Em Juiz de Fora, o Comandante da 4a. Brigada de Infantaria Leve de Montanha, General de Brigada Marcelo Melo Pontes Feliciano, capitaneou a Passagem de Comando do 10º. Batalhão de Infantaria Leve de Montanha, do Coronel Eduardo Augusto Montella e Carvalho para o Tenente-Coronel Diego Maia Mendonça.
Galera de Bicas pra cima, com tudo… Diego é filho de Edna e José Renê Mendonça.
O lance aconteceu no Pátio “Tudo Pela Pátria”… Antes da cerimônia, foi inaugurado o “Retrato do Coronel Montella”… Na área, autoridades civis e militares, antigos e eternos comandantes, veteranos, familiares, com destaque para o Cap. Reis, herói da Força Expedicionária Brasileira.
O ex-psicólogo Rodrigo Bastos, de 55 anos, foi condenado a 37 anos de prisão por estuprar duas pacientes adolescentes em Juiz de Fora. A sentença, proferida em dezembro de 2025 pelo juiz Daniel Réche da Motta, da 1ª Vara Criminal, também reconheceu o crime de fraude, já que o réu tentou justificar os abusos como parte do tratamento psicológico. A pena deve ser cumprida em regime inicial fechado, além do pagamento de 25 dias-multa.
De acordo com o processo, Bastos se aproveitava da relação de confiança durante as sessões de terapia para iniciar conversas de cunho sexual, tocar as vítimas e propor relações sexuais. Ele negou as acusações ao longo do processo, mas teve o registro profissional suspenso e o passaporte apreendido após as denúncias. Apesar da condenação, o juiz concedeu ao réu o direito de recorrer em liberdade por não considerar necessária a prisão cautelar no momento.
A defesa informou que irá recorrer da decisão. Já a advogada das vítimas afirmou que a condenação representa uma resposta justa à gravidade dos crimes. O caso foi investigado pela Polícia Civil, denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais em 2022 e julgado em primeira instância pela Justiça de Juiz de Fora.
omunicipioonline.com.br – Informações: Tribuna de Minas
A nova Feira Noturna de Juiz de Fora estreou nesta quinta-feira (15), na Praça Deputado Clodesmidt Riani, no Largo do Riachuelo.
A programação passa a ocorrer todas as quintas-feiras, das 16h às 22h30, com pontos de venda de frutas, verduras e legumes, laticínios, embutidos e pescados, além de comidas prontas e bebidas.
O público também encontra artesanato, flores e variedades, e pode aproveitar a Praça Cervejeira.
Acompanhe a cobertura completa de Juiz de Fora e região em tribunademinas.com.br. Link na bio do Instagram.
Criança saía de uma sessão de terapia, acompanhada da funcionária da família e da irmã, de 5 anos. Em nota, a Uber lamentou o caso e ressaltou que não tolera qualquer forma de discriminação.
Por Luiza Sudré, g1 Zona da Mata — Juiz de Fora 15/01/2026 05h03 Atualizado há 2 horas
Isabela Rocha com os filhos de 5 e 8 anos — Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação
Resumo
. Uma mãe denunciou um motorista de aplicativo por se recusar a realizar uma corrida com o filho autista, de 7 anos, em Juiz de Fora.
. O caso ocorreu na terça-feira (13). A criança saía de uma sessão de terapia no Bairro São Pedro, acompanhada pela funcionária da família e pela irmã, de 5 anos.
. Isabela Rocha, professora de pilates e mãe das crianças, contou que estava no trabalho quando recebeu uma ligação da ajudante, que chorava ao contar o ocorrido.
. A mãe acredita que o motorista identificou que a criança era autista porque a funcionária carregava uma prancha de comunicação, material com figuras usado para auxiliar na comunicação, ou pelo fato de o grupo deixar uma clínica terapêutica.
O “Vagou, Juiz de Fora” é um quadro para divulgação de oportunidades de trabalho disponíveis em Juiz de Fora.
Empresas e pessoas físicas interessadas em divulgar vagas devem preencher o formulário abaixo, indicando os meios para recebimento de currículos. Para pessoas em busca de emprego, basta acessar a página do “Vagou, JF” e conferir as vagas abertas.
A ação busca atender à demanda de empresas e de pessoas físicas em busca de trabalhadores. Além disso, é uma forma de democratizar as oportunidades, fazendo com que a informação chegue àquelas pessoas que procuram por uma vaga em Juiz de Fora.
A Prefeitura não tem participação no processo de seleção das empresas ou acesso aos currículos de candidatos, e não realiza triagem dos mesmos.
Veja só o tamanho da bagaça… A quantidade de resíduos retirada de JF, em 2025, equivale, de forma ilustrativa, a 18 ônibus urbanos ou cerca de 245 girafas macho, evidenciando o impacto do descarte irregular no sistema de drenagem.
Sacolas, embalagens e garrafas PET foram os bagulhos mais achados. O material, descartado de forma incorreta, acaba levado pela chuva até as bocas de lobo.
Somente em dezembro, as equipes, apertadas-de-costura, recolheram 44 toneladas de lixo, encaminhadas ao aterro sanitário, reduzindo riscos de entupimentos e alagamentos.
A Prefeitura reforça que a colaboração dos moradores é essencial para se evitar novos bloqueios no escoamento da água da chuva.
O descarte irregular de lixo é transgressão e pode ser dedado via telefone (32) 3690-7984.
A Polícia Civil de Minas Gerais abriu inquérito para apurar um episódio de extrema violência contra um cachorro dentro de um condomínio fechado no Bairro Previdenciários, em Juiz de Fora. O ataque, ocorrido no início de janeiro, chocou moradores pela brutalidade: segundo o tutor, o animal foi esfaqueado mais de 30 vezes. O caso está sob responsabilidade do Núcleo de Atendimento às Ocorrências de Maus-Tratos a Animais.
De acordo com o boletim de ocorrência, o cão foi encontrado pelo próprio dono, Lacerda Maia Pereira, por volta das 9h do dia 3 de janeiro. A cena era desesperadora. Coberto de sangue, ferido e em estado de pânico, o animal lutava para sobreviver após o ataque.
Segundo o tutor, o cachorro, chamado Juninho, havia escapado por alguns instantes do lote onde vive — um terreno em construção que conta com canil — quando teria sido violentamente atacado.
“Juninho é dócil, pequeno, brincalhão. Nunca apresentou qualquer comportamento agressivo”, disse Lacerda à polícia, ainda abalado.
Levado às pressas para atendimento veterinário, Juninho teve confirmadas múltiplas perfurações provocadas por objeto perfurocortante. O quadro inicial era grave e inspirava cuidados. Contra todas as expectativas, o animal sobreviveu e segue em recuperação, cercado de cuidados e atenção.
Investigação tenta identificar o agressor
O relato do tutor aponta para um possível autor do crime. Moradores do condomínio teriam afirmado à polícia que viram um vizinho circulando com uma faca no mesmo dia do ataque, enquanto passeava com o próprio animal de estimação. Em mensagens enviadas ao grupo de moradores, o homem teria declarado que usaria “força” para proteger seus cães de terceiros.
Após o ocorrido, o suspeito não foi mais localizado. A Polícia Militar orientou a família de Juninho a reunir provas e informações que possam ajudar na identificação formal do responsável.
Violência contra animais tem punição prevista em lei
A legislação brasileira é clara. Conforme a Lei 9.605/98, no artigo 32, é crime praticar maus-tratos contra animais domésticos, silvestres, nativos ou exóticos. Entre as condutas previstas estão ferir, mutilar, abandonar, envenenar, negar alimento, água ou assistência veterinária, além de manter animais em locais inadequados.
A pena prevista é de três meses a um ano de detenção, podendo ser aumentada de um sexto a um terço caso o crime resulte na morte do animal.
O inquérito segue em andamento. Enquanto a investigação busca respostas, Juninho luta para se recuperar de um ataque que deixou marcas profundas — no corpo e na consciência de quem acompanhou de perto a brutalidade do crime.
omunicipioonline.com.br – Informações: Diocese de Itabira
Dom Marco Aurélio Gubiotti, nasceu no dia 21 de outubro de 1963, em OuroFino/MG, filho de Benedito Gubiotti e Natalina Gubiott.
Cursou filosofia no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre, e a teologia no Instituto Teológico SCJ, em Taubaté (SP). Exerceu o ministério sagrado nas paróquias: São Caetano em Brasópolis; Santo Antônio em Jacutinga; Nossa Senhora Aparecida em Tocos do Moji; São Sebastião em São Sebastião da Bela Vista e Nossa Senhora de Fátima em Santa Rita do Sapucaí.
Obteve o título de Mestre em Sagradas Escrituras pela Faculdade Nossa Senhora da Assunção (SP). Cooperou com a formação no Seminário de Pouso Alegre e foi diretor do Instituto Teológico Interdiocesano São José (2000 a 2005) e também da Faculdade Católica de Pouso Alegre (2006 a 2009). Esteve à frente da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Pouso Alegre, até o último dia 13 de maio.
Formação Escolar e Acadêmica
1971 a 1978: Ensino Fundamental, na Escola Estadual Francisco Ribeiro da Fonseca, em Ouro Fino/MG.
1979 a 1981: Ensino Médio, no Colégio São José de Pouso Alegre/MG, durante o período em que fez o Seminário Menor, no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre.
1982 a 1984: Curso de Filosofia, no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre.
1985 a 1988: Curso de Teologia, no Instituto Teológico Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté/SP.
1997 a 1999: Curso de Mestrado na Pontifícia Faculdade Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo/SP.
2000: Mestre em Estudos Bíblicos, pela Pontifícia Faculdade Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo/SP.
Trajetória Eclesiástica
19/12/1987: Ordenação Diaconal, na Paróquia Nossa Senhora das Dores, em Gonçalves/MG.
14/01/1989: Ordenação Presbiteral, na Paróquia São Francisco de Paula, em Ouro Fino.
1989 a 1991: Vigário Paroquial, Paróquia São Caetano, em Brasópolis/MG.
1992: Vigário Paroquial, Paróquia Santo Antônio, em Jacutinga/MG.
1993 a 1996: Pároco, Paróquia Santo Antônio, em Jacutinga/MG.
2000 a 2005: Formador da Comunidade Teológica do Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre e Diretor do ITISJ (Instituto Teológico Interdiocesano São José)
2000 a 2005: Trabalhos Pastorais nas paróquias: Nossa Senhora Aparecida, em Tocos do Mogi/MG; São João Batista e São Cristovão, em Pouso Alegre.
2000 a 2013: Professor na área de Sagrada Escritura do Curso de Teologia, no Instituto Teológico Interdiocesano São José e na FACAPA (Faculdade Católica de Pouso Alegre).
2006 a 2009: Diretor Geral da FACAPA e Administrador Paroquial, Paróquia São Sebastião, em São Sebastião da Bela Vista/MG.
Fevereiro a agosto de 2010: Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Santa Rita do Sapucaí/MG.
Setembro de 2010 a maio de 2013: Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Pouso Alegre.
Ministério Episcopal
21/02/2013: Nomeado Bispo de Itabira – Cel. Fabriciano, por Sua Santidade o Papa Bento XVI.
26/05/2013: Sagração Episcopal, em Ouro Fino/MG.
16/06/2013: Posse Canônica, Bispo Diocesanoda Diocese de Itabira-Cel. Fabriciano.
16/06/2013: Presidente da Irmandade Nossa Senhora das Dores, em Itabira, por força do Estatuto da Irmandade.
14/01/2014: Vice-Presidente da FUNCESI – Fundação Comunitária do Ensino Superior de Itabira.
05 a 15/04/2016 – Nomeado na 54ª Assembleia Geral da CNBB, no Santuário Nacional de Aparecida, Bispo referencial para a Comissão para o Serviço da Justiça, da Caridade e da Paz, no Leste II.
Bispo da Diocese de Itabira – Cel. Fabriciano | MG
Local de Nascimento: Ouro Fino / MG
Data de Nascimento: 21/10/1963
Ordenação Diaconal: 19/12/1987
Ordenação Sacerdotal: 14/01/1989
Ordenação Episcopal: 26/05/2013
Durante o encontro, o Arcebispo descreveu seu sucessor, Dom Marco Aurélio Gubiotti, como um pastor ‘simples, intelectualmente competente e próximo do povo’, reforçando que a escolha do Papa contempla uma de suas indicações pessoais.
Tribuna de Minas – Por Pedro Moysés 08/01/2026 às 19h25
(Foto: Felipe Couri)
Na tarde desta quinta-feira (8), o agora Administrador Apostólico e futuro Arcebispo Emérito Dom Gil Antônio Moreira recebeu a imprensa na Cúria Metropolitana, na Arquidiocese de Juiz de Fora, para falar sobre sua renúncia, oficializada pelo Vaticano no mesmo dia. Além de Dom Gil, participaram do encontro vigários que integraram sua gestão: o vigário judicial, padre Geraldo; o vigário-geral, padre Luiz Carlos; padre Pierre; e o chanceler do arcebispo, padre Eder.
A decisão de renúncia segue as normas do Direito Canônico, que orienta os bispos a apresentarem sua renúncia ao completarem 75 anos. Para suceder Dom Gil, o Papa Leão XIV nomeou Dom Marco Aurélio Gubiotti, de 62 anos, que até então exercia seu ministério na Diocese de Itabira/Coronel Fabriciano e foi nome presente na lista de indicações entregue por Dom Gil ao Papa.
A transição começou a ser desenhada em 1º de julho de 2025, quando Dom Gil entregou pessoalmente sua carta de renúncia ao Pontífice, antecipando-se ao seu aniversário de 75 anos, celebrado em outubro. A pedido do Papa, o Arcebispo permaneceu à frente da arquidiocese por mais seis meses até que o processo de escolha do sucessor fosse concluído. Após o aniversário de 75 anos, Dom Gil voltou a reforçar o pedido de renúncia.
Durante a coletiva, Dom Gil revelou que Dom Marco Aurélio foi um dos nomes indicados por ele ao Papa Leão XIV, descrevendo-o como um “pastor que trata de perto o seu povo”, dotado de grande competência intelectual e simplicidade. Apesar de se conhecerem há cerca de 13 anos, a indicação surgiu após uma viagem para o Jubileu dos Bispos em Roma, em que Dom Gil e Dom Marco Aurélio estiveram no mesmo grupo, o que proporcionou um contato mais próximo, o que fez Dom Gil “incluir a pessoa dele na lista” apresentada ao Papa.
Dom Marco Aurélio Gubiotti, de 62 anos, foi o nome escolhido da lista de indicações de Dom Gil, entregue ao Papa Leão XIV; o restante dos nomes, porém, não pode ser divulgado, por se tratar de uma lista confidencial.
Questionado sobre Dom Marco Aurélio, Dom Gil afirmou que “trata-se de um bispo muito competente, intelectualmente falando, formado em Bíblia, formado em Catequese, um homem pastor que trata de perto o seu povo. É um homem simples, que não tem qualquer distância do povo, que está sempre próximo; é uma pessoa de oração, de espiritualidade definida. Ele não é extremista. Uma das coisas com que a gente deve ter cuidado é o extremismo. O Dom Marco Aurélio me parece, portanto, uma pessoa dedicada à oração”.
Posse está agendada para março
Com a nomeação, Dom Gil Antônio passará a ser Arcebispo Emérito apenas após a posse do novo Arcebispo, agendada para o dia 7 de março de 2026. Nesse período, ele assumirá a função de Administrador Apostólico da Arquidiocese, mantendo a autoridade para gerir a igreja local, embora não possa realizar mudanças estruturais definitivas. Dom Gil expressou gratidão pelos 16 anos à frente da Igreja de Juiz de Fora, destacando que sua saída é um cumprimento natural de uma norma que considera justa para a renovação da Igreja.
O legado de Dom Gil é marcado pelo trabalho administrativo e pastoral. Entre os destaques de sua gestão, segundo o próprio, estão a realização de dois Sínodos Arquidiocesanos, um Congresso Eucarístico, as missões do Haiti e de Brumadinho, a criação de sete paróquias, a restauração da Catedral Metropolitana e a ampliação da rede de comunicação, com a criação da Web TV A Voz Católica e fortalecimento da Rádio Catedral. No âmbito social e vocacional, sua administração foi responsável pela elevação de santuários e pelo fortalecimento de instituições de caridade, como o Instituto Padre João Emílio, além da construção do prédio da Cúria Municipal. Durante o período à frente da arquidiocese, Dom Bispo ordenou 39 padres e deve ordenar mais quatro no dia 28 de fevereiro, no aniversário de 100 anos do Seminário Arquidiocesano Santo Antônio.
Durante o período entre a renúncia e a posse de Dom Marco Aurélio, todos os cargos e conselhos criados por Dom Gil deixam de existir, sendo suspensos até a posse do novo Arcebispo, que poderá escolher mantê-los ou não.
Trajetória de Dom Gil
Questionado sobre os 16 anos à frente da arquidiocese e as transformações na atuação da Igreja diante da evolução da cidade, Dom Gil Antônio ressaltou que a administração da Arquidiocese de Juiz de Fora difere de outras no país, isso porque além de Juiz de Fora, a Arquidiocese também é responsável por mais 36 cidades que integram a região. Segundo Dom Gil, a adaptação foi guiada pela realização de dois Sínodos Arquidiocesanos e pelo Congresso Eucarístico. Ele explicou que esses eventos reforçaram o conceito de “caminhar juntos” e a necessidade de a Igreja olhar para além das sacristias, atendendo tanto à complexa realidade urbana de Juiz de Fora quanto às necessidades das 36 cidades que integram a região. Como exemplo concreto dessa evolução, o arcebispo destacou o investimento na Pastoral Universitária, voltada especificamente aos estudantes da Universidade Federal, demonstrando a constante atenção da Igreja às mudanças sociais e às novas demandas da comunidade.
Para o futuro, Dom Gil apontou desafios que deverão ser continuados por Dom Marco Aurélio, como a intensificação da pastoral universitária e a continuação da atenção aos mais pobres. O Arcebispo Emérito encerrou sua fala reforçando o compromisso com a caridade e a atenção aos mais vulneráveis, reforçando que a Igreja deve permanecer atenta às transformações da sociedade sem perder seus princípios evangélicos.