



Corpo de jogador de futebol amador é encontrado decapitado em Goiás
Thiago Bomfim Do UOL, em São Paulo
13/06/2024 15h43 Atualizada em 13/06/2024 18h26
O corpo do jogador de futebol amador Thavisson Mendes da Silva, de 27 anos, foi encontrado decapitado em Valparaíso (GO) em 30 de maio, mas um exame pericial confirmou na quarta-feira (12) que ele era a vítima.
O que aconteceu

. Corpo de jogador foi decapitado e deixado em área de mata. Ao UOL, o delegado Taylor do Nascimento Brito, titular da DIH (Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios) de Novo Gama, afirmou que o corpo foi encontrado com sinais de violência e em estado avançado de decomposição em 30 de maio. A identificação só foi possível após exame de DNA.
. Thavisson estava desaparecido há dois meses. O jogador sumiu depois de uma festa de aniversário do técnico do seu time, o Vila União Futebol Clube, em 8 de abril. Depois da festa, ele avisou que estava indo à casa da esposa, mas nunca chegou.
. Irmã de vítima: “não esperávamos tanta brutalidade”. Em entrevista à TV Record, Ana, irmã de Thavisson, disse que a família queria encontrar o irmão, mesmo que já estivesse morto, para poder enterrá-lo, mas que “não esperavam tanta crueldade”. A família não sabe quem pode ter matado o jogador.
. Vítima também trabalhava como ajudante de pedreiro e estava bem. Segundo Ana, a esposa de Thavisson tinha tido câncer recentemente e perdido o bebê do casal.
. O Grupo de Investigações de Homicídios de Novo Gama continua com as investigações para definir os autores do crime.
Familiares procuram por Carolina Ferreira Vieira da Silva, que está desaparecida há nove dias


Estupro de vulnerável foi o tema do Profissão Repórter desta terça-feira (11). Este tipo de crime se aplica nas situações em que a vítima é criança ou adolescente com menos de 14 anos ou sem discernimento no momento do ato — quando não consegue se defender.
Por Profissão Repórter

Um pai foi preso acusado de abuso sexual contra a própria filha, internada na UTI de um hospital após ter uma parada cardiorrespiratória que gerou sequelas.
Em JF, o advogado Marcus Moreira reuniu amigos de “longa data” pra uma confraternização, em sua residência… A foto infra revela as presenças…

Boletim médico da Santa Casa informou que criança passou por procedimento cirúrgico nessa terça-feira
De acordo com a atualização do boletim médico da Santa Casa de Misericórdia, feita na manhã desta quarta-feira (12), o estado de saúde da criança de 9 anos estuprada e espancada por um catador de recicláveis de 41 anos, no Bairro Salvaterra, Zona Sul de Juiz de Fora, é estável. A paciente continua internada no CTI infantil e não corre risco de vida. O informativo ainda destacou que a menina passou por cirurgia nessa terça (11) e correu tudo bem, sem intercorrências. O motivo do procedimento não foi informado pelo hospital.
O homem foi preso na sexta-feira (7) e irá responder por tentativa de homicídio qualificado e estupro de vulnerável. O suspeito levou a vítima em seu carrinho de recolher recicláveis para um matagal na Rua Domingos Húngaro, onde teria abusado sexualmente da criança e a agredido.
Relembre o caso
As equipes de buscas da Polícia Militar conseguiram localizar a criança em ponto de difícil acesso e ocultada por arbustos. A menina foi imediatamente retirada do local para receber os primeiros socorros dos Bombeiros. O Samu também foi acionado e, conforme o serviço de atendimento, a vítima apresentava traumas no rosto, diversas escoriações e indícios de abuso sexual. Ela foi encaminhada para a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora com traumatismo cranioencefálico (TCE) grave.
A tia-avó da vítima, de 46 anos, estava com a criança no momento em que ela foi levada pelo suspeito. A mulher também foi presa por abandono de incapaz. Conforme o Registro de Eventos de Defesa Social (Reds), a suspeita informou que o homem teria oferecido ajuda para coletar recicláveis, dizendo que buscaria um outro carrinho e pedindo autorização da tia para levar a criança junto. Por outro lado, o suspeito alegou que a mulher teria entregado a criança para ele, dizendo que a família não estaria “dando conta”.
Pai denuncia professor por enviar vídeos se masturbando a aluno em SC; polícia apreende eletrônicos
Profissional chegou a convidar jovem para sair momentos antes de enviar as imagens. Ele foi afastado da escola e alvo de mandados de busca e apreensão em Itajaí.
Por Caroline Borges, g1 SC
11/06/2024 14h49 Atualizado há 18 horas

O celular e o notebook do professor investigado por enviar a um aluno de 16 anos um vídeo em que se masturba foram apreendidos. O profissional, afastado da unidade de educação, foi alvo de um mandado de busca na segunda-feira (10), segundo a Polícia Civil.
O caso aconteceu em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina e é tratado como como importunação sexual, segundo a delegada Viviane Mattos.
Os vídeos, em visualização única (onde é possível assistir uma vez), foram enviados na madrugada de domingo (9). O professor também teria mandado imagens em que aparece ejaculando, segundo o pai do adolescente, Rodrigo Ramos.
A conversa entre o profissional e o aluno foi divulgada pelo pai do garoto nas redes sociais. Ao g1, Ramos autorizou a divulgação das mensagens, onde também é possível ver que o educador convida o aluno para um encontro.
O professor atuava na Escola Estadual Nereu Ramos e caso é investigado como importunação sexual pela Polícia Civil. De acordo com o pai do garoto, o educado estava admitido em Caráter Temporário (ACT) e era responsável pelas disciplinas de Inglês e Português, embora não desse aula para a vítima.
“Meu filho só seguia o professor, como segue todos os professores [da escola], mas nunca teve nem contato com ele” explicou o pai.
Conforme Ramos, as primeira mensagens foram enviadas por volta da 00h40, quando o investigado perguntou o que o garoto fazia naquele momento.
“Ele [professor] manda foto sem camisa, pedindo para se encontrar e que não falaria para ninguém. Ele [ainda o professor] já manda os dois vídeos. E na hora que meu filho abre o conteúdo já começa a xingá-lo”, disse o pai
Segundo a delegada Viviane Mattos, da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (Dpcami), o suspeito ainda não foi interrogado.
“O inquérito segue em andamento, para oitivas de eventuais testemunhas, interrogatório do suspeito e aguardaremos também o laudo”, disse.
Escola e Secretaria de Educação se posicionam
Em nota publicada no domingo (9), a unidade de educação afirmou que o profissional está afastado da escola. Uma denúncia sobre o crime foi enviada para a 17º Coordenadoria Regional de Educação (CRE).
Procurada, a Secretaria Estadual de Educação (SED) disse que a Coordenadoria Regional de Educação (CRE) está “realizando o acompanhamento da situação e já tomou as medidas cabíveis” junto com a equipe multidisciplinar do Núcleo de Prevenção à Violência nas Escolas (NEPRE).
O que diz a lei
A legislação brasileira caracteriza como crime de importunação sexual a realização de ato libidinoso sem o consentimento da vítima. Toques inapropriados ou beijos “roubados”, por exemplo, caracterizam o crime. Não há distinção se foi cometido presencialmente ou por meio virtual.
“Praticar contra alguém e sem a sua anuência ato libidinoso com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro”, especifica a legislação, que imputa pena de 1 a 5 anos de reclusão.
Até 2018, o crime era considerado menor, uma contravenção penal. No entanto, com a criação de um delito específico, o no Código Penal foi alterado.