Um motociclista (21 anos) e uma adolescente (17anos) morreram, após a moto em que estavam colidir com um cavalo parado no meio da Rua Benedito Sebastião, Bairro Monte Castelo, em Juiz de Fora.
A batida aconteceu na madrugada de sábado (4/5). De acordo com informações da Polícia Militar, após bater no cavalo, o condutor da moto perdeu o controle da direção e atingiu veículos que estavam parados no local.
Os óbitos foram detectados, ainda no local, por um médico do Samu. A perícia esteve presente. A PM não soube dizer as condições de saúde do cavalo.
Dois amigos de infância se encontram em um livro póstumo. As crônicas de Amilcar Rebouças e as ilustrações de Bello foram reunidas no livro “Urbanos e Sacanas”, que será lançado na próxima terça-feira (7), às 19h30, na Câmara Municipal de Juiz de Fora. Ao longo das páginas, foram escolhidos textos e charges que resumem bastante o que os dois eram, em vida, e trazem trabalhos bem humorados que conversam entre si. A organização é de Maria Angélica Rebouças, irmã do cronista, com projeto gráfico de Eduardo Bello e apoio da Sinteac, Indorama Ventures e Supermercados Santo Antônio. A venda dos livros terá verba destinada para a Ascomcer e para o Lar Cristão Paulo de Tarso.
Crônicas de Amilcar Rebouças e ilustrações de Bello foram reunidas no livro “Urbanos e Sacanas”, que será lançado na próxima terça, às 19h30, na Câmara Municipal (Foto: Divulgação)
O projeto deste livro começou quando Amilcar estava com câncer e, acompanhado da irmã e da mulher, revelou que tinha o sonho de escrever um livro. “Nós conversamos muito sobre as crônicas, que ele escrevia para o Diário Regional, chegou a escrever também para a Tribuna e, desde 2000, na Em Voga, revista que organizo. Ele dizia que não ia dar tempo de realizar esse sonho”, relembra Maria Angélica. Desde então, no entanto, os dois começaram a conversar sobre como seria o tal livro, e ela foi, aos poucos, começando a planejar de fato como faria para realizar o sonho dele.
A ideia era homenagear o irmão e, ao mesmo tempo, trazer para os leitores uma seleção de textos que agradassem diferentes públicos. Entre mais de 800 crônicas publicadas, Maria Angélica optou por aquelas que fossem leves e bem humoradas, deixando de lado temas como política e religião. Apesar de confessar que ela e o irmão eram bastante diferentes, entende a importância da cultura na vida do irmão como ninguém, já que afirma que esse foi o principal legado que o pai os deixou. “Ele sempre foi muito sério, não tinha muito tempo, era engenheiro. Tínhamos gênios opostos. Gastava pouco pra falar, escutava e observava muito. Mas passava tudo para o papel”, conta. Foi então que chegou a seleção de uma centena de crônicas escritas de 2002 a 2022, até o fim da vida do cronista, que tratavam de diferentes temas que lhe interessavam.
Para Maria Angélica, organizadora do livro, fica claro como o livro destaca a importância do humor, mesmo em tempos difíceis, e a leveza que o irmão levava a vida (Foto: Arquivo pessoal)
Para a irmã, ter esse contato com os textos foi uma forma de lidar com a falta, e também perceber a importância que alguns temas tiveram na vida de Amilcar. “Ele era muito espirituoso. Me chamou atenção os valores que ele sempre teve. Também sempre foi um leitor assíduo, tinha uma inteligência fora do comum e sempre estudou muito a língua portuguesa. Era um amante dos bons vinhos, das melhores comidas, dos restaurantes gostosos, das viagens e da música”, conta Maria Angélica. Além disso, também tinha a sustentabilidade como bandeira (o que ela levou para o livro, com as páginas em papel certificado) e também a filosofia estoica. Isso, então, fica espelhado nos textos do livro, que eram escritos aos finais de semana, quando o autor estava ao lado da sua família e de seus cachorros.
Amizade de Amilcar Rebouças e Bello
A amizade de Amilcar Rebouças e Bello começou ainda na escola, no Jesuítas, e continuou ao longo de toda a vida. O primeiro nasceu em 1955, em Bicas, e formou-se em Engenharia Civil, tendo continuado na área por toda a vida e feito diferentes obras residenciais e públicas. Também foi perito judicial, Secretário Municipal de obras e, aos finais de semana, escrevia crônicas. O outro, no entanto, apesar de ter se formado no mesmo curso, seguiu a carreira como chargista e cartunista, criando charges diárias por muitos anos. O desenho já se manifestava como talento desde a infância.
Os dois, ao longo da vida, tiveram rumos diferentes, mas mesmo assim, sempre mantiveram um diálogo. “Eles sempre tiveram o humor, o papo e a cervejinha em comum. Então mantiveram a ligação. Um escrevia algo, mandava pro outro, e aí respondia com charge”, explica Maria Angélica, que resolveu eternizar isso no livro.
Um episódio de violência durante a Cavalgada e Encontro de Comitivas em São Sebastião da Vargem Alegre resultou em um homem gravemente ferido a facadas e outro preso como suspeito do crime. O ocorrido, registrado no final de semana passado, 28 de abril, chocou a comunidade e exigiu uma resposta rápida das autoridades.
As imagens recebidas pela nossa redação revelam a intensidade da briga e a gravidade dos acontecimentos. Um homem de 29 anos foi esfaqueado e precisou passar por cirurgia, permanecendo em tratamento para se recuperar dos ferimentos. Enquanto isso, um indivíduo de 33 anos, morador de São Miguel do Anta, foi detido como o suposto autor das facadas e encaminhado delegacia de Polícia de Viçosa para as providências legais.
Neste sábado, 4/5, das 9h às 12h, no Supermercado Santo Antonio, em Bicas, vai rolar o lançamento do livro Urbanos e Sacanas… Aí está um boa e merecida homenagem póstuma da revista EM VOGA a dois cobras do humor: Amilcar Rebouças e o chargista Bello. O proveito da ação será doado ao Lar Cristão Paulo de Tarso.
O suspeito foi preso em flagrante, pouco tempo depois da fuga da vítima, em um bar de vendas de churrasco de Santa Luzia, na Grande BH, enquanto tentava fazer compras com o cartão dela.
Por Francielly Santiago, Henrique Campos, g1 Minas e TV Globo — Belo Horizonte 03/05/2024 03h24 Atualizado há 20 minutos
Um homem foi preso, nesta quinta-feira (2), suspeito de sequestrar, estuprar e torturar a vizinha, por aproximadamente 24 horas. O crime ocorreu no bairro São Benedito, em Santa Luzia, na Grande BH.
Segundo informações da Polícia Militar (PM), Rafael Rodrigues Ferreira, de 48 anos, manteve a mulher em cárcere privado na casa dele, e a vítima só conseguiu fugir e pedir socorro à polícia depois de pular uma janela, enquanto ele tomava banho.
A vítima, de 35, relatou que já vinha sendo perseguida pelo suspeito. De acordo com ela, o homem a assediava na igreja que frequentava.
Na noite desta quarta-feira (1º), o suspeito abordou a vítima na rua, colocou uma faca no pescoço dela e a sequestrou. O crime assustou os próprios militares que atenderam a ocorrência.
O suspeito manteve a vítima em cárcere privado na casa dele. — Foto: PMMG
“Eu confesso que em 22 anos de polícia, a gente ver um crime bárbaro desse acontecer me surpreende”, disse o major Henrique Rabello, da Polícia Militar de Minas Gerais.
De acordo com a PM, durante as 24 horas o suspeito ainda espancou a vítima, a deixou sem se alimentar e a ameaçou caso contasse sobre o crime à polícia. A vítima conseguiu fugir do cativeiro na quinta-feira (2).
Ela conseguiu ajuda em uma base da PM e foi levada para Unidade de Pronto Atendimento São Benedito.
Prisão e inquérito
O suspeito foi preso em flagrante, pouco tempo depois da fuga da vítima, em um bar de vendas de churrasco da região enquanto tentava fazer compras com o cartão dela. O homem já tem passagens pela polícia por homicídio, roubo, furto e lesão corporal.
Em nota, a Polícia Civil informou que a perícia foi até o local do crime e encaminhou a vítima para atendimento médico.
Já o suspeito foi preso em flagrante pelos crimes de roubo, sequestro, estupro e cárcere privado, com agravante do sofrimento físico e moral da vítima. A PC disse, ainda, que instaurou um inquérito para apurar o caso.
O g1 não conseguiu contato com a defesa de Rafael Rodrigues Ferreira.