Encontro da Turma de Medicina 1978
Eliane Barreto – omunicipioonline.com.br

Em um evento que já é tradição… A Turma de Medicina 1978, da UFJF , reuniu os médicos para um encontro em comemoração aos 47 anos de formados, no Magnífico Portobello Resort Safari, em Mangaratiba, nos dias 23 a 26/10.
Foi um momento especial de celebração, confraternização e de renovação dos laços de amizade.
Dentre os formandos da época, destacamos o médico cardiologista em Bicas Dr. Antônio Carlos Barreto e o saudoso Dr. José Aparecido de Souza.
Parabenizamos os doutores e a equipe que promoveu esse encontro.
Governador de Minas Gerais cumpre agenda em Chácara e Bicas
omunicipioonline.com.br
O governador Romeu Zema participa, nesta segunda-feira (3/11), de entregas na área da Saúde em municípios da região da Zona da Mata.
Em Chácara, às 8h30, o governador realiza a entrega de micro-ônibus para transporte de pacientes de 25 municípios da região. Em seguida, ele também participa da inauguração do centro de fisioterapia da cidade.
Às 11h30, Zema vai estar em Bicas, que também receberá 9 micro-ônibus para transportar moradores em tratamento de saúde na região.
O filme “Maripá de Minas: Anos 70 & 80” estreia neste domingo, 2/11
Zé Arnaldo – omunicipioonline.com.br

Será lançado neste domingo, 2 de novembro de 2025, às 14h, o documentário Maripá de Minas: Anos 70 & 80, que estará disponível gratuitamente no YouTube, pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=fev0B11CirY.
Produzido e dirigido por Ricardo Rossi, o filme promete emocionar moradores e ex-moradores ao relembrar fatos marcantes do período entre 1970 e 1988, época de intensas transformações sociais, culturais e políticas em Maripá de Minas.
A produção busca preservar a memória coletiva e valorizar os personagens e acontecimentos que ajudaram a construir a identidade do município.
Região – Dentro de casa, idosa é feita refém durante assalto à mão armada
Zé Arnaldo – omunicipioonline.com.br
Uma idosa de 68 anos foi vítima de um assalto à mão armada dentro de casa, na madrugada desta sexta-feira (31), no Bairro Industrial, em Ubá.
De acordo com informações da Polícia Militar (PM), dois homens armados e encapuzados invadiram o imóvel após danificarem a cerca elétrica e arrombarem uma janela com o auxílio de um pé de cabra. A vítima, que dormia no segundo andar, foi surpreendida pelos criminosos, que exigiram dinheiro e joias, afirmando que o valor seria entregue “ao chefe do crime”.
Durante a ação, a mulher foi amarrada com enforca-gatos, ameaçada e agredida, sofrendo ferimentos leves nos pulsos e nas pernas, além de cortes superficiais em uma das mãos e no calcanhar. Após recolherem joias e uma quantia em dinheiro, os suspeitos fugiram e ainda não foram localizados.
A Polícia Militar realizou buscas na região, mas até o momento nenhum dos autores foi encontrado. O caso segue sob investigação.
A implantação da APAE em Bicas
‘Japinha do CV’ ou ‘Penélope’: quem era mulher morta com tiro no rosto em operação
Jovem vestia uma roupa camuflada e um colete no momento do confronto com a polícia
Por: Redação Terra
30 out 2025 – 08h21 (atualizado às 14h57)
Resumo
Mulher conhecida como Japinha do CV foi morta com um tiro no rosto durante a operação mais letal da história do Rio de Janeiro, com 132 mortos; ação buscava desarticular o Comando Vermelho, mas líder da facção não foi capturado.
Uma mulher conhecida como Japinha do CV ou Penélope estava entre os mortos na megaoperação das polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro, que aconteceu na última terça-feira, 28. Circulam nas redes sociais imagens da jovem caída, com um tiro de fuzil no rosto.
A morte foi confirmada pela irmã de Japinha, que usou o perfil no Instagram da jovem para pedir que as imagens de seu corpo não fossem mais compartilhadas. Ela vestia roupa camuflada no momento do confronto com a polícia e um colete.
Atualmente, a página de Japinha tem mais de 50 mil seguidores e todas as publicações foram apagadas. Ela costumava posar com fuzis, usando drogas e fazendo dancinhas virais das redes sociais.
A megaoperação realizada nos Complexos da Penha e do Alemão se tornou a mais letal da história do Rio de Janeiro, já sendo chamada de chacina. A Defensoria Pública do Rio afirma que foram 132 mortos, muitos dos quais os corpos foram encontrados pelas próprias famílias, em uma zona de mata, entre os dois complexos.
O objetivo da operação era desarticular a facção Comando Vermelho (CV). Apesar disso, um dos principais líderes da organização não foi encontrado. Edgar Alves Andrade, conhecido como Doca da Penha ou Urso, permanece foragido.
Ainda assim, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, chamou a operação de “sucesso”. “Queria me solidarizar com as famílias dos meus quatro guerreiros, que ontem deram a vida para libertar a população. Àquelas foram as verdadeiras quatro vítimas que tivemos ontem. De vítimas ontem lá, só tivemos os policiais”, declarou em coletiva à imprensa, na quarta-feira, 29.
Fonte: Portal Terra




















