Créditos: Reportagem Aristides dos Santos/ Informações – imagens: SUS
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MARIPÁ DE MINAS / GUARARÁ, sexta-feira (17/04) – Duas ocorrências distintas mobilizaram equipes de resgate na noite desta sexta-feira, na região da BR-267, mais precisamente em MARIPÁ DE MINAS e GUARARÁ.
Na primeira ocorrência, registrada por volta das 20h, houve uma colisão entre carro x moto na BR-267, nas proximidades da empresa UNISTERIL, em MARIPÁ DE MINAS. A vítima, um homem de 41 anos, condutor da motocicleta, seguia do trabalho no momento em que ocorreu a batida.
Ele apresentava lesão leve no nariz, possível fratura no antebraço esquerdo e corte contuso na região da tíbia direita. Após os primeiros atendimentos, foi encaminhado pelo SAMU de BICAS para o HPS de JUIZ DE FORA.
Já a segunda ocorrência foi registrada por volta das 23h, no trevo de GUARARÁ, em frente a um posto de gasolina, onde houve um atropelamento.
A vítima, um homem de 60 anos, apresentava escoriações, corte no tornozelo esquerdo e confusão mental. Inicialmente atendido no hospital de BICAS, ele foi posteriormente transferido para o HPS de JUIZ DE FORA, também pelo SAMU de BICAS.
As circunstâncias dos dois casos não foram detalhadas pelas equipes de atendimento até o momento.
O MUNICÍPIO está recordando os pitorescos contos do livro “Bicas, um causo à parte”, do saudoso Vasco Teixeira, prestigiado ex-colunista do jornal. Um biquense que também fez história nas cidades de São José dos Campos (SP) e Paraisópolis (MG), onde estava radicado. O Tiãozinho da Rua do Brejo era multifacetado: metalúrgico, político, cronista, escritor, artista plástico e mais.
A enchente e a pataiada
Estávamos jogando nossa peladinha costumeira quando, de repente, caiu o maior toró.
Corremos para a varanda da casa do Neném Brasinha, que era logo ali na esquina. Lá chegando, Neném já estava com seu cigarrinho de palha na boca e, esfregando às mãos, deu uma cutucada: “Não vão embora, não! Faz tempo que não fazemos uma panelada. Na hora que o córrego encher começa a descer a pataiada do Cesário”.
A enchente veio e junto apareceram os nadadores: Oswaldinho, Picolé, Zé Cúgola e outros. Formigueiro representava a nossa rua. A plataforma de salto ficava bem em frente a minha casa. Era o barranco mais alto que tinha por ali. A ponte era um gargalo natural por não dar a vazão necessária.
Ainda por cima, tinha um cano de água que atravessava o córrego onde, vez por outra, praticávamos equilibrismo…
Entre um mergulho e outro, começavam a aparfecer os patos. Nessa hora, nosso time entrava em ação: Eu, Miro, Panelão, Gá e mais alguns moleques, em cima da ponte, recolhíamos os patos.
Às vezes, um ou outro pato passava e ia embora. Nossa cota mínima era de quatro aves. Não era difícil pegá-los, na correnteza, eles perdem o controle.
Dentro da casa do Neném, outra equipe entrava na preparação dos pés chatos. Quando a coisa acalmava, saboreávamos a pataiada, com arroz e angu.
No outro dia, Sr. Cesário passava perguntando sobre seus patos… Nós fingíamos que não sabíamos de nada…
O Hospital São José segue avançando com reformas, aquisições e melhorias que fortalecem nossa estrutura e elevam ainda mais a qualidade do atendimento. Cada detalhe que você vê aqui carrega um propósito: oferecer mais conforto, mais eficiência e mais dignidade para nossos pacientes. Porque transformar a saúde é um compromisso diário.
O atleta amador Evandro Alhadas foi achacado durante um treino em Bicas. Enquanto corria, levou susto ao ser surpreendido por um grupo de cães de rua e acabou sendo atacado… Cena que foi captada por um amigo e acabou ganhando as redes sociais.
O vídeo, que inicialmente seria apenas mais um registro de rotina esportiva, viralizou e chamou a atenção de outros corredores, muitos deles relatando já terem enfrentado situações do tipo.
Evandro sofreu uma dentada, sem gravidade, mas precisou iniciar o protocolo de vacinação antirrábica, por precaução.
O Evandro vai falar… Fala, aí, Evandro…
“Foi o maior perrengue, desde que comecei na corrida de rua, mas estou bem e retornando normalmente aos treinos.”
O prefeito de Alto Rio Doce, Victor da Maria Alice (MDB), e outros três servidores municipais estão sendo processados por suspeita de improbidade administrativa.
A ação foi proposta pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que questiona a legalidade da aquisição de uma caminhonete de alto padrão destinada ao uso exclusivo do chefe do Executivo.
O veículo, uma Ford Ranger Limited 2025, tem valor estimado em R$ 350 mil e conta com itens como câmbio automático, piloto automático adaptativo e câmera com visão em 360 graus.
De acordo com o Ministério Público, o automóvel apresenta características de luxo e ostentação, o que, segundo o órgão, contraria o artigo 20 da Lei Federal nº 14.133/2021.
Além do prefeito, também respondem à ação o assessor de gabinete, a secretária municipal de Licitações, Compras e Contratos e o advogado responsável pelo parecer jurídico do processo licitatório.
A Câmara Municipal de Bicas é a casa onde a voz da população ganha espaço. É aqui que as ideias da comunidade se transformam em debates, propostas e ações concretas para a cidade.
Com responsabilidade e compromisso, a Câmara fiscaliza os serviços municipais, garante a transparência na aplicação dos recursos públicos e incentiva a participação popular nas decisões que moldam o presente e o futuro de Bicas.
Para estar ainda mais próxima do cidadão, a Câmara oferece atendimento por meio do CAC (Centro de Atendimento ao Cidadão), disponibilizando apoio na emissão de documentos, orientações diversas e acesso facilitado aos serviços públicos.
Também promove o apoio digital, ajudando quem precisa utilizar serviços online, como a criação e o acesso à conta GOV e a emissão de documentos digitais, tornando a tecnologia uma aliada da cidadania.
E porque o futuro começa agora, a Câmara investe na juventude, estimulando a participação dos jovens na política, promovendo a cidadania ativa e fortalecendo iniciativas como o Parlamento Jovem.
A Câmara está de portas abertas para você. Participe, acompanhe e faça parte das decisões da sua cidade.
A região marca presença sublime no 4ºMundial do Queijo Brasil 2026, entre 16 e 19 de abril, em São Paulo, um dos principais encontros do setor no país, que reúne produtores, especialistas e apreciadores da boa gastronomia.
Entre os participantes, o laticínio Tróço Bom Roceria (de Chiador, MG) leva o sabor e a qualidade da produção daqui para o evento, integrando a exposição por meio do CIESP e concorrendo em diferentes categorias da premiação.
A iniciativa conta ainda com a presença do médico-veterinário Paulo Cesar Apolinário da Silva, da engenheira agrônoma Deborah Miranda, da secretária executiva Mônica Loureiro Müller Pessôa e do presidente do CIESP, Glauco Braga Fávero (prefeito de Pequeri), reforçando o apoio institucional à valorização da economia regional.
A participação em um evento desse porte abre espaço para conexões, troca de experiências e novas oportunidades para os produtores locais.
Dr. Geraldo Pires
Médico especialista em Saúde da Família
omunicipioonline.com.br
Disfunção sexual é um problema que dificulta ou impede uma pessoa de ter satisfação durante a atividade sexual. Pode acontecer em qualquer fase da resposta sexual (desejo, excitação, orgasmo ou dor). Afeta homens e mulheres e pode ter causas físicas ou psicológicas.
Tipos mais comuns
Nos homens:
• disfunção erétil – dificuldade em conseguir ou manter uma ereção; • ejaculação precoce – ejaculação muito rápida, antes ou logo após a penetração; • Diminuição do desejo sexual.
Nas mulheres:
• falta ou diminuição do desejo sexual; • dificuldade para atingir o orgasmo; • dor durante a relação sexual, como no Vaginismo ou na Dispareunia.
Possíveis causas
A disfunção sexual pode estar relacionada a:
Fatores físicos • doenças como Diabetes ou Hipertensão; • problemas hormonais; • uso de certos medicamentos; • consumo excessivo de álcool ou drogas.
Fatores psicológicos • estresse; • ansiedade ou depressão; • problemas no relacionamento; • traumas ou insegurança.
Tratamento
O tratamento depende da causa e pode incluir:
• acompanhamento médico (urologista ou ginecologista); • terapia psicológica ou sexual; • mudança de hábitos (exercício, alimentação, parar de fumar ou beber); • medicamentos específicos, como Sildenafil em alguns casos de disfunção erétil.
Muitas disfunções sexuais têm tratamento eficaz, especialmente, quando a pessoa procura ajuda profissional.
Além do casal de réus, 15 testemunhas de defesa e acusação serão inquiridas durante o júri popular do homicídio de Brunna Letycia
Tribuna de Minas – Por Sandra Zanella 15/04/2026 às 18h12
Frame da câmera do elevador usado pelo casal durante o crime para transportar corpo em mala (Foto: Reprodução)
O julgamento popular do homicídio de Brunna Letycia Vicente Alves de Souza Leonel, 24 anos, está marcado para esta quinta-feira (16) no Tribunal do Júri do Fórum Benjamin Colucci, em Juiz de Fora. Após o sorteio dos jurados, Renata Alexandre Sant’Ana, 32, e Herick Patrick Soares Dornelas, 33, – acusados de sufocar a vítima, esconder o corpo em uma mala e tentar incinerá-lo – , deverão sentar no banco dos réus. O crime aconteceu na madrugada de 3 de janeiro de 2024 e, em 15 de abril de 2025, o casal foi pronunciado pela juíza Joyce de Souza de Paula por homicídio qualificado por motivo torpe (ciúmes), mediante asfixia e com recurso que dificultou a defesa da vítima, além de ocultação de cadáver, todos em concurso de pessoas, já que os dois teriam agido juntos. O júri popular está marcado para começar às 9h30, e a sessão será presidida pela mesma magistrada. Seis testemunhas de acusação e nove de defesa serão inquiridas, conforme o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).
Após ser morta sufocada no apartamento do casal no Bairro Previdenciários, Zona Sul, Brunna Letycia foi colocada em uma mala e desovada em um terreno do outro lado da cidade, no Bairro Milho Branco, Zona Norte. Segundo a denúncia, “logo após terem consumado a morte da vítima, os denunciados deslocaram-se até a Rua Roldão Rodrigues da Silva, no Bairro Milho Branco, em uma área de pasto e mata, próximo à caixa d’água da Cesama, e incineraram o cadáver, destruindo-o parcialmente, com o intento de encobrir as provas do crime. Após, ocultaram o corpo, empurrando-o para uma espécie de valeta existente no local, a fim de dificultar a sua visualização por populares.”
O julgamento havia sido marcado para novembro, mas foi adiado após a acusada apresentar diagnóstico de tuberculose, conforme informou o TJMG. A defesa de Renata chegou a alegar insanidade mental e pediu a prisão domiciliar da ré durante o processo, mas ela permanece presa na Penitenciária José Edson Cavalieri (Pjec) desde 5 de janeiro de 2024, segundo a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). Já Herick está à disposição da Justiça no Ceresp Juiz de Fora.
O pai de Brunna, João Batista Alves de Souza, chegou a relatar à Tribuna decepção pela demora no julgamento do caso. Ele morreu em janeiro de 2025, um ano depois da perda precoce da filha.
Herick Dornelas e Renata Sant’Ana, acusados de matar Brunna Letycia (Foto: Reprodução/Facebook)
Relembre detalhes do homicídio
Segundo a acusação, na madrugada do crime, a vítima foi à residência do casal a convite de Renata, que a teria conhecido por meio de um site. Herick desceu até a recepção para buscar Brunna. Já no apartamento, os réus desentenderam-se em virtude de ciúmes, sendo a vítima a pivô da discussão. “Imbuído de ódio e tomado por ciúme, Herick esganou Brunna até a morte, sendo incitado por sua companheira, Renata”, destaca o Ministério Público.
De acordo com a investigação, para disfarçar a saída do edifício com o cadáver, ocorrida às 4h23, os denunciados colocaram a vítima nua em uma mala, que foi embrulhada por um cobertor e carregada por Herick, enquanto Renata, “tranquilamente, mexia em seu celular”, conforme imagens das câmeras de segurança do elevador. Saindo do prédio, os denunciados colocaram a mala no bagageiro de um carro de aplicativo e seguiram em direção à casa da avó de Herick, no Milho Branco. Perto dali, no final da rua, em um local ermo de pasto e mata, atearam fogo no corpo da vítima e nos pertences dela, antes de empurrarem o cadáver para uma vala.
Brunna Letycia (Foto: Reprodução/Instagram)
Brunna foi dada como desaparecida por um amigo, que iniciou as buscas informais para conseguir descobrir onde ela havia ido antes de sumir. Ele havia estranhado o fato de ter recebido ligações da vítima durante a madrugada e ficou preocupado com a falta de retorno após ver as chamadas pela manhã e tentar contatá-la. O destino dela foi descoberto por meio de um motociclista, que teve a corrida por aplicativo cancelada pela vítima devido à chuva. O nome de Brunna constava no caderno de registros de entrada no edifício onde residiam os réus, e imagens disponibilizadas pelo síndico à Polícia Civil revelaram que os moradores, possivelmente, haviam saído do prédio com a vítima dentro de uma mala.
“Extrai-se das declarações do réu Herick, que ele assumiu ser agente direto do ato que ceifou a vida da vítima, alegando, no entanto, que teria agido daquela forma para sua proteção, tendo em vista que Brunna o ameaçara e o agredira com arranhões durante um desentendimento com o casal. Esta narrativa de que o acusado foi o executor direto da conduta que importou na morte da vítima foi corroborada pelas declarações da ré, que afirmou que seu companheiro enforcou Brunna, tendo ainda feito um movimento com as mãos para quebrar seu pescoço, quando já estava desfalecida”– destacou a juíza na pronúncia. “O conjunto probatório delineado nos autos sinaliza para a autoria por parte de ambos os réus, que, ao que tudo indica, agiram em unidade de desígnios, na medida em que não restou demonstrada nenhuma situação de coação ou ameaça de qualquer um deles contra o outro. Ao contrário, o que os elementos de convicção sugerem é que os acusados estavam imbuídos do mesmo propósito, não havendo exaltação ou sinal de discordância entre ambos, em momento algum, durante o trajeto em que transportaram o corpo ou que tiveram contato com os amigos da vítima e os investigadores de polícia”, completou a magistrada.
Ainda segundo a pronúncia, os réus “confessaram, durante o interrogatório realizado em sede policial, que a razão que impulsionou a conduta foi o desentendimento proveniente de uma crise de ciúmes da acusada em relação ao companheiro, devido à interação sexual entre ele (réu) e a vítima.” Os acusados foram presos em flagrante e tiveram as prisões convertidas em preventivas. Na audiência preliminar do caso na Justiça, eles exerceram o direito de permanecer em silêncio.