
Samantha Picoli foi responsável pela criação da igreja Chamas de Fogo, em Juiz de Fora, que além de combater o preconceito, realiza casamentos homoafetivos e tem foco no acolhimento de pessoas.

Samantha Picoli foi responsável pela criação da igreja Chamas de Fogo, em Juiz de Fora, que além de combater o preconceito, realiza casamentos homoafetivos e tem foco no acolhimento de pessoas.
Na fita, o sócio-proprietário da Foto Vídeo Pallazzo, Ricardo Rossi, dando um pega nos jornais históricos de Bicas e digitalizando-os, para a produção dos próximos capítulos do documentário Bicas 100 anos, resgate que está sendo produzido por iniciativa da Prefeitura de Bicas.
O Espaço Cultural Falabella, em Mar de Espanha, foi o lugar escolhido para a confecção dos trabalhos.

Ela foi considerada pela Justiça como inimputável e a decisão foi pela absolvição imprópria. Américo Vieira Júnior, que também era músico, foi morto a facadas em março de 2021.
Veja a matéria acessando AQUI o link do site G1 Zona da Mata.
“Os anos de serviços prestados junto à pastas e microfilmes guardados na era pré-Google fizeram dele um dos mais requisitados pesquisadores para grandes obras de vários escritores.”
Corroborando o que diz o trecho acima, extraído do Obituário de Antônio Roberto Arruda, digo que, em julho de 1994, o saudoso jornalista biquense me telefonou, num domingo à noite, indagando detalhes sobre a última estada do Garrincha em Bicas, em 1982, oportunidade em que o “gênio das pernas tortas” tomou pinga no Bar do Edir, almoçou na casa do saudoso botafoguense Pedro Machado, pra depois, desfilar pela Real Biquense, do qual era tema do enredo.
Na época, a escola da parte baixa foi pra avenida com um samba de minha autoria, harmonizado pelo saudoso amigo Salim Lamha… Enfim, contei pro Antônio o que sabia sobre o lance.
O ganho pro “requisitado pesquisador” e pra Bicas… Seguinte… Em 1995, Ruy Castro lançou a excelente obra “Estrela Solitária – Um brasileiro chamado Garrincha”, vencedor do Prêmio Jabuti em 1996 na categoria “Livro do Ano de Não-Ficção”, que tem escritos e fotos da última homenagem em vida, recebida pelo imortal Camisa 7 do Botafogo.
O ‘homem fatal de Bicas’, e também do jornalismo esportivo, morreu no último sábado
Por Gilmar Ferreira
15/05/2023 04h00 Atualizado há 5 horas

Apaixonado pelo Flamengo, mas adorado por dirigentes, treinadores, e atletas de distintos clubes, gerações e modalidades, Antônio Roberto Arruda, o Arrudinha, abria portas para o bom jornalismo. De Pelé a Romário, de Nelson Piquet a Isabel Salgado, o mineiro natural de Bicas foi por anos a memória viva das editorias de esporte —primeiro do GLOBO, onde abriu a história como repórter no início dos anos 70, depois do Extra, veículo onde pôs o ponto final da carreira, em 2010.
Contínuo da redação do Jornal do Brasil, onde começou a trabalhar, foi levado pelo então editor João Máximo para fazer parte da equipe de esportes que chefiaria no extinto Correio da Manhã, para assumir a função de pesquisador. Dali passou a arquivista no Jornal do Sports e logo chegou ao GLOBO. Os anos de serviços prestados junto à pastas e microfilmes guardados na era pré-Google fizeram dele um dos mais requisitados pesquisadores para grandes obras de vários escritores.
Antes mesmo de ser lançado à reportagem, Arruda arrebatou a confiança de Nelson Rodrigues. Me dizia ele que o cronista vez por outra o terceirizava em jogos que não conseguia acompanhar. “O que achamos da partida, meu nobre”?, perguntava o dramaturgo e escritor que encarregara de assistir aos clássicos no Maracanã. Nos bastidores, há quem sustente que o multitalentoso Nelson fazia o mesmo com Armando Nogueira. Mas Arruda, como quem guardasse o segredo a sete chaves, lembrava de tal feito com sorriso de canto de boca e um orgulho escondido sob os traços de sua mineirice.
“O Nelson escrevia que por vezes se valia das informações relatadas por seu assistente que era deficiente visual…”, divertia-se o intrépido “homem fatal de Bicas”, que era como o dramaturgo o citava referia na coluna o seu até então anônimo personagem.
Repórter de furos
Já como repórter, o jeito cativante e a precisão nos fatos apurados o aproximaram de Pelé. E de tal modo que a partir de certo momento o próprio Rei, o considerou seu mais fidedigno biógrafo. Embora nunca a tivesse posto no papel, Arruda tinha dados e informações relevantes, os bastidores e a confiança do filho do Seu Dondinho. Em 2009, pouco antes de deixar a profissão, Arruda foi convidado por Pelé para conhecer a fazenda da família no Vale da Ribeira, em São Paulo, e pela primeira vez viu-se o lado agropecuário do atleta do século.
Furos? Diversos. Todos eles obtidos pela ousadia de quem chegava cedo à redação para dar partida na edição do dia seguinte e mostrava-se inquieto com as pautas fora do lugar comum. Como em 1993, quando ao conseguir o telefone de Johan Cruijff não se intimidou com a barreira do idioma. “Don Johan, desculpa por el adelantado de la hora, mas en Brasil, fútbol é uma pasion mundial…” E daí nasceu a entrevista que rodou o mundo onde o então técnico do Barcelona dizia que Romário era o gênio da grande área.
Bem-humorado, carinhoso e espirituoso, Antônio Roberto Arruda, fã incondicional de Didi, devoto de Pelé e afetivamente preso aos feitos de Zico, fechou seu ciclo em 2010, quando já se dedicava à coluna “Deu no jornal…”, publicada nas edições dominicais do Extra, onde por 12 anos chefiou a reportagem da editoria de esportes. O vasto conhecimento sobre todas as modalidades, a experiência, o faro jornalístico e a sensibilidade ajudaram a formar a ótima geração que o chamava de mestre e hoje brilha em diversos veículos.
Viúvo, pai de três filhos, Arrudinha morreu na noite de sábado (13), aos 75 anos, em consequência do Alzheimer. O mineiro divertidíssimo moldado pelos arquivos dos jornais era do tipo que adorava e valorizava o passado. Em função disso pôde viver, reviver e se tornar um imortal no coração de todos aqueles que conviveram com ele nas redações da vida — todos já cheios de saudades. Que descanse em paz, sabendo que somos grato por tudo que fez pela profissão.
Fonte: oglobo.oblobo.com
O Prefeito Delegado Federal Helber, através da Secretaria Municipal de Saúde, promoveu na última sexta-feira, dia 12/05/2023, uma homenagem pelo “Dia das Mães” para o grupo de atividade física da terceira idade “Saúde em Movimento!”, contando com a apresentação de vídeos e palestras do próprio Prefeito, da Secretária Municipal de Saúde, Aline Lara, e da Deputada Estadual Delegada Sheila. Logo após, foi servido um almoço no Fama CineTeatro.
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