VÍDEO SENSÍVEL_Empresária suspeita de matar animais e vender vídeos de torturas na internet é solta horas após prisão, diz TV

Fonte do vídeo: Redes Sociais

Daiana Schuinsekel de Almeida é dona de produtora de vídeos de sadismo; ela foi reconhecida por tatuagem e marcas nas pernas

Por: Redação Terra
29 mai 2026 – 08h06 (atualizado às 08h34)

Mulher irá responder pelos crimes de maus-tratos, zoosadismo e comercialização de vídeos de violência Foto: Reprodução

A empresária Daiana Schuinsekel de Almeida foi solta horas após ser presa nesta quinta-feira, 28, pela Polícia Civil de São Paulo. Ela é suspeita de torturar e matar animais esmagando-os com os pés e as mãos para vender vídeos na internet. 

Receba as principais notícias direto no WhatsApp! Inscreva-se no canal do Terra

De acordo com a TV Globo, a polícia não conseguiu acessar os celulares da empresária para analisar materiais gravados por ela. Por conta disso, não houve flagrante e ela foi liberada.

Daiana deve responder em liberdade pelos crimes de maus-tratos e atos obscenos, segundo a Globo.

A empresária, que é dona de uma produtora de vídeos de sadismo, foi reconhecida por conta de uma tatuagem e marcas nas pernas. Em sua casa, na região da Bela Vista, foram localizados os sapatos utilizados para as sessões de tortura. 

Ao ser detida pelos agentes, ela confessou os crimes e afirmou que vendia os conteúdos na Europa por 20 a 50 euros, dependendo do teor. Questionada sobre o local em que estavam os animais, como coelhos, pintinhos e gatos, a empresária preferiu ficar calada. 

A investigação teve início após uma ONG da Bulgária denunciar os crimes à Polícia Federal brasileira. De posse dos materiais, a entidade mobilizou as autoridades. 

Em nota enviada ao Terra, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) confirmou o caso e informou que a 3ª Delegacia de Crimes Contra o Meio Ambiente, do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), investiga todas as circunstâncias dos fatos.

Assim, ela irá responder pelos crimes de maus-tratos, zoosadismo e comercialização de vídeos de violência.

O Terra aguarda retorno da defesa da empresária para comentar o caso.

Fonte: Portal Terra