Preço do combustível deve voltar a subir na primeira semana do ano

Apesar da queda de 2,71% no preço médio do litro ante dezembro de 2019, Petrobras anunciou reajuste de 5% para o combustível

Por outro lado, o preço do diesel aumentou em Juiz de Fora no último ano, conforme pesquisa feita pela Tribuna. Nesta terça, os preços praticados na cidade variavam entre R$ 3,65 e R$ 4,14, custando, em média, R$ 3,85. Conforme a ANP, em dezembro do ano passado, o preço médio do diesel era de R$ 3,761. O valor mais baixo encontrado no mercado foi de R$ 3,65, e o mais alto, de R$ 3,939. Assim, o combustível teve um aumento de 2,4%.

De acordo com a ANP, o levantamento de preços foi interrompido no final de agosto por conta do fim do contrato com a empresa responsável pelas pesquisas. A agência chegou a assinar contrato com uma nova empresa, e o sistema passou por aprimoramento, sendo que a divulgação das pesquisas foi retomada em 23 de outubro. Entretanto, a mesma está ocorrendo de maneira gradual. Ainda segundo a ANP, na primeira etapa, o levantamento abrangeu as 26 capitais estaduais e o Distrito Federal. A adição das demais localidades se dará ao longo de oito fases.

Assim como o diesel, o etanol consumido pelo juiz-forano também teve um aumento de preço ao longo de 2020. Neste caso, os valores subiram 3,9%. O levantamento da Tribuna feito nesta terça mostrou que o combustível está custando, em média, R$ 3,498. O preço mais baixo é de R$ 3,44, enquanto o mais alto está a R$3,59. O preço médio de dezembro de 2019, segundo a ANP, era de R$ 3,367, variando entre R$ 3,15 e R$ 3,599.

Ano atípico interfere no mercado

Neste ano, o reajuste dos preços dos combustíveis não deve ter sido influenciado por uma questão de sazonalidade, mas sim pela atipicidade do ano para a economia de maneira geral, de acordo com o professor da Faculdade de Economia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Fernando Perobelli. Por ser uma commodity, as flutuações dos valores dos combustíveis dependem do contexto mundial, desta vez impactado pela pandemia da Covid-19. “Nós temos independência no que se refere ao refino do petróleo, mas não temos independência total no que se refere à produção. O Brasil ainda é um país que necessita desse insumo vindo do exterior. Como o mundo está em crise, é um efeito de encadeamento”, explica.

Apesar do anúncio dos novos ajustes para as refinarias, o consumidor pode levar um tempo até sentir os efeitos nos postos de gasolina. Conforme o especialista, dois fatores podem influenciar nessa questão: o estoque de combustíveis e as restrições econômicas do contexto atual. “Como é um bem passível de estocar e se você pensar que, no período todo de pandemia, tivemos uma menor circulação das pessoas e menor transporte de mercadoria, então isso pode fazer com que haja um estoque maior”, diz. “O segundo ponto é que, dadas as restrições que nós estamos vivendo, pode ser que as distribuidoras diminuam sua margem de lucro e retenham esse repasse para o consumidor.”

De acordo com Perobelli, as restrições econômicas trazem também incertezas quanto ao movimento dos combustíveis no próximo ano. “O combustível é um insumo importante no contexto de formação de preços de uma série de produtos. Esses aumentos no preço podem provocar ainda mais recessão. Acho que a perspectiva é de cautela em relação a quantos aumentos e se teremos aumentos no ano que vem, por causa desse cenário de restrição que ainda temos.”

Justamente por serem produtos importantes para a economia brasileira, utilizados como matrizes energéticas para o transporte de carga no país, os combustíveis podem desencadear outras questões econômicas caso passem por mais reajustes. “Se você ainda repassar esse aumento de preço de um insumo muito importante, você impacta em diversos preços na economia. Em um momento em que temos perda de emprego e diminuição de renda, isso tudo cria um efeito desencadeado perverso na economia”, diz Perobelli. “Por isso, não acredito que tenhamos perspectivas de aumento muito grande no que se refere a esses insumos, a menos que tenhamos uma crise mundial profunda”, pondera.

Minaspetro não comenta variações

Questionado sobre os reajustes e como isso pode impactar nos valores praticados no mercado, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais (Minaspetro) informou que “não comenta diretamente alterações de preços nas refinarias, por se tratar de uma mudança em etapas anteriores ao nosso ramo de atuação (varejo)”. De acordo com a categoria, os estabelecimentos revendedores dos recursos “são apenas mais um elo na cadeia de comercialização”. Sendo o último elo no segmento de distribuição, os postos “dependem de decisões e repasses – caso estes aconteçam – por parte dos outros agentes do setor, ou seja, Governo, refinarias, usinas de etanol e companhias distribuidoras”.

No texto, o sindicato ainda manifestou insatisfação quanto à “alta tributação incidente sobre os combustíveis, que prejudica os consumidores, sufoca o empresário e provoca o fechamento de dezenas de estabelecimentos em toda Minas Gerais”.

Plantão Coronavírus CIESP desta terça-feira, 29/12

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ESCLARECIMENTO
📣O Boletim de Acompanhamento Regional da Pandemia da Covid-19, publicado pelo CIESP, informa apenas casos confirmados da doença (em tratamento, curados ou que evoluíram para óbito).
📣Esclarecemos, ainda, que nas informações de Mar de Espanha, o número de óbitos não está incluído no número de casos positivos.
📣Essa informação é colhida diariamente em cada uma das Secretarias Municipais de Saúde dos entes consorciados. Deixamos claro que não menciona números referentes a casos suspeitos, em investigação ou descartados.

Boletim Coronavírus de Bicas e do Estado desta terça-feira, 29 de dezembro

Detran-MG suspende emissão de documentos de veículos

A previsão é de que os serviços voltem a ser oferecidos normalmente no dia 7 de janeiro

O Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG) não irá efetuar, entre os dias 30 de dezembro e 6 de janeiro, a emissão de documentos para os serviços de registro de veículo zero, transferência de propriedade e alteração de dados de veículo. Devido à transição para o modelo eletrônico do Certificado de Registro de Veículo (CRV-e) e da Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo eletrônica (ATPV-e).

A medida que atende a Resolução 809 do Conselho Nacional de Trânsito é válida para a Divisão de Registro de Veículos, em Belo Horizonte, e para as Circunscrições Regionais de Trânsito, no interior. Durante o período de suspensão, o sistema de informática do Detran-MG passará por uma adequação para que seja feito o gerenciamento das informações da frota de veículos do estado, que impossibilita, temporariamente, a conclusão dos processos e emissão do documento após as vistorias.

A previsão é de que os serviços voltem a ser oferecidos normalmente no dia 7 de janeiro. Os prazos para serviços de veículos cujo vencimento aconteça durante a suspensão serão automaticamente prorrogados e não acarretarão prejuízos aos cidadãos.

Nova ATPV-E

O objetivo da nova ATPV-e é simplificar o processo na compra e venda dos automotores, por meio de itens de segurança mais modernos, como o QR-Code. Além disso, substitui a versão em papel moeda do antigo CRV, documento no qual o comprador e o vendedor declaram estar de acordo com a transferência da propriedade. O documento poderá ser utilizado também na versão eletrônica ou impressa em papel comum.

Quando o proprietário vendedor e o comprador dispuserem dos requisitos necessários para assinatura eletrônica da ATPV-e, o preenchimento e a assinatura poderão ocorrer nos sistemas do Departamento Nacional de Trânsito, órgão da União, ou dos Detrans, nos estados. Caso contrário, a opção será a versão impressa, devendo a ATPV-e ser assinada e conter o reconhecimento de firma do vendedor e do comprador por autenticação.

Os CRVs até então emitidos em papel moeda continuarão sendo válidos por tempo indeterminado. Portanto, quem possuir a antiga versão do documento não precisa realizar a solicitação de um novo Certificado de Registro de Veículo.

Pelo quarto ano consecutivo, Bicas tira nota máxima em ICMS Turismo

A Prefeitura de Bicas, por meio da Secretária de Desenvolvimento Econômico e Turismo, empenhou-se mais uma vez e, pelo quarto ano consecutivo, conquistou nota máxima, o que garante a verba de ICMS Turismo para o primeiro ano da Administração 2021/2024.

O envio da documentação pelos municípios ocorreu até o dia 2 de março de 2020, e os recursos serão repassados aos habilitados ao longo de 2021. Em virtude da pandemia e das medidas de isolamento, excepcionalmente, a Secult realizou duas rodadas de notificação para que os municípios pudessem fazer correções na documentação enviada, conforme orientações da Comissão do ICMS Turismo.

ICMS Turismo

A Lei Estadual n.º 18.030/2009, visando a organização e o desenvolvimento turístico dos municípios mineiros, redistribuiu as cotas de repasse financeiro do ICMS e do IPI, contemplando o setor do turismo. Assim, a criação de um critério de repasse financeiro, denominado ICMS Turismo, fortaleceu a política pública para o desenvolvimento da gestão turística nos municípios mineiros.

O ICMS Turismo atua como motivador e catalisador de ações, visando estimular a formatação e implantação, por parte dos municípios, de programas e projetos voltados para o desenvolvimento turístico local e regional, em especial os que se relacionam com as políticas para o turismo dos governos Estadual e Federal.

Para ter direito ao repasse, o município deverá, anualmente, enquadrar-se nos seguintes critérios obrigatórios:

Participar de uma Instância de Governança Regional (IGR) certificada pela Secult, nos termos do Programa de Regionalização do Turismo no Estado de Minas Gerais.

Ter uma política municipal de turismo elaborada e em implementação.

Possuir Conselho Municipal de Turismo (Comtur), constituído e em regular funcionamento.

Possuir Fundo Municipal de Turismo (Fumtur), constituído e em regular funcionamento.

Fonte: Prefeitura de Bicas

Plantão Coronavírus CIESP desta segunda-feira, 28/12

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Comunicação com responsabilidade e transparência. Confira aqui o boletim consolidado do CIESP.
🚨️ ESCLARECIMENTO
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Boletim Coronavírus de Bicas e do Estado desta segunda-feira, 28 de dezembro

CIESP recebe prefeitos eleitos para apresentação de suas atividades e eleição de novo presidente

Publicado por CIESP em 26/12/20

As potencialidades da entidade e os grandes avanços alcançados nos últimos anos estiveram em pauta na Assembleia Geral realizada pelo Consórcio Intermunicipal de Especialidades – CIESP, envolvendo os prefeitos eleitos dos municípios consorciados. Durante o encontro, realizado em Maripá de Minas no dia 21 de dezembro, o prefeito de Guarará, José Maurício de Sales, foi eleito por unanimidade para a presidência do CIESP no biênio 2021-2022.

Ao fazer um balanço de sua gestão, o atual presidente, prefeito de Mar de Espanha, Dr. Welington Marcos Rodrigues, lembrou que a entidade se transformou num modelo nacional de associativismo, recebendo prêmios de reconhecimento até mesmo no exterior. Para ele, outro motivo de orgulho são as visitas de gestores públicos de vários regiões do país em busca de informações e orientações sobre os projetos implantados pelo CIESP e entes consorciados.

Como iniciativas bem-sucedidas, Welington citou o Serviço de Inspeção Regional (CIESP-SIR), que está em processo de equiparação com o SISB-POA (Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal), e os serviços de iluminação pública. O presidente lembrou, ainda, do Projeto Cidades Inteligentes e Humanas, solução avançada para modernizar a região, substituindo as luminárias convencionais por led, com monitoramento digital, instalação de câmeras de segurança e de pontos públicos de internet, entre outros ganhos. “Os municípios podem utilizar recursos a fundo perdido, já que poderão se valer dos recursos que as concessionárias de energia elétrica devem aplicar, por força de lei, na conservação das redes e no combate ao desperdício de energia” explicou.

Já a secretária Executiva do CIESP, Mônica Loureiro Müller Pessôa, garantiu que a entidade está preparada para os novos desafios apresentados pelo cenário atual a partir da pandemia de Covid-19. Para ela, é um momento extremamente desafiador em que valores como a eficiência e a agilidade são ainda mais exigidos. Mônica ainda fez questão de reafirmar que o CIESP é uma ferramenta de gestão dos municípios. “Somos uma instância de gestão dos municípios. Colocamos em prática o que vocês definem como prioridade. O CIESP é a soma dos municípios”, resumiu.

O painel de apresentação teve, ainda, a participação dos responsáveis pelos serviços oferecidos pelo Consórcio. Os profissionais falaram sobre o funcionamento de cada setor, os avanços implantados até aqui e as possibilidades de ampliação e aperfeiçoamento para atender ainda melhor os municípios e suas populações.

Grande painel sobre a ferrovia é o novo cartão postal da cidade

A Prefeitura de Bicas, por intermédio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, fez parceria com o talentoso artista plástico Sidney Barino para produzir um grande painel bem no centro da cidade, precisamente, na rua Augusto Rossi. A obra de arte faz menção à origem de Bicas, ou seja, à ferrovia.

Barino utilizou toda a sua criatividade e ousadia para expressar a ideia e o sentimento dos primórdios de Bicas, por meio de desenhos e pinturas. 

As fotos são de Amarildo Mayrink. 

Fonte: Prefeitura de Bicas

Há 40 anos, em 28/12/1980, O Município publicava: Receita Federal em Bicas entrega prêmios / Novos advogados / Casamentos