
Dia Internacional da Mulher / Mensagem / Santa Casa / Dr. Renato Loures

Homem esfaqueia esposa e tenta atear fogo na residência do casal
Nesta quarta-feira (8 de março), uma mulher (35 anos) foi vítima de tentativa de feminicídio, em Juiz de Fora, na Rua Geraldo Scaldini Machado, no Bairro Jardim Natal. De acordo com a Polícia Militar, o companheiro da mulher a esfaqueou e, ato contínuo, cortou-se, tentando, ainda, atear fogo na residência em que do casal. O Corpo de Bombeiros também foi acionado.
A mulher foi socorrida pelo Samu, em estado grave, com várias perfurações em membros superiores, na região abdominal e cervical, foi encaminhada para o HPS. O suspeito da tentativa de feminicídio foi socorrido e preso, posteriormente.
Prefeitura distribui sementes de feijão aos produtores rurais
Mutirão de emprego oferece 400 oportunidades em Juiz de Fora; confira documentação necessária
Ação será realizada pelo Grupo Bahamas das 8h às 17h de quarta-feira (8). Interessados devem comparecer em duas das lojas da rede.
Por g1 Zona da Mata — Juiz de Fora
07/03/2023 18h48 Atualizado há 14 horas
Um novo mutirão do Grupo Bahamas será realizado na quarta-feira (8) em duas unidades de Juiz de Fora. A ação será das 8h às 17h, já com entrevista dos candidatos pela equipe de Recursos Humanos da empresa.
Ao todo, serão 400 vagas oferecidas, 200 delas para Juiz de Fora e as demais para cidades da unidade na região, como Ubá, Rio Pomba e São João del Rei.
Os selecionados serão encaminhados para as áreas, de acordo com o perfil identificado. O detalhe de cada uma delas não foi informado, nem os salários oferecidos.
Os interessados devem comparecer ao Bahamas Mix Salvaterra, localizado na Avenida Deusdedith Salgado, ou no Bahamas Cidade Alta, na Rua José Lourenço, no São Pedro.
Para participar, serão necessários os seguintes documentos:
cópias e originais do comprovante de escolaridade;
carteira de trabalho;
RG;
CPF;
comprovante de residência;
currículo;
No caso de pessoas com deficiência, também será necessário apresentar laudo médico com a Classificação Internacional de Doenças (CID).
Da saúde à segurança, Governo de Minas promove iniciativas voltadas às mulheres
TER 7 MARÇO 2023 09:50 ATUALIZADO EM TER 07 MARÇO 2023 12:27
Na semana dedicada às mulheres, conheça algumas ações realizadas em diferentes áreas da administração pública estadual
As mulheres correspondem a mais da metade da população total de Minas Gerais, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Governo de Minas, por meio de suas secretarias, forças de segurança e outros órgãos, busca desenvolver cada vez mais políticas públicas para atendimento à população feminina no estado.
Garantir a participação social, a saúde e a segurança estão entre os principais objetivos da gestão estadual nas ações voltadas às mulheres. A seguir, confira algumas das iniciativas desenvolvidas para chegar aos 853 municípios.
Saúde
A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) compreende que o cuidado com a saúde das mulheres deve considerar cada fase de suas vidas. O cuidado precisa estar disponível de forma integral, humanizado, pautado nas ações de autocuidado, promoção à saúde e prevenção de doenças, respeitando a singularidade e os direitos conquistados ao longo dos anos.
A oferta de assistência no SUS abrange a promoção da saúde, a prevenção de agravos e doenças, o diagnóstico, o tratamento e a reabilitação.
Isso significa que toda mulher tem direito ao acesso a serviços como a vacinação, a realização de exames e assistência em planejamento familiar. Caso escolha a maternidade, terá acesso ao pré-natal e ao parto humanizado. Também há disponibilidade de assistência no climatério e no seu processo de envelhecimento, de acordo com as suas condições de saúde. Além disso, é direito da mulher ser acolhida e atendida em uma unidade de saúde em casos de violência. E todo esse atendimento pode ser encontrado no Sistema Único de Saúde (SUS).
Mais informações sobre os cuidados e os direitos das mulheres estão disponíveis em www.saude.mg.gov.br/saudedamulher.
Segurança
Minas Gerais realiza o monitoramento 24 horas por dia de agressores punidos pela Lei Maria da Penha, ação coordenada pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). Atualmente, 625 agressores e 248 vítimas são monitorados.
Enquanto os agressores enquadrados usam uma tornozeleira eletrônica, as vítimas portam um dispositivo móvel semelhante a um celular. Caso a mulher se afaste do perímetro de segurança ou o agressor se aproxime dela, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) é acionada pelos policiais penais que fazem o monitoramento. Então, a PMMG vai até a localização do agressor e, ao mesmo tempo, faz contato com a mulher. O trabalho é feito para garantir que ela esteja bem e protegida, a uma distância segura.
No mesmo sentido, o Projeto Acolhe, desenvolvido por meio de parceria entre Sejusp, Instituto Avon e Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), une esforços para acolher e abrigar mulheres vítimas de violência doméstica no estado.
A iniciativa atua em 15 municípios de Minas Gerais e presta atendimento emergencial para mulheres em situação de violência doméstica, com ações de resgate e acolhimento, hospedagem, suporte emocional e psicológico, além de capacitação e treinamento profissional. Os atendimentos às vítimas de violência também contam com apoio do Centro Risoleta Neves de Atendimento à Mulher (Cerna).
Vale lembrar que denúncias de agressões contra mulheres, sejam elas sofridas por uma vizinha, amiga, parente ou colega de trabalho, por exemplo, podem ser feitas por meio do canal de denúncias 181, que é coordenado pela Sejusp. Por um simples telefonema para o Disque Denúncia 181, com anonimato garantido, qualquer cidadão pode ajudar as forças de segurança na redução e inibição de atos de violência contra a mulher.
Polícia Militar
Levar atendimento mais humanizado à mulher em situação de violência doméstica e familiar, e desestimular ações criminosas no ambiente domiciliar, também é objetivo da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). Para tanto, desde de 2010, a instituição conta com o serviço Patrulha de Prevenção à Violência Doméstica (PPVD).
Presente em 128 municípios mineiros, a PPVD consiste em guarnição, qualificada e treinada, presta serviço de proteção à vítima, garantindo o seu encaminhamento aos demais órgãos da Rede Estadual de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher. A intenção é que, assim, receba do poder público, no menor tempo possível, a atenção devida a cada caso. Os dois policiais empenhados – um homem e uma mulher – atuam também na dissuasão do agressor, incidindo na quebra do ciclo da violência.
Todos os militares que atuam na Patrulha de Prevenção à Violência Doméstica recebem capacitação e treinamento específico para a atividade. A grade curricular traz temas relacionados, como “Abordagem Psicológica para Atuação no Enfrentamento à Violência Doméstica”, “Lei Maria da Penha”, “Direitos Humanos”, “Violência de Gênero e Doméstica” e “Protocolo de Atendimento às Vítimas de Violência” além de palestras motivacionais.
Somente neste ano, 9.640 atendimentos foram registrados pela PPVD. Em 2022, foram cerca de 53.850 atendimentos.
Polícia Civil
Seja na capital ou no interior de Minas, as mulheres em situação de violência doméstica podem contar com o amparo da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). A instituição, além de garantir os direitos fundamentais para responsabilização criminal dos agressores, oferece uma série de serviços, projetos e recursos que visam à proteção, cuidado e assistência às mulheres.
Ao todo, são 69 Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deam) distribuídas no estado, sendo seis no interior e quatro na capital. São unidades especializadas da Polícia Civil que realizam ações de prevenção, proteção e investigação dos crimes de violência doméstica e violência sexual contra as mulheres, entre outros.
De janeiro a outubro de 2022, último período de levantamento estatístico, foram contabilizadas 41.463 medidas protetivas expedidas pela PCMG, garantindo a segurança de mulheres que se encontram sob situações de abuso. Trata-se de um mecanismo judicial que visa ao distanciamento do agressor da mulher.
A Casa da Mulher Mineira, o Chame a Frida, e o aplicativo MG Mulher estão entre os equipamentos e ferramentas disponibilizados pela PCMG no atendimento ao público feminino.
A Polícia Civil disponibiliza, ainda, uma série de cartilhas e peças informativas para as mulheres que contemplam campanhas como o Agosto Lilás, prevenção a crimes sexuais e de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. Os materiais podem ser obtidos por meio deste link.
Corpo de Bombeiros
Entre outras ações, o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) promove encontros femininos voltados para a profissão, como o Encontro Nacional de Bombeiras Militares (Enbom), que oportuniza a discussão da liderança feminina em espaços de poder, trajetórias, conquistas da bombeira militar na operacionalidade.
O CBMMG também realiza ações e políticas, por meio da Corregedoria, para discutir a questão do assédio moral e sexual na instituição, reafirmando a cultura da boa convivência, do respeito às diversidades e à integridade.
Vale registrar que as mulheres passaram a integrar a corporação em 1993. Em fevereiro deste ano, inclusive, a coronel Daniela Lopes Rocha da Costa, que esteve na primeira turma, tomou posse como a primeira mulher a ocupar o cargo de chefe do Estado-Maior em Minas Gerais.
Gestão e serviços
A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) é responsável por formular e coordenar políticas públicas para garantir o desenvolvimento econômico, cultural e social do estado. E as medidas de apoio integral às mães e mulheres também estão inseridas neste contexto.
O Programa Transforma Minas, por exemplo, foi criado para reconhecer e desenvolver profissionais com as competências técnicas necessárias para assumir cargos de liderança no governo estadual, independentemente de gênero. Com esse propósito, cria oportunidades para todos, por meio de processos seletivos objetivos, democráticos e isonômicos.
Até o momento, mais de 50% das lideranças selecionadas pelo programa desde a sua criação são mulheres, com competência reconhecida à frente de cargos de liderança no setor público. Desde 2019, quando foi criado, o Transforma Minas já selecionou 230 lideranças, sendo que 120 são mulheres, e 110 são homens.
Por meio da Seplag, algumas medidas também foram aplicadas para garantir o apoio integral às mães. Um exemplo é a funcionalidade de pré-registro de nascimento de crianças, em todo o estado, disponibilizada no MG App – aplicativo oficial do Governo de Minas – e ativa desde março de 2022. Por meio da ferramenta, é possível agilizar registro dos filhos antes mesmo do nascimento, com mais comodidade e participação ativa da mãe nesse processo.
Fonte: Agência Minas
Na BR-267, motociclista perde o controle da moto cai num riacho e morre
Segunda-feira (6 de fevereiro), à noite, depois de cair em um riacho, na BR-267, em Maripá de Minas, um motociclista (45 anos) morreu, no local, após perder o controle da moto e despencado de uma altura de 6 metros. O corpo foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros e removido pela funerária de plantão.
Acidente grave entre três veículos deixa um morto e quatro feridos na BR-040
Na manhã desta segunda-feira (6 de fevereiro) aconteceu um grave acidente entre três veículos, no km 769, da BR-040, perto da ArcelorMittal, em Juiz de Fora, de acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal. Uma pessoa morreu e outras quatro ficaram feridas.
Ainda, segundo a PRF, um carro invadiu a contramão e bateu em um veículo com quatro ocupantes. Um terceiro automóvel conseguiu se desviar, mas atingiu um barranco. O motorista do veículo que provocou o acidente morreu no local, enquanto os ocupantes do segundo carro ficaram feridos e foram encaminhados para um hospital.
Um causo à parte / Memórias / Apagando o passado
Apagando o passado
Minha mãe estava podando as roseiras do nosso jardim, e eu estava sentado na mureta, olhando os carpinteiros trabalhando do outro lado do córrego.
Dona Cota, nossa vizinha, vinha com sua elegância costumeira, inclusive, debaixo de uma sombrinha colorida, que estava na crista da onda. Parou e comentou com indignação a demolição do hospital. “Ana, você está presenciando de camarote a derrubada de uma das mais belas construções que Bicas tem.” Minha mãe não deixou por menos: “Dona Cota, meus filhos nasceram aqui em casa, mas tenho dois netos que nasceram no hospital.
Foram as únicas vezes em que entrei lá. Sempre achei que os balaústres ingleses e os corredores dom palacete do Barão coisa de cinema, além de dar um ar aristocrático `Praça dos Aposentados e ao Grupo…” Dona Cota apontou o dedo em direção à demolição e com os olhos umedecidos observou: “Deveria haver uma lei que proibisse esse descalabro.”
“Outro dia fizeram a mesma coisa com o casarão do Coronel Joaquim José de Souza. A família do Barão de Catas Altas, talvez nem saiba desse malefício contra o nosso patrimônio”, continuou… “Uma cidade que não preserva sua cultura patrimonial não tem alma. Certamente, vão construir algo que ninguém vai notar…” Eu, impávido ali, vendo o gurpião cortando uma enorme peça de madeira que sobrou do caramanchão que ficava na parte interna do hospital. Dona Cota se foi… e na desatenção de minha mãe um espinho espetou-lhe o dedo…
Bicas desaparecendo!