Vídeo: mulher é esfaqueada e espancada pelo ex no bairro Barroca, em BH
A tentativa de feminicídio aconteceu em plena luz do dia e foi flagrada por câmeras de segurança Uma mulher de 35 anos foi esfaqueada e espancada pelo ex-companheiro enquanto chegava do trabalho, bairro Barroca, Belo Horizonte, terça-feira (16/07). A tentativa de feminicídio aconteceu em plena luz do dia e foi flagrada por câmeras de segurança.
Nas imagens é possível ver a brutalidade do ataque. O vídeo mostra a vítima caminhando pela rua Aristóteles Caldeira, enquanto o indivíduo segue logo atrás. Em dado momento, ele retira uma faca da cintura e passa a golpear a vítima, que ainda tenta se defender. Com ela já caída ao solo, o homem persiste nas agressões e continua arremessando socos e desferindo chutes contra ela. Em seguida, ele foge do local correndo após notar a presença de testemunhas.
A vítima foi amparada por duas mulheres, que acionaram o Samu. Ela foi levada para o Pronto-Socorro João XXIII, com ferimentos na cabeça, costas e inconsciente. Apesar da brutalidade do ataque, os médicos informaram que exames iniciais não apontaram lesões graves e que a vítima não corre risco de morrer.
Em contato com a Polícia Militar, familiares da vítima confirmaram, através das imagens, que o investigado de cometer o crime é o ex-companheiro dela. O relacionamento teria terminado há cerca de um ano. No entanto, os parentes não souberam informar a motivação do crime.
A PM foi até a casa do suspeito, mas ele não foi encontrado. Ele segue sendo procurado. O caso será investigado pela Polícia Civil (PCMG).
Adolescente briga em festa, atira e deixa seis feridos em MG
Segundo a Polícia Militar, o autor e um jovem de 23 anos teriam discutido horas antes no evento e, durante a madrugada, o menor sacou uma arma e começou a atirar diversas vezes.
Por g1 Zona da Mata — Santos Dumont 29/07/2024 15h03 Atualizado há 14 horas
Arma usada pelo adolescente em Santos Dumont — Foto: Polícia Militar/Divulgação
Seis pessoas foram baleadas durante a tradicional festa realizada em Conceição do Formoso, distrito de Santos Dumont, na madrugada de domingo (28). O suspeito dos disparos é um adolescente de 17 anos, que teria se desentendido com um jovem de 23 anos.
Segundo informações da Polícia Militar, o adolescente e o rapaz teriam discutido horas antes no evento e, durante a madrugada, o menor sacou uma arma e começou a atirar diversas vezes em direção ao homem.
Foram baleados:
o jovem de 23 anos (alvo dos disparos), que foi alvejado com dois disparos na região das costas;
uma mulher, 28 anos, atingida com um disparo no pescoço;
um homem, 57 anos, alvejado com um disparo nas costas;
um adolescente, 16 anos, alvejado de raspão no tórax e na mão direita;
um jovem, 19 anos, atingido com disparo de raspão na região do ombro direito;
um adolescente, 17 anos, alvejado com um disparo que atingiu o ombro direito.
Após o crime, a PM recebeu informações que o adolescente teria fugido para Tabuleiro. Durante buscas, os policiais encontraram o irmão do suspeito em uma moto. Ele confessou que estava na confusão e disse que iria levar os militares ao local onde o irmão estava escondido.
Em seguida, outros dois jovens que estariam junto com o atirador foram abordados em um carro branco. Eles negaram participação no crime, mas foram detidos e levados para a Delegacia.
Ainda durante as buscas, os policiais localizaram e apreenderam o menor e a arma de fogo usada. Ele confirmou ter atirado contra o rapaz.
Corpo de idoso é encontrado na represa de Chapéu D’Uvas
A embarcação em que a vítima estava virou quando ela tentou ligar o motor, segundo a esposa do idoso
Por Tribuna de Minas 29/07/2024 às 09h48
Foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros
O corpo de um idoso, de 63 anos, foi encontrado na represa de Chapéu D’Uvas na última sexta-feira (26). De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, a esposa da vítima relatou que presenciou o afogamento das margens da represa e viu seu marido submergir sem retornar após tentar ligar o motor e o barco virar.
Os trabalhos duraram cerca de uma hora e 30 minutos e foi necessário realizar estratégia de busca com mergulho equipado, ainda conforme os bombeiros. A vítima foi encontrada sem vida, submersa aproximadamente 15 metros de profundidade, em um local que ficava a cerca de 12 metros da margem da represa.
Os militares recuperaram o corpo da vítima e o deixaram sob responsabilidade dos familiares e da Polícia Militar até a chegada da funerária. A Tribuna entrou em contato com a Polícia Civil e irá atualizar esta publicação quando houver um retorno.
Relatos de um dia em que compartilhei com a delegação brasileira as emoções de participar de um desfile de abertura
Delegação brasileira no desfile da cerimônia de abertura da Olimpíada de Paris — Foto: Alexandre Loureiro/COB
Eu escrevo muito em primeira pessoa neste espaço. Hoje, claro, fiz questão de abrir o texto com o pronome, para reforçar a ideia. Mas é um recurso que uso com frequência, e já me peguei pensando se não estaria exagerando. Acabo sempre me convencendo de que, para quem não está presente nas redes sociais, a coluna é um bom espaço para compartilhar algumas experiências pessoais. E hoje peço licença para mais uma. Quero contar como foi desfilar no barco que levou a delegação brasileira pelo rio Sena na cerimônia de abertura dos Jogos de Paris.
Prometo que não vou fazer aqui um querido diário, relatando cada passo do dia. Só preciso deste parágrafo para dar um pouco de contexto: Globo e SporTV, como detentoras dos direitos de transmissão, conseguiram um lugar no barco. Um só, e eu, que tive a honra e a responsabilidade de ocupar esse espaço, precisei acumular as funções de repórter e cinegrafista. Ao chegar a Paris, soube que também era mandatório usar o uniforme da delegação. E foi assim que, como minha mãe escreveu no grupo de WhatsApp da família, quem sempre amou assistir às cerimônias de abertura dos Jogos Olímpicos acabou participando do desfile dos atletas.
E, embora tenha começado por mim, é deles que quero falar. Estar no barco me deu a oportunidade inédita de ver a festa de dentro para fora. Juro que não dei nem um tchauzinho para os espectadores. Passei todo o tempo que pude tentando registrar imagens (agradeço pelas muitas ofertas de ajuda que recebi, quando os companheiros de desfile me viam enrolado nos fios do microfone e do equipamento de transmissão) e gravar entrevistas. E em todos esses momentos o que me impactou foi encontrar os olhares dos atletas, treinadores e membros de comissões técnicas, funcionários e dirigentes do COB. Todos pareciam ter o mesmo brilho e a mesma cumplicidade.
No Sena, não se falou do uniforme, alvo de muita polêmica online – e com isso não quero dizer que todos gostaram do que vestiram; só não era um tema que se impusesse à experiência de estar ali. E, é claro, ninguém teve tempo de botar defeito na cerimônia, porque o trajeto pelo rio não nos dava a visão de quem assistiu pela televisão. Quem estava no barco se ocupou quase exclusivamente de compartilhar emoções.
Primeiro, com os próprios companheiros de desfile. O começo foi meio tímido, com um grito de guerra aqui e outro ali, até que o chefe da tripulação resolveu ensaiar uns passos de samba ao som de “Tá escrito”. A partir daí, todo mundo ergueu a cabeça, meteu o pé e foi na fé. A interação aumentou ao passarem os barcos de outras delegações, especialmente o da Argentina. E explodiu quando surgiram as bandeiras brasileiras, nas pontes, nas sacadas, nas arquibancadas. Esse símbolo, no esporte, ainda é mais de união do que de divisão.
Depois, com familiares e amigos, acionados pelos muitos celulares a bordo. Talvez a cena mais marcante que vi durante todo o desfile tenha sido a de Jucielen Romeu, da equipe de boxe, que improvisou uma live com oito pessoas para dividir a experiência de estreante em cerimônias de abertura. “Sou a primeira da família a vir a Paris”, me disse ela, bem em frente à torre Eiffel. Encerrei a entrevista logo depois. O momento de ver o símbolo da cidade e dos Jogos com os aros olímpicos era dela e de quem a apoiou para chegar até ali.
Um motociclista caiu de um barranco de aproximadamente dois metros de altura e morreu numa pequena estrada de terra ao lado da Rua Coronel José Mendes, em Rochedo de Minas, neste sábado 27/07.
Mais ou menos, às 8h, a Polícia Militar foi acionada, por populares que passavam no local e viram um homem caído ao lado da motocicleta. Ele foi identificado como sendo Mauro Sérgio Machado de Oliveira, o Serginho, de 51 anos de idade, morador da cidade.
De acordo com informações preliminares da PM ao Portal RKF, familiares informaram que ele estaria indo a uma propriedade buscar galinhas para vender. Inexplicavelmente, ao invés de descer por uma rampa, ele caiu do barranco ao lado.
O óbito foi constatado pela ambulância sanitária do município. A perícia técnica da Polícia Civil foi acionada e era ainda aguardada no local para realizar os trabalhos de praxe. As circunstancias e causas da morte ainda serão investigadas. A vítima era funcionário da Prefeitura Municipal e era muito muito estimado na comunidade.
Na sexta-feira, 26/7, João Paulo Lanini lançou o single Nascente, primeira composição instrumental autoral do talentoso.
Fala, aí, JP…
“Lançar esta música é um marco para mim, pois representa um novo momento em minha vida e em minha carreira artística, dessa vez com foco na composição.”
Sente só… a maravilha de cenário…
E… O que é um single? É um tipo de lançamento de música que normalmente inclui menos faixas do que um álbum, LP ou EP. Muitas vezes refere-se a uma música individual que é lançada separadamente de um álbum, mas pode aparecer mais tarde nesse álbum.