

QUA 30 JUNHO 2021 16:30 ATUALIZADO EM QUA 30 JUNHO 2021 16:34
Mais de 4 milhões de doses de imunizantes contra covid-19 chegaram ao estado neste mês

O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), recebeu do Ministério da Saúde, neste mês de junho, total de 4.023.760 doses de vacinas contra covid-19. O quantitativo – o maior desde que as remessas começaram a ser enviadas a Minas – representa uma cobertura de 28,7% da população apta para imunização, o que corresponde a aproximadamente 14 milhões de pessoas.
As mais de 4 milhões de vacinas que desembarcaram em Minas neste mês de junho estão assim distribuídas: 2.437.750 da AstraZeneca, 149.550 da Janssen, 619.800 doses da CoronaVac e 816.660 doses da Pfizer.
Esta é a maior operação de vacinação da história de Minas Gerais, que conta com apoio das Forças de Segurança e Salvamento, do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, da Polícia Militar de Minas Geraiss, além de efetivo da Polícia Civil de Minas Gerais.
28ª remessa
Parte desse quantitativo recorde, a primeira remessa do 28º lote de imunizantes chegou ao estado nesta quarta-feira (30/6). As 624.500 doses da AstraZeneca foram do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, para a Central Estadual de Rede de Frio, onde são verificadas as condições de acondicionamento e temperatura.
A SES-MG informa que espera receber, ainda nesta semana, o restante da remessa, com as vacinas da Pfizer e da Janssen. A logística de distribuição e o público-alvo serão divulgados em breve.
Acompanhe o quantitativo de cada remessa
1ª remessa
577.480 doses da CoronaVac em 18/1/2021
2ª remessa
190.500 doses de AstraZeneca em 24/1/2021
3ª remessa
87.600 doses da CoronaVac em 25/1/2021
4ª remessa
315.600 doses da CoronaVac em 7/2/2021
5ª remessa
220.000 doses da AstraZeneca e 137.400 doses da CoronaVac em 23/2/2021
6ª remessa
285.200 doses da CoronaVac em 3/3/2021
7ª remessa
303.600 doses da CoronaVac em 9/3/2021
8ª remessa
509.800 doses de CoronaVac em 17/3/2021
9ª remessa
86.750 doses da AstraZeneca e 455.800 doses da CoronaVac em 20/3/2021
10ª remessa
116.600 doses de AstraZeneca e 359.000 doses de CoronaVac em 26/3/2021
11ª remessa
73.250 doses de AstraZeneca e 943.400 doses de CoronaVac em 1/4/2021
12ª remessa
257.750 da AstraZeneca e 220.400 da CoronaVac, em 8/4/2021
13ª remessa
426.000 da AstraZeneca e 275.200 da CoronaVac, em 16/4/2021
14ª remessa
316.750 doses da AstraZeneca e 73.800 da CoronaVac, em 23/4/2021
15ª remessa
578.000 doses da AstraZeneca e 11.800 doses da CoronaVac, em 29/4/2021
16ª remessa
30.400 doses da CoronaVac, em 1/5/2021 e 676.250 doses da AstraZeneca, em 3/5/2021
17ª remessa
50.310 doses da Pfizer, em 3/5/2021
18ª remessa
396.500 doses da AstraZeneca, em 6/5/2021 e 100.200 doses da CoronaVac, em 8/5/2021 e 112.434 doses da Pfizer, em 10/5/2021
19ª remessa
422.750 doses da AstraZeneca, em 13/5/2021, e 207.800 doses de CoronaVac
101.600 doses da CoronaVac, em 14/5/2021
20ª remessa
435.500 doses da AstraZeneca, 8.200 doses da CoronaVac e 64.350 doses da Pfizer, em 18/5/2021
21ª remessa
561.750 doses da AstraZeneca e 60.840 doses da Pfizer, em 26/5/2021
22ª remessa
588.500 doses da AstraZeneca, em 2/6/2021
62.010 doses da Pfizer, em 3/6/2021
23ª remessa
237.510 doses da Pfizer, em 8/6/2021
24ª remessa
362.750 doses da AstraZeneca, em 9/6/2021
25ª remessa
235.170 doses da Pfizer e 273.000 doses da CoronaVac, em 18/6/2021
26ª remessa
862.000 doses da AstraZeneca, em 21/6/2021
27ª remessa
346.800 doses da CoronaVac, 281.970 doses da Pfizer, 149.550 doses da Janssen, em 24/6/2021
28ª remessa
624.500 doses da AstraZeneca, em 30/6/2021
Total: 14.074.324 doses
Fonte: Agência Minas
A Santa Casa alcançou 100% da Avaliação Nacional das Práticas de Segurança do Paciente e isso mostra qualidade e transparência no atendimento
Por Santa Casa de Misericórdia
28/06/2021 às 07h00- Atualizada 28/06/2021 às 07h29

Todo ano, desde 2016, o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), coordenado pela Anvisa, realiza a Avaliação Nacional das Práticas de Segurança do Paciente. Ela é feita nos hospitais que possuem leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e se mostra como uma importante campanha de promoção da segurança do paciente. Em cada avaliação, determina-se uma nota à instituição, com base nos indicadores de estrutura e processo, baseados na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) da Anvisa n° 36/2013, que institui as ações de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde. No último ano, ela foi feita com base na submissão de um formulário virtual, em que cada questão foi comprovada a partir de documentos anexados, assegurando a veracidade e a integridade das informações.

Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora foi uma das instituições que participaram da Avaliação Nacional das Práticas de Segurança do Paciente, alcançando 100% de conformidade aos indicadores de estrutura, processo e gestão de riscos. De acordo com Samya Mansur e Juliana Bacelar, enfermeiras do Núcleo de Segurança do Paciente da Santa Casa, esse resultado tem grande importância, “pois podemos incorporar ações deste instrumento para promover a qualidade assistencial e a segurança do paciente, visando o gerenciamento de riscos e a melhoria do serviço de saúde, prevenindo eventos adversos (EA) relacionados à assistência à saúde, por meio do estímulo à adoção de práticas seguras, resultando em um aumento gradual da conformidade na instituição”. São considerados eventos adversos os danos causados aos pacientes por falhas durante a assistência realizada nas instituições.

Segurança do Paciente na pandemia
O assunto sobre a Cultura de Segurança do Paciente ganhou ainda mais destaque durante a pandemia, visto que os hospitais precisam se mostrar ainda mais seguros e confiáveis para os pacientes que, ao mesmo tempo, estão mais exigentes quanto às normas estabelecidas. Uma das formas encontradas para trazer mais confiabilidade é seguir a comunicação transparente e humanizada, expondo, ao mesmo tempo, os riscos e as possibilidades, de maneira clara e acessível.
Esse método é, sobretudo, sentido pelos pacientes, que, como pontuam as enfermeiras, são impactados durante todos os cuidados e atendimentos. “Buscamos envolver nossos pacientes e acompanhantes na cultura de segurança do paciente divulgando temas importantes mensalmente nos nossos canais de comunicação, para que eles possam entender o cuidado prestado e atuar como barreira de eventos adversos”, esclarecem Samya Mansur e Juliana Bacelar.
Além disso, as enfermeiras ressaltam que, com a pandemia, não é simples a implementação das rotinas, já que, por si, a nova realidade impôs alterações nos comportamentos que, por fim, modificaram o dia a dia dos médicos e de toda a equipe da Santa Casa. Mas com o foco no bem-estar do colaborador e lidando com as exigências e, sobretudo, superando-as, atingir 100% da Avaliação Nacional das Práticas de Segurança do Paciente só comprova que tudo foi, realmente, seguido à risca.
“Os indicadores de segurança do paciente estão entre os principais critérios para aferir a qualidade dos serviços prestados em hospitais. A redução de infecções, quedas e lesões por pressão, por exemplo, são metas que monitoramos constantemente. Já avançamos muito em relação à segurança nos hospitais, mas ainda há muito o que se fazer. Olhando para as últimas décadas, vemos muito progresso e iniciativa científica, todavia não podemos parar. Conheça o nosso compromisso com a segurança do paciente.”
Dr. Renato Loures
Presidente da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora
Treinamentos para toda a instituição
“Nos mantivemos os treinamentos, indo em loco para manter nossa educação continuada e dar apoio aos profissionais que se sentiam inseguros em certos momentos. Focamos em fortalecer a importância da atuação correta do profissional de saúde, reconhecendo seu trabalho e esforço. Realizamos treinamentos não só com esses profissionais que atuam diretamente com os pacientes, mas com toda a instituição. Todos têm que entender a sua importância para a segurança do paciente. Com isso, sempre visamos um atendimento de excelência.”
Uma das formas de medir se os protocolos de segurança foram aplicados foi a implementação, pelo Núcleo de Segurança do Paciente, da ferramenta “Paciente Seguro”: um formulário on-line, acessado pelo site da Santa Casa de Juiz de Fora, em que os pacientes mostram, ao mesmo tempo, conhecedores dos protocolos estabelecidos pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). Automaticamente, a ferramenta gera estatísticas para análise, e o feedback acaba sendo imediato. Essa é, também, uma forma de capacitar ainda mais a equipe em relação à segurança do paciente. Vimos que o cuidado com nossos colaboradores impacta de forma importante no cuidado prestado aos pacientes. Profissionais seguros, envolvidos e reconhecidos atuam de forma mais comprometida e se sentem incentivados a buscar sempre um atendimento voltado para a excelência.

Mas esse resultado só é possível quando toda a equipe trabalha em conjunto, visando o mesmo fim: segurança do paciente e atendimento humanizado. Receber o resultado da Avaliação Nacional das Práticas de Segurança do Paciente, com 100%, é apenas uma das comprovações dessa união. Samya Mansur e Juliana Bacelar comemoram o resultado: “Isso representa que estamos no caminho certo e gera grande satisfação, pois mostra o envolvimento de toda a instituição em prol da segurança dos nossos pacientes.”
Leia também:Santa Casa de JF: Compromisso com ética e transparência
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Quarta e quinta-feira serão os dias mais críticos; máximas podem não passar dos 12,5 graus
Por Luiza Sudré, estagiária sob supervisão da editora Juliana Netto
28/06/2021 às 18h02

A transição entre os meses de junho e julho será marcada pelo declínio acentuado da temperatura em algumas regiões do Sudeste brasileiro, incluindo Minas Gerais. A condição acontece devido ao avanço de frente fria vinda do Sul do país. Segundo estimativa do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em Juiz de Fora e Zona da Mata os dias mais frios tendem a ser na quarta e na quinta-feira.
De acordo com Anete Fernandes, meteorologista do 5º Distrito de Meteorologia de Belo Horizonte, nesta terça (29), a temperatura máxima ainda sobe e chega aos 26 graus, acima dos 24,7 registrados em Juiz de Fora nesta segunda. A mínima segue na casa dos 12 graus, praticamente idêntica à marcação de 12,1 graus hoje. Já a partir desta quarta (30), há mudança brusca de cenário, principalmente em relação ao declínio da temperatura máxima. “A tendência é de que os termômetros não passem de 15 graus. O dia também deve ser marcado pela baixa sensação térmica, por conta da nebulosidade”, alerta a meteorologista, que também aponta para a possibilidade de pancadas de chuva.
O frio se intensifica na quinta (1º), com mínima em torno dos 9 graus e máxima de apenas 12,5 graus em Juiz de Fora.
Embora as medições, principalmente as máximas, sejam baixas para a região, Anete aponta que a condição pode ser ainda mais acentuada em outras áreas do estado, como Triângulo Mineiro e Sul. “A temperatura máxima irá reduzir (Zona da Mata), mas não será o frio bruto como em outros pontos”. Já para esta terça, algumas cidades do Triângulo, por exemplo, podem ter mínimas beirando 6 graus.
Defesa Civil emite alerta
Além do Inmet, A Defesa Civil também alerta a população pelo frio que atingirá a região de Juiz de Fora nos próximos dias. Em mensagem de texto enviada pelo celular, o órgão destaca para a possibilidade de temperaturas em torno dos 7 graus a partir de meia-noite desta terça-feira, com previsão do quadro ser estendido por até 96h.
Fonte: Tribuna de Minas