

SEG 22 NOVEMBRO 2021 18:15 ATUALIZADO EM SEG 22 NOVEMBRO 2021 18:16
Protocolo reduz o distanciamento e acaba com limite de público na onda verde do Plano Minas Consciente; seguem obrigatórios o uso de máscara e a comprovação de vacinação ou de teste negativo para covid-19
O Comitê Extraordinário Covid-19 atualizou o Protocolo Sanitário de Eventos de Entretenimento e Lazer com Grande Público, com regras mais flexíveis sobre o distanciamento e a capacidade máxima de lotação dos espaços. O comitê também incluiu orientações específicas para os estabelecimentos que realizam tais atividades.
A nova versão do documento, que já está em vigor, foi adotada em função do avanço da vacinação no estado, principal medida de prevenção da covid-19, e da estabilidade dos principais indicadores epidemiológicos, como queda no número de casos, óbitos e hospitalizações.
As regras específicas do Protocolo Sanitário de Eventos de Entretenimento e Lazer com Grande Público foram atualizadas para a viabilização de eventos de natureza cultural, esportiva, comercial, religiosa, social ou política, com concentração ou fluxo excepcional acima de 600 pessoas. As lotações máximas desses espaços são determinadas conforme a classificação por onda do Minas Consciente.
Atualmente, todas as macro e microrregiões de saúde do estado estão na onda verde, a menos restritiva do plano criado para retomada das atividades de forma gradual e segura.
As alterações foram as seguintes:
Distanciamento
Nas ondas amarela e verde: o distanciamento obrigatório em locais fechados foi alterado de 1,5 metro para 1 metro.
Em locais abertos, na onda verde, o distanciamento não é obrigatório. Já na onda amarela, passa para 1 metro. Na onda vermelha, o distanciamento recomendado permanece o mesmo, de 1,5 metro, tanto para locais abertos quanto para locais fechados.
Lotação máxima
O número de participantes de grandes eventos também foi atualizado. Na onda verde não há limitação e é permitida ocupação de 100% da capacidade do local. Na onda amarela, a lotação é de até 50% da capacidade do local ou até o limite de 2 mil pessoas.
Na onda vermelha, a limitação é de até 10% da ocupação total de locais fechados e até 30% da ocupação total de espaços abertos. A duração máxima deve ser de 5h e o horário permitido segue das 8h às 21h.
Mensuração de temperatura, duração dos eventos e acesso a diversas áreas
Não será mais obrigatória a mensuração de temperatura. Nas ondas verde e amarela não há limite de tempo de duração e o acesso às áreas de convivência, restaurantes, refeitórios, dormitórios, estacionamentos e playgrounds está liberado.
Máscara e comprovante de vacinação
De acordo com a coordenadora do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Estado de Minas Gerais (Cievs-MG), Eva Lídia Arcoverde Medeiros, mesmo com o avanço da vacinação e a melhora nos indicadores da doença no estado, algumas medidas ainda não serão flexibilizadas para o acesso a grandes eventos.
Continuam obrigatórios o uso de máscara e a comprovação da vacinação por meio do Certificado Nacional de Imunização de todos os participantes com as duas doses ou dose única, ou teste negativo para a doença ou laudo médico de infecção curada. Também segue obrigatória a manutenção de medidas de prevenção, como maior distanciamento físico possível e higienização das mãos, entre outras.
“Todo evento de grande público deve ter protocolos próprios, seguindo as medidas contidas neste documento. É obrigatório ao organizador realizar ações de educação em saúde sobre a covid-19, disponibilizar insumos para higienização das mãos, como água, sabão, álcool em gel e, caso haja necessidade, facilitar a devolução dos ingressos aos participantes”, explica.
Ainda segundo a coordenadora, é de competência do organizador que os participantes estejam utilizando máscaras de modo efetivo e adequado, seguindo as medidas de prevenção recomendadas. Também cabe ao organizador a conferência dos documentos obrigatórios para participação do evento e, em casos de não cumprimento das medidas, a proibição da presença do participante no evento.
Eventos esportivos
Para os eventos esportivos é recomendado que todos os atletas, praticantes e demais participantes usem máscara nos locais de atividades, retirando o equipamento apenas quando estiverem efetivamente treinando ou realizando a atividade esportiva ou desportiva. Eles devem higienizar as mãos com álcool e sabão, evitar comemorações com abraços, toques, aperto de mãos e batidas de punho, e devem ser desencorajados a utilizar recipientes compartilhados ou de outras pessoas (garrafas, toalhas etc.).
Nos centros de treinamento profissional, o uso de máscara em áreas comuns é obrigatório, exceto quando os atletas estiverem efetivamente treinando ou realizando atividade desportiva.
Devem ser evitados, também, o uso de salas de vapor ou sauna e locais sem circulação de ar, nas quais não é possível o uso de máscara, pois possuem elevado risco de transmissão de doenças respiratórias.
A imprensa e os jornalistas podem frequentar os centros de treinamento a critério das equipes e dos times de futebol.
Sobre as regras para estádios, é de responsabilidade da administração do empreendimento a observância deste documento e dos protocolos do Minas Consciente.
Tipos de eventos
Por fim, houve também a inclusão de orientações específicas para estabelecimentos por tipologia dos eventos, tais como shows, festivais, teatros, parques de diversões, temáticos e circos itinerantes.
Clique aqui e acesse a íntegra do Protocolo Sanitário de Eventos de Entretenimento e Lazer com Grande Público.
Fonte: Agência Minas


Paróquia de São José de Bicas
A emancipação Eclesiástica do distrito de São José de Bicas deu-se em 13 de janeiro de 1902, decreto provisão assinado por Dom Silvério Gomes Pimenta, Bispo de Mariana, em 11 de janeiro de 1902. Nesta mesma data foi assinado o termo de posse de Frei Luiz Reinke O.F.M, de Petrópolis. Frei Luiz Rinke foi o primeiro padre residente, responsável pelo curato, empossado pelo Padre José Juvêncio de Andrade, vigário de Guarará.
Para a fixação de um padre em Bicas, ocorreu em 31/12/1901 um fato muito importante.
O Cel. Joaquim José de Souza e sua esposa Ana Goulart de Oliveira Souza eram proprietários de um imóvel em bom estado de conservação no largo da Matriz. Os donos estabeleceram um valor pela casa, que foi pago pelo povo para oferecê-la como patrimônio à Capela de São José de Bicas, para cumprir as exigências da Diocese e permitir a elevação do distrito a Curato. Assim, graças à participação deste casal, foi possível ter a casa paroquial disponível para morada do vigário e possibilitar a instalação do curato.
No Livro de Tombos da Paróquia São José de Bicas, documento centenário com os registros eclesiásticos, consta a posse de Frei Luiz Reinke em 11 janeiro de 1902, inclusive com as assinaturas das pessoas presentes ao ato: João José de Souza, Octaviano Pinto de Rezende, Marçal Benigno Moreira, Alfredo Ribeiro de Barros, José Américo de Moraes Feijó e Álvaro Fernandes Dias.
A Paróquia de São José de Bicas foi criada em 21 de novembro 1921 pelo Arcebispo de Mariana, Dom Silvério Gomes Pimenta. Nesta época, o distrito de São José de Bicas era curato da Comarca Eclesiástica de Leopoldina e da Matriz do Divino Espírito Santo de Guarará.

Diocese de Juiz de Fora
A circunscrição territorial da Diocese de Juiz de Fora foi criada pela Bula “Ad Sacrossancti Apostolatos Officium” do Papa Pio XI, em 01/02/1924, com o território desmembrado da Arquidiocese de Mariana da qual a Paróquia de São José de Bicas passou a fazer parte. O 1º Bispo da Diocese de Juiz de Fora foi Dom Justino José de Santana, cujo período de bispado foi de 1925 a 9 de junho de 1958, data de seu falecimento.
Dom Geraldo Maria de Moraes Penido foi promovido a Bispo, em junho de 1958 e assumiu como o 2º Bispo da Diocese de Juiz de Fora.
Em 14 de abril de 1962, pela Bula “Qui tanquam Petrus” do Papa João XXIII, a Diocese de Juiz de Fora foi elevada a Arquidiocese e Sede Metropolitana. João XXIII esteve como Papa de 1958 a 1963, foi sucedido por Paulo VI) Dom Geraldo Maria de Moraes Penído tornou-se Arcebispo em 14 de abril de 1962 e foi transferido para Aparecida do Norte em São Paulo em 7 de dezembro de 1977. Assumiu provisoriamente a direção da Diocese Dom Altivo Pacheco Ribeiro, que era o Bispo Auxiliar desde 10 de abril de 1977.
Em 6 de agosto de 1978 a Igreja Católica vestiu-se de luto com o falecimento do Papa Paulo VI que havia assumido como Papa em 1963. No dia 26 foi eleito o novo Papa, o Patriarca de Veneza, Albino Luciani, com o nome de Papa João Paulo I. Em 29 de setembro, foi anunciada, com surpresa, a sua morte inesperada. Para sucedê-lo foi indicado o polonês Karol Woytila; eleito em 16 de outubro e tornou-se o Papa João Paulo II.
O 3º Bispo e depois Arcebispo foi Dom Juvenal Roriz, empossado em 20 de agosto 1978, após leitura da carta do Secretário de Estado do Vaticano, João Villot. Em correspondência enviada à paróquia de Bicas e lida nas missas, Dom Juvenal falava do “Chamado de Deus”, por ele atendido com humildade e obediência estando disponível para servir com amor à comunidade católica a ele confiada.
Em 2000, era Dom Cloves Frainer o Bispo da Arquidiocese de Juiz de Fora.
Em 3 de fevereiro de 2002, tomou posse como Arcebispo Dom Eurico dos Santos Veloso, em grande festividade na Catedral de Juiz de Fora.
Atualmente, responde pela Diocese Dom Gil Antonio Moreira.
Matriz São José de Bicas
Com a construção da ferrovia e da estação de Bicas, em 1879, iniciou-se o transporte ferroviário nessa região, e a circulação dos trens transportando cargas e passageiros influiu para a vinda dos primeiros moradores. Com o crescimento do povoado foi erguida a Capela de São José, que nos leva a crer, foi por volta do ano de 1885.
Inicialmente a Capela era muito simples, mas, apesar da singeleza, era o local aonde os fiéis se reuniam para as suas orações. Com a Capela possibilitou aos padres celebraram as primeiras missas e dar atendimento religioso aos moradores da região que antes caminhavam longas distâncias para cultuar sua fé e receberem orientação religiosa.
A Imagem de São José, padroeiro da paróquia de São José de Bicas, que se encontra na Matriz, provavelmente veio do Rio de Janeiro, antes de 1897, pois até esta data Bicas fazia parte da Arquidiocese do Rio de Janeiro. No final de 1897, passou a pertencer à Diocese de Mariana, e em 1924, a Diocese de Juiz de Fora.
Em 1931, o Padre Luiz Gonzaga da Silva realizou uma reforma com a construção da torre. A inauguração da torre da matriz foi realizada em abril de 1934, estando presente Dom Justino José de Santana, bispo de Juiz de Fora. Durante a missa foram crismadas 217 crianças, em cerimônia muito concorrida. Após a missa Dom Justino foi recepcionado com um almoço na casa paroquial do qual fez parte várias autoridades.
Em 1947 o Padre Maximiano de Oliveira realizou uma ampla reforma na Matriz. Aumentou a área onde fica o altar mor, no fundo fez uma parede em curva onde foram colocados belos vitrais doados por famílias biquenses, e trocou todo o piso. Em 22 de abril de 1947, presente para sagração do altar mor, o Bispo Dom Justino José de Santana elogiou a reforma realizada.
Em 1957 Padre Cataldo Angilelo realizou também algumas modificações na Matriz. Fez construções nas laterais e nos fundos, interligando o segundo piso, com uma passagem por trás dos vitrais. Neste aumento construiu salas e banheiros, que foram utilizados pela Escola Paroquial São José por ele criada.
No início de 1975, Pe. Osvaldo realizou ampla reforma na Matriz, com projeto elaborado pelo Engenheiro Ives Torres da Cunha. Fez a troca do forro, raspagem dos pórticos de pedra limpeza da tinta das portas para permitir a aplicação de verniz, novo revestimento das paredes internas com material resistente a base de vidro, considerado mais duradouro e de melhor conservação. Retirou as colunas e também a mesa de comunhões, mudou também o local da pia batismal. Elevou o piso do altar mor e construiu novos degraus revestindo com cerâmica vitrificada.
Durante este período de obras, as celebrações eram realizadas nos salões dos clubes próximos. Fez também a revisão de todo o telhado e aproveitou os salões laterais para reuniões e recepção de casamentos. Na sala do lado direito fez a Capela do Santíssimo.
Em agosto de 1996, Padre Elias José Saleh Filho, por necessidade, fez a troca do forro da Matriz, que estava se soltando e colocou um material moderno a base de nylon. Durante este período as missas foram celebradas no galpão do Senai.


Fonte: livro “Um olhar para o passado” / Autor: Carlos Augusto Machado Veiga

Dois homens morrem em acidentes na BR-267 na altura da Zona Norte de Juiz de Fora
Batidas foram na altura da Zona Norte de Juiz de Fora, em um intervalo de cerca de duas horas
Por Tribuna
22/11/2021 às 10h50

Duas pessoas morreram em dois acidentes na BR-267, altura da Zona Norte de Juiz de Fora, no último domingo (21). O primeiro deles foi por volta das 11h30, no Km 130 da rodovia, em Valadares. Um carro sem placas de identificação capotou.
Segundo informações do Corpo de Bombeiros e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o carro saiu da pista e foi parar às margens da BR-267, em uma área de declive. O motorista, 40 anos, foi encontrado já sem vida. Não se sabe o que causou a batida. O homem estava sozinho no carro.
Forte batida próximo a Igrejinha

Já pouco antes das 15h, outra batida ocorreu na rodovia, cerca de dez quilômetros antes do acidente anterior, em Igrejinha. Dois carros bateram de frente, um deles com placas de Piraúba e o outro licenciado em Campinas (SP).
O motorista do automóvel de Piraúba, 61, morreu no local. O condutor do outro carro, 41, segundo os bombeiros, teve escoriações leves foi atendido pela equipe do Samu. As causas da batida também serão apuradas.
Fonte: Tribuna de Minas
A subsecretária de Vigilância em Saúde da SES-MG, Janaina Passos, reforça que a segunda dose é fundamental para evitar o aumento de casos graves e garantir proteção coletiva. “O objetivo da redução do intervalo entre a primeira e a segunda dose é acelerar a vacinação dos mineiros, aumentando a quantidade de pessoas com esquema vacinal completo. Dessa forma, conseguimos reduzir os índices de transmissão da doença e as internações, principalmente os casos graves”, explica.
A implementação da medida entra em vigor neste sábado (20/11), quando será publicada a deliberação aprovada pela Comissão Intergestores Bipartite (CIB), instância de gestão que reúne representantes do Estado e dos municípios.
Até o momento, segundo dados registrados pelos municípios nesta sexta-feira (19/11), a cobertura vacinal em Minas Gerais de indivíduos acima de 12 anos com a primeira dose (D1) é de 89,81%. Já com a segunda dose (D2) ou dose única é de 72,07%. Além disso, 1.467.896 pessoas já receberam a dose de reforço.
Reforço
A deliberação também oficializa a orientação do Ministério da Saúde (MS) sobre a aplicação da dose de reforço da vacina contra a covid-19 para todos os indivíduos com mais de 18 anos de idade. Conforme o novo protocolo, ela deve ser administrada após cinco meses da última dose do esquema vacinal primário, com os imunizantes Pfizer, AstraZeneca e Coronavac.
No caso de pessoas com imunossupressão, a dose adicional deve ser administrada 28 dias após a última dose do esquema vacinal primário.
A vacina a ser utilizada para a dose de reforço deve ser, preferencialmente, da Pfizer ou, de maneira alternativa, da Janssen ou da Astrazeneca, independente de qual tenha sido o imunizante aplicado no esquema vacinal primário.
A ampliação da dose de reforço para a população acima de 18 anos depende do envio das vacinas por parte do governo federal.
Avanço da vacinação
Para avançar na maior operação de vacinação já realizada no estado, a SES-MG espera receber do Ministério da Saúde o quantitativo de doses suficiente para alcançar, ainda no mês de dezembro, a imunidade coletiva. Nessa fase, 70% da população total do estado terá concluído o esquema vacinal.
O Comitê Extraordinário Covid-19 segue acompanhando todos os indicadores relacionados à doença, como média móvel de óbitos, casos confirmados e taxas de ocupação de leitos de UTI.
Mesmo com a melhora dos índices registrados nas últimas semanas, Janaina Passos reforça que os cuidados devem ser mantidos. “É importante seguir com os protocolos sanitários, como uso de máscaras, higienização das mãos e cumprir esquema de vacinação para termos sucesso nos esforços no enfrentamento da pandemia”, destaca.
Fonte: Agência Minas