A presidente da Abrasel Zona da Mata, Francele Galil, e o deputado Domingos Sávio no jantar em comemoração dos 40 anos da Abrasel Brasil, realizado no aristocrático Automóvel Clube de Minas Geraes.
Nesta segundona, 30/3, o técnico Carlo Ancelotti, quis-nem-saber e antecipou a convocação do lateral/zagueiro Danilo, de Bicas, para a Copa do Mundo de 2026.
Valorizado pela versatilidade e liderança, Danilo é um dos nomes de confiança do treinador para o grupo que buscará o título mundial.
O Movimento de Conscientização e Integração Racial (MOCIR), com o apoio da Prefeitura de São João Nepomuceno, Fundação José Luiz Carvalho Nunes (FUNZÉ), por meio do Departamento Municipal de Cultura, homenageou o médico Dr. Geraldo Pires, no dia 27 de Março de 2026, pela relevância de suas ações e posturas médicas em Bicas. Assim sendo, a representatividade do Dr. Geraldo foi reconhecida “além-fronteiras”.
Concluída há pouco tempo, a revitalização da BR-267 entre Juiz de Fora-Bicas já passou por uma operação tapa-buracos que exigiu a implantação de dez quebra-molas (supostamente provisórios).
Com maquinário estacionado logo depois de Guarará, a empreiteira ainda tem longos 50 km até chegar a Leopoldina.
Como observou um leitor bem-humorado, “nesse trecho restante, a ‘mocinha do Waze’ fica até rouca de alertar sobre tantos buracos”.
Trem-bão-demais-da-conta-sô… O jeito mineiro de falar ganhou destaque nacional… De boa. Levantamento da Preply, com 700 brasileiros, deu no coco que o sotaque de Minas Gerais é o mais charmoso e cativante do país, colocando o estado no topo do ranking e reforçando o carinho que a galera tem por essa forma tão peculiar de se expressar.
A pesquisa destaca a musicalidade da fala e o uso frequente de diminutivos como marcas registradas que conquistam à primeira conversa, além de expressões típicas que transmitem proximidade e acolhimento. No mesmo estudo, o sotaque do Rio de Janeiro foi lembrado como o mais inconfundível do Brasil, enquanto o mineiro figurou entre os favoritos em diversas categorias… Prova de que o encanto MG é mesmo difícil de superar.
Na sexta-feira, 20/3, Juiz de Fora foi palco de uma iniciativa que uniu sensibilidade e propósito. Na área, o desfile “Passarelas da Liberdade”, realizado nas dependências da Faculdade Estácio de Sá, emocionou o público ao colocar na fita mulheres egressas do sistema prisional, em uma celebração marcada por superação e novos começos.
Com apoio de parceiros como a Embelleze, o Centro de Referência em Direitos Humanos (CRDH), autoridades da segurança pública, diretores de unidades prisionais e o Conselho da Comunidade da Comarca de Bicas, o evento foi além do simbolismo: promoveu acolhimento, autoestima e oportunidades reais de reinserção.
Produzidas com cuidado, as participantes desfilaram com confiança e brilho no olhar, ressignificando suas histórias diante de uma plateia atenta e comovida. Para muitas, o momento representou mais do que visibilidade… Foi a retomada de sonhos e a certeza de que recomeçar é possível.
Entre aplausos e emoção, o “Passarelas da Liberdade” deixou uma mensagem potente: inclusão, dignidade e oportunidade são caminhos indispensáveis para transformar vidas e construir uma sociedade mais justa.
De boa, curtindo uma hora feliz, no Cascatinha… Ronaldo Lamha, Jarbas Batitucci, Alexandre Jabour, José Maria Veiga, Marcus Moreira e Ronaldo Granato Matta
Um clássico do samba raiz, com raízes em Juiz de Fora, acaba de ganhar um reconhecimento joia pra caramba. A canção “Tristeza pé no Chão”, composta por Armando Fernandes de Aguiar, o baita Mamão, e eternizada na voz de Clara Nunes, foi oficialmente declarada Patrimônio Cultural Imaterial do município, agora, em março de 2026, por meio do decreto nº 17.721.
Lançada em 1972, a música nasceu nas tradicionais rodas de boemia da cidade e apresentada pra geral, no palco do Cine-Theatro Central, durante festivais de música, marcou tempo e está no peito de gerações de admiradores.
Com o reconhecimento, o samba passa a integrar a categoria “Formas de Expressão” do Conselho Municipal de Proteção ao Patrimônio Cultural, reforçando sua importância como símbolo da memória musical e da identidade cultural de JF.
A iniciativa, também, valoriza a trajetória de Mamão, celebrado como uma figura histórica da música brasileira. Agora, oficialmente protegido, o samba entra para a lista de bens culturais de Juiz de Fora, ao lado de manifestações como o Batuque Afro-brasileiro de Nelson Silva, o Bloco do Beco, a Banda Daki e o conjunto SOMA, tradições que ajudam a contar a rica história cultural da cidade.
A organização da tradicional Festa Country, de JF, informa que a parada dançou… Nas redes sociais do evento, está lá grafado que a edição deste ano não será realizada. A decisão foi tomada em razão da tragédia provocada pelas fortes chuvas que atingiram a cidade, deixando 65 mortos e mais de 8,5 mil pessoas desabrigadas e desalojadas.
Em nota, os organizadores informaram que optaram por suspender todas as ações relacionadas ao evento “em respeito ao momento vivido pela cidade e às prioridades da comunidade”, demonstrando solidariedade às famílias afetadas e à população juiz-forana.