Nesta sexta-feira (12/6), à noite, um motociclista (21 anos) foi socorrido e levado para o HPS, em Juiz de Fora, depois de atropelar uma vaca, no km 5, da LMG-858, em São João Nepomuceno.
De acordo com informações da Polícia Militar Rodoviária (PMRv), o homem se deslocava de São João Nepomuceno para Descoberto, quando se deparou com o animal solto na estrada.
Após o atropelamento, ele saiu da pista e desceu uma ribanceira. Não há informações sobre a gravidade dos ferimentos da vítima e nem detalhes a respeito do estado de saúde da vaca.
MPMG pede ressarcimento de R$ 63 mil com correção monetária e juros
Por Mariana Floriano 11/07/2024 às 17h37- Atualizada 11/07/2024 às 19h33
Renato Loures foi afastado da presidência da Santa Casa em junho de 2023 (Foto: Fernando Priamo/Arquivo TM)
O ex-presidente da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, Renato Loures, e a esposa, Flávia Loures, estão sendo acusados pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) por utilizar dinheiro público para bancar despesas pessoais como viagens e multas de trânsito de carros particulares.
A ação de improbidade administrativa foi distribuída nesta quinta-feira (11) e ainda não foi apreciada pelo juiz. Loures foi afastado da presidência da Santa Casa em junho de 2023, após suspeita de desvio milionário de recursos públicos e/ou particulares apontados pela Operação No Mercy, deflagrada pelo MPMG.
O médico já responde por sete ações, sendo três criminais e quatro de improbidade administrativa. Dentre essas, duas ações, uma criminal e outra de improbidade, são contra sua filha, Moema Loures, e o genro, Fábio Gonçalves, investigados pela contratação de empresas de arquitetura com recursos do hospital.
Conforme a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Juiz de Fora, as despesas de viagem, que incluem passagens, hospedagens e restaurantes, somente da esposa, somaram R$ 63.278,57, de 2014 até 2023. Já as multas de trânsito, referentes a dois carros particulares do ex-presidente, somam mais R$ 800 e foram pagas de 2013 a 2023.
A ação propõe que a Justiça aceite o ressarcimento de cerca de R$ 63 mil, com correção monetária e acréscimo de juros de mora, além outras penalidades da lei de improbidade, que podem ser multa, perda de cargo, proibição de contratar com o poder público e até suspensão de direitos políticos.
A defesa do ex-presidente da Santa Casa afirmou, em nota, que as responsabilidades apontadas pelo MPMG não procedem. “As imputações lançadas pelo Ministério Público, assim como os pedidos condenatórios consignados na ação não procedem, conforme ficará demonstrado na forma e momento processualmente adequados.”
O inquérito detalha o valor e a data das multas aplicadas a veículos particulares de Loures e que depois teriam sido pagas pela Santa Casa. O documento ainda destaca a “diferença abismal” no tratamento que seria conferido a Renato Loures e outros funcionário da instituição. Como exemplo, o MPMG aponta uma multa de trânsito aplicada a um veículo de propriedade da Santa Casa imputada a um motorista infrator, funcionário do hospital. A este motorista foi imputada a responsabilidade pelo ressarcimento dos valores.
“Em outras palavras, a regra é imputar o ônus do pagamento de multa aplicada ao veículo da Santa Casa ao próprio motorista infrator, o que se afigura correto. Ao passo que, em relação às multas aplicadas aos veículos particulares do Requerido (Renato Loures), a Santa Casa efetuou o pagamento, ocasionando à entidade prejuízos financeiros e proporcionando ao Requerido (Renato Loures) reiterados enriquecimentos ilícitos.”
Questionado, o superintendente geral da Santa Casa, Aloysio Goreske, confirmou que foi combinado com Renato o ressarcimento dessas multas à instituição, o que, segundo ele, não ocorreu.
Viagens
Nas despesas de viagens, o MPMG aponta que os valores integrais, gastos por Renato e sua esposa, foram reembolsados pela Santa Casa ao ex-presidente da instituição. Dentre elas constam viagens internacionais para Portugal, quando foi reembolsado R$9.664,80. Parte das viagens é para simpósios e congressos de medicina, já outras não estão especificadas.
“A Requerida Flávia Reis Falci Loures não possui vínculo de qualquer natureza – empregatício, assistencial ou administrativo – com o hospital Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, não lhe prestando qualquer tipo de serviço, contudo teve ressarcidas despesas de transporte, hospedagem e alimentação em razão de ordem expressa do Requerido Renato Vilella Loures”, afirma a petição do MP.
Além disso, o documento aponta pagamentos que teriam sido feitos pela Santa Casa de assento mais conforto, bebidas alcoólicas e frigobar que seriam solicitações de Renato, sem qualquer limitação de valor.
Reportagem Aristides dos Santos com informações e Imagens da Assessoria de Imprensa da Polícia Civil do estado de Minas Gerais
POLÍCIA CIVIL REALIZA “OPERAÇÃO POMODORO” NO MUNICÍPIO DE BICAS
Seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos e três suspeitos detidos
Relato Policial:
“Na manhã desta quinta-feira (11/7), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou a operação Pomodoro na cidade de Bicas, na Zona da Mata, com o objetivo de cumprir seis Mandados de Busca e Apreensão relacionados a um homicídio ocorrido em agosto de 2023.
Conforme investigação, a vítima do crime era usuário de drogas e a motivação do crime estaria relacionada ao tráfico de entorpecentes.
Durante a operação, três suspeitos, com idades entre 18 e 44 anos, foram detidos. A ação, ainda, resultou na apreensão de diversos itens, incluindo celulares, drogas, dinheiro e um veículo.
A Polícia Civil segue investigando o caso, em segredo de Justiça.”
Brasileira é achada morta sem roupas em rodovia nos EUA
Brasileira é encontrada morta sem roupas em rodovia nos EUA; família faz vaquinha para trazer corpo
Uma brasileira de 42 anos foi encontrada morta na zona rural do estado do Michigan, nos Estados Unidos. Corpo de Suzan Christian Barbosa Ferreira foi achado sete dias após ela desaparecer. Natural de Pedro Leopoldo (MG), ela tinha viajado a Detroit a trabalho.
As posições de Maripá de Minas (11º), Guarará (14º), Mar de Espanha (21º), Pequeri (24º), São João Nepomuceno (27º) e Rochedo de Minas (29º), também, são boas… Averigue o espetáculo AQUI.
Levantamento anual vai de 0 a 100 e mede a realidade socioambiental de todos os 5.570 municípios do Brasil.
Por Ana Clara Ciscotto, g1 Zona da Mata — São João del Rei 07/07/2024 12h14 Atualizado há 2 dias
Centro histórico de São João del Rei — Foto: Prefeitura de São João del Rei/Divulgação
São João del Rei é a cidade da região com a melhor qualidade de vida, segundo dados divulgados pelo Índice de Progresso Social (IPS). Na relação mineira, o município aparece em 10° lugar, com índice geral de 67,47.
Juiz de Fora aparece logo depois, ocupando a 12ª colocação em Minas e índice de 67,32.Dos municípios da Zona da Mata e Vertentes,Muriaé, com pontuação 65,93, é o próximo, na 30ª posição.
Confira o ranking regional no fim da matéria.
O índice é baseado em dados públicos, que avalia53 indicadores agrupados em 3 grandes dimensões:
necessidades humanas básicas;
fundamentos do bem-estar;
oportunidades.
O objetivo é traçar um quadro completo da qualidade de vida nos municípios.
Em termos nacionais, as três localidades estão, respectivamente, nas posições 124, 132 e 298.
O Estudo
O Índice de Progresso Social mede a realidade socioambiental de todos os 5.570 municípios do país, buscando proporcionar um panorama multidimensional sobre a capacidade de municípios e estados em atender às necessidades básicas das pessoas.
Os índices são analisados anualmente e medem resultados de 0 a 100.
As dimensões necessidades humanas básicas, fundamentos do bem-estar e oportunidades são divididas em outros 12 componentes:
Nutrição e Cuidados Médicos Básicos;
Água e Saneamento;
Moradia;
Segurança Pessoal;
Acesso ao Conhecimento Básico;
Acesso à Informação e Comunicação;
Saúde e Bem-estar;
Qualidade do Meio Ambiente;
Direitos Individuais;
Liberdades Individuais e de Escolha;
Inclusão Social;
Acesso à Educação Superior.
O IPS Brasil é uma colaboração entre o Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Fundação Avina, Centro de Empreendedorismo da Amazônia, iniciativa Amazônia 2030, Anattá – Pesquisa e Desenvolvimento, e o Social Progress Imperative.
Confira abaixo o ranking da Zona da Mata e Vertentes:
Ranking da Zona da Mata e Vertentes no Índice de Progresso Social (IPS)
Político, que foi presidente da Câmara em Muriaé, era investigado na Operação ‘Catarse’. Também foram condenados o assessor parlamentar e esposa do acusado.
Por g1 Zona da Mata — Muriaé 09/07/2024 14h31 Atualizado há 16 horas
Carlos Delfim, foto de arquivo — Foto: Reprodução/Silvan Alves
O ex-vereador e ex-presidente da Câmara de Muriaé, Carlos Delfim Soares Ribeiro, a esposa dele e um assessor foram condenados a 11 anos de prisão em regime fechado por lavagem de dinheiro e associação criminosa. Desde novembro de 2021, eles são investigados pela Operação ‘Catarse’, deflagrada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).
Og1entrou em contato com o MPMG para saber os nomes dos investigados, mas foi informado que o processo tramita em segredo de Justiça.
Segundo o órgão, o parlamentar usava a esposa e o assessor para ‘esconder’ o patrimônio dele, decorrentes dos crimes de corrupção, concussão e peculato, por meio de veículos, maquinários e outros bens em nome de terceiros, além de empresas em nome de ‘laranjas’.
A Operação ‘Catarse’ começou em novembro de 2021, com objetivo de apurar a prática dos crimes de corrupção, concussão, peculato, fraude à licitação, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Segundo a Sejusp, Carlos Delfim chegou a ficar preso em Uberlândia por quase 2 meses, mas foi solto com uso de tornozeleira eletrônica em junho de 2023. Ainda conforme a secretaria, ele ainda não havia dado entrada no sistema prisional após a publicação da sentença.
Em nota, a Câmara de Muriaé disse que “o processo diz respeito exclusivamente ao mandado do ex-vereador e corre em segredo de Justiça”. Afirmou, ainda, que o Legislativo não está envolvido, não recebeu nenhuma notificação e que sempre colaborou com as investigações.
A reportagem tentou contato com a defesa do político, mas foi informada de que ele havia trocado de advogado. Og1não conseguiu localizar a nova até a última atualização desta matéria. O espaço está aberto para pronunciamento.
Vítima tentou recuperar dinheiro, mas líder religioso disse que já tinha gastado com obras na igreja (Foto; PCMG)
Um líder religioso de Carandaí, cidade localizada a 132 quilômetros de Juiz de Fora, foi indiciado pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) por estelionato contra uma fiel. O denunciado afirmou ter tido visões no qual a mulher perderia tudo e entraria em depressão. Para fazer um “trabalho de reversão” ele cobrou R$ 20 mil.
A vítima, frequentadora da instituição religiosa, chegou a transferir R$ 18 mil para o homem. Quando se deu conta de que se tratava de um golpe, ela pediu o dinheiro de volta, mas o líder disse que não poderia devolver, pois já tinha gastado o montante com obras na igreja. O investigado pelo crime foi indiciado por estelionato e o inquérito encaminhado à Justiça para as providências cabíveis.
O crime
Em relato à Polícia Civil, a vítima afirmou ter ido três vezes à igreja. Nessas ocasiões, o responsável pelos cultos perguntou se a mulher poderia ir à casa dele. No local, após fazer algumas orações, o suspeito afirmou que recebeu visões de um quarto escuro e disse que ela começaria a se cortar. O trabalho de reversão para que esse mal não acontecesse custaria R$ 20 mil.
O investigado ainda teria orientado que a vítima não deveria contar aquilo para ninguém, visto que se tratava de uma promessa com um ser superior. A vítima, temendo por sua saúde e patrimônio, fez três transferências em abril de 2024, totalizando o valor de R$ 18 mil.