do roubo, mas o combinado seria não fazer nada de mal para Roberto. A manicure teria apresentado a ela dois homens que iriam fazer o “serviço”, e eles teriam recebido informações sobre a rotina da vítima e onde estariam guardados os cerca de R$ 15 mil. A dupla ainda teria ido até a residência, dois dias antes, se passando por agentes de vigilância sanitária de combate a dengue, para conversar com os moradores e conhecer o local.

A cunhada das vítimas disse à PM que chegou a desistir de participar do crime, mas teria sido ameaçada de morte. Ainda conforme o relato dela, o plano era amarrar os moradores, sem agressões ou morte, e se soubesse que iriam matar Roberto, não teria participado da ação.

Já a manicure contou a versão inversa, afirmando que ela é quem teria sido procurada pela cunhada das vítimas, na intenção de conseguirem alguém para subtrair de Roberto o dinheiro deixado por ele em casa, cerca de R$ 20 mil. Diante das contradições, as duas acabaram recebendo voz de prisão.

A PM conseguiu identificar pelo menos dois homens que teriam praticado o crime. Os dois irmãos, de 20 e 26 anos, seriam moradores da Zona Leste de Juiz de Fora, mas não foram localizados. A Perícia da Polícia Civil realizou os levantamentos de praxe na cena do crime e apreendeu a corda utilizada para amarrar a vítima. O corpo de Roberto foi levado para necropsia no Instituto Médico Legal (IML) em Juiz de Fora. As suspeitas foram conduzidas ao plantão da 1ª Delegacia Regional, em Santa Terezinha, e o caso seguiu para investigação.

Fonte: Tribuna de Minas

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