Denilson sessentinha!

Denilson Venturelli (esse bonitão de blusa preta aí na frente, ao lado da Ivânia), um garoto em campo, abriu as portas da Granja Sol Maior, em JF, para receber familiares, os meninos do Grupo Eterno Aprendiz, agregados e tal… e foi logo comemorando sessentinha-pra-lá-sessentinha-pra-cá.

Bom humor, alegria, leveza! A galera estava mais inspirada do que o Zé Pafo cantando bingo na quermesse da paróquia! 

Nove cânceres em 9 anos: juiz-forano cria vaquinha para ajudar em tratamento de condição genética rara

Ricardo Martins tem Síndrome de Li-Fraumeni, e seu filho também possui a doença

Tribuna de Minas – Por Bernardo Marchiori
18/08/2024 às 06h00

(Foto: Arquivo pessoal)

Ricardo Martins, de 42 anos, sempre foi comerciante. Entretanto, há cerca de cinco anos, foi impossibilitado de trabalhar por conta de uma condição genética rara. O juiz-forano tem Síndrome de Li-Fraumeni. Devido aos altos custos, ele e sua família organizam uma vaquinha para auxiliar no tratamento, além de utilizarem o Instagram para divulgar atualizações. A doença é causada por uma alteração no gene TP53 – que cria uma defesa para impedir a formação de tumores no organismo.

Conforme a National Library of Medicine, do governo dos Estados Unidos, a incidência da doença é de 0,005% a 0,02%. Em conversa com a Tribuna, Carolina Martins, irmã de Ricardo, conta que a doença genética foi descoberta em 2015, após ele ter um sarcoma de partes moles. “O médico ficou muito intrigado com aquilo, porque o sarcoma atinge 1% da população, e o tipo dele – na parede abdominal – atinge 0,3%. Por isso, solicitou o exame para a família inteira. Infelizmente, tanto ele como seu filho testaram positivo para a síndrome. Desde então, Ricardo já teve nove cânceres. Agora, ele luta com três metástases: pulmonar, suprarrenal e retroperitoneal.”

Os tumores apareceram em locais diferentes: principalmente na parede abdominal, mas também no ombro, costas, umbigo e outros. Carolina relata que isso aconteceu em sequência. “Em 2022, um mês e meio depois de uma cirurgia, apareceram mais dois tumores, então precisou operar de novo. Inclusive, os médicos usaram o corte da mesma cicatriz. Cerca de dois meses depois, surgiram três novos, resultando em nova operação. Depois apareceram mais, e a equipe médica decidiu não operar novamente, porque perceberam que não estava adiantando”, diz.

A partir disso, os médicos partiram para uma outra diretriz: a radiocirurgia. Segundo Carolina, o protocolo melhorou bastante o quadro – dois tumores sumiram, mas outro permaneceu. Apesar de continuar ativo, não apresenta grandes problemas. Por isso, a família afirma que a atenção médica está voltada para as metástases no momento.

Outra questão levantada pela irmã de Ricardo é o tipo da Síndrome de Li-Fraumeni, que não é o “mais comum”. Ela explica que é outra mutação. “A partir de estudos, descobriram que a doença é divida entre brasileira e não-brasileira. A primeira existe no Sul e no Sudeste do nosso país e é uma mutação mais leve, que provavelmente não leva os pacientes a desenvolver câncer. O Ricardo tem uma mutação que junta as duas: o pior tipo da síndrome”, esclarece.

Vaquinha por dificuldades financeiras

“Infelizmente, nesse momento tão difícil, os nossos recursos acabaram”, lamenta Carolina. O tratamento realizado por Ricardo é no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo – isso porque, de acordo com a irmã, em Juiz de Fora não há médico e equipamento especializados para exames relacionados à síndrome. “Por isso, os custos são altos, e nosso plano não arca com a parte médica, que o manteve vivo até hoje. Por isso, resolvemos abrir essa vaquinha, para que ele possa continuar o tratamento.”

Além dos custos de transporte e do hotel, a família precisa arcar com os preços dos médicos e exames não conveniados ao plano de saúde. “Ele está internado no Sírio-Libanês no momento para fazer uma punção nos dois pulmões. Pagaremos o exame e a diária dos oncologistas. Nesses dez anos de tratamento, foi muito dinheiro gasto. Já fizemos nove ciclos de quimioterapia.”

“É uma doença muito triste, acho que as pessoas deveriam se testar. Pelo menos aquelas que têm na família casos de câncer muito precoces. A síndrome deveria ser mais conhecida, para salvar mais pessoas. Meu sobrinho realiza os testes semestralmente. Ele nunca vai ter um câncer avançado: vai descobrir, no máximo, em estágio zero”, alerta. Ela ressalta que, embora os exames não pertençam à realidade financeira de todos, eles são questão de vida ou morte para seu irmão.

Na Zona da Mata, carro bate na ponte, cai no rio e condutor morre

Um automóvel com três ocupantes caiu de uma ponte no leito do rio no KM 92 da rodovia MGC 265 em Tocantins MG. A PMRv foi acionada por volta das 22h30 deste sábado 17 de agosto.

Duas ocupantes, de 25 e 24 anos, foram socorridas pelo SAMU para o Hospital Santa Isabel em Ubá em estados grave e leve, respectivamente. O condutor H.F.C, 24 anos, ficou preso sob o veículo, vindo a óbito no local. 

Fonte: Portal RKF com informações da PMRv

Há 50 anos, em 18/0/1974, O MUNICÍPIO publicava: Aliança Renovadora do Brasil / Dr. Armando Klabin / Casamentos / Jornal do JB

Marceneiro é preso por estupro de vulnerável

Marceneiro é preso por estupro de vulnerável na Zona Norte de Juiz de Fora

Nesta sexta-feira (16 de agosto), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) efetuou a prisão de um homem de 49 anos no bairro Cidade do Sol, na Zona Norte de  Juiz de Fora, condenado por estupro de vulnerável.

A Justiça de São Paulo determinou uma pena de 18 anos em regime fechado após ele ter sido acusado de estuprar sua ex-enteada de 9 anos em São José dos Campos, São Paulo.

A operação, conduzida em colaboração com a Polícia Civil de São Paulo (PCSP), resultou na localização e detenção do condenado pelos investigadores da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora.

O delegado Daniel Buchmüller, responsável pela prisão, informou que o homem residia na cidade com uma namorada e duas enteadas e trabalhava como marceneiro.

Fonte: JF INFORMA

Samba de Feijão

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Há 60 anos, em 16/08/1964, O MUNICÍPIO publicava: Parabéns a diretoria do Ginásio Francisco Peres / Casamentos / Vida Esportiva / Carta a Redação

Crianças são encontradas trancadas e sem comida em casa

Polícia encontrou pasta base de cocaína na residência quando foi apurar denúncia de abandono de incapazes

Tribuna de Minas – Por Pâmela Costa
15/08/2024 às 12h24

Três crianças foram encontradas trancadas e sem comida em casa, na tarde desta terça-feira (13), em Santos Dumont, cidade a 50 km de Juiz de Fora. Segundo a mãe, 47 anos, ela deixava os filhos sozinhos enquanto ia trabalhar como diarista. Ao inspecionar no local, a Polícia Militar constatou a falta de comida, ausência de matrícula das crianças na escola, e pasta base de cocaína na residência.

O caso, que ocorreu no bairro São Sebastião, chegou até conhecimento da polícia por meio de uma denúncia de maus tratos e abandono de incapaz. Quando foram no local, os militares se depararam com as crianças sozinhas e com fome – durante a ação, uma vizinha ajudou, fornecendo comida às crianças. Em sua defesa, a mãe relatou que ficava ausente porque precisava trabalhar durante aquele período. Embora ela tenha dito que os menores estavam matriculados na escola, a instituição teria desmentido tal informação.

Quanto às drogas, a mulher contou que guardava uma bolsa que continha uma barra de pasta base de cocaína. Mas que as substâncias pertenciam, na verdade, a uma amiga, 36 anos, que pediu a ela que armazenasse o conteúdo ali. Ao ser localizada, essa segunda suspeita negou a versão. Ambas as mulheres foram encaminhadas para a delegacia. O celular da mãe foi apreendido para investigação. Já as crianças foram colocadas sob responsabilidade do Conselho Tutelar.

Preso por assassinar 7 mulheres, Maníaco do Parque ainda recebe visita de ‘mulheres apaixonadas’

Francisco de Assis foi condenado a mais de 280 anos de prisão em 1998; a expectativa é que ele seja solto em 2028

Redação Terra
13 ago 2024 – 17h16 (atualizado às 17h40)

Resumo
Mãe do Maníaco do Parque revela que ele ainda recebe visitas de mulheres apaixonadas na cadeia e não pretende recebê-lo em casa, caso ele deixe a cadeia em 2028.

Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque, ao ser preso em 1998 Foto: Estadão Conteúdo

Em meio à expectativa de que Francisco de Assis Pereira, o serial killer que matou sete mulheres e recebeu o ‘apelido’ de Maníaco do Parque, deixe a cadeia em 2028, quando completará 30 anos atrás das grades, o jornalista Ullisses Campbell, de O Globo, conversou com a mãe do criminoso. Maria Helena de Souza Pereira, de 77 anos, revelou detalhes da relação com o filho, que ainda recebe visitas de mulheres apaixonadas.

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“Essas mulheres o visitam na cadeia. Elas me ajudam com alimentos e repasses financeiros”, explicou. Maria Helena passa por dificuldades financeiras e, por isso, não visita há dez anos o filho na Penitenciária Orlando Brando Filinto, em Iaras (SP), onde cumpre pena desde 22 de maio de 2009.

Ela diz que, apesar da distância, o amor pelo filho continua o mesmo “Se ele ler esta entrevista, quero dizer o seguinte: ‘Querido Tim, eu não te abandonei. A mamãe continua te amando. Um grande beijo no coração’”, declarou.

O criminoso também tem uma ‘pretendente’ que vive em Portugal, local para onde Maria Helena gostaria que ele fosse, caso deixe a cadeia em 2028, pois não pretende recebê-lo em sua casa.

“Não tem como. Ele é outro homem. Afinal, são 30 anos. Nem sei como ele está. Além do mais, moro em uma casa humilde. Tenho receio do assédio da imprensa. O ideal seria que ele fosse morar em Portugal, onde há uma mulher apaixonada que quer levá-lo para lá”, disse.

Na sequência, ela foi orientada pelo filho mais velho, Luís Carlos Pereira, de 58 anos, a modificar a resposta e afirmou que receberia Francisco de braços abertos.

Maria Helena também reforçou que não aceita o apelido ‘Maníaco do Parque’ e ainda acredita na inocência do filho. “Nunca fale essa palavra suja [Maníaco do Parque] perto de mim. É um nome maldito que a mídia colocou nele. O meu filho se chama Francisco. Até hoje não acredito que ele tenha feito isso. Não entra no meu coração”, desabafou.

Ao ser questionada sobre o que diria para a família das vítimas de Francisco, ela afirmou: “Peço perdão a todas elas. Continuo sempre pedindo perdão para todas as mulheres que partiram”.

Fonte: Redação Terra