Nesse mês é realizada a campanha Maio Amarelo, uma ação organizada para conscientização e prevenção de acidentes de trânsito. A intenção é chamar a atenção da sociedade, de entidades, de empresas e do governo para o alto índice de feridos e mortos.
Este ano, a campanha recebeu o tema “Juntos Salvamos Vidas” cujo objetivo é mostrar que, conhecendo e cumprindo as regras de trânsito, todos podem salvar vidas. Simplesmente por fazer o que é correto.
Coisas simples como caminhar na calçada, procurar uma faixa para atravessar, esperar a vez no semáforo, são medidas que podem prevenir a vida de todos. E essa lógica vale para quem está de bicicleta, de motocicleta, no carro de passeio ou em um veículo grande.
O Maio Amarelo também busca conscientizar o motorista sobre o uso de telefone celular, o não uso do cinto de segurança, a ingestão de bebida alcóolica, entre outras atitudes não permitidas no trânsito.
Em uma década, Brasil reduziu em 30% mortes por acidentes de trânsito
De acordo com informações do site Agência Brasil, entre 2011 e 2021, o Brasil reduziu em 30% o número de mortes causadas por acidentes de trânsito. O número foi divulgado pelo secretário Nacional de Trânsito, Frederico Carneiro. Segundo ele, em 2011, 42 mil pessoas morriam, por ano, em acidentes de trânsito. Atualmente, o total está em 30 mil.
“Vale destacar que o Código de Trânsito Brasileiro é um dos mais rigorosos do mundo em termos de legislação”, disse, citando que poucos países adotam, por exemplo, tolerância zero para álcool, como o Brasil.
Se comparado ao ano de 2020, houve uma redução de cerca 33% no número de acidentes fatais em 2021. Foram registradas mais de 34 mil mortes no trânsito brasileiro em 2020, enquanto o ano seguinte registrou mais de 22 mil óbitos. Contudo, especialistas alertam que a diminuição dos números no último ano não significa mudança real, já que muitos veículos deixaram de circular por causa das restrições da pandemia.
Ações da Câmara
Além de aderir à campanha com intuito de conscientizar a população, a Câmara dos Vereadores está atuante em busca de melhorias no trânsito de nossa região. Já foram apresentados requerimentos solicitando estudos para melhorar o trânsito da cidade, projetos de lei para avaliação periódica das vias públicas urbanas e rurais de responsabilidade do município, e ainda indicações para adicionar ou pintar faixas de pedestres, entre outras melhorias.
Segundo delegado, Polícia Civil realizava uma apreensão quando suspeito fugiu; vítimas foram liberadas, e homem fugiu pelos fundos da casa da família
Por Gabriel Bhering, estagiário sob supervisão da editora Rafaela Carvalho 02/05/2022 às 19h42- Atualizada 02/05/2022 às 22h18
Uma família foi feita refém durante a fuga de um suspeito de tráfico nesta segunda-feira (2). Conforme o delegado Rafael Gomes, da Delegacia Especializada de Narcóticos, a equipe da Polícia Civil estava em busca do suspeito, que fugiu pelos fundos da casa.
Ainda de acordo com o delegado, até por volta de 19h, oito pessoas tinham sido presas, e uma “quantidade significativa de droga” havia sido apreendida.
Segundo o delegado, a situação ocorreu durante uma ação da Polícia Civil. Ele informou que a equipe efetuava uma ação para deter suspeitos de tráfico quando um deles acabou fugindo e entrando em uma casa, fazendo uma família de refém.
A Polícia Civil teria isolado o local para preservar a família, que teria sido liberada pelo criminoso. Ele fugiu e ainda não foi pego.
A Tribuna tenta contato com a Polícia Civil para apurar mais informações.
Corpo de professor universitário é encontrado em Barbacena; Polícia Civil investiga o caso
Wagner foi dado como desaparecido no último dia 25 de abril e, desde então, era procurado por familiares e autoridades. O enterro ocorreu no domingo (1º) no cemitério Parque Repouso da Saudade.
Por g1 Zona da Mata — Barbacena 02/05/2022 10h46 Atualizado há 4 horas
Professor universitário Wagner Vicentino da Silva, de Barbacena — Foto: Reprodução/Barbacena Online
O corpo do professor universitário Wagner Vicentino da Silva, de 45 anos, foi encontrado por uma amiga da família na manhã de sábado (30), caído em um matagal no Bairro Roman, conhecido como 7 encruzilhadas, em Barbacena.
Wagner foi dado como desaparecido no último dia 25 de abril e, desde então, era procurado por familiares e autoridades. O enterro ocorreu no domingo (1º) no cemitério Parque Repouso da Saudade.
“Vivia para fazer com perfeição tudo o que a ele era solicitado. Um homem que amava viver em atividades de esporte e aventura. Era meu parceiro a quase 6 anos. Me amou e cuidou de mim intensamente”, declarou a namorada do professor ao g1, Eloá Joice de Jesus da Silva.
Professor que foi encontrado morto ao lado da namorada, Eloá, durante viagem — Foto: Eloa Joice de Jesus da Silva/Arquivo Pessoal
Wagner era professor de educação física e lecionava em uma universidade da cidade e em escolas. Ele tinha duas irmãs.
Desaparecimento
Panfleto sobre desaparecimento do professor divulgado em redes sociais — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Ao g1, a namorada do professor, Eloá Joice de Jesus da Silva, contou que no dia do desaparecimento ele saiu de casa dizendo que iria trabalhar e não voltou mais. Ainda conforme a companheira do professor, ele havia sido diagnosticado com depressão.
O desaparecimento foi registrado pela Polícia Militar que, desde então, realizava buscas pelo professor.
Corpo é encontrado
Segundo informações da Polícia Militar, na manhã de sábado, o corpo do professor foi encontrado caído em um matagal no Bairro Roman.
“Essa pessoa estava passando pelo local e aí ela viu o corpo e como já estava sendo falado na cidade reconheceu o professor e acionou os órgãos”, explicou a PM.
A perícia técnica da Polícia Civil esteve no local e o corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML).
Polícia Civil investiga o caso
Nesta segunda-feira (2), a Polícia Civil confirmou que está investigando o caso, que as informações ainda são preliminares e que não há mais detalhes.
Boletim epidemiológico publicado na noite de domingo mostra que cidade zerou o número de internações em enfermaria e leitos de UTI
Por Gabriel Silva 02/05/2022 às 08h05- Atualizada 02/05/2022 às 09h19
Pela primeira vez desde que a pandemia se instaurou em Juiz de Fora, em março de 2020, a cidade deixou de ter pessoas hospitalizadas com Covid-19. O momento simbólico foi registrado em boletim epidemiológico da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) na noite de domingo (1º), quando, em números atualizados às 19h28, não havia pessoas internadas com a doença em leitos de enfermaria ou de UTI em hospitais do município.
O registro acontece em meio ao maior arrefecimento da pandemia em dois anos, quando, inclusive, o uso de máscaras em locais abertos e fechados foi tornado opcional pelo Executivo municipal.
Até sexta-feira (29), a cidade tinha apenas uma pessoa internada em decorrência da Covid-19. Naquele dia, o último em que o Executivo atualizou os demais dados epidemiológicos, Juiz de Fora chegou a 2.256 vítimas fatais da doença, com a morte de um idoso de 66 anos. O município ainda teve 66.419 casos de infecção pelo coronavírus confirmados desde o início da pandemia.
O momento de baixa nos casos graves de Covid-19 acontece na medida em que a vacinação avança no município. Mais de 500 mil pessoas foram imunizadas com pelo menos uma dose de vacina contra a doença em Juiz de Fora. A aplicação dos imunizantes alcançou a população a partir de 5 anos de idade, que podem receber duas doses. A população adulta, com idades entre 18 e 59 anos, podem tomar até três doses, enquanto as pessoas idosas que foram imunizadas com três doses há pelo menos quatro meses já podem procurar os postos de saúde para tomar a quarta aplicação.