




Ao som do Adriano di Melo, Beatriz Angelina de Oliveira Moreira (a Beatriz do saudoso Edir Moreira) solenizou 80 anos, com festão no Espaço Rocha, em Bicas. Veja, AQUI, as fotos batidas pelo caçula da aniversariante, Leandro Mumu.
Pra completar, Dante Buffet e a decoração do filho Luciano Moreira e equipe da Filhos da Águia da Portela pontuaram.
Abusos aconteceram várias vezes entre 2011 e 2014, de acordo com a denúncia. Uma das vítimas tinha quatro anos quando sofreu a primeira violência.
Por g1 Minas — Belo Horizonte
31/07/2024 16h22 Atualizado há um dia

Um homem foi condenado a 56 anos de prisão em regime fechado por estuprar as quatro irmãs menores de 14 anos no distrito de Ipoema, em Itabira, Região Central de Minas. Segundo a denúncia, os abusos aconteceram várias vezes entre 2011 e 2014.
De acordo com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), responsável por mover a ação contra o irmão, os abusos aconteciam na casa onde eles moravam. Uma das vítimas tinha quatro anos de idade quando sofreu a primeira violência.
“O acusado utilizava o mesmo modus operandi com todas as irmãs, embora não tenha praticado os abusos com as quatro ao mesmo tempo. Pelo contrário, revezava entre as vítimas, possivelmente para que uma não tomasse conhecimento dos abusos em relação à outra, até porque o réu ordenava que elas não contassem os fatos para ninguém, e assim o fizeram por longo período”, disse a denúncia.
Para que a mãe não soubesse, o irmão ameaçava as meninas. Um dia, ela descobriu sobre os abusos, repreendeu o homem, que tentou agredi-la com um facão e um canivete.
As vítimas disseram que a violência acontecia enquanto a mãe delas estava dormindo e que os abusos só acabaram quando ela faleceu e elas foram morar em outra cidade, com outros familiares.
Ainda segundo a denúncia, o homem praticava atos libidinosos — como toque, apalpações e beijos — e também consumava o ato sexual. A pena para quem pratica essa violência com menores de 14 anos é de 8 a 15 anos de prisão.
04/08 – BRUNA, filha de Margareth Rossi e Dr. Vinícius Cerqueira.
04/08 – AMARILIS MACHADO ARAÚJO HADDAD, residente em Juiz de Fora.
04/08 – ANTÔNIO GABRIEL SIMÕES DINIZ, filho de Patrícia e Carlos Elias Diniz e neto de Maria Aparecida e João Batista Diniz.
05/08 – A Dra. LAURA FRANÇA VEIGA, residente em Belo Horizonte.
05/08 – MURILO DA SILVA, funcionário do INPI (Setor de Patentes), residente no Rio de Janeiro.
06/08 – REGINA LANINI DE CASTRO.
06/08 – SAULER JOSÉ FELIPE MATOS.
06/08 – JULIANA, filha de Ercília e José Ildeu de Castro.
07/08 – LUIZ CÚGOLA.
07/08 – ÉRIKA FARHAT.
09/08 – DENILSON DIAS VENTURELLI.
09/08 – GERALDO MAGELA SOUZA RAMOS.
10/08 – JOSÉ MARIA MACHADO VEIGA.
10/08 – FELIPE, filho de Sônia e Ênio de Souza, residentes em Petrópolis/RJ.
10/08 – PAULO BARRAL, residente no Rio de Janeiro/RJ.
12/08 – JOSÉ AUGUSTO, filho de Dorinha e Lauro Augusto de Castro.
13/08 – O cantor REGINALDO DE JORGE.
13/08 – PATRÍCIA GUARNIERI SIMÕES DINIZ, esposa de Carlos Elias Diniz e nora de Maria Aparecida e João Batista Diniz.
14/08 – AMARILDA MACHADO ARAÚJO.
16/08 – TAMIRYS, filha de Silvana e Valcir Barin.
16/08 – CARMEM LÚCIA MACHADO.
16/08 – PATRÍCIA GUARNIERI.
17/08 – LATIFE FARHAT.
17/08 – JUDITH PERON DE OLIVEIRA.
18/08 – GILMAR GOMES DE OLIVEIRA.
18/08 – ROGÉRIO MENDES DE ARAÚJO.
19/08 – Dra. DANIELA D. VEIGA CARVALHO, residente em Ipatinga/MG.
19/08 – VERALUCE SALLES SOUZA RAMOS e dia 20/08 seu marido Dr. JOSÉ MARIA DE SOUZA RAMOS.
20/08 – AURA MARIA LAMHA CARNEIRO.
20/08 – ALOYSIO BARBOSA LORO BORGES.
20/08 – ADILSON CÉSAR REIS.
21/08 – YAGGO REBOUCAS ESTIGUER GUEDES, neto de Maria Angélica Monteiro da Silva
Rebouças.
22/08 – BERNARDO, filho de Aloma e Francisco Galil.
22/08 – PEDRO PAULA CÂNDIDO.
24/08 – CAROLINA REBOUÇAS ESTIGUER.
25/08 – JULIANA SILVA DOS SANTOS.
25/08 – MANUELA PARADELA RETTO.
26/08 – MARCELO RETTO VEIGA, funcionário da Petrobras em Macaé/RJ.
26/08 – EVELINE PINHO.
27/08 – FRANCISCO GALIL, residente em Juiz de Fora.
27/08 – DIOGO GONÇALVES FILGUEIRAS.
27/08 – Pe. CÁSSIO BARBOSA DE CASTRO.
28/08 – EDUARDO SANTOS FURTADO.
29/08 – STELA MARIA TAROCO.
Neste ano, entre janeiro e junho, foram feitos 4.623 exames na rede pública de saúde. No mesmo período de 2023, a quantidade de exames realizados foi de 6.226
Tribuna de Minas
Dados retirados do Datasus mostram que Juiz de Fora teve uma queda de quase 26% no número de mamografias realizadas na cidade. Neste ano, entre janeiro e junho, foram feitos 4.623 exames na rede pública de saúde. No mesmo período de 2023, a quantidade foi de 6.226.
O número informado pela Secretaria de Saúde (SS) do município é um pouco maior. De acordo com a pasta, foram realizadas, entre janeiro e maio de 2024, 5.491 mamografias. A secretaria não soube informar, no entanto, a quantidade de exames realizados no mesmo período do ano passado para comparação. Segundo a SS, historicamente, a maior procura por mamografias acontece nos meses de março e outubro, devido as campanhas de conscientização do mês da mulher e do Outubro Rosa.
Os valores são menores que no período pré-pandemia. Pelo Datasus é possível ver que a quantidade de mamografias realizadas em Juiz de Fora entre janeiro e junho ultrapassava a casa dos 5 mil. Em 2018 foram 5.398 exames realizados no período e em 2019, 5.446.

A dificuldade de acesso a mamografias pela rede pública motivou debates na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). No dia 16 deste mês, a Comissão de Saúde, atendendo a requerimento dos deputados Arlen Santiago (Avante) e Doutor Wilson Batista (PSD), tratou da burocracia no acesso, além dos valores defasados no pagamento de procedimentos, insumos e profissionais, resultando em menor oferta de serviços, diagnósticos tardios, evasão e mortes.
Conforme Arlen Santiago, foram realizados mais exames em 2018 (330.808) do que em 2022 (274.966) em Minas Gerais, no que se refere a
mamografia de rastreamento. O mesmo aconteceu com a mamografia diagnóstica entre 2018 (63.449) e 2022 (62.004). Nesse caso, o valor total repassado pelo SUS seria de apenas R$ 22,50 por procedimento, insuficiente sequer para cobrir os custos do material utilizado, em torno de R$ 25.
Essa diferença seria ainda maior no caso das biópsias de mama: o SUS pagaria R$ 283,46 nos casos mais complexos para um custo mínimo estimado de R$ 1.049,69.
Quando o câncer de mama é finalmente diagnosticado, a evasão do tratamento, ou seja, a falta de informações sobre o destino da paciente cresceu de 5,2%, em 2013, para 28%, em 2022, isso sem considerar a subnotificação.
“O SUS é o melhor programa de saúde do mundo, mas, com relação às mamografias, quem toma as decisões parece preferir que as mulheres não tenham um diagnóstico precoce para depois gastar mais dinheiro com a quimioterapia, quando uma simples mamografia e depois a biópsia conferem um índice de cura de 95%”, afirmou o parlamentar.
A médica mastologista e ginecologista Aline Coelho aponta que a redução dos exames pode significar uma evasão da rede pública de saúde. “Pode ser um número alarmante, mas pode significar que as pacientes estejam migrando para a rede privada. As clínicas têm feito muitas promoções, principalmente no Outubro Rosa. Esses descontos fazem com que o valor do exame fique acessível para as pacientes. Hoje, com R$ 200, você consegue fazer uma mamografia.”
O principal atrativo é a maior celeridade, tanto na execução do exame quanto na obtenção do resultado. No SUS, como explica Aline, o agendamento para mamografia, principalmente a de rastreio – que é aquela que precisa ser feita anualmente como prevenção – pode demorar, em média, uma semana, ou até mais, dependendo da procura. “O pedido para mamografia no SUS é uma coisa muito específica, ele é diferente de um pedido de consultório. A paciente não pode simplesmente ir com um pedido médico para realizar esse exame, precisa ser um pedido feito no SUS. Então tem toda essa questão também.”
A idade para começar o rastreio, ou seja, realizar anualmente a mamografia para avaliar se há alguma alteração na mama, é um motivo de divergência entre entidades. A Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda a mamografia de rastreamento anual a partir dos 40 anos para mulheres de risco habitual e a partir dos 30 anos para mulheres de alto risco. Já o Ministério da Saúde, e o que vale por lei no SUS, recomenda mamografia de rastreamento até de dois em dois anos a partir dos 50 anos e anual a partir dos 35 anos para mulheres de alto risco.
Aline, que também trabalha do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (HU-UFJF), afirma que lá foi protocolado que o exame de rastreio seja feito a partir dos 40 anos. “Mas é uma realidade diferente, um hospital escola, que precisa de mais mamografias para a própria curva de aprendizado dos residentes.” Mas, de acordo com ela, a questão da idade não chega a ser o principal problema, visto que, se todas as mulheres a partir dos 50 anos realizassem a mamografia de rastreio, o índice de casos mais graves poderia ser reduzido significativamente.
“A realidade de Juiz de Fora é muito diferente da realidade de outras cidades do Brasil. Aqui, as pacientes estão bem orientadas e, por saberem a importância do exame, às vezes têm a capacidade de se organizar financeiramente e juntar um dinheiro para fazer a mamografia na clínica particular. Mas, nos casos em que isso não é possível, cabe ao SUS oferecer essa acessibilidade para atender o público-alvo.”
Neurocirurgião do DF Tiago da Silva Freitas foi a Minas para implantar eletrodos em Caroline Arruda para tentar aliviar a pior dor do mundo
Por Bruno Bucis, Metrópoles
29/07/2024 às 16h22

O caso da estudante Carolina Arruda, 27 anos, comoveu o Brasil neste mês de julho. Vítima da “pior dor do mundo”, a jovem chegou a organizar uma campanha de financiamento coletivo para conseguir fazer uma eutanásia e deixar de sentir suas dores constantes.
No início do mês, porém, ela aceitou se internar em uma instituição especializada no manejo da dor em Alfenas, no Sul de Minas para tentar controlar seus sintomas e o tratamento avançou para uma nova etapa neste sábado (27), com a realização de uma cirurgia na face para tentar conter as dores.
A jovem possui neuralgia do trigêmeo nos dois lados do rosto e os sintomas apareceram há 11 anos. Ela afirma sentir dores constantemente desde então, algumas vezes tão intensas que a fazem desmaiar e que se parecem com facadas.
Vídeo: mulher é esfaqueada e espancada pelo ex no bairro Barroca, em BH
A tentativa de feminicídio aconteceu em plena luz do dia e foi flagrada por câmeras de segurança Uma mulher de 35 anos foi esfaqueada e espancada pelo ex-companheiro enquanto chegava do trabalho, bairro Barroca, Belo Horizonte, terça-feira (16/07). A tentativa de feminicídio aconteceu em plena luz do dia e foi flagrada por câmeras de segurança.
Nas imagens é possível ver a brutalidade do ataque. O vídeo mostra a vítima caminhando pela rua Aristóteles Caldeira, enquanto o indivíduo segue logo atrás. Em dado momento, ele retira uma faca da cintura e passa a golpear a vítima, que ainda tenta se defender. Com ela já caída ao solo, o homem persiste nas agressões e continua arremessando socos e desferindo chutes contra ela. Em seguida, ele foge do local correndo após notar a presença de testemunhas.
A vítima foi amparada por duas mulheres, que acionaram o Samu. Ela foi levada para o Pronto-Socorro João XXIII, com ferimentos na cabeça, costas e inconsciente. Apesar da brutalidade do ataque, os médicos informaram que exames iniciais não apontaram lesões graves e que a vítima não corre risco de morrer.
Em contato com a Polícia Militar, familiares da vítima confirmaram, através das imagens, que o investigado de cometer o crime é o ex-companheiro dela. O relacionamento teria terminado há cerca de um ano. No entanto, os parentes não souberam informar a motivação do crime.
A PM foi até a casa do suspeito, mas ele não foi encontrado. Ele segue sendo procurado. O caso será investigado pela Polícia Civil (PCMG).
Informações: O Tempo