A mula fumou unzinho

Zé Arnaldo – omunicipioonline.com.br

Em São Sebastião da Vargem Alegre (MG), Zona da Mata, a inventividade queimou beiçola e a viagem não foi alegre. Dois iluminados, um de 15 e outro de 25 anos, resolveram inventar muita moda e acabaram recebendo uma conta apimentada: R$ 1.736,36 em multas. O motivo? Forçaram uma mula a pitar um cigarro.

O surto aconteceu há cerca de dois meses, mas só agora virou lance oficial, depois que o vídeo da “ideia genial” circulou pelas redes sociais e chegou até a polícia. O mais velho foi quem acendeu e colocou o cigarro na boca da criatura; já o adolescente, dono da mula, também entrou na conta, por conduzir do bicho nessas condições nada azuis.

A boa notícia é que a mula passa bem e não aderiu ao vício… Os dois artistas, por praticarem a parada torta, já estão respondendo na Justiça. 

Aniversários do mês de fevereiro de 2026

omunicipioonline.com.br

01/02 – DAYANE GRANADO.

02/02 – MARIA AUXILIADORA S. MAZZOCO.

03/02 – WILLIAN M. ROCHA.

03/02 – SEBASTIÃO LUIZ CASSETTE.

05/02 – GISELA MACHADO, residente em Belo Horizonte/MG.

06/02 – JOSÉ CARLOS DE OLIVEIRA.

06/02 – MARIA DO CARMO MENDONÇA.

07/02 – Prof. WALTER MACHADO DE SOUZA, residente em Maripá de Minas.

08/02 – JORGE CARLOS CORREA, residente em Taruaçú.

09/02 – Dr. SÓCRATES FEIJÓ, residente em Niterói/RJ.

10/02 – MARIA DO SOCORRO NASCIMENTO LIMA.

13/02 – ALZIRA BIANCO.

14/02 – GUILHERME DUTRA ALHADAS, filho de Débora e Luiz Carlos Alhadas.

15/02 – JORGE SALOMÃO.

15/02 – FRANCISCO CARLOS ARRUDA ABRANTES, o Nem Abrantes.

16/02 – ANTÔNIO IRINEU NASCIMENTO FILHO.

16/02 – CARMEN LÚCIA LAMHA, residente nos EUA.

18/02 – RAFAEL MILÃO.

18/02 – SUELY SILVEIRA CHEVES  residente em São Gonçalo.

19/02 – ULISSES CARDINELLI DE OLIVEIRA, residente em Vitória/ES.

19/02 – CARLOS AUGUSTO MOREIRA, residente em São Paulo/SP.

21/02 – JORGE GUILHERME CASTRO BARBOSA, residente em Petrópolis/RJ.

21/02 – JOSÉ CARLOS LEITE ALVARENGA, residente em Juiz de Fora/MG.

21/02 – SANDRA LAGROTA, residente em Vitória/ES.

23/02 – RENATA ROSSI GRASSANO. 

23/02 – O cabeleireiro COSME FERNANDES.

23/02 – DELMA MARIA FERREIRA DOS REIS.

24/02 – LAURA BARROS LOURO.

24/02 – ALBERTO ROSSI.

25/02 – PATRÍCIA FERREIRA BORDONI.

25/02 – FERNANDO COELHO.

26/02 – MAELY RETTO.

27/02 – RAQUEL GUEDES GOUVÊA VEIGA.

27/02 – MATHEUS, filho de Fernanda e Marcelo Retto Veiga, residentes em Macaé/RJ.

Bicas – Nós da Rede – Museu da Loucura

Durante o curso Nós da Rede, ofertado pela Fiocruz, foi realizada uma visita técnica ao Museu da Loucura, em Barbacena, como atividade formativa voltada à reflexão crítica sobre a história da saúde mental no Brasil. A experiência possibilitou um olhar sensível e aprofundado sobre as violações de direitos ocorridas no contexto do antigo Hospital Colônia, reforçando a importância do cuidado em liberdade, da Reforma Psiquiátrica e da luta antimanicomial. A visita contou com a participação das enfermeiras Ana Lúcia Gomes e Isabella Calegari Maia, que representaram a saúde do município de Bicas, contribuindo para o fortalecimento das práticas de cuidado humanizado e do trabalho em rede no território.

Globo Esporte visita cidade de Danilo, que põe os pés no chão e vibra com protagonismo: “É para isso que escolhi o Flamengo”

Por Carlos Gil, Emanuelle Ribeiro, Luiza Sá e Rodrigo Cerqueira — Bicas, MG

Danilo diz que decisão de voltar ao Brasil passou por ficar mais perto da família – vídeo

Quatorze mil pessoas. Um quinto de um Maracanã lotado. Este é o número de habitantes de Bicas, cidade que fica no interior de Minas Gerais, a cerca de 200 quilômetros do Rio de Janeiro. No centro, uma praça bem cuidada e uma igreja bonita. Crianças brincam entre os canteiros, moradores proseiam nos bancos. Nada fora do comum, a não ser pelo carro diferente que circula por ali e chama atenção. A curiosidade é sanada após a pergunta da equipe de reportagem, que interrompe o sossego: “Por favor, onde é a casa do Danilo, jogador do Flamengo?”. Um mineiro aponta desconfiado: “É logo ali”.

Voz do Setorista: Danilo “guia” Luiza e Manu em visita ao museu sobre história do jogador – vídeo
— Foi uma coisa que eu sempre falei ao longo dos anos que se eu voltasse a jogar no Brasil, seria muito para trazer meus filhos para conviverem com os meus pais, meus irmãos, estar perto dos meus amigos um pouco mais, porque isso é uma coisa que você perde. Quatorze anos no futebol europeu foram maravilhosos e me deram toda a bagagem que eu tenho de futebol e todo o reconhecimento no Brasil e no mundo. Entretanto, são coisas que você perde e não tem jeito. Aí você fala “ah, você pode levar eles para lá”, mas eles têm vida, eles também têm os próprios projetos, os próprios momentos. Era um dos motivos caso eu decidisse retornar. E quando eu retornei, eu botei isso como prioridade. Hoje em dia se eu tenho uma tarde livre muitas vezes eu pego o carro e venho para Bicas, venho pescar um pouco e volto no outro dia de manhã. Porque isso me ajuda a relaxar e reconstrói um pouco tudo aquilo que ficou para trás durante todos esses 14 anos e ainda somados os anos de categoria de base, em que eu vinha muito pouco aqui em Bicas. No pacote todo, isso é uma das coisas principais nessa minha volta para o Brasil — disse Danilo em entrevista ao ge.

— Durante a minha trajetória toda, quase sempre em todas as minhas férias, às vezes até o único lugar durante as férias, eu vinha para cá. Todo mundo sempre falava “ah, eu vou para Maldivas, eu vou pra não sei aonde”, porque cada um faz o que quiser da vida. E eu vou para Bicas. Por que? Porque aqui eu posso botar o pé no chão da forma literal, porque eu ando descalço, eu boto o pé no barro. É literal mesmo. E aqui eu sou o Danilo filho do Baiano e da Zezé, não o Danilo jogador do Flamengo e da seleção brasileira. Isso me traz de volta para o meu interior, desinfla um pouco o ego, que muitas vezes faz mal. Faz mal para a gente que somos pessoas públicas. Vir para Bicas me faz botar o pé na terra, mas de forma literal — reforçou o zagueiro do Flamengo.

A entrevista com Danilo também vai ao ar no Globo Esporte deste sábado, a partir de 13h, na TV Globo.

 

Bicas, cidade onde Danilo, do Flamengo, nasceu — Foto: Emanuelle Ribeiro
Bicas, cidade onde Danilo, do Flamengo, nasceu — Foto: Emanuelle Ribeiro

O que diferencia um pouco Bicas das outras cidades pequenas do interior mineiro é um museu. A “Galeria Danilo” abriga artigos raros da carreira do jogador, que começou a jogar futebol no Tupynambás, de Juiz de Fora, ganhou projeção nacional no América-MG, foi campeão da Libertadores pela primeira vez pelo Santos, rodou o mundo com pompa — Porto (Portugal), Real Madrid (Espanha), Manchester City (Inglaterra) e Juventus (Itália) — e voltou ao Brasil para viver e ser protagonista de um dos melhores anos da história do Flamengo, seu clube do coração.

Danilo com o troféu de campeão brasileiro pelo Flamengo, que será exibido em sua galeria — Foto: Emanuelle Ribeiro

 

ge esteve em Bicas por um dia e acompanhou de perto esta reconexão. Viu o orgulho do povo biquense pelo filho que levou o nome da cidade para o mundo. E a sensação do experiente jogador que volta a ser menino e pode vivenciar o simples quando está perto da família. Mas que não descansa tanto assim quando volta para casa.

Ao entrar na casa da Dona Maria José e do Seu José Luiz, uma mesa logo atrás da porta entrega que Danilo terá um pouco de trabalho nesta visita. Em cima dela estão inúmeras camisas rubro-negras, de pessoas da cidade e da região, todas etiquetadas com os nomes dos donos, à espera de autógrafos do jogador.

— Não é tão fácil também (andar pelas ruas), só que a abordagem aqui é diferente, porque pelo mundo afora as pessoas me veem como aquele jogador de futebol famoso. Aqui, tirando as crianças que não me conheciam, tem muita abordagem que é olha o Danilinho, aquele menino daqui que cresceu: “Ah não foi lá em casa, tomar um café, passa lá em casa para comer uma broa”. É uma abordagem diferente daquilo que acontece pelo mundo. A cidade aqui tem muito flamenguista, então hoje em dia está um pouquinho mais complicado, mas é possível sair, sim. Hoje, depois de almoçar, vou ali tomar um açaí com os moleques, vou de chinelo de dedo, tranquilo, sem camisa, sem estresse. Minha mãe chega com uma sacola de camisas para eu assinar, eu falo “cara, tem que parar, não tem como” (risos). Mas é super legal, um carinho imenso, muito bacana. E eu, dentro de um equilíbrio, estou tentando aproveitar isso, porque é para isso que eu escolhi voltar para o Flamengo.

Moradores de Bicas e região levam camisas para Danilo assinar — Foto: Emanuelle Ribeiro

 

Danilo ainda não entrou em campo pelo Flamengo em 2026. O zagueiro vem tratando um problema que sentiu no joelho esquerdo, e a expectativa é que seja relacionado para enfrentar o Corinthians, no domingo, pela decisão da Supercopa do Brasil. No ano passado, ele estreou justamente nesta competição, na vitória sobre o Botafogo, quando precisou de cinco minutos para levantar a primeira taça. Depois, ainda conquistou outras três com a camisa rubro-negra.

Gol de Danilo em Palmeiras x Flamengo — Foto: Hector Vivas/Getty Images

O museu de Danilo é aberto ao público. Basta apenas marcar um horário. É comum que escolas visitem o espaço para mostrar às crianças da região a história de alguém que ajudou a colocar Bicas no mapa. O espaço vai passar por uma reforma para acomodar melhor as conquistas que não param de crescer, especialmente depois da chegada ao Flamengo. O clube do coração ainda não está representado por lá, mas Danilo já sabe que fará um espaço especial para representar um dos grandes momentos da carreira.

— O equilíbrio entre prestígio, reconhecimento e dinheiro, parte financeira mesmo… E a minha escolha quando eu vim para o Flamengo foi muito por isso. Eu queria jogar no Flamengo, queria jogar também no Brasil um pouco para ter essa proximidade do pessoal. Abri mão da parte financeira, que seria muito melhor em outro momento, em outro lugar. E quando acontece esse episódio de ser campeão da Libertadores e ainda marcar o gol da final, aí sim eu entendi o porquê de eu ter feito essa escolha e de eu ter tomado esse caminho — declarou.

Danilo diz que reviu gol da final da Libertadores pelo Flamengo umas “50 milhões de vezes” – vídeo

Assim como todo torcedor rubro-negro, Danilo também reviu o gol que marcou aos 21 minutos do segundo tempo em Lima diversas vezes. Ele explicou como o instinto o levou a subir muito alto, sem chance para qualquer marcação, para concretizar o tetracampeonato da Libertadores do Flamengo.

— Revi o gol da Libertadores 50 milhões de vezes. O Palmeiras tem uma marcação mista que se diz, alguns jogadores marcam a zona, três jogadores marcam individual alguns jogadores do Flamengo e eles deixam um jogador sempre livre, dependendo do número que vai atacar. A gente sabia que um de nós estaria livre. A equipe falava “o que tiver livre se separa e ataca a bola”, os outros limpam um pouco aquela zona e aí tem os bloqueios, é tudo trabalhado. Ali foi mais a questão do instinto em saber mais ou menos ler onde o Arrascaeta conseguiria bater aquela bola e onde eu poderia atacar. Eu tenho o padrão de atacar mais ou menos naquela zona ali. Então, obviamente, a informação para nós era importante e veio do Rodrigo Caio e da comissão. A partir daí, a nossa ambição de leitura e de atacar a bola, de entender a importância daquilo. Obviamente, eu vi que tinha um jogador ali que estava perto de mim e que, talvez, se ele tivesse um pouco mais ligado, poderia bloquear a minha corrida, poderia ter me atrapalhado um pouco, ainda bem que não e aí foi melhor.

Veja outras declarações de Danilo:

Como manter a motivação após um ano vencedor

— Foi comprido o ano passado, agora é um novo ano. Primeira palavra é humildade, eu diria. Essa é a maior característica dos grandes. Humildade, porque o que a gente fez no ano passado está na história, está nos livros, está nos vídeos, mas para esse ano conta zero. Quando a gente entra em campo, está 0 a 0 contra qualquer adversário, às vezes é muito mais fácil você chegar e conquistar uma coisa e depois pronto, abrir mão de seguir conquistando, ano após ano, temporada após temporada. No final das contas você vê a foto completa e você fala “caraca, agora sim”. Essa mentalidade é aquilo que a gente vem tentando desenvolver no Flamengo. Eu, quando me coloquei à disposição para vir, falei muito sobre isso com o Filipe, falei muito sobre isso com o Boto e hoje em dia, com a relação que eu tenho também com o presidente, falo muito em relação a isso e falo “essa mentalidade tem que continuar sendo desenvolvida em campo e fora de campo”. No que cabe a mim e aos outros jogadores é manter isso. Treinamento, preparação e espírito de sacrifício. E entender que agora começa tudo do zero de novo. Pior, aliás, porque todo mundo já no ano passado queria ganhar do Flamengo, esse ano querem muito mais e vão entrar muito mais preparados, muito mais motivados para jogar contra o Flamengo. É humildade de falar “eu preciso trabalhar mais, eu preciso melhorar”. Aquilo que foi feito basta para o ano passado, para esse ano não basta.

Danilo, do Flamengo, recebeu equipe do ge em Bicas-MG — Foto: Emanuelle Ribeiro

Emoção na Libertadores pela família

— Eu fiquei muito emocionado por causa dessa situação do meu pai, da minha tia e, como eu falei, pelo sacrifício que eu tive que fazer no final da temporada para estar em campo. Mas aí quando eu vim, eles foram ao jogo contra o Ceará e estava todo mundo reunido. A gente conseguiu comemorar todo mundo junto, compartilhar as medalhas, os abraços, os olhares. Minha família é uma família muito contida também nas comemorações, então eu vejo muito mais nos olhares, nos abraços o tamanho da euforia e o tamanho do orgulho que eu pude proporcionar para eles e para quem está perto da gente.

Atenção, Bicas e Guarará: o fornecimento de água poderá ser afetado no domingo, 01/02

Visual da Praça São José de Bicas – Década de 1920

Ricardo Rossi – omunicipioonline.com.br

Nesse período, pela estação ferroviária de Bicas escoava-se grande parte da produção de café e Minas Gerais, chegando a ocupar a 3ª posição em volume de exportação de café no Estado de Minas Gerais.
Fonte: Revista O Malho, Edição 1052 de 1922, em reportagem sobre a Villa do Guarará.
No ano de 1921, a paróquia de Bicas iniciava sua independência, dando os primeiros passos rumo à emancipação da cidade.
Fonte: Filme A Emancipação de Bicas, disponível no youtube.

O Carnaval não é mais aquele

Antônio Santa Cruz Calvário (Tonico da Dona Minervina)  omunicipioonline.com.br 

O carnaval se aproxima com a sua alegria contagiante, com o seu ritmo envolvente, que põe requebros no corpo da gente, que domina, arrebata, que faz pular, dançar, gritar, e …pois é! …., mas…, apesar da grande animação, o Carnaval de hoje não é mais como antigamente.

Nos tempos da minha juventude, nos anos 50 e 60, o clima carnavalesco começava mais ou menos em dezembro, quando nas rádios começavam a aparecer as novas músicas gravadas para o Carnaval que se aproximava. Ouviam-se, então, as vozes de Emilinha Borba, Marlene, Chico Alves, João Dias, Carlos Galhardo, Linda Batista,  Nuno Roland, Dalva de Oliveira, Blecaute, Orlando Silva, Ivon Curi, Moacir Franco e outros, cantando as marchas e sambas: O teu cabelo não nega, Até amanhã,  Implorar, Mamãe eu quero, Não tenho Lágrimas, As pastorinhas, Jardineira,  Despedida da Mangueira, Lá vem a Mangueira, Eu agora sou feliz, Deixa andar,  Cabeleira do Zezé, Trem das onze, Tristeza, Vem chegando a madrugada, Solteiro é melhor, Aurora, Ai que saudade da Amélia, Alá-lá-ô,  Praça onze, Bandeira Branca,  Atire a primeira pedra, – Nega do cabelo duro, – Que rei sou eu, – Trabalhar, eu não, Cordão dos puxa sacos, General da banda, Daqui não saio, Nega maluca, Pra seu governo, Chiquita Bacana, Tomara que chova, Touradas de Madri, Sassaricando,  Você pensa que cachaça é água, Ressaca, Saca-rolha, Recordar, Maria Escandalosa, Vai com jeito, Vai ver que é, Chora doutor, Me dá um dinheiro aí,  Quero morrer no carnaval, Colombina, Deserto do Saara e um montão de outras.

Quando vai se aproximando a época de Carnaval sinto uma grande saudade, exatamente porque não ouço mais as músicas típicas do Reinado de Momo, apenas as “axé-music”, e que continuam a imperar até nos dias de folia.

Em Bicas, passados os bons tempos das Escolas de Samba (1980/1990), felizmente, ainda temos os desfiles de animadas agremiações, como o Bloco da Cana, Bloco do Urubu, Bloco das Abelhas, Piranhas da Rua da Caixa, Bloco dos Amigos etc; contudo, sentimos falta dos antigos e tradicionais Blocos Carnavalescos, como o da “Caninha Verde”, do “Cume Ardendo” e outros.

Também deixou saudades as apresentações da “Orquestra Sapolândia”, que alegrava os participantes e a todos que assistiam as suas apresentações, sem falar da chegada do Trem com o “Rei Momo”, em vagões da Leopoldina, enfeitados e cheios de foliões que eram acompanhados por uma Banda carnavalesca que animava a festa tocando as tradicionais músicas. A Estação, e a praça em frente, ficavam fervilhando de gente aguardando a chegada do Prefeito para entregar a Chave da Cidade ao Rei Momo que dava início ao Carnaval. Isso tudo com muita serpentina, confetes e muita alegria.

De posse da Chave da Cidade, o Rei Momo, Primeiro e Único, acompanhado pela Banda, e dos animados foliões, iniciavam o desfile pelas principais ruas da cidade, que terminava nos salões dos cubes Biquense e Esporte, onde aconteciam os animados bailes infantis com as animadas crianças acompanhadas por seus pais.

À noite, ele comparecia nos salões dos referidos clubes, para animar os foliões com a sua tradicional alegria que contagiava a todos, sempre com a Chave da Cidade nas suas mãos… o seu Reinado ia até a terça-feira gorda… só voltando no próximo Carnaval.

Bicas – PM prende 3 em 24h

Zé Arnaldo – omunicipioonline.com.br

Resumindo o resumo, tá-na-lata que a Polícia Militar de Bicas prendeu três foragidos da justiça, de fora da cidade, no intervalo de 24 horas… Uma mulher (27 anos) e dois homens (30 e 73 anos). A tampa foi fechada nesta terça-feira, 27 de janeiro.

“Bicas não é mais aquela… olha a cara dela.” 

Os blocos do nosso CarnaBicas 2026 já estão confirmados!

É hora de separar a fantasia, reunir a turma e escolher seu bloco pra cair na folia! 
Neste ano, o Carnaval de Bicas contará com blocos que prometem muita animação, alegria e tradição.
Marque os amigos, compartilhe e venha viver essa festa que é do povo! 

Pisca-alerta tá osso

Zé Arnaldo – omunicipioonline.com.br

Estou observando que carinha está utilizando o recurso de pisca-alerta pra tudo… Tá osso… Não é bem assim que funciona, não, ué… 

O pisca-alerta deve ser usado apenas em situações de emergência, como panes mecânicas, acidentes, parada forçada na via ou redução brusca e inesperada de velocidade. O uso indevido, como em fila dupla, paradas rápidas ou durante a circulação normal, é infração, conforme reza o Código de Trânsito Brasileiro.