O “Vagou, Juiz de Fora” é um quadro para divulgação de oportunidades de trabalho disponíveis em Juiz de Fora.
Empresas e pessoas físicas interessadas em divulgar vagas devem preencher o formulário abaixo, indicando os meios para recebimento de currículos. Para pessoas em busca de emprego, basta acessar a página do “Vagou, JF” e conferir as vagas abertas.
A ação busca atender à demanda de empresas e de pessoas físicas em busca de trabalhadores. Além disso, é uma forma de democratizar as oportunidades, fazendo com que a informação chegue àquelas pessoas que procuram por uma vaga em Juiz de Fora.
A Prefeitura não tem participação no processo de seleção das empresas ou acesso aos currículos de candidatos, e não realiza triagem dos mesmos.
Bicas fez 100 anos, e o Milton Alhadas fez além, ao imergir mais de 100 familiares e amigos no Art’Bicas, visando ao lançamento do livro “Genealogia e História da Família Fernandes Alhadas“, de autoria dele mesmo, do escritor Milton R F Alhadas.
Assim cravejando, a paradinha ficou completa… “Plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro”, frase popular do poeta cubano José Martí (1853/1895), que significa deixar um legado.
Como diria o saudoso artista biquense Said Felipe: “Colosso!”
A Câmara Municipal de Bicas, através de sua mesa diretora, acaba de lançar o aplicativo ‘Camara Bicas’, “que está disponível na Play Store. O aplicativo conta com 8 ícones de acesso fácil para ampliar e facilitar a integração entre os cidadãos e o Poder Legislativo Municipal.
No dia 1º de novembro de 2024 foi uma noite inesquecível em Maripá de Minas! Lançamento do filme “A Emancipação de Maripá de Minas: Um Olhar para os Anos 50 e 60” — uma verdadeira viagem no tempo que trouxe lembranças, histórias e emoções que marcam a trajetória da cidade.
Casa estava cheia, com tantos filhos e amigos de Maripá celebrando juntos. Foi emocionante ver a união e o orgulho pela cidade em cada olhar.
Para fechar com chave de ouro, teve música ao vivo com a banda Cidade Mídia, brinquedos para a criançada, barraquinhas de comidas e bebidas e muita alegria que tomou conta da noite.
Que essa seja apenas uma das muitas celebrações que ainda virão!
Obrigado a todos que fizeram parte desse momento tão especial!
Uma aposta terminou em tragédia no distrito de Santa Luzia, em Caratinga, no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais, no fim da tarde desse sábado (2/11). Nailton José da Silva, de 42 anos, que estava com amigos e familiares, morreu depois de tentar atravessar uma lagoa a nado. Caso conseguisse completar o desafio, ele receberia R$ 100, informou o Corpo de Bombeiros neste domingo (3/11).
As informações foram repassadas aos militares pelo cunhado da vítima. Segundo ele, o grupo fazia consumo de bebidas alcoólicas, e um dos amigos fez a proposta em dinheiro. Parte das pessoas presentes começou a filmar a travessia de Nailton, que, de repente, submergiu e não foi mais visto. Houve pânico no local durante a tentativa de encontrá-lo.
Os bombeiros chegaram ao local por volta das 18h, sendo que Nailton estava submerso há pouco menos de uma hora. Os militares encerraram as buscas às 19h10, quando o corpo foi localizado. Após a constatação do óbito, a vítima foi levada para a margem e mantida submersa até a chegada da perícia da Polícia Civil, que compareceu ao local às 20h30.
“A decisão de manter o corpo submerso até a chegada da perícia teve o objetivo de evitar tumultos, filmagens e fotos de terceiros, além de conservar o corpo em uma temperatura mais amena, o que contribui para reduzir o processo de deterioração”, explica o Corpo de Bombeiros.
A Polícia Militar foi acionada, mas, conforme a corporação, nenhuma viatura estava disponível no momento. “Isso nos obrigou a controlar os ânimos do público e preservar a segurança do local enquanto realizávamos o atendimento”, diz trecho da ocorrência.
Os bombeiros retiraram a vítima da água após a conclusão dos trabalhos periciais. O corpo de Nailton foi conduzido ao Instituto Médico-Legal (IML).
Mineiro de Juiz de Fora, Henrí nasceu com 4,2 kg e 51 cm e fez sucesso nas redes após a mãe revelar que, aos 2 meses, já pesava quase 7 kg. Agora, ele tem a altura de uma criança de 15 meses.
Por Nathália Fontes*, g1 Zona da Mata — Juiz de Fora 01/11/2024 02h30 Atualizado há 2 dias
Dez meses de vida, 14 quilos e 79 centímetros. Esses são os números do bebê Henrí Bandeira de Mello Barbosa Xavier, que viralizou nas redes sociais depois que a mãe, Alessandra Barbosa Xavier, postou um vídeo sobre o rápido crescimento do filho.
Nascido em Juiz de Fora no dia 19 de dezembro de 2023, Henrí veio ao mundo com 4,2 kg e 51 cm. Com um mês, o bebê já pesava 5,8 kg e media 57,5 cm. E o garotinho não parou de crescer…
Henrí Bandeira de Mello Barbosa passeando nas ruas chama a atenção — Foto: Alessandra Barbosa/Arquivo Pessoal
No vídeo que viralizou (veja acima), Alessandra revelou que, aos dois meses, o filho já havia atingido a marca de 6,9 kg e 62,5 cm. Aos seis meses, pesava 11,630 kg e media 71,5 cm. Agora, Henrí corresponde à altura média de um bebê de 15 meses.
De acordo com a Curva de Crescimento Infantil, padrão internacional adotado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a altura média no nascimento de meninos recém-nascidos saudáveis é de 49,9 cm—Henrí nasceu com 1,1 cm a mais. Agora, com 10 meses de vida, ele já ultrapassa a média de um bebê de 15 meses, que costuma ser de 72 cm.
‘Todos do hospital vinham ver o bebezão que tinha nascido’
Henrí Bandeira de Mello Barbosa nasceu com 4,2 kg e 51 cm — Foto: Alessandra Barbosa/Arquivo Pessoal
Alessandra conta que queria muito um parto normal e ficou acompanhando o tamanho do bebê pelo ultrassom. Dois dias antes do nascimento, Henrí estava com 3,4 kg.
Quando começaram as contrações, a família saiu de Três Rios (RJ) rumo a Juiz de Fora, onde foi feito o pré-natal e o planejamento do parto, em um trajeto de cerca de 60 km. No hospital, a mulher foi internada com contrações a cada três minutos, mas sem evolução na dilatação.
“Fiquei 24 horas em trabalho de parto até que a contração ficou absurdamente forte e comecei a desmaiar. O médico recomendou uma cesárea, por causa dos desmaios, e pedi para fazer. Na hora em que o Henrí saiu, todo mundo falou que estava explicado por que não estava nascendo. Ele era realmente grande, e o ultrassom feito dois dias antes não tinha mostrado o tamanho dele”, conta a mãe do garotinho.
No início, Alessandra se preocupava com o peso do filho e sempre perguntava aos pediatras se isso era normal.
“Quando recebemos o cartãozinho com a curva de crescimento o Henrí estava quase para fora da página. Eu ficava morrendo de medo e perguntando para os médicos se precisava fazer uma dieta”.
Agora, Henrí tem o tamanho de uma criança de 2 anos. De acordo com a mãe, os médicos a informaram que quando o menino completar 1 ano, esse ritmo de crescimento e ganho de peso irá diminuir, porque ele vai gastar mais energia andando e correndo.
“O Henrí está no aleitamento materno ainda e só come comida orgânica, ele não come nada de industrializado e não come açúcar, então, todo o crescimento dele é bem saudável”, destaca.
Embora exista um padrão internacional da OMS, a pediatra neonatologista Mariângela Ribeiro Silva Duarte afirma que algumas crianças crescem mais por causa do potencial genético, ou seja, por serem filhos de pais altos. O pai de Henrí tem 1,82 m, enquanto a mãe mede 1,56 m.
Sou bisneto do Barão de Catas Altas e leitor do jornal O Município, como eram meus pais e avós, já falecidos.
No próximo 3 de novembro, completam-se 100 anos de falecimento do barão. Estou enviando a notícia do falecimento, publicada por este jornal em seu número 81, ano 2, de 9/11/1924. Em lembrança e homenagem ao ilustre antepassado, em nome da família, solicito a publicação da matéria, tendo em vista a possibilidade e conveniência do jornal.
E desde já agradecemos.
Antonio José Gomes Bastos
(A direção aproveita a oportunidade e publica não só a notícia supra, mas a íntegra do citado jornal O MUNICÍPIO)