

Colisão entre veículos que circulavam na rodovia deixou dois mortos e um ferido na noite deste domingo (25)
Por Tribuna
26/04/2021 às 08h33
O ex-jogador de futebol Vander Luiz Alves Givisiez, 58 anos, morreu em um acidente de carro na BR-267 na noite deste domingo (25). De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, a ocorrência foi registrada próximo ao Bairro Nova Era, na Zona Norte de Juiz de Fora, por volta das 19h. Outro homem, identificado como Isaac Jonas Fortes, 40 anos, também morreu no acidente, sendo que ambos os óbitos foram constatados no local. Outra vítima de 38 anos conseguiu deixar o veículo, sendo atendida e encaminhada para o HPS.
Ainda conforme a corporação, o acidente ocorreu após uma colisão frontal entre dois veículos, um deles com a placa de Lima Duarte e outro de Divino, sendo este último onde se encontrava Vander Luiz. Os dois carros capotaram e caíram em uma encosta, em local de difícil acesso. As vítimas fatais estavam encarceradas e com diversos ferimentos. O Samu foi acionado e constatou os óbitos no local.
A terceira vítima estava fora do veículo e apresentava lesões no tórax e na costela, entre outras escoriações. O homem informou aos bombeiros que conseguiu sair do veículo com ajuda dos populares. Após ser atendido, ele foi encaminhado ao HPS.
Carreira de Vander no futebol

De acordo com o portal Terceiro Tempo, Vander Luiz é natural de Divino, município distante cerca de 230 quilômetros de Juiz de Fora, onde morava e possuía um bar. O jogador iniciou a carreira no Nacional de Muriaé. Posteriormente, foi meio-campo do Atlético Mineiro de 1981 a 1983, e 1986 a 1988.
Durante sua passagem pelo Galo, foi emprestado ao Operário de Campo Grande (1984) e ao Americano de Campos (1985). Ainda conforme o portal, ele foi considerado um dos melhores atletas da Vila Olímpica.
Vander Luiz também possui passagem pelos times de São José (SP), Fluminense (RJ), Guarani (SP), São Caetano (SP) e Ipiranga (MG).
Fonte: Tribuna de Minas
De acordo com o Procon, há consumidores que alegam que não tiveram contato com a instituição financeira

Consumidores são abordados por correspondentes bancários
O superintendente do Procon, Eduardo Floriano, explica que os consumidores são, em parte, abordados por correspondentes bancários. Dessa forma, estabelecimentos ou outra pessoa jurídica oferecem serviços bancários específicos e recebem comissão por isso. “A maioria dos correspondentes trabalha em lojas que possibilitam empréstimos, fazendo assim, essa conexão entre o banco e o consumidor.”
O superintendente ressalta que o banco não possui agencia em Juiz de Fora, então atua via correspondentes bancários. “Uma das problemáticas identificadas é que esses correspondentes, às vezes, atuam à margem da lei, ou seja, explicam uma ideia, e o consumidor entende que está fazendo um tipo de operação, quando, na verdade, está fazendo outra.”
Floriano esclarece que os profissionais chegam até o cliente com propostas de diversos acordos. “Cada banco tem um tipo de consumidor: para financiamento de carro, consignado, consórcio e outros serviços.” Além disso, ele ainda destaca que essa procura pode partir do próprio consumidor, através de pesquisas pela internet no site do banco. “Alguns ainda acabam realizando a contratação on-line”, acrescenta.
Cuidado com os dados
A orientação é de que, preferencialmente, o consumidor que deseja fazer um contrato bancário tenha primeiro clareza sobre o que está assinando. Além disso, a formalização deve acontecer por meio de um canal seguro. “Caso o serviço seja feito por um correspondente bancário, é necessário que o interessado consulte primeiro com o próprio Procon, para saber se o contratante é de confiança”, orienta.
Também é importante que o consumidor esteja atento aos seus dados, e nunca disponibilize os mesmos, sem saber para que serve a utilização.
Caso o consumidor tenha problemas com a instituição financeira, a orientação é que procure, primeiramente, a ouvidoria do banco. E, se não tiver o pleito atendido, pode acionar o Procon. O serviço acontece prioritariamente pelo telefone, mas, em casos urgentes, é possível agendar atendimento pessoalmente.
Fonte: Tribuna de Minas deste domingo, 25/04/2021

A Prefeitura de Pequeri, sob a liderança do prefeito Glauco Braga Fávero, e do vice Luciano Virgílio, tem trabalhado incansavelmente para revitalizar a cidade.
Assim, sendo, realiza diversas ações em todas as áreas, a fim de valorizar a história e formar uma base para que o futuro seja mais feliz.
Em pouco mais de 100 dias de governo, mesmo com percalços, a prefeitura conseguiu avançar na revitalização de Pequeri e vem muito mais por aí.
Entre os materiais contemplados pela medida de preservação ambiental e saúde estão lacres e placas de veículos
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) está credenciando pessoas jurídicas, como cooperativas e associações de reciclagem ambientalmente aptas, para coleta, transporte e descarte de resíduos sólidos provenientes das atividades do Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG). A iniciativa tem como meta preservar a saúde pública e a conservação do meio ambiente, ao providenciar a destinação adequada aos materiais inutilizados, a exemplo de lacres e placas de veículos.
O credenciamento foi regulamentado pela PCMG na Portaria 1715/2018, considerando a Política Estadual de Resíduos Sólidos, detalhada na Lei nº 18.031/2009. De acordo com o documento, os interessados, obrigatoriamente, precisam estar habilitados no órgão ambiental competente e manifestar interesse por meio de protocolo direcionado ao Detran-MG.
“Ao dar destino correto a esse material, a medida contribui para a preservação do meio ambiente e respeita as políticas públicas voltadas a esse fim. Além disso, dá solução ao problema da guarda dos objetos, em especial, as placas de identificação veicular, que podem se acumular em depósitos e afetar também a saúde pública”, afirma o delegado Matheus Cobucci, chefe da Divisão de Registro de Veículos do Detran-MG.
Documentação
No protocolo de solicitação de credenciamento, deve ser apresentado ato constitutivo, cartão de inscrição do CNPJ, documentos pessoais dos sócios, habilitação do motorista responsável, apólice de seguro de veículo e carga, e comprovação de regularidade com a Secretaria da Fazenda e com a Previdência Social, quando for o caso.
Os credenciados firmarão contrato com vigência de 12 meses, que pode ser prorrogado por igual período. O Detran-MG estabelecerá o cronograma para coleta dos materiais, determinando as datas e os horários.
Fonte: Agência Minas