Quatro marcas de café em MG têm venda proibida devido ao excesso de impurezas

A decisão é da Comarca de Viçosa. Um dos produtos apresentou a presença de cascas e paus, milho e areia, além de pedras e torrões. O g1 entrou em contato com as empresas.
Emprego / “Vagou, Juiz de Fora” / Vagas disponíveis
O “Vagou, Juiz de Fora” é um quadro para divulgação de oportunidades de trabalho disponíveis em Juiz de Fora.
Empresas e pessoas físicas interessadas em divulgar vagas devem preencher o formulário abaixo, indicando os meios para recebimento de currículos. Para pessoas em busca de emprego, basta acessar a página do “Vagou, JF” e conferir as vagas abertas.
A ação busca atender à demanda de empresas e de pessoas físicas em busca de trabalhadores. Além disso, é uma forma de democratizar as oportunidades, fazendo com que a informação chegue àquelas pessoas que procuram por uma vaga em Juiz de Fora.
• A Prefeitura não tem participação no processo de seleção das empresas ou acesso aos currículos de candidatos, e não realiza triagem dos mesmos.
Veja as vagas disponíveis AQUI.
Homem encontra amigo morto em avançado estado de decomposição
O corpo de um homem, 38 anos, em avançado estado de decomposição, foi encontrado no interior de sua casa, no início desta semana, por um amigo, em Barbacena, no Bairro Nova Cidade. De acordo com informações da Polícia Militar, o homem contou que não via a vítima há alguns dias e foi até a residência dela atrás de notícias. Na oportunidade, encontrou a porta aberta e um cheiro muito forte.
Em depoimento, o amigo também disse que viu a vítima sem vida, deitada na cama e com sangramento na cabeça. A perícia da Polícia Civil esteve no local. Tendo em vista as condições precárias do corpo, não foi possível precisar a causa da morte.
Ainda, em consonância com a PM, no local, foi achado um projétil de arma de fogo, mas a bala não apresentava sinais de que havia sido disparada. A vítima estava usando tornozeleira eletrônica e, recentemente, teria se desentendido com várias pessoas.
Santa Casa de Misericórdia ultrapassa cem transplantes de rim com nova técnica
Nefrectomia laparoscópica, ou ‘doação de rim por vídeo’, é uma técnica menos invasiva para doadores; 320 pessoas aguardam por um transplante no hospital
Por Gabriel Silva
27/09/2022 às 16h16
A Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora comemorou, nesta terça-feira (27), a marca de mais de cem transplantes de rim realizados por meio da nefrectomia laparoscópica, ou doação de rim por vídeo, procedimento que se caracteriza por ser menos invasivo para os doadores. O hospital juiz-forano é referência nacional no transplante do órgão e utiliza a técnica desde 2017. Atualmente, 320 pessoas aguardam pela doação na instituição.
A celebração aconteceu na data em que é comemorado o Dia Nacional da Doação de Órgãos, além de ser a semana que fecha o Setembro Verde, mês de incentivo à doação. Conforme Gustavo Ferreira, nefrologista coordenador do Serviço de Transplante da Santa Casa e presidente da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, nos últimos anos o país passou por uma queda no número de doadores vivos que diminuiu a capacidade de suprir a demanda de pacientes por transplantes.
“Esse é o terceiro ano consecutivo com uma queda no número de transplantes no Brasil. Nosso país, historicamente, vinha crescendo na atividade de transplantes. A pandemia acometeu duramente essa atividade e é um momento importante para que possamos retomar a nossa capacidade de transplantar”, avalia Ferreira, lembrando que a fila de pessoas aguardando doação em todo o país ultrapassa 50 mil pessoas. Em média, o Brasil realiza metade dos transplantes que deveria realizar para dar conta da demanda, de acordo com o nefrologista.
Nesse sentido, a utilização da doação de rim por vídeo, defende o médico, é uma das esperanças de aumentar o número de procedimentos com doadores vivos. De acordo com o urologista Pedro Bastos, que compõe a equipe de transplante da Santa Casa, a técnica é padrão em outros tipos de cirurgias, mas ainda é subutilizada no âmbito da doação renal. “Nós já passamos a marca dos cem transplantes, todos foram exitosos e o pós-operatório foi muito bom. A gente tem não só o aspecto estético, mas alimentação e alta precoces, além de baixo custo para o sistema, porque essas pessoas ficam menos tempo internadas. Um paciente de Juiz de Fora pode ser operado hoje e ter alta amanhã”, exemplifica.

‘Para ser doador, o primeiro passo é a vontade’
Para se disponibilizar como doador, o cirurgião vascular Márcio Souza elenca a motivação como principal fator. A partir daí, o interessado passa por um longo processo de exames juntamente com quem vai receber o órgão para garantir a segurança do processo. “Para que ele seja inicialmente avaliado como um doador, o primeiro passo é a vontade. Se ele tem conhecimento mínimo sobre o processo e se sente à vontade para ser doador e ajudar alguém que precisa, o indivíduo que necessita do órgão vai ser encaminhado juntamente com o possível doador até um ambulatório, onde eles serão avaliados”, explica.
O processo de triagem inclui o levantamento do histórico clínico do paciente, exames laboratoriais e análise de compatibilidade. Caso o candidato seja reprovado para a realização da laparoscopia, ele ainda pode ser adequado para o procedimento convencional. Já no caso de pessoas interessadas em doar órgãos após a morte, o ponto principal é comunicar a família, que ficará responsável por efetivar o desejo do indivíduo.
Passados os dois primeiros anos agudos de pandemia de Covid-19, o principal desafio para as instituições de saúde é reconquistar a confiança da população para frequentar o sistema de saúde, segundo o cirurgião Gláucio Souza. “É fundamental a retomada da confiança da população no sistema de saúde e também fazer com que as pessoas procurem os centros transplantadores. Através dos serviços de diálise, os pacientes são estimulados a procurar o centro transplantador e, lá, nós conversamos sobre as doações em vida.”
Fonte: Tribuna de Minas
‘Saí muito mexido’, diz Danton Mello durante estreia do filme Predestinado em Cataguases

Inspirado na trajetória de Zé Arigó, famoso médium espírita brasileiro, o filme ‘Predestinado – Arigó e o espírito do Doutor Fritz’ foi gravado em cidades da Zona da Mata mineira.
A História em Fotos da Rua LUIZ FERRARI e da AVENIDA GOVERNADOR VALADARES – A RETA
Acima, antigo e belíssimo registro fotográfico da Av. Gov. Valadares – a Reta – arborizada e ainda sem calçamento, nos áureos tempos da ferrovia. De se observar que a Rua Luiz Ferrari ainda não existia, bem como ainda não existiam casas na parte de baixo da linha férrea. Ao fundo, as centenárias palmeiras que hoje já não existem mais. Esta foto provavelmente deve sido tirada da torre do “Castelinho da Reta”. Foto cedida por Sônia Lanini.

Acima, belíssimo registro fotográfico da abertura da Rua Luiz Ferrari, vendo-se o trem rumo ao Posto Telegráfico de Telhas e a Rochedo de Minas. Acima e à esquerda da linha férrea a Av. Gov. Valadares. E lá estavam as centenárias e belas palmeiras ao fundo! Foto cedida por Douglas Ranna.

Acima e abaixo, belíssimos registros fotográficos do “Castelinho da Reta” em dois tempos. Foto antiga cedida por Francisco Galil. Foto mais recente de nosso acervo.
À medida em que o “Centenário de nossa querida cidade de Bicas” se aproxima, torna-se mais emocionante resgatar a nossa história em fotos!
E a postagem de hoje vem em forma de agradecimento especial ao amigo Sávio Almeida, que estendo a todas e todos que acompanham e se encantam com o resgate histórico fotográfico de nossa página.
Então, a página “Bicas – História em Fotos” traz hoje a história em belíssimos registros fotográficos de duas das mais tradicionais ruas de nossa cidade – a Rua Luiz Ferrari e a Av. Governador Valadares – conhecida como a “Reta” ou a “Rua do Parque de Exposições” – ruas que correm paralelas e que, nos tempos dos trens da E. F. Leopoldina, tinha os trilhos da ferrovia entre elas.
A Av. Gov. Valadares é hoje a principal via de acesso à rodovia que liga nossa cidade a Rochedo de Minas e a São João Nepomuceno. Mas nem sempre foi assim, já que a primeira via de acesso a São João Nepomuceno foi por muitos anos a Rua Pres. Getúlio Vargas – Rua Quinze, passando por onde hoje está situado o Bairro Gilson Lamha.
Graças a sempre valiosa contribuição de muitas amigas e amigos, apresentamos as belíssimas e históricas fotos que passaram por um gratificante trabalho de restauração e hoje fazem parte de nosso acervo. Registros que mostram detalhes de antigas e belas arquiteturas, destacando aqui o famoso “Castelinho da Reta”, belíssimo imóvel situado bem no início da Rua Luiz Ferrari que resiste bravamente ao tempo.
Sobre o ilustre Luiz Ferrari, homenageado com o nome de uma Rua, vale a pena conferir sua belíssima história clicando no link abaixo:
http://otremexpresso.blogspot.com/2016/06/a-bela-historia-de-luiz-ferrari-um.html
Veja mais riqueza de detalhes e mais fotos, AQUI, no site Bicas História.
Após invadir casa da ex-companheira, homem a agride e foge com neném do casal
Um homem, 33 anos, invadiu a casa da ex-companheira, 27 anos, na madrugada desta terça-feira, 27/09, a agrediu e fugiu com uma bebê, filha do casal. A Polícia Militar, acionada pela mulher, prendeu o suspeito, que estava com a criancinha. O caso aconteceu no Bairro Linhares, em Juiz de Fora.
De acordo com informações da PM, a vítima disse que o homem pulou o portão de entrada da casa, arrombou a porta e a surpreendeu, batendo com a cabeça dela no portão e a ameaçando com uma faca. Temendo um mal maior, a jovem saiu de casa, enquanto o suspeito enrolou a bebê em um cobertor e desapareceu.
Durante a manhã, os policiais fizeram várias buscas e encontraram o suspeito junto com a neném, que foi devolvida para a mãe, enquanto o homem foi detido e levado para a Delegacia de Polícia Civil.



















