Palestra – Sobre o mês Novembro Azul

Black Friday – Parque de Exposições de Bicas – Neste domingo – 26/11

 

Jovem é preso por tráfico de drogas na casa do avô

Autor guardava 359 pinos de cocaína, 114 pedras de crack e outras drogas debaixo de cama

Por Tribuna de Minas
25/11/2023 às 13h38

Os policiais encontraram com o suspeito 359 pinos de cocaína, 114 pedras de crack, 44 buchas de maconha, uma balança de precisão e sete munições de calibre 9 milímetros (Foto: PMMG)

Um jovem, de 21 anos, foi preso, nesta sexta-feira (24), por tráfico de drogas no Bairro Linhares, Zona Leste da cidade. De acordo com o registro policial, o suspeito usava a casa do avô para guardar os materiais. Após ser questionado pela Polícia Militar, o avô afirmou não ter conhecimento do envolvimento do neto com prática ilegal e autorizou os militares realizarem as diligências em sua residência.

Os policiais encontraram com o suspeito 359 pinos de cocaína, 114 pedras de crack, 44 buchas de maconha, uma balança de precisão e sete munições de calibre 9 milímetros. Todo o material estava escondido embaixo da cama no quarto em que ele dormia

Diante do flagrante encontrado, o autor assumiu a propriedade, sendo preso e encaminhado para Delegacia, juntamente com os materiais que foram apreendidos.

Palestra – Cuidado com a saúde do homem

Boletim Coronavírus de Bicas desta sexta-feira, dia 24/11

REGIÃO – Carro desgovernado: homem morre e três mulheres ficam gravemente feridas em acidente

Carro desgovernado: homem morre e três mulheres ficam gravemente feridas em acidente em Cataguases

Ocorrência foi registrada na noite desta sexta-feira; mulheres sofreram traumatismo cranioencefálico grave

Por Tribuna de Minas
25/11/2023 às 11h50

Um homem, de 60 anos, morreu e três mulheres ficaram gravemente feridas após o carro em que estavam colidir contra um muro. O veículo teria descido uma rua desgovernado antes da colisão. O acidente foi registrado pela Polícia Militar, por volta das 19h, na noite desta sexta-feira (24), no Bairro São Pedro, na cidade de Cataguases, localizada a cerca de 120 quilômetros de Juiz de Fora.

Conforme informações do boletim de ocorrência, com a chegada do Corpo de Bombeiros, o homem já foi encontrado sem vida e encontrava-se preso às ferragens no banco do carona.

A condutora do automóvel, de 46 anos, sofreu traumatismo cranioencefálico grave e escoriações. Outras duas mulheres que ocupavam o veículo, de 36 e 51, foram socorridas pela equipe médica e também apresentavam traumatismo cranioencefálico grave e escoriações.

Segundo o boletim, com o impacto da batida, a vítima mais jovem foi arremessada para fora do automóvel. As três mulheres foram socorridas e encaminhadas para o hospital de Cataguases.

Ainda conforme aponta o documento policial, devido à gravidade do quadro clínico apresentado pelas vítimas, após avaliação inicial no hospital Cataguases, elas foram transferidas para o Hospital Municipal de Leopoldina.

Não foram divulgadas informações a respeito das circunstâncias que teriam favorecido o acidente.

Mãe denuncia estupro de menino de 3 anos

Caso aconteceu na região Sul de Juiz de Fora, de acordo com o boletim de ocorrência

Por Pâmela Costa – Tribuna de Minas
24/11/2023 às 13h36- Atualizada 24/11/2023 às 15h23

Uma mulher denunciou um grupo de adolescentes à Polícia Militar, após descobrir que eles teriam estuprado seu filho, de 3 anos, com o uso de um palito de picolé. O caso ocorreu na região sul de Juiz de Fora e foi registrado nessa quinta-feira (23) pela PM.

O crime teria acontecido, de acordo com o registro policial, em uma rua de pouca movimentação. A criança teria sido levada para para o local por três adolescentes de 12, 13 e 14 anos e uma outra criança de 10 anos de idade.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, a vítima foi levada para um hospital onde realizou o protocolo de atendimento a risco biológico, ocupacional e sexual, sendo o resultado inconclusivo para o abuso. O objeto usado durante o crime não foi encontrado pela Polícia.

Os adolescentes foram apreendidos e encaminhados para a delegacia junto a seus familiares, e posteriormente liberados. Uma conselheira tutelar acompanhou a ação e o processo continua em curso. A criança continua sob os cuidados da mãe.

A Polícia Civil confirmou, em contato com a reportagem, que o caso foi recebido pela delegacia e que os policiais ouviram os envolvidos.

Mais detalhes da ocorrência não serão divulgados para evitar a identificação das crianças e dos adolescentes envolvidos no caso. Em conformidade com os parâmetros estabelecidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Ação Outubro Rosa e Novembro Azul no Bairro Gilson Lamha (Saracura)

Ação Outubro Rosa e Novembro Azul, no PSF de Apoio, no Bairro Gilson Lamha (Saracura).
ADM 2021/2024 – Construindo um futuro melhor!

Mãe é presa sob suspeita de matar filho de 5 anos estrangulado

Mãe é presa sob suspeita de matar filho de 5 anos estrangulado em Taboão da Serra (SP)

Polícia Militar foi acionada para resgatar uma criança engasgada; pai do menino não estava em casa no momento do suposto crime

SÃO PAULO | Do R7
23/11/2023 – 13H00 (ATUALIZADO EM 23/11/2023 – 13H15)

Uma mãe foi presa na noite desta quarta-feira (22) sob suspeita de estrangular o filho de 5 anos até a morte, em Taboão da Serra, região metropolitana de São Paulo.

Segundo informações da Agência Record, a Polícia Militar foi chamada até a casa da vítima para o atendimento de uma criança engasgada. Ao chegar ao local, o menino Pedro Henrique Moreno Soares foi encontrado sem vida.

Após constatar a morte da criança, a PM chamou a perícia, que identificou sinais de estrangulamento no menino. A mãe de Pedro é a principal suspeita do crime.

A mulher foi internada no Pronto-Socorro Antena, também em Taboão da Serra, após ter passado mal ao ser confrontada pelos militares. Ela permanece na unidade de saúde, sob escolta policial.

O pai de Pedro, que não estava em casa no momento do crime, informou que não há histórico de agressão por parte da esposa à criança.

Segundo a Polícia Militar, o caso foi registrado como homicídio no 1º DP (Taboão da Serra).

Aluno que acusa professora de amarrar o black power dele à força é apaixonado pelo cabelo: ‘Ele só corta as pontas’, diz mãe

Garoto contou à mãe que docente teria dito na sala de aula que o cabelo dele era feio e o prendido contra a sua vontade no recreio. Aluno de 8 anos estuda em escola de Juiz de Fora; Secretaria de Educação disse que investiga incidente e repudia qualquer prática de racismo.

Por Pedro Emerenciano*, g1 Zona da Mata e TV Integração — Juiz de Fora
22/11/2023 14h47 Atualizado há um dia

Garoto, menino, black power, professora, juiz de fora, suspeita injúria racial — Foto: Rayelle Keller/Arquivo Pessoal

aluno de 8 anos que acusa uma professora de amarrar o black power dele à força em uma escola de Juiz de Fora é apaixonado pelo cabelo, contou a mãe em entrevista à TV Integração, nesta quarta-feira (22). Rayelle Keller diz que o filho usa o cabelo assim desde muito novo e que não gosta de cortar os fios para ficarem cada vez maiores.

Corta de vez em quando só as pontinhas. Ele ama o cabelo dele.

Rayelle contou que o penteado é parte essencial da personalidade do filho e que essa identidade arranca muitos elogios de amigos e familiares. Às vezes, para variar, ele trança o cabelo com a própria mãe, que trabalha como trancista. Ela está indignada pelo comportamento da professora e afirma que a atitude ocorreu ao longo do ano:

“Eu fui deixando, só que, agora, foi uma coisa mais grave. Fala se tiver cabelo no olho, que não vai assistir a aula dela, fala para prender o cabelo dele”.

O caso denunciado à direção do caso teria ocorrido na Escola Municipal Doutor Adhemar Rezende de Andrade, no Bairro São Pedro, em Juiz de Fora, e foi registrado pela Polícia Militar na última semana. A Polícia Civil já investiga o caso.

Rayelle Keller contou ao g1 que o garoto estava dentro da sala de aula quando foi abordado pela professora.

“Ele falou que a professora chamou o cabelo dele de feio na sala de aula. Na hora do recreio, falou com ele numa ignorância danada: ‘Senta aí agora!’. Pegou uma buchinha dela, nem é dele, ele não tem buchinha, e prendeu com força. Ele falou que até doeu”.

De acordo com Rayelle, o filho disse que no mesmo momento respondeu à professora que não queria e correu para o banheiro onde tirou o acessório para arrumar novamente o penteado.

“Ela falou com ele que não aguenta olhar pro cabelo dele. Ele odeia o cabelo preso. Nem eu, que sou mãe, forço ele a prender. Fica de cabelo solto até em casa o tempo todo”.

Após o fato, que ocorreu no dia 14 de novembro, a mãe do aluno contou que foi à escola dois dias depois e pediu uma reunião com os representantes da unidade de ensino. O encontro foi registrado pela direção do colégio em uma ata.

“Só tinha a vice-diretora pra conversar, ela anotou tudo que a gente tava falando. A professora estava na sala, mas ia sair mais cedo. Foi informado pra gente [Rayelle e o pai da criança] que ela não poderia conversar naquele momento”, contou a mãe.

A Secretaria de Educação de Juiz de Fora disse que apura o incidente e repudia veementemente qualquer prática de racismo e adota como política pedagógica um trabalho contínuo de conteúdo antirracista. Veja a nota na íntegra mais abaixo.

Ofensas teriam se repetido
O menino de 8 anos também foi à aula no mesmo dia, 16 de novembro, e frequentou a sala da professora denunciada pela mãe. Ao chegar em casa, contou que foi vítima novamente de ataques verbais da docente.

“E aí ele respondeu para ela assim: ‘Não, eu gosto assim. Eu prefiro assim, eu e minha mãe’. Aí ela falou: ‘Mas isso não é motivo não, pode prender esse negócio'”, diz a Rayelle.

No dia seguinte, sexta-feira (17), os pais do menino voltariam à escola para uma reunião agendada, mas foram informados por telefone que o encontro com a professora não seria mais possível porque ela teve um imprevisto.

O que diz a Prefeitura, responsável pela escola

Escola Municipal Adhemar Rezende de Andrade em Juiz de Fora — Foto: Reprodução/TV Integração

Em nota enviada ao g1 na terça-feira (21), a Prefeitura de Juiz de Fora informou que:

“A Secretaria de Educação tomou conhecimento do caso, ocorrido em escola municipal, no qual teria se registrado uma conduta racista. Imediatamente, foi iniciada a apuração do incidente. A Secretaria de Educação repudia veementemente qualquer prática de racismo e adota como política pedagógica um trabalho contínuo de conteúdo antirracista, intensificado e fortalecido pela constituição em 2023 do NUPRER ( Núcleo Permanente de Relações Étnico Raciais). Concluída a apuração da situação denunciada, serão tomadas as providências cabíveis”.

A pasta foi questionada se a professora continua dando aula na mesma turma enquanto o caso é investigado, mas não houve resposta até a publicação deste texto.

*Estagiário sob supervisão de Fabiano Rodrigues.