



O tradicional e animado encontro dos membros da família Bianco aconteceu, dessa vez, na moderna residência do casal Valdirene – Francisco Cúrzio, no condomínio Portal do Aeroporto, em Juiz de Fora, onde os mais de 60 participantes foram recebidos pelos anfitriões com um delicioso almoço que se estendeu por toda a tarde.
Nas fotos, algumas presenças…
Nesta segunda-feira, 26/5, tivemos a honra de receber a visita do Professor José Ventura, Membro do Colegiado de Presidentes do SINEPE Sudeste, e de Rodrigo Lellis, Diretor de Relacionamento. Em um momento tão importante para a educação, reforçamos que o respeito pelos nossos educadores começa pelo cumprimento das leis que garantem sua valorização profissional.
A educação é a base de um futuro promissor, e reconhecer o trabalho dos professores e demais profissionais da área é fundamental para construirmos uma sociedade mais justa e igualitária. A valorização desses profissionais não é apenas uma questão de direito, mas uma necessidade para o desenvolvimento de nossas crianças e jovens.
Juntos, seguimos lutando por um ensino de qualidade e pelo reconhecimento que nossos educadores merecem!
#ValorizaçãoDaEducação #RespeitoAoProfessor #SINEPE #EducaçãoDeQualidade

Reportagem Aristides dos Santos com informações e imagens: GCN Franca, TJMG e OAB – Bicas.
✓ Atualizado às 23h30
CONDENAÇÃO: PM DA RESERVA É SENTENCIADO PELO TRIBUNAL DO JÚRI À 06 ANOS E 06 MESES DE PRISÃO/ CONTUDO, BENEFICIADO PELA CONFISSÃO, A PENA FOI REDUZIDA EM SEIS MESES
📻97,3 FM
📲www.difusorasjn.com.br
A sentença, que considerou os bons antecedentes criminais do réu, foi proferida na noite desta segunda-feira, 26 de maio, pelo juiz Dr. Ricardo Domingos de Andrade, no Fórum Desembargador Bianco Filho, em Bicas (MG). No entanto, de acordo com o relatório, sua conduta foi incompatível os padrões exigidos pela Polícia Militar, “agindo de forma precipitada”.
O Conselho de Sentença votou pela condenação do réu Mauro Aloísio Kaiser, rechaçando as teses defensivas, sendo ele sentenciado à 06 anos e 06 meses de prisão pelo homicídio de Célio Nunes de Oliveira, com 41 anos, natural de Franca- SP, há 13 anos (a pena foi reduzida em seis meses, em decorrência da “confissão” de autoria).
A reclusão, em regime semi-aberto, provisoriamente, será imediatamente cumprida, sendo solicitada a “perda do cargo público”. A sentença tem por base o Artigo 121 (Caput) do Código Penal Brasileiro: Homicídio Simples. O caput do Artigo 121 descreve a forma mais básica do crime de homicídio, sem qualificadoras (agravante) ou privilegiadoras (atenuantes), não cabendo, portanto aplicação do 1º ou 2° parágrafos deste artigo.
A pena aplicada é a mínima prevista para este tipo de sentença (a máxima pode chegar à 20).
Yasmin Fonseca Nunes, filha da vítima, hoje com 20 anos, acompanhou todo o julgamento, de acordo com a mãe, Olívia Fonseca, em contato com a reportagem.
Reportagem anterior
Família aguarda há 13 anos pelo julgamento, após morte de vendedor em abordagem policial. Uma câmera de monitoramento registrou a chegada do corpo de Célio ao Hospital São José, em Bicas.

Treze anos após a morte de Célio Nunes de Oliveira em uma abordagem policial em Minas Gerais, o policial, acusado de homicídio doloso, finalmente é julgado em júri popular no município de Bicas.
Resumo:
Reportagem:
O caso da morte de Célio Nunes de Oliveira, vendedor de calçados, natural de Franca, morto durante uma abordagem policial em Bicas (MG), em maio de 2012, finalmente foi levado a júri popular. Após 13 anos de espera, a família busca justiça pelo crime que resultou na morte de seu ente querido, atingido por um tiro disparado por um policial militar, em circunstâncias investigadas, posteriormente, pela Polícia Civil.
De acordo com o inquérito, a versão apresentada pelo policial — de que agiu em legítima defesa após Célio supostamente tentar sacar uma arma — é conflitante com as imagens de câmeras de vigilância, que registraram a abordagem e mostram ações posteriores incompatíveis com o relato oficial.
As imagens de segurança se tornaram provas para o andamento do processo. O caso foi concluído ainda em 2013 pelo delegado Dr. Sérgio Luiz Lamas Moreira, então titular da Delegacia de Bicas. À época, o processo foi remetido da Promotoria de Justiça de Bicas para a Promotoria de Justiça de São João Nepomuceno, onde seguiu seu trâmite, até retornar à Comarca de Bicas.
A audiência do tribunal do júri foi marcada para 26 de maio de 2025 e é presidida pelo juiz Dr. Ricardo Domingos de Andrade. A acusação é conduzida pela promotora Dra. Carolina Borges de Mattos, com a atuação de advogados assistentes tanto da acusação quanto da defesa, o que reforça a complexidade e relevância do julgamento.
Palavras-chave: Célio Nunes de Oliveira, homicídio doloso, júri popular, abordagem policial, Bicas, justiça, Minas Gerais, delegado Sérgio Lamas, juiz Ricardo Domingos de Andrade, promotora Carolina Borges de Mattos
Hashtags: #JustiçaPorCélio #ViolênciaPolicial #DireitosHumanos #JúriPopular #MinasGerais
26 de mai. de 2025 #RecordTV #RecordGO #CidadeAlertaGO
A polícia resgatou seis crianças, incluindo um bebê de seis meses, de uma casa em condições insalubres em Aparecida (GO). As crianças estavam sozinhas há cinco dias, sem supervisão ou comida. A mãe foi presa e indiciada por abandono de incapaz. As crianças foram levadas para um abrigo, onde estão recebendo cuidados adequados.

Natália de Andrade Satlher, filha de Priscila Matos de Andrade e Gladyston Satlher, colou
grau, dia 17 de maio, pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
A formanda é neta do prezado casal, Ana Rita Soares Matos de Andrade e Dr. Alberto Aluízio Pacheco de Andrade, residente em Belo Horizonte.
24 de Maio 2025 – 22h15

A ex-sogra e a atual esposa do ex-companheiro de Jéssica Elias da Rosa foram condenadas por sequestrar, matar e enterrar o corpo da jovem de 23 anos em Braço do Norte, no sul de Santa Catarina, informou o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). O crime aconteceu em 2023 e o processo tramita em segredo de justiça.
As duas mulheres foram condenadas pelo Tribunal do Júri na quinta-feira (22/5) pelos crimes de sequestro, cárcere privado qualificado, homicídio qualificado e ocultação de cadáver por duas vezes. A pena foi de 29 anos, cinco meses e dez dias de reclusão para a ex-sogra, e 25 anos e oito meses para a nora, ambas em regime inicial fechado.
O atual companheiro da ex-sogra da vítima, que participou diretamente do sequestro e da execução do crime, já havia sido condenado anteriormente. Na ocasião, ele recebeu a pena de 21 anos, oito meses e 15 dias de prisão.
O ex-cunhado da vítima, que ajudou na segunda ocultação do corpo, foi condenado a dois anos, seis meses e 10 dias de reclusão, em regime inicial semiaberto. Ele respondeu pelos crimes de ocultação de cadáver e coação no curso do processo, por ter ameaçado o companheiro da mãe para que assumisse sozinho a responsabilidade do crime.
— Ela era uma pessoa de sorriso fácil, não guardava rancor de ninguém. Era uma menina batalhadora, trabalhadora, que assumia os próprios erros. Falar dela agora se torna mais tranquilo do que se me perguntassem ontem, porque agora ela realmente vai poder descansar e a gente também. Claro que nada disso vai trazer a minha tia de volta, mas tudo isso vai me dar paz e tranquilidade a partir daqui — disse a sobrinha da vítima ao MPSC.
Relembre o caso
O sequestro ocorreu em 20 de janeiro, quando Jéssica foi obrigada a entrar em um carro pelos três suspeitos e foi levada até a casa da ex-sogra. Dois dias depois, a jovem encaminhou mensagens e uma foto aos familiares. Foi o último contato feito por ela.
Na mensagem, Jéssica dizia aos familiares que precisava sair da cidade, pois havia feito algo errado, de acordo com a polícia. Na época o trio foi preso e respondeu por sequestro e cárcere privado, associação criminosa, homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
De acordo com as investigações, o ex-namorado de Jéssica foi o mandante do crime. Segundo a polícia, os dois tinham um relacionamento conturbado e essa poderia ter sido uma das motivações para matar a vítima.
NSC Total – Fonte: grandeponto.com.br