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Equipamento, destinado a pessoas com deficiência, caiu de uma altura de três metros
Tribuna de Minas – Por Fabíola Costa
05/10/2024 às 12h30- Atualizada 05/10/2024 às 15h38

A queda de um elevador, ocupado por uma mulher e uma menina cadeirante, deixou uma pessoa ferida no Centro de Juiz de Fora, na tarde desta sexta-feira (4). A queda ocorreu de uma altura aproximada de três metros.
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, por volta das 16h, a corporação foi acionada para uma ocorrência de queda de elevador no interior do Sport Club de Juiz de Fora.
Chegando no local, foi constatado que duas vítimas encontravam-se dentro do elevador utilizado para pessoas com necessidades especiais. Uma mulher, com aproximadamente 45 anos, e uma menina, com cerca de 13 anos, cadeirante.
As vítimas receberam socorro imediato pelos bombeiros e foram encaminhadas ao Samu, para atendimentos necessários. A informação é que a menina não apresentava ferimentos e foi liberada pelo Samu no local. Já a mulher apresentava suspeita de fratura de fêmur em uma das pernas e corte profundo na outra, sendo conduzida para atendimento hospitalar.
Ainda segundo os bombeiros, o fato ocorreu nas dependência do Instituto Bruno, que funciona no interior do Sport Club. A perícia foi acionada para apurar a causa do acidente.
A Tribuna entrou em contato com a presidência do Sport Club e atualizará a matéria assim que houver um posicionamento.
Por EPTV 2 — Conceição dos Ouros, MG
04/10/2024 19h49 Atualizado há 12 horas
Veja o vídeo AQUI
Um policial militar foi flagrado chutando a barriga de uma mulher grávida durante uma abordagem policial na noite desta quinta-feira (3) em Conceição dos Ouros (MG).
Tudo aconteceu no bairro BNH, conhecido como Cachoeirinha. Segundo nota enviada pela própria polícia, os militares faziam uma abordagem no bairro quando duas mulheres interferiram na ação.
Uma delas, uma adolescente de 14 anos, teria mordido um dos policiais, causando uma lesão leve. Em determinado momento, surge uma terceira mulher na confusão, uma jovem grávida de 5 meses, filha de uma mulher envolvida na confusão.

Imagens gravadas por moradores mostram quando um policial militar chuta essa mulher grávida. Ela então cai no chão com o impacto.
A EPTV Sul de Minas entrou em contato com a mulher por telefone na tarde desta sexta-feira (4). Ela informou que está bem e passa por exames para saber como está o bebê.
Toda a confusão foi parar na delegacia. A adolescente foi apreendida por lesão corporal e a outra mulher por desacato. Elas passaram por atendimento médico e segundo a PM, foram ouvidas na delegacia e liberadas.
A Polícia Militar disse que a atuação dos policiais será analisada quanto à proporcionalidade e necessidade do uso da força empregado. Sobre a mulher que sofreu o chute, a corporação não respondeu.

Nesta quinta-feira (3/10), uma adolescente de 17 anos foi surpreendida pela Polícia Militar carregando uma granada explosiva e um revólver calibre .38 na mochila, durante uma viagem de ônibus de Juiz de Fora para Viçosa.
De acordo com informações da PM, o flagrante se deu durante a Operação Última Parada, que abordou o ônibus em Tabuleiro (MG).
Durante a abordagem, a garota ficou nervosa, o que despertou a atenção dos militares. Dessa forma a adolescente e o revólver foram conduzidos à delegacia de Ubá. A granada permaneceu no local para que o Batalhão de Operações Especiais tomasse as devidas providências quanto ao manuseio do artefato.
Uma jovem, 24 anos, foi morta esfaqueada pelo homem com quem morava, na madrugada desta terça-feira (2), em Astolfo Dutra (MG), na Rua Ananias dos Santos, no Bairro São Jorge. O suspeito, 65 anos, foi preso em flagrante e relatou que o crime teria ocorrido após uma briga do casal.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e chamou a Polícia Militar, por volta das 5h, pois uma mulher foi encontrada morta, caída no chão, na rua.
À PM, testemunhas disseram que o suspeito ainda estava na casa, em frente ao local do crime, onde foi preso. Na versão do homem, ele e a vítima brigaram, e a mulher teria pegado uma faca. Na tentativa de desarmá-la, aconteceu a facada. O idoso foi preso e levado até a polícia judiciária de Cataguases.
Comunidade terapêutica em Santa Rita é investigada pelo Ministério Público da Paraíba por uma série de denúncias de abusos cometidos contra os pacientes internos.
Por g1 PB
30/09/2024 18h12 Atualizado há um dia

Uma comunidade terapêutica localizada na Zona Rural de Santa Rita, na Grande João Pessoa foi alvo de uma ação do Ministério Público da Paraíba nesta segunda-feira (30). O local, identificado como Comunidade Terapêutica Recomeço, é alvo de denúncias como cárcere privado, sequestro, trabalho forçado, abuso sexual e abuso químico. Três pessoas foram autuadas e levadas à delegacia para esclarecimentos.
O g1 entrou em contato com a Comunidade Terapêutica Recomeço para ter uma posição sobre as denúncias. A assessoria jurídica da instituição disse que vai se pronunciar publicamente após o esclarecimento dos fatos junto à Justiça.
Entre os órgãos presentes durante a fiscalização, estiveram a Vigilância Sanitária e o Conselho Regional de Farmácia da Paraíba. No local, foram encontradas diversas irregularidades em relação às condições sanitárias e ao uso e distribuição dos medicamentos, que eram armazenados de forma inadequada e fora da validade.
No local, que abrigava aproximadamente 100 internos, vários pacientes relataram terem sido internados contra a própria vontade e terem sido vítimas de agressões físicas e trabalho forçado. Após a fiscalização ter sido concluída, 48 internos foram resgatados.
“Todos os internos eram submetidos a horários de trancamento nos quartos, a tratamento químico, caso precisassem ‘se acalmar’. Eram aplicados injetáveis, comprimidos e sem a orientação médica, sem a individualização desses remédios, dessas medicações, o que não poderia ocorrer em uma comunidade terapêutica. Até denúncia de abuso sexual houve aqui”, disse a promotora Ana Maria França, que participou da ação.
Foram levados à delegacia o diretor, o coordenador e um monitor do estabelecimento. “Agora vamos seguir com os procedimentos, processos de praxe”, completou a promotora.