Padre, pertencente à Igreja Católica, foi preso no fim de semana, em Coari
20/08/2024
07:18
Um padre, preso no domingo em Coari, interior do Amazonas, por ser suspeito de pedofilia, engravidou uma das vítimas e a obrigou a abortar e a enterrar o feto num quintal.
As informações foram reveladas, nesta segunda-feira (19), pela Polícia Civil.
As investigações concluíram que pelo menos quatro adolescentes foram alvo de abusos sexuais por parte do padre, que também filmava os crimes.
A investigação teve início no ano passado, depois de uma jovem, de 17 anos, denunciar que mantinha um relacionamento com o padre, que filmava os atos sexuais e armazenava os vídeos.
A menor relatou que mantinha relações sexuais com o padre desde os 14 anos. Além disso, chegou a engravidar do homem, que a obrigou a abortar.
“Nesse contexto, entra a participação de um homem de 34 anos, que está foragido. Ele é amigo do padre e foi o responsável por fornecer à adolescente um medicamento, que ela ingeriu e resultou no aborto. O feto foi expelido no quintal da casa desse amigo do padre e enterrado no local. Isso foi confirmado tanto por fotos quanto pelo depoimento da vítima”, explicou o delegado José Barradas.
A jovem era alvo de violência psicológica e alvo de ameaças constantes pelo padre, que a coagia dizendo que “iria acabar com a vida dela, pois ela era sua e de mais ninguém”.
Durante a operação que levou à detenção do suspeito, os policiais encontraram o padre na cama com uma jovem que tinha completado recentemente 18 anos. Além de manter relações com a vítima, pedia-lhe que levasse amigas para que todos tivessem relações sexuais em conjunto.
Foram apreendidos “mais de 260 vídeos de cenas de sexo com adolescentes e com outras pessoas”.
Em comunicado, a Diocese de Coari manifestou repudio por todas as forma de abuso e disse estar solidária com as vítimas e famílias. Além disso, afastou o padre de todas as funções que desempenhava na Igreja Católica.
Foi com uma animada reunião de família no Lourdes Square que Wagner Barreto comemorou seus 80 anos. Na foto, o aniversariante com o filho Wagner, Paloma Vaz de Mello Barreto, Isabela Tostes, Marília Barreto, a mulher Lígia Barreto, os filhos Ana Paula Calixto e Paulo Henrique Barreto, Júlia Barreto, Ana Elisa Calixto, Guilherme Marques, Gabriel Calixto, Betinho Calixto, Felipe Calixto e Helena Barreto.
O jornalista Marcelo Barreto, felicitou o pai, ao vivo, durante a cobertura dos Jogos em Paris.
Fonte: Tribuna de Minas – Coluna Cesar Romero – 18 e 19 de agosto de 2024
Imagens de mais um incêndio na região. Dessa vez, ao redor da BR-267 em Bicas, nas proximidades de São Manoel, na noite desta segunda-feira, 19 de agosto. Enviado por Felipe Casela ao Portal RKF. Lamentável!
Denilson Venturelli (esse bonitão de blusa preta aí na frente, ao lado da Ivânia), um garoto em campo, abriu as portas da Granja Sol Maior, em JF, para receber familiares, os meninos do Grupo Eterno Aprendiz, agregados e tal… e foi logo comemorando sessentinha-pra-lá-sessentinha-pra-cá.
Bom humor, alegria, leveza! A galera estava mais inspirada do que o Zé Pafo cantando bingo na quermesse da paróquia!
Ricardo Martins, de 42 anos, sempre foi comerciante. Entretanto, há cerca de cinco anos, foi impossibilitado de trabalhar por conta de uma condição genética rara. O juiz-forano tem Síndrome de Li-Fraumeni. Devido aos altos custos, ele e sua família organizam uma vaquinha para auxiliar no tratamento, além de utilizarem o Instagram para divulgar atualizações. A doença é causada por uma alteração no gene TP53 – que cria uma defesa para impedir a formação de tumores no organismo.
Conforme a National Library of Medicine, do governo dos Estados Unidos, a incidência da doença é de 0,005% a 0,02%. Em conversa com a Tribuna, Carolina Martins, irmã de Ricardo, conta que a doença genética foi descoberta em 2015, após ele ter um sarcoma de partes moles. “O médico ficou muito intrigado com aquilo, porque o sarcoma atinge 1% da população, e o tipo dele – na parede abdominal – atinge 0,3%. Por isso, solicitou o exame para a família inteira. Infelizmente, tanto ele como seu filho testaram positivo para a síndrome. Desde então, Ricardo já teve nove cânceres. Agora, ele luta com três metástases: pulmonar, suprarrenal e retroperitoneal.”
Os tumores apareceram em locais diferentes: principalmente na parede abdominal, mas também no ombro, costas, umbigo e outros. Carolina relata que isso aconteceu em sequência. “Em 2022, um mês e meio depois de uma cirurgia, apareceram mais dois tumores, então precisou operar de novo. Inclusive, os médicos usaram o corte da mesma cicatriz. Cerca de dois meses depois, surgiram três novos, resultando em nova operação. Depois apareceram mais, e a equipe médica decidiu não operar novamente, porque perceberam que não estava adiantando”, diz.
A partir disso, os médicos partiram para uma outra diretriz: a radiocirurgia. Segundo Carolina, o protocolo melhorou bastante o quadro – dois tumores sumiram, mas outro permaneceu. Apesar de continuar ativo, não apresenta grandes problemas. Por isso, a família afirma que a atenção médica está voltada para as metástases no momento.
Outra questão levantada pela irmã de Ricardo é o tipo da Síndrome de Li-Fraumeni, que não é o “mais comum”. Ela explica que é outra mutação. “A partir de estudos, descobriram que a doença é divida entre brasileira e não-brasileira. A primeira existe no Sul e no Sudeste do nosso país e é uma mutação mais leve, que provavelmente não leva os pacientes a desenvolver câncer. O Ricardo tem uma mutação que junta as duas: o pior tipo da síndrome”, esclarece.
Vaquinha por dificuldades financeiras
“Infelizmente, nesse momento tão difícil, os nossos recursos acabaram”, lamenta Carolina. O tratamento realizado por Ricardo é no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo – isso porque, de acordo com a irmã, em Juiz de Fora não há médico e equipamento especializados para exames relacionados à síndrome. “Por isso, os custos são altos, e nosso plano não arca com a parte médica, que o manteve vivo até hoje. Por isso, resolvemos abrir essa vaquinha, para que ele possa continuar o tratamento.”
Além dos custos de transporte e do hotel, a família precisa arcar com os preços dos médicos e exames não conveniados ao plano de saúde. “Ele está internado no Sírio-Libanês no momento para fazer uma punção nos dois pulmões. Pagaremos o exame e a diária dos oncologistas. Nesses dez anos de tratamento, foi muito dinheiro gasto. Já fizemos nove ciclos de quimioterapia.”
“É uma doença muito triste, acho que as pessoas deveriam se testar. Pelo menos aquelas que têm na família casos de câncer muito precoces. A síndrome deveria ser mais conhecida, para salvar mais pessoas. Meu sobrinho realiza os testes semestralmente. Ele nunca vai ter um câncer avançado: vai descobrir, no máximo, em estágio zero”, alerta. Ela ressalta que, embora os exames não pertençam à realidade financeira de todos, eles são questão de vida ou morte para seu irmão.
Um automóvel com três ocupantes caiu de uma ponte no leito do rio no KM 92 da rodovia MGC 265 em Tocantins MG. A PMRv foi acionada por volta das 22h30 deste sábado 17 de agosto.
Duas ocupantes, de 25 e 24 anos, foram socorridas pelo SAMU para o Hospital Santa Isabel em Ubá em estados grave e leve, respectivamente. O condutor H.F.C, 24 anos, ficou preso sob o veículo, vindo a óbito no local.
Nesta sexta-feira (16 de agosto), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) efetuou a prisão de um homem de 49 anos no bairro Cidade do Sol, na Zona Norte de Juiz de Fora, condenado por estupro de vulnerável.
A Justiça de São Paulo determinou uma pena de 18 anos em regime fechado após ele ter sido acusado de estuprar sua ex-enteada de 9 anos em São José dos Campos, São Paulo.
A operação, conduzida em colaboração com a Polícia Civil de São Paulo (PCSP), resultou na localização e detenção do condenado pelos investigadores da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora.
O delegado Daniel Buchmüller, responsável pela prisão, informou que o homem residia na cidade com uma namorada e duas enteadas e trabalhava como marceneiro.
Estamos empolgados em anunciar que mais uma entrega está saindo das nossas instalações e a caminho dos nossos clientes! Na Amfac Indústria e Comércio, nossa missão é garantir que cada produto chegue com a máxima qualidade e no prazo prometido.
O que você pode esperar? Produtos de alta qualidade, entregues com eficiência e compromisso.
Por que escolher a Amfac? Nossa equipe se dedica a oferecer o melhor em cada etapa do processo, desde a fabricação até a entrega final.
Agradecemos a todos os nossos clientes pela confiança e parceria. Fiquem atentos, pois em breve mais novidades estão por vir!