Juiz de Fora – Tecnologia aliada à reconstrução

Em parceria com as equipes da Defesa Civil Nacional e da Defesa Civil de Maceió, estamos fazendo o mapeamento de risco de áreas afetadas pela calamidade de forma tecnológica e mais eficiente
Com drones equipados com sensores LiDAR, estamos fazendo o escaneamento tridimensional do relevo, o que permite que nossos levantamentos topográficos sejam mais precisos e completos
Isso é tecnologia aplicada à segurança da população e permite que possamos garantir medidas de prevenção e resposta de forma mais rápida

Passarelas da Liberdade

Zé Arnaldo
omunicipioonline.com.br

Na sexta-feira, 20/3, Juiz de Fora foi palco de uma iniciativa que uniu sensibilidade e propósito. Na área, o desfile “Passarelas da Liberdade”, realizado nas dependências da Faculdade Estácio de Sá, emocionou o público ao colocar na fita mulheres egressas do sistema prisional, em uma celebração marcada por superação e novos começos.

Com apoio de parceiros como a Embelleze, o Centro de Referência em Direitos Humanos (CRDH), autoridades da segurança pública, diretores de unidades prisionais e o Conselho da Comunidade da Comarca de Bicas, o evento foi além do simbolismo: promoveu acolhimento, autoestima e oportunidades reais de reinserção.

Produzidas com cuidado, as participantes desfilaram com confiança e brilho no olhar, ressignificando suas histórias diante de uma plateia atenta e comovida. Para muitas, o momento representou mais do que visibilidade… Foi a retomada de sonhos e a certeza de que recomeçar é possível.

Entre aplausos e emoção, o “Passarelas da Liberdade” deixou uma mensagem potente: inclusão, dignidade e oportunidade são caminhos indispensáveis para transformar vidas e construir uma sociedade mais justa.

Hora feliz

Zé Arnaldo
omunicipioonline.com.br

De boa, curtindo uma hora feliz, no Cascatinha… Ronaldo Lamha, Jarbas Batitucci, Alexandre Jabour, José Maria Veiga, Marcus Moreira e Ronaldo Granato Matta

Próximo passo: a reconstrução da nossa cidade

Agora é hora de pensar no próximo passo: a reconstrução da nossa cidade.
Hoje, temos cerca de 2 mil famílias que não podem voltar para suas casas, porque os imóveis foram destruídos ou estão em áreas condenadas pela Defesa Civil.
Esse é um desafio urgente. Precisamos discutir novas moradias para essas famílias, além da reconstrução de vias importantes, obras de drenagem e contenção… O objetivo é garantir mais segurança e mobilidade para todos.
A Câmara vai participar ativamente desse debate, junto com a Prefeitura e com a população, para encontrar caminhos reais para reconstruir Juiz de Fora.
Seguimos trabalhando para que nossa cidade se levante mais forte e mais segura.

Tristeza pé no chão

Zé Arnaldo
omunicipioonline.com.br

Mamão e Clara Nunes

Um clássico do samba raiz, com raízes em Juiz de Fora, acaba de ganhar um reconhecimento joia pra caramba. A canção “Tristeza pé no Chão”, composta por Armando Fernandes de Aguiar, o baita Mamão, e eternizada na voz de Clara Nunes, foi oficialmente declarada Patrimônio Cultural Imaterial do município, agora, em março de 2026, por meio do decreto nº 17.721.

Lançada em 1972, a música nasceu nas tradicionais rodas de boemia da cidade e apresentada pra geral, no palco do Cine-Theatro Central, durante festivais de música, marcou tempo e está no peito de gerações de admiradores.

Com o reconhecimento, o samba passa a integrar a categoria “Formas de Expressão” do Conselho Municipal de Proteção ao Patrimônio Cultural, reforçando sua importância como símbolo da memória musical e da identidade cultural de JF.

A iniciativa, também, valoriza a trajetória de Mamão, celebrado como uma figura histórica da música brasileira. Agora, oficialmente protegido, o samba entra para a lista de bens culturais de Juiz de Fora, ao lado de manifestações como o Batuque Afro-brasileiro de Nelson Silva, o Bloco do Beco, a Banda Daki e o conjunto SOMA, tradições que ajudam a contar a rica história cultural da cidade.

Prefeita Margarida Salomão – Situação do Morro do Cristo

Durante entrevista concedida ao programa Tribuna no Ar, da Rádio Antena 1 Juiz de Fora, na manhã da sexta-feira (13), a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT), falou sobre a situação do Morro do Cristo.
A prefeita afirmou que a área é instável, com muitas pedras soltas. Segundo ela, a intervenção necessária deve ser complexa e feita em várias etapas.
“Ali, certamente, será uma obra muito cara e com muitas etapas, porque você vai ter que ter intervenções em vários lugares da encosta. Não é só em um lugar”, afirmou. A prefeitura também já realizou uma ação emergencial para desviar a água que descia do ponto onde ocorreu o escorregamento de um aluvião.
A matéria completa e a entrevista você acompanha em nosso site. Link na bio.
Tribuna no Ar
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Comida azeda, racionamento de água e superlotação expõem realidade do Ceresp em Juiz de Fora

Relatos, inspeções e documentos oficiais apontam falhas estruturais e pressão contínua no funcionamento da unidade

Tribuna de Minas – Por Mariana Souza*
13/03/2026 às 06h00

A marmita chegou como de costume, mas antes de comer, o homem encontrou um caco de vidro no meio da comida. Não era a primeira vez que a refeição vinha imprópria – durante sete dias seguidos, ele havia se alimentado apenas de pão porque o alimento chegava azedo, conforme relata à Tribuna a familiar de um dos internos do Centro de Remanejamento Provisório do Sistema Prisional de Juiz de Fora, o Ceresp, que preferiu não se identificar. “A comida chega azeda para eles direto”, reforça…

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A Festa Country dançou

Zé Arnaldo
omunicipioonline.com.br

A organização da tradicional Festa Country, de JF, informa que a parada dançou… Nas redes sociais do evento, está lá grafado que a edição deste ano não será realizada. A decisão foi tomada em razão da tragédia provocada pelas fortes chuvas que atingiram a cidade, deixando 65 mortos e mais de 8,5 mil pessoas desabrigadas e desalojadas.

Em nota, os organizadores informaram que optaram por suspender todas as ações relacionadas ao evento “em respeito ao momento vivido pela cidade e às prioridades da comunidade”, demonstrando solidariedade às famílias afetadas e à população juiz-forana.

Maconha transitando pela BR-267 se dá mal

Zé Arnaldo
omunicipioonline.com.br

A manhã mal tinha começado e a rotina na BR-267, em JF, já prometia emoções. Por volta das 7h30, durante uma fiscalização aparentemente comum, agentes da Polícia Rodoviária Federal decidiram dar aquela conferida básica em dois veículos VW/Polo que seguiam viagem rumo à cidade.

E não é que o passeio matinal trouxe uma surpresa? Dentro de um dos carros, os policiais encontraram nada menos que 89 quilos de maconha, organizados, com capricho, em 75 tabletes… praticamente uma “edição de colecionador” da erva.

O motorista, de 27 anos, explicou que estava apenas fazendo um favor logístico. Segundo ele, receberia R$ 5 mil pelo transporte, mas garantiu que não fazia a menor ideia do que estava carregando. Afinal, quem nunca aceitou levar quase 90 quilos de um conteúdo misterioso estrada afora, não é mesmo?

Durante a vistoria, os policiais ainda notaram um detalhe curioso: um galão de combustível dentro do carro. Questionado, o motorista explicou que era para ajudar o outro veículo que viajava junto, um VW/Polo Sedan, com dois companheiros de jornada, de 28 e 30 anos. Porque quando se faz uma viagem entre amigos, nada melhor do que solidariedade… e um pequeno carregamento de origem desconhecida.

O resultado da aventura rodoviária foi previsível: os três homens, os dois carros, os celulares e a carga nada discreta de maconha foram encaminhados para a Polícia Civil em JF.

Agora, o trio passa a ter um contato mais próximo com o artigo 33 da Lei de Drogas, que trata do tráfico de entorpecentes, atividade que, segundo a legislação brasileira, pode render até 15 anos de reclusão, além de multa.

Ou seja: a viagem prometia R$ 5 mil no destino, mas acabou entregando algo um pouco mais… duradouro.

MPMG identifica mais de 300 irregularidades em instituições de idosos na Zona da Mata e Vertentes

Levantamento aponta falhas de infraestrutura, deficiência no atendimento e violação de direitos em unidades de acolhimento fiscalizadas em Minas

Tribuna de Minas – Por Mariana Souza*
12/03/2026 às 06h30

Mais de 300 irregularidades foram identificadas em unidades que abrigam idosos na Zona da Mata e no Campo das Vertentes, conforme informações do primeiro relatório de fiscalização de Instituições de Longa Permanência para Pessoas Idosas (ILPIs) e Residências Inclusivas (RIs) do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). O documento foi divulgado na última terça-feira (10) e reúne informações de vistorias realizadas, entre março de 2025 e fevereiro de 2026, em 287 unidades localizadas em 181 municípios do estado.

Do total de instituições fiscalizadas na Zona da Mata, 68 são ILPIs e cinco, RIs. As unidades estão distribuídas em 68 cidades da região. Juiz de Fora não integra a lista. De acordo com o MPMG, os diagnósticos apontam de 25 a 35 irregularidades nas instituições vistoriadas, como no caso das comarcas de Cataguases, Guarani, Leopoldina, Matias Barbosa, Rio Preto e Santos Dumont. A comarca de Senador Firmino apresentou 50 irregularidades em quatro unidades. Já a de Ubá somou 45 nas cinco ILPIs fiscalizadas…

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