




Ao som do Adriano di Melo, Beatriz Angelina de Oliveira Moreira (a Beatriz do saudoso Edir Moreira) solenizou 80 anos, com festão no Espaço Rocha, em Bicas. Veja, AQUI, as fotos batidas pelo caçula da aniversariante, Leandro Mumu.
Pra completar, Dante Buffet e a decoração do filho Luciano Moreira e equipe da Filhos da Águia da Portela pontuaram.
04/08 – BRUNA, filha de Margareth Rossi e Dr. Vinícius Cerqueira.
04/08 – AMARILIS MACHADO ARAÚJO HADDAD, residente em Juiz de Fora.
04/08 – ANTÔNIO GABRIEL SIMÕES DINIZ, filho de Patrícia e Carlos Elias Diniz e neto de Maria Aparecida e João Batista Diniz.
05/08 – A Dra. LAURA FRANÇA VEIGA, residente em Belo Horizonte.
05/08 – MURILO DA SILVA, funcionário do INPI (Setor de Patentes), residente no Rio de Janeiro.
06/08 – REGINA LANINI DE CASTRO.
06/08 – SAULER JOSÉ FELIPE MATOS.
06/08 – JULIANA, filha de Ercília e José Ildeu de Castro.
07/08 – LUIZ CÚGOLA.
07/08 – ÉRIKA FARHAT.
09/08 – DENILSON DIAS VENTURELLI.
09/08 – GERALDO MAGELA SOUZA RAMOS.
10/08 – JOSÉ MARIA MACHADO VEIGA.
10/08 – FELIPE, filho de Sônia e Ênio de Souza, residentes em Petrópolis/RJ.
10/08 – PAULO BARRAL, residente no Rio de Janeiro/RJ.
12/08 – JOSÉ AUGUSTO, filho de Dorinha e Lauro Augusto de Castro.
13/08 – O cantor REGINALDO DE JORGE.
13/08 – PATRÍCIA GUARNIERI SIMÕES DINIZ, esposa de Carlos Elias Diniz e nora de Maria Aparecida e João Batista Diniz.
14/08 – AMARILDA MACHADO ARAÚJO.
16/08 – TAMIRYS, filha de Silvana e Valcir Barin.
16/08 – CARMEM LÚCIA MACHADO.
16/08 – PATRÍCIA GUARNIERI.
17/08 – LATIFE FARHAT.
17/08 – JUDITH PERON DE OLIVEIRA.
18/08 – GILMAR GOMES DE OLIVEIRA.
18/08 – ROGÉRIO MENDES DE ARAÚJO.
19/08 – Dra. DANIELA D. VEIGA CARVALHO, residente em Ipatinga/MG.
19/08 – VERALUCE SALLES SOUZA RAMOS e dia 20/08 seu marido Dr. JOSÉ MARIA DE SOUZA RAMOS.
20/08 – AURA MARIA LAMHA CARNEIRO.
20/08 – ALOYSIO BARBOSA LORO BORGES.
20/08 – ADILSON CÉSAR REIS.
21/08 – YAGGO REBOUCAS ESTIGUER GUEDES, neto de Maria Angélica Monteiro da Silva
Rebouças.
22/08 – BERNARDO, filho de Aloma e Francisco Galil.
22/08 – PEDRO PAULA CÂNDIDO.
24/08 – CAROLINA REBOUÇAS ESTIGUER.
25/08 – JULIANA SILVA DOS SANTOS.
25/08 – MANUELA PARADELA RETTO.
26/08 – MARCELO RETTO VEIGA, funcionário da Petrobras em Macaé/RJ.
26/08 – EVELINE PINHO.
27/08 – FRANCISCO GALIL, residente em Juiz de Fora.
27/08 – DIOGO GONÇALVES FILGUEIRAS.
27/08 – Pe. CÁSSIO BARBOSA DE CASTRO.
28/08 – EDUARDO SANTOS FURTADO.
29/08 – STELA MARIA TAROCO.
Adolescente briga em festa, atira e deixa seis feridos em MG
Segundo a Polícia Militar, o autor e um jovem de 23 anos teriam discutido horas antes no evento e, durante a madrugada, o menor sacou uma arma e começou a atirar diversas vezes.
Por g1 Zona da Mata — Santos Dumont
29/07/2024 15h03 Atualizado há 14 horas

Seis pessoas foram baleadas durante a tradicional festa realizada em Conceição do Formoso, distrito de Santos Dumont, na madrugada de domingo (28). O suspeito dos disparos é um adolescente de 17 anos, que teria se desentendido com um jovem de 23 anos.
Segundo informações da Polícia Militar, o adolescente e o rapaz teriam discutido horas antes no evento e, durante a madrugada, o menor sacou uma arma e começou a atirar diversas vezes em direção ao homem.
Foram baleados:
Após o crime, a PM recebeu informações que o adolescente teria fugido para Tabuleiro. Durante buscas, os policiais encontraram o irmão do suspeito em uma moto. Ele confessou que estava na confusão e disse que iria levar os militares ao local onde o irmão estava escondido.
Em seguida, outros dois jovens que estariam junto com o atirador foram abordados em um carro branco. Eles negaram participação no crime, mas foram detidos e levados para a Delegacia.
Ainda durante as buscas, os policiais localizaram e apreenderam o menor e a arma de fogo usada. Ele confirmou ter atirado contra o rapaz.

Relatos de um dia em que compartilhei com a delegação brasileira as emoções de participar de um desfile de abertura

Eu escrevo muito em primeira pessoa neste espaço. Hoje, claro, fiz questão de abrir o texto com o pronome, para reforçar a ideia. Mas é um recurso que uso com frequência, e já me peguei pensando se não estaria exagerando. Acabo sempre me convencendo de que, para quem não está presente nas redes sociais, a coluna é um bom espaço para compartilhar algumas experiências pessoais. E hoje peço licença para mais uma. Quero contar como foi desfilar no barco que levou a delegação brasileira pelo rio Sena na cerimônia de abertura dos Jogos de Paris.
Prometo que não vou fazer aqui um querido diário, relatando cada passo do dia. Só preciso deste parágrafo para dar um pouco de contexto: Globo e SporTV, como detentoras dos direitos de transmissão, conseguiram um lugar no barco. Um só, e eu, que tive a honra e a responsabilidade de ocupar esse espaço, precisei acumular as funções de repórter e cinegrafista. Ao chegar a Paris, soube que também era mandatório usar o uniforme da delegação. E foi assim que, como minha mãe escreveu no grupo de WhatsApp da família, quem sempre amou assistir às cerimônias de abertura dos Jogos Olímpicos acabou participando do desfile dos atletas.
E, embora tenha começado por mim, é deles que quero falar. Estar no barco me deu a oportunidade inédita de ver a festa de dentro para fora. Juro que não dei nem um tchauzinho para os espectadores. Passei todo o tempo que pude tentando registrar imagens (agradeço pelas muitas ofertas de ajuda que recebi, quando os companheiros de desfile me viam enrolado nos fios do microfone e do equipamento de transmissão) e gravar entrevistas. E em todos esses momentos o que me impactou foi encontrar os olhares dos atletas, treinadores e membros de comissões técnicas, funcionários e dirigentes do COB. Todos pareciam ter o mesmo brilho e a mesma cumplicidade.
No Sena, não se falou do uniforme, alvo de muita polêmica online – e com isso não quero dizer que todos gostaram do que vestiram; só não era um tema que se impusesse à experiência de estar ali. E, é claro, ninguém teve tempo de botar defeito na cerimônia, porque o trajeto pelo rio não nos dava a visão de quem assistiu pela televisão. Quem estava no barco se ocupou quase exclusivamente de compartilhar emoções.
Primeiro, com os próprios companheiros de desfile. O começo foi meio tímido, com um grito de guerra aqui e outro ali, até que o chefe da tripulação resolveu ensaiar uns passos de samba ao som de “Tá escrito”. A partir daí, todo mundo ergueu a cabeça, meteu o pé e foi na fé. A interação aumentou ao passarem os barcos de outras delegações, especialmente o da Argentina. E explodiu quando surgiram as bandeiras brasileiras, nas pontes, nas sacadas, nas arquibancadas. Esse símbolo, no esporte, ainda é mais de união do que de divisão.
Depois, com familiares e amigos, acionados pelos muitos celulares a bordo. Talvez a cena mais marcante que vi durante todo o desfile tenha sido a de Jucielen Romeu, da equipe de boxe, que improvisou uma live com oito pessoas para dividir a experiência de estreante em cerimônias de abertura. “Sou a primeira da família a vir a Paris”, me disse ela, bem em frente à torre Eiffel. Encerrei a entrevista logo depois. O momento de ver o símbolo da cidade e dos Jogos com os aros olímpicos era dela e de quem a apoiou para chegar até ali.
Transcrito do jornal O GLOBO, de 28/7/2024